<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0">	<channel>		<title>[bloguepessoal.com] regis : <![CDATA[Mensagens ao Vento]]></title>		<link>http://regis.bloguepessoal.com</link>		<description><![CDATA[Mensagens ao Vento]]></description>		<language>pt</language>		<copyright>Copyright (c) 2006, Hi-pi</copyright>		<generator>Hi-pi RSS 2.0 generator</generator>		<docs>http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss</docs>		<pubDate>Fri, 07 Dec 2007 02:32:37 +0200</pubDate>		<item>			<title><![CDATA[Lua]]></title>			<description><![CDATA[<p align="justify">De novo a noite reina. Procuro no silêncio
os sons nocturnos. Não os encontro.</p>
<p align="justify">Lua cheia, sem qualquer uivo que a conforte.</p>
<p align="justify">Há muito que durmo. Há muito tempo
que abandonei a luz de presença. Aquela luzinha que fca
acesa a noite toda e que nos conforta.</p>
<p align="justify">Sonho com a lua e os seus poderes. Sonho com a
magia que existe em si e que se transmite a nós, por
nós, para lá de nós. Desejo mil e um conto de
fadas, quando na realidade não quero nenhum.</p>
<p align="justify">E entretanto, no fundo do pano estrelado um aro
branco branco e brilhante que me ilumina a face, olha para mim. Que
me faz sorrir, chorar, pensar. Pensar em tudo e em nada. Pensar em
ti e em mim. Pensar que nada sei, logo que nada posso pensar,
excepto pensar que nada sei.</p>
<p align="justify">Olho para a lua e de novo ela devolve-me o
olhar.Avança um pouco mais pela imensidão do universo
e continua a brilhar.</p>
<p align="justify">Olho para baixo e vejo a cidade. Cidade que
respira e vibra. Cidade viva, aparentemente calma, mas que na
realidade pula e grita.</p>
]]></description>			<link>http://regis.bloguepessoal.com/15536/Lua/</link>			<comments>http://regis.bloguepessoal.com/Lua-03122007-022152-lp-15536.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://regis.bloguepessoal.com/15536/Lua/</guid>			<pubDate>Mon, 03 Dec 2007 02:21:52 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Inocência esquecida]]></title>			<description><![CDATA[<p>Uma crinça brinca no jardim, sob o atnto olhar de sua
mãe. Á sua volta outras crianças brincam
também.</p>
<p>A alegria é contagiante. Todos estão tão
calmos, tão felizes, tão iludidos na confiança
da sua segurança que não acreditam que algo de mal
lhes possa acontecer um dia.</p>
<p>Mas esse perigo existe!</p>
<p>Do outro lado da rua, encostado a uma parede está
alguêm. Alguêm que calmamente observa as
crianças e pensa como é possível existirem
pessoas que conseguem magoá-las. Então sorri.</p>
<p>Sorri porque sabe que, de facto, tais seres existem e sabe
porque o fazem.</p>
<p>Atira então o cigarro ao chão, aquele que
há minutos já se tinha apagado por entre os seus
dedos, enrola o jornal debaixo do braço e prepara-se para
atravessar a rua em direcção ao jardim.</p>
<p>Nele as crianças continuam a brincar, felizes sem saberem
que a inocência foi algo esquecida pelos homens.</p>
]]></description>			<link>http://regis.bloguepessoal.com/15524/Inocencia-esquecida/</link>			<comments>http://regis.bloguepessoal.com/Inocencia-esquecida-03122007-013311-lp-15524.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://regis.bloguepessoal.com/15524/Inocencia-esquecida/</guid>			<pubDate>Mon, 03 Dec 2007 01:33:11 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Apelo]]></title>			<description><![CDATA[<p align="justify">Tenho saudades tuas
e ainda ontem cá cheguei. Há semanas em que se levam
a brincar, mas depois há outras em que se passa por um
autêntico suplício.</p>
<p>Sei que tenho coisas para fazer e
sei que mais ninguêm as pode ou quer fazer por mim, mas nem
por isso tenho mais vontade de as fazer. E se as faço
é de má vontade. é difícil estar longe
da brisa do teu olhar.</p>
<p>Só me apetece fixar um ponto
qualquer ou um objecto e ficar tempos sem fim a olhar, sem pensar
em mais nada.</p>
<p>Queria escrever  coisas
alegres, episódios divertidos e gratificantes, mas
não posso, porque não os há! Queria dizer que,
embora preferisse estar aí, aqui estou bem e que me estou a
divertir, mas não estou. Queria dizer que está tudo
bem, mas não está! Desculpa.</p>
<p>é difícil sabes!
É preciso fingir que está tudo bem, para que os
outros não percebam. É duro ver que, mais uma vez,
embora esteja rodeada de gente que me fala e que me acompanha,
continuo sozinha e a só poder contar comigo mesmo. Nem mesmo
em ti me posso apoiar.</p>
<p>Seria tão mais fácil
contigo cá! Mas para isso terias de o saber, logo existe a
minha relutância em te explicar,pois não o
compreenderias... Triste...</p>
<p>Triste. Continup a escrever outras
palavras, mas esta é a única que permanece na minha
mente, constante, imutável e terrível.</p>
<p>Quero adormecer bem profundamente e
apenas acordar no utópico mundo que criei como o que seria
perfeito. Não quero nunca mais de lá sair. mas depois
penso que se sempre lá vivesse, sem nunca exprimentar maus
momentos, não daria qualquer valor oas bons. E então
fico um pouco mais feliz, ianda que seja uma felicidade
caótica, porque não tenho qualquer razão, pelo
menos nesse momento de me sentir feliz..</p>
<p>É como estar no funeral de
alguêm que nos era muito querido e estar feliz. Não
pela sua morte , mas por ter tido a oportunidade de partilhar
momentos felizes com essa pessoa.</p>
<p>Estou para aqui a escrever, mas nem
sei se perceberás o que te quero dizer.O mais
provável é acabar, ler o que escrevi e apagar.
Registo aqui pensamento e sentimentos profundos que raramente
expresso. estão enterrados no fundo da alma e por ai
ficarão para sempr recalcados e meio esquecidos, mas
simultaneamente presentes,  diante dos meus olhos.</p>
<p>Ninguêm quer aceitar a derrota
e por isso finge que a luta existe, quando na realidade, esta nunca
começou sequer!</p>
<p>Falta-me o ar! Embora o tenha
em  grande quantidade não o encntro. Não sei o
que dizer para me explicar melhor. Só sei que tenho algo e
que esse temor me acompanha a maior parte do tempo. Sinto-me como
se estivesse a roubar algo. Talvez um pouco de mim mesma ou talvez
a tua aparente e ficticia certeza de que está tudo
bem.</p>
<p>Ingenuidade e excesso de
confiança foram talvez os meus grandes pecados e são
hoje a minha grande dor..</p>
<p>Com carinho de mim para
ti.</p>
]]></description>			<link>http://regis.bloguepessoal.com/15496/Apelo/</link>			<comments>http://regis.bloguepessoal.com/Apelo-03122007-003243-lp-15496.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://regis.bloguepessoal.com/15496/Apelo/</guid>			<pubDate>Mon, 03 Dec 2007 00:32:43 +0200</pubDate>		</item>	</channel></rss>