<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">		<title>http://poeta-solitario.bloguepessoal.com</title>		<id>http://bloguepessoal.com/</id>		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://poeta-solitario.bloguepessoal.com/atom.xml" />		<subtitle><![CDATA[A DOR]]></subtitle>		<rights>Copyright (c) 2006, Hi-pi</rights>		<generator>Hi-pi ATOM generator</generator>		<author>			<name>Hi-pi</name>			<uri>http://poeta-solitario.bloguepessoal.com</uri>		</author>		<updated>2007-11-10T12:06:51+01:00</updated>		<entry>			<title>O Suicídio  O Suicídio Juvenil</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<div>




<strong><em><span>
O suicidio a nivel geral e uma das mais graves
consequencias dos que vivem a nivel psiquico
seriamente perturbados. A tenso nervosa quando envolve
conflitos intrapsiquicos de gravidade muito acentuada,
transtorna to alucinadamente o psiquismo, que a pessoa
ve a morte como unica soluo. De nada
valem as riquezas materiais, a fama e gloria, quando
interiormente se vive no tedio, numa amargurante
angustia sem encontrar soluo nem
saida para esses estados
psiquicos.</span></em></strong>

<span></span>



</div>
<strong><em><span>
E muito comum o suicidio de artistas famosos, que
deslumbraram multides, que lhes parecia tudo
possuirem ... mas seguramente viviam numa
insatisfao era
certamente o que tinham, aquilo que psicologicamente necessitavam,
e levou-os a perderem o sentido de Vida! Os suicidios
verificam-se frequentemente em idades que marcam fronteiras na
existencia: a puberdade, a adolescencia, e entre a
maturidade e a velhice. Por vezes as tentativas de suicidio
so preparadas inconscientemente de tal modo que o suicida
pode ser salvo a tempo. E deveras lamentavel que a
mais drastica consequencia da tragica
desmotivao
assustadora de ano para ano. As estatisticas nos Estados
Unidos revelam que desde a decada de 50 o indice de
suicidios entre os individuos dos 15 aos 24 anos
quase triplicou.</span></em></strong><strong><em><span>
Considera-se o suicidio como a terceira causa de morte
nestas idades, depois dos acidentes e do homicidio. Um
profundo estudo igualmente realizado nos Estados Unidos demonstrou
que 50% de todas as tentativas de suicidio entre os
adolescentes so realizadas como consequencia do mau
ambiente familiar. O desamor entre a humanidade, iniciado na
celula de qualquer sociedade  a familia (a
hiperproteco e sinonimo de
afectividade, e o controle e frequentemente a origem da
perca das energias vitais); os conflitos que geram conflitos; as
agress os gritos
apavorantes com que as repreendem (uma forma de libertar os adultos
frustrados e desencontrados das suas miserias interiores),
provocam uma grave desorganizao na personalidade em
crescimento na criana, e desequilibra duma forma
continua o seu sistema nervoso central. Uma grande parte dos
jovens foi gradualmente perdendo o sentido de Vida, a
motivao na actividade estudantil, e caminham sob
pressa e
instabilidade, quantas vezes sem rumo!... O abandono afectivo
auto-compensado com dadivas materiais ... que saturam e
insatisfazem ao longo do tempo, chantagens emocionais que culpam,
uma tendencia educacional orientadora e criadora duma
auto-imagem, que confunde e desencontra o individuo do seu
"Eu", as exigencias familiares a nivel escolar como os
mais supremos valores a ostentar, sem se aperceberem do estado
psiquico do jovem que afecta indubitavelmente a actividade
intelectual, bloqueando a concentrao e a
memorizao. Todas estas causas e muitas mais
originam uma desorientao, um desequilibrio
emocional, uma premente necessidade de fuga a realidade, a
um aturdimento amolecedor da
mente.</span></em></strong><strong><em><span>
Alguns psicanalistas afirmam que o suicida adolescente no
se apercebe totalmente da natureza da morte, e para ele o
suicidio e um grito angustiantemente desesperado que
reclama ajuda e ateno ou tambem uma forma de
vinganou no
caos.</span></em></strong><strong><em><span>
Estudos sobre o suicidio tem demonstrado que muitos e
muitos jovens esto profunda.
Psiquiatras e psicanalistas consideram que o ponto de maior risco
no suicidio no coincide com o auge da
depresso psiquica
caracterizada por desmotivao, desinteresse, por uma
letargia e lentido de raciocinio, um adormecimento
em relao a realidade, que o jovem
gradualmente procura ignorar, mas sim o maior risco inicia-se
quando a inactividade comea a tornar-se menos acentuada. A
realidade que rejeita comea a vislumbrar-se e a necessidade
de fuga ou de chamamento de ateno e mais
radical. A ideia do suicidio comea a agravar-se e a
apoderar-se cada vez com mais fora da mente do jovem em
perfeito estado de revolta e solido. A ausencia de
dialogo, por causas variadas, habita em quase todos os
lares, afectando profundamente os jovens na puberdade ou na
adolescencia, que existem como ilhas separadas por correntes
dos restantes elementos, que em ilhas tambem se
tornaram!!!</span></em></strong><span></span><strong><em><span>
E quase tabu dialogar sobre os sentimentos que
intrinsecamente afectam melhor ou pior a alma de cada um! As
tentativas de suicidio constituem advertencias para
aqueles que esto a sua volta, desvendam uma grave
doena psiquica e testemunham profundas
carencias de
Amor!</span></em></strong><strong><em><span>
Inconscientemente o suicida quer castigar aqueles por quem se sente
mal amado. Ele tenta arrastar o "outro" ou outros na sua morte. Tem
uma necessidade de culpar, por vezes inconscientemente, porque a
revolta, a rebelio da
treguas. Temos como exemplo Vicent Van Gogh que ja em
criana e depois na adolescencia atingiu o auge do
sofrimento humano que se prolongou incessantemente ...
ate perder a lucidez e atingir a
loucura.</span></em></strong><strong><em><span>
Quantos adolescentes de hoje atingem o esgotamento psiquico
e perdem por vezes tambem a lucidez mental?!!! Van Gogh
entre um periodo de lucidez e as
descompensaa que o levaram a
matar-se escreveu: "O suicidio faz com que os amigos e
familiares se sintam seus
assassinos".</span></em></strong><strong><em><span>
Situao de grande risco que pode conduzir
tambem ao suicidio e a
toxicodependencia, que ja por si e um processo
lento e desesperado de suicidio. Esta forma macabra de
terminar com a existencia no conhece fronteiras e
ocorre em todos os estratos sociais. Em todo o mundo suicidam-se
diariamente 2000 pessoas. Nos Estados Unidos, por exemplo, o
numero oficial de mortes por suicidio e de 30
000 por ano ou quase 100 por
dia.</span></em></strong><strong><em><span>
E curioso saber que as mulheres quer adolescentes ou adultas
fazem 3 vezes mais tentativas de suicidio que os homens. No
entanto de um modo geral, e mais grave no sexo masculino,
porque, por razo inteiramente
esclarecidas o homem tem tendencia a matar-se com armas de
fogo, afogamento, por enforcamento, ou saltando de grandes
altitudes, enquanto que o sexo feminino recorre mais ao
envenenamento.</span></em></strong><strong><em><span>
A nivel generico podemos considerar outras causas que
levam num acto desesperado e por vezes irracional ao acto do
suicidio, como situaes de
traio e infidelidade que abalam a estrutura
arquitectonica da Confiana, alicerce fundamental
onde se sustenta o castelo dos sentimentos afectivos, fragilizam,
destabilizam e por vezes destroem a afectividade dada
confiantemente, conduzindo o individuo a
desmotivao absoluta de qualquer sentido de
Vida!</span></em></strong><strong><em><span>
Responsabilidades de ordem material como chefes de familia
em ruina monetaria, jogadores demasiado pressionados
para o pagamento das suas dividas, e sem controle, etc.,
transportam as mentes desorientadas sem mecanismos de defesa
a fuga as responsabilidades existenciais, ao
sofrimento e sentem que so tem o recurso da
morte.</span></em></strong><strong><em><span>
Quando o Homem aprender a quebrar amarras inuteis
preconceituais, convencionais, materiais que o tolhem, o aprisionam
e o escravizam (acabando por no ser mais que prisioneiro e
escravo de si proprio); quando o Homem aprender a enfrentar
os seus medos, e so assim os podera destruir; quando
o Homem se interrogar: Porque corre desenfreada e ansiosamente na
caminhada existencial? Para que corre? Para onde corre?!!! sem se
deter para desfrutar da quietude dum entardecer rubro, o odor duma
mata, o sabor duma Natureza despoluida, ... ou um
sorriso pleno de feliz ingenuidade duma criana, e tanta
coisa bela, reconfortante que o Universo Infinito presenteia! A
humanidade a nivel geral, doente psiquica, nunca tem
tempo, no ha tempo!!! Para que?!... tenho
que ... tenho que ... tenho que ... violentando-se a
cada passo, mas na sua maioria plenamente convencida que segue a
rota certa na corrida da sobrevivencia desencontrada da
essencia da Vida! E um dia ... o Homem repara:
"Esqueci-me de Viver", e nesta atitude mental jamais podera,
porque nas, os
seus jovens a Arte sublime de Viver! Todas estas
situao formas de morte, morte
psicologica lenta e confrangedora ... no
souberam alimentar a Vida dos sentimentos afectivos e so
eles nas suas mais variadas expresso
sentido ao Viver.</span></em></strong><strong><em><span>
Quando o Homem quiser aprender a Viver o suicidio,
suicida-se!</span></em></strong>				</div>			</content>			<id>http://poeta-solitario.bloguepessoal.com/12221/O-Suicidio-O-Suicidio-Juvenil/</id>			<link href="http://poeta-solitario.bloguepessoal.com/12221/O-Suicidio-O-Suicidio-Juvenil/" />			<author>				<name>poeta-solitario</name>				<uri>http://poeta-solitario.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2007-11-10T12:04:08+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>morte</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><span>Possuis
apenas aquilo que n tudo o
mais e iluso.
<span>(Autor
desconhecido)</span></span></p>
<p></p>
<p></p>
<p><span>A vida
revela-se ao mundo como uma alegria. Ha alegria no jogo
eternamente variado dos seus matizes, na musica das suas
vozes, na dano pode
ser verdade enquanto no desaparecer a alegria do
cora
<span>(Tagore, escritor
indiano)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>

O homem que envelhece vai
tomando gradativamente consciencia de que no e
eterno. Agita-se menos e, assim, os sons das vozes que vem do
alem se fazem ouvir.
<span>(Romano
Guardini)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>

Os homens so como
ondas: quando uma gerao floresce, a outra
declina.
<span>(Homero)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>

Aconteceu-nos uma coisa
realmente curiosa: tinhamo-nos esquecido de que temos de
morrer. E esta a concluso a que chegaram os
historiadores depois de terem examinado todas as fontes escritas da
nossa epoca. Uma investigao realizada nos
cerca de cem mil livros de ensaio publicados nos ultimos
vinte anos mostraria que apenas duzentos deles (0,2%, portanto)
tocavam o problema da morte. Livros de medicina
incluidos.
<span>(Pierre
Chaunu)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>

A morte e a coisa mais
segura e firme que a vida inventou ate agora.
<span>(Emil
Cioran)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>

A durao da
nossa vida e de setenta anos; e se alguns, pela sua
robustez, chegam a oitenta, a medida deles e canseira e
enfado; pois passa rapidamente, e nos voamos.
<span>(Salmo 90,
Biblia)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>

Aquilo que verdadeiramente
e morbido no e falar da morte, mas
nada dizer acerca dela, como hoje sucede. Ninguem
esta to neurotico como aquele que considera
ser neurotico decidir-se a pensar sobre o seu proprio
fim.
<span>(Philippe
Aries)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>

Entre a sociedade de hoje e os
intelectuais medeia um entendimento tacito. Conto
contigo - dizem os leitores - para que me forneas os meios
para esquecer, disfarar, negar, em suma, a morte. Se
no
te lerei
<span>(Louis Vincent Thomas,
antropologo frances)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>

Esquecer-se da morte e dos
mortos e prestar um pessimo servio a
vida e aos vivos.
<span>(Philippe
Aries)</span></span></p>
<p></p>
<p></p>
<p><span>Um
tumulo basta agora aquele para quem no
bastava o mundo inteiro.
<span>(epitafio de Alexandre
Magno)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>

Morrer e apenas
no ser visto. Morrer e a curva da
estrada.
<span>(Fernando
Pessoa)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>

O homem fraco teme a morte, o
desgra o valente procura-a. So o sensato
a espera.
<span>(Benjamin
Franklin)</span></span></p>
<p></p>
<p></p>
<p><span>Como um
mar, ao redor da soleada ilha da vida, a morte canta noite e dia a
sua cano sem fim.
<span>(Tagore)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>

No e de morrer
que tenho medo. E de n
<span>(Jacqueline
Auriel)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>O
corao humano recusa-se a acreditar num universo sem
uma finalidade.
<span>(Kant)</span></span></p>
<p><span>

Comeamos a morrer no momento
em que nascemos, e o fim e o desfecho do
inicio.</span></p>
<p><span>(Marcus Manilius)</span></p>
<p></p>
<p></p>
<p><span>
Para avaliar a
importancia real de uma pessoa, devemos pensar nos efeitos
que sua morte produziria.
<span>(Franois Gaston de
Levis)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>

Os esqueletos dos reis
s
<span>(Mikhail
Naimy)</span></span></p>
<p></p>
<p></p>
<p><span>Tentemos viver de tal modo que, quando morrermos,
ate o homem da agencia funeraria lamente a
nossa morte.
<span>(Mark
Twain)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>

Quando morremos, deixamos
atras de nos tudo o que possuimos e levamos
tudo o que somos.
<span>(Autor
desconhecido)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>

Congratulamo-nos, as
vezes, no momento em que despertamos de um sonho lugubre.
Poderia ser assim no momento que se segue a
morte.
<span>(Nathanael
Hawthorne)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>

Morremos um pouco cada vez que
perdemos um ente querido.
<span>(Publilius
Syrius)</span></span></p>
<p></p>
<p></p>

<p><span>A
certeza da morte tem menos influencia sobre a conduta do
homem do que seria de esperar.
<span>(A L.
Gordon)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>

Oito dias com febre! Poderia
ter escrito mais um livro...
<span>(Honore de Balzac, antes de
entrar em coma)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>

Nada de monumento coberto de
elogios. O meu epitafio sera o meu nome, nada
mais.</span></p>
<p><span>(Byron)</span></p>
<p></p>
<p><span>

O que e belo no
morre: transforma-se em outra beleza.
<span>(Balley
Ardrich)</span></span></p>
<p></p>
<p></p>
<p><span>Not dead, but gone before - No morreram, partiram
primeiro.</span></p>
<p><span>(Ditado ingles)</span></p>
<p></p>
<p></p>
				</div>			</content>			<id>http://poeta-solitario.bloguepessoal.com/6097/morte/</id>			<link href="http://poeta-solitario.bloguepessoal.com/6097/morte/" />			<author>				<name>poeta-solitario</name>				<uri>http://poeta-solitario.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2007-09-30T21:25:15+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>CRITICA</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><span>Quando
apontares com um dedo, lembra-te de que outros tres dedos
teus apontam para ti.
<span>(Proverbio
ingles)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>A coisa
mais dificil do mundo e conhecermo-nos a nos
mesmos, e o mais facil e falar mal dos outros.
<span>(Tales de
Mileto)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>As
crianas tem mais necessidade de modelos do que de
criticas.
<span>(Joubert)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>No encontre defeitos, encontre
solues. Qualquer um sabe queixar-se.
<span>(Henry
Ford)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>Agrada-nos a franqueza dos que nos apreciam. A
franqueza dos outros chamamos insolencia.
<span>(Andre
Mourois)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>Procuremos acender uma vela em vez de amaldioar a
escurido.
<span>(Proverbio
chines)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>No ao
que os criticos dizem. Nunca foi erguida uma estatua
em honra de um critico.
<span>(Sibelius)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>O
verdadeiro rebelde e aquele que prope
alternativas.
<span>(Julian
Marias)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>As
palavras so
gigantes.
<span>(Proverbio
suio)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>A
natureza concedeu aos grandes homens a faculdade de fazer e aos
outros a de julgar.
<span>(Vauvenargues)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>Faa o que pode, com o que tem, onde
estiver.
<span>(Roosevelt)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>O maior
erro que um homem pode cometer e viver com medo de cometer
um erro.
<span>(Hebbard)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>A
verdade nunca e injusta; pode magoar, mas no deixa
ferida.
<span>(Eduardo
Giro)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>Discordo daquilo que dizes, mas defenderei ate
a morte o teu direito de o dizeres.
<span>(Voltaire)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>O mal
de quase todos nos e que preferimos ser arruinados
pelo elogio a ser salvos pela critica.
<span>(Norman
Vincent)</span></span></p>
				</div>			</content>			<id>http://poeta-solitario.bloguepessoal.com/6096/CRITICA/</id>			<link href="http://poeta-solitario.bloguepessoal.com/6096/CRITICA/" />			<author>				<name>poeta-solitario</name>				<uri>http://poeta-solitario.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2007-09-30T21:23:45+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>DOR/SOFRIMENTO</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<span>A <strong>Dor</strong>
e uma sensao desagradavel, que varia
desde desconforto leve a excruciante, associada a um processo
destrutivo atual ou potencial dos <span>tecidos</span> que se expressa
atraves de uma reao organica e
emocional.</span><span>A dor
possui um grande poder educativo: faz-nos melhores, mais
misericordiosos, mais capazes de nos recolhermos em nos
mesmos e persuade-nos de que esta vida no e um
divertimento, mas um dever.</span><span><span>Iniciao da
Dor</span></span><span>A
dor e uma resposta resultante da integrao
central de impulsos dos nervos perifericos, ativados por
estimulos locais. Ha basicamente tres tipos de
estimulos que podem levar a gerao dos
<span>potenciais de
ao</span> nos <span>axonios</span>desses nervos.</span><span><span>1.<span></span></span></span>
<span>Variaes
mecanicas ou termicas que ativam diretamente as
terminaes nervosas ou receptores.</span>
<span><span>2.<span></span></span></span>
<span>Fatores
quimicos libertados na area da <span>terminao nervosa</span>. Estes
incluem compostos presentes apenas em <span>celulas</span> integras, e que
so libertados para o <span>meio
extra-celular</span> aquando de leses como os <span>ions</span>
<span>Potassio</span>, <span>acidos</span>.</span>
<span><span>3.<span></span></span></span>
<span>Fatores libertados
pelas celulas <span>inflamatorias</span> como a <span>bradicinina</span>,
a <span>serotonina</span>, a
<span>histamina</span> e as
<span>enzimas</span></span>
<span>proteoliticas</span>
<span></span><span><span>Vias Nervosas Perifericas da
Dor</span></span><span>Ha duas vias neuronais ascendentes para a
dor: a lenta e a rapida.</span><span>A
via rapida ou do trato neoespinotalamico e a
mais recente evolutivamente. E iniciada por estimulos
mecanicos ou termicos principalmente. Ela utiliza
neuronios de axonios rapidos (isto e de
grande diametro), as fibras <strong>A-delta</strong>
(<strong>12-30 metros</strong> por segundo). Esta e a via
que produz a sensao da dor aguda e bem localizada.
O seu <span>neuronio</span> ocupa a <span>lamina I</span> da <span>Medula Espinhal</span> e cruza imediatamente para o lado
contrario. Ai ascende na <span>substancia branca</span>
na <span>regio
antero-lateral</span> ate fazer <span>sinapse</span> principalmente no <span>Talamo</span> (nucleos postero-lateral-ventrais), mas
tambem na <span>formao
reticular</span>.</span> <span>A
via lenta ou do tracto paleoespinotalamico e a mais
primitiva em termos evolutivos. E iniciada pelos fatores
quimicos. Ela utiliza axonios lentos de
diametro reduzido e velocidades de conduo de
apenas 0,5 a 2 m/s. Esta via produz dor mal localizada pelo
individuo e continua. O seu neuronio ocupa a
<span>lamina V</span> da Medula Espinhal e ascende depois de cruzar
para o lado oposto no tracto antero-lateral, as vezes no
cruzando. Fazem sinapse na formao reticular,
no <span>coliculo superior</span> e na <span>substancia
cinzenta periaqueductal</span>.</span>
<p><span>Se por exemplo um individuo
sofrer um golpe, a sensao de dor imediata e
a rapida,</span> <span>devido as foras
mecanicas que estiram o <span>tecido
conjuntivo</span> onde se localizam receptores de dor. Esta dor
dura apenas um tempo muito limitado. Mas a medida que o
tecido morre e extravasa o conteudo celular com diversas
substancias, e chegam a regio danificada as
celulas inflamatorias, a dor que permanece e a
dor lenta. o feto come
semana.</span></p>
<h2><span>A Dor e suas vias no
Encefalo</span></h2>
<span>A dor mais significativa do
ponto de vista <span>terapeutico</span> e quase sempre aquela
que e produzida pela via lenta. A via rapida produz
apenas sensaes de dor localizadas e de
durao relativamente curta que permitem ao organismo
afastar-se do agente <span>nociceptivo</span>, mas geralmente no
e causa de <span>sindromes</span> em que a dor seja a
principal preocupao terapeutica. A
dor <span>cronica</span>
tem origem
quando os impulsos recebidos pela via lenta so integrados
na <span>Formao Reticular</span>
do
<span>tronco cerebral</span>
e
no <span>Talamo</span>. Ja a este
nivel ha percepo consciente vaga da
dor, como demonstrado em animais a quem foi retirado
o <span>cortex</span>.</span><span>O Talamo envia os impulsos para
o <span>Cortex somatosensor</span> e para o
<span>Giro
Cingulado</span>. No cortex cingulado e processada a
qualidade emocional ou afectiva da dor (<span>sistema
limbico</span>), enviando impulsos de volta para o cortex
somatosensor. E ai que se originam qualidades mais
precisas, como tipo de dor, localizao e ansiedade
emocional.</span>
<p><span>A dor tem um efeito de
estimulao da maioria dos circuitos neuronais. Estes
efeitos so de
circuitos a nivel dos <span>nucleos intralaminares do
Talamo</span> e das formaes reticulares
pelos <span>axonios de tipo
C</span> (lentos) que ai terminam. A
activao por estas fibras das
formaes reticulares leva a
activao em spray do cortex cerebral, e
principalmente do <span>lobo
pre-central</span>, ja que a
formao reticular tambem e
responsavel pela regulao do estado
de <span>vigilia</span>. Esta
estimulao traduz-se num maior estado de alerta e
excitabilidade do doente que sofre de dor, principalmente se esta
e <span>aguda</span>...</span></p>
<h2><span>Sistemas Analgesicos</span></h2>
<span>A intensidade com que
pessoas diferentes sentem e reagem a situaes
semelhantes causadoras de dor e bastante variada. Esta
variao tanto a uma
activao diferente das vias da dor mas a uma
facilidade diferente nos individuos na
activao das <span>vias
analgesicas naturais</span>. A via analgesica
principal tem 4 componentes principais de modulao
para a percepo da dor, no ser
humano:</span><span><span>1.<span></span></span></span>
<span>As <span>areas cinzentas periaquedutais</span> e
periventriculares do <span>Mesencefalo</span> e <span>Ponte</span> superior, em volta do <span>aqueducto
de Sylvius</span> enviam axonios que segregam <span>encefalinas</span>,
que so <span>opioides</span>
naturais (actuam no receptor dos opioides).</span>
<span><span>2.<span></span></span></span>
<span><span>Nucleos Magno da Rafe</span> e
Reticular Gigantocelular, localizados na ponte inferior e medula
superior, recebem os axonios das areas
periaqueductais, e enviam os seus para as colunas dorsolaterais da
medula espinhal, onde libertam <span>serotonina</span>.</span> <span><span>3.<span></span></span></span>
<span>Nucleos de
interneuronios na Espinhal Medula dorsal, localizados na
<span>substancia gelatinosa</span>, inibem a
criao de <span>potenciais de aco</span> ao
libertar encefalinas e <span>endorfinas</span> na
<span>sinapse</span> local com
os neuronios aferentes da dor.</span> <span>A <span>analgesia</span>produzida por esta via, que e total, dura
de alguns minutos a horas. A inibio do sinal
da-se principalmente a nivel do segmento da espinhal
medula correspondente a origem da dor, mas tambem a
outros niveis como nos proprios nucleos reticulares e
talamicos.</span><span>Julga-se que este sistema permite uma
regulao em feedback do nivel da dor. A
excitao excessiva da via da dor induz um aumento
dos sinais analgesicos a nivel talamico reduzindo a
intensidade percebida da dor. Outras areas do
<span>cerebro</span>, como as do <span>sistema
limbico</span>, que
faz o controle emocional, tambem esto envolvidas em
estimular ou inibir as vias analgesicas naturais. Os
nucleos paraventriculares do <span>hipotalamo</span>estimulam as areas periaqueductais
atraves da liberta-endorfinas
(opioides naturais). Assim uma mesma leso tecidular
pode causar muito mais dor se for de causa desconhecida ou
considerada pelo individuo como significativa, do que se for de
causa conhecida ou tida por pouco
perigosa.</span><span>Alem desta via especifica para
determinados segmentos espinhais, a <span>hipofise</span> produz tambem beta-endorfinas, que
so libertadas para o <span>sangue</span>e para todo o cerebro, e podem ter
importancia na diminuio das
sensaes dolorosas em individuos com
sindromes sistemicos.</span>
<h2><span>]</span> <span>Sistema de
<em>Gate Control</em></span></h2>
<span>Ou Teoria das Comportas.
E outro mecanismo analgesico, proposto por Melzack
 Wall (1965), de importancia local. A
estimulao de grande numero de
<span>fibras aferentes
A</span> apos estimulos tacteis no
mesmo segmento activa <span>interneuronios</span>produtores de encefalinas, que
inibem as fibras C da dor.</span><span>Virtualmente todas as pessoas conhecem e fazem
uso do "Gate Control", mesmo que de maneira inconsiente. Quem nunca
instintivamente massageou um local onde, em virtude de uma pancada,
estava sentindo dor? A massagem estimula as fibras aferentes
A, que por sua vez levam a uma analgesia no local
dolorido.</span>
<h2><span>Subjectividade da
Dor</span></h2>
<span>A dor e sempre
subjetiva. Cada individuo apreende a aplicao
da palavra atraves de experiencias relacionadas com
leses nos primeiros anos de vida. Os biologistas sabem que
os estimulos causadores de dor so capazes de
leso tecidual. Assim, a dor e aquela
experiencia que associamos com <span>leso</span>tecidual real ou
potencial.</span><span>Sem duvida e uma
sensao em uma ou mais partes do organismo mas
sempre e desagradavel, e portanto representa uma
experiencia emocional. Experiencias que se assemelham
com a dor, por exemplo: picadas de <span>insetos</span>, mas que no
desagradaveis, no devem ser rotuladas de dor.
Experiencias anormais desagradaveis (diestesias)
tambem podem ser dolorosas, porem no o
so
apresentar as qualidades sensitivas usuais da
dor.</span><span>Muitas pessoas relatam dor na ausencia de
leso tecidual ou de qualquer outra causa
fisiopatologica provavel: geralmente isto acontece
por motivos psicologicos. E impossivel
distinguir a sua experiencia da que e devido a
leso tecidual se aceitarmos o relato
subjetivo.</span><span>Caso
encarem sua experiencia como dor e a relatem da mesma forma
que a dor causada por leso tecidual, ela deve ser aceita
como dor. Esta definio evita ligar a dor ao
<span>estimulo</span>. A atividade provocada no nociceptor e nas vias
nociceptivas por um estimulo no e dor. Esta
sempre representa um estado psicologico, muito embora
saibamos que a dor na maioria das vezes apresenta uma causa
fisica imediata.</span><span>A
abordagem que se faz da dor, atualmente, e que ela e
um fenomeno biopsicossocial' que resulta de uma
combinao de fatores biologicos,
psicologicos, comportamentais, sociais e culturais e
no uma entidade dicotomica.</span>
<h2><span>Tipos de Dor</span></h2>
<span>A
respeito da terminologia referente a dor, pode-se esclarecer
os seguintes aspectos:</span><span>O
limiar fisiologico, estavel de um individuo
para o outro, pode ser definido como o ponto ou momento em que um
dado estimulo e reconhecido como doloroso. Quando se
usa calor como fator de estimulao, o limiar
doloroso situa-se em torno dos 44o so para o
homem como tambem para diferentes mamiferos
(simios, ratos). Limiar de tolerancia e o ponto
em que o estimulo alcana tal intensidade que
no mais pode ser aceitavelmente tolerado e, na mesma
experiencia, alcan. Difere do
fisiologico porque varia conforme o individuo, em
diferentes ocasies, e e influenciado por fatores
culturais e psicologicos.</span><span>Resistencia a dor seria a
diferena entre os dois liminares. Expressa a amplitude de
uma estimulao dolorosa a qual o
individuo pode aceitavelmente resistir. E
tambem modificada por traos culturais e emocionais,
e ao sistema limbico cabe a modulao da
resposta comportamental a dor.</span><span>Para
efeito de classificao medica a dor e
dividida em duas categorias: as agudas, que tem
durao limitadas e causas geralmente conhecidas, e
as cronicas, que duram mais de tres meses e tem
causa desconhecida ou mal definida. Esta ultima categoria de
dor aparece quando o mecanismo de dor no funciona
adequadamente ou doenas associadas a ele tornam-se
cronicas.</span>
<h2><span>Significado
Evolutivo</span></h2>
<span>A
dor e uma qualidade sensorial fundamental que alerta os
individuos para a ocorrencia de leses
teciduais, permitindo que mecanismos de defesa ou fuga sejam
adotados. Embora possa parecer estranho, a dor e um efeito
extremamente necessario. E o sinal de alarme de que
algum dano ou leso esta
ocorrendo.</span><span>Por
exemplo em certas doenas como a <span>hanseniase</span>podem ocorrer leses nas
terminaes nervosas, tais, que a dor deixa de ser
percebida. Isto faz com que com o passar do tempo ocorram
leses que podem vir a desfigurar o portador. Como o doente
no sente dor, acontece por exemplo de cortar um dedo com a
faca sem o perceber. Ou, em lugares onde as condies
de vida so muito precarias (como nos tempos antigos
eram os lugares onde os doentes eram confinados) ter-se uma parte
do corpo comida por ratos.</span><span>E no fundo um estado de <span>consciencia</span>com um tom afetivo de desagrado, as vezes
muito elevado, acompanhado de reaes que tendem a
remover ou evadir as causas que a provocam. Ela e produzida
por alteraes na normalidade estrutural e funcional
de alguma parte do organismo.</span>
<h2><span>Historia</span></h2>
<span><span>Aristoteles</span> foi quem estabeleceu sua
ligao com o <span>sistema nervoso
central</span>. Mais tarde os cientistas Melzack e Wall descreveram a
teoria das comportas de dor.</span>
<h2><span>Avaliao da Dor</span></h2>
<span>A
dor deve ser quantificada para um melhor tratamento, para tal
existem varios instrumentos de avaliao sendo
que os mais usuais so:</span><span><span>1.<span></span></span></span>
<span>Escala Visual
Analogica (EVA) <em>varia de 1 a 10</em></span>
<span><span>2.<span></span></span></span>
<span>Escala
Numerica</span> <span><span>3.<span></span></span></span>
<span>Escala
Qualitativa</span> <span><span>4.<span></span></span></span>
<span>Escala de
Faces</span> <span>Estes instrumentos de avaliao
so unidimensionais, permitindo quantificar apenas a
intensidade da dor. Os mecanismos ideais de avaliao
so multidimensionais, levando em conta a intensidade,
localizao e o sofrimento ocasinado pela
experiencia dolorosa. Um exemplo de metodo
multidimensional para avaliao da dor e o
questionario McGill, proposto por Melzack. Hoje em dia e
cada vez mais nos locais onde se prestam cuidados de saude
se pretende quantificar a dor de modo a sua
eliminao tornando assim maior a qualidade de vida
dos utentes..</span><span>Faz da tua alma um diamante.
Por cada novo golpe uma nova face, para que um dia ela seja toda
luminosa.
<span>(Rogelio Stela
Bonilla)</span></span>
<p><span>Onde
ha sofrimento ha terreno sagrado.
<span>(Oscar
Wilde)</span></span></p>
<p><span>Aquele
que se perde e que encontra novos caminhos.
<span>(Nils
Kjaer)</span></span></p>
<p><span>O mal
que fazemos e sempre mais triste que o mal que nos
fazem.
<span>(Jacinto
Benavente)</span></span></p>
<p><span>Ninguem pode livrar os homens da dor, mas
sera bendito aquele que fizer renascer neles a coragem para
a suportar.
<span>(Selma
Lagerlof)</span></span></p>
<p><span>No para termos medo das
sombras. Apenas indicam que em algum lugar proximo brilha a
luz.
<span>(Ruth
Renkel)</span></span></p>
<p><span></span><span>O
problema do mal no e outra coisa, em grande parte,
seno o problema da liberdade.
<span>(Nikolai
Berdaiev)</span></span></p>
<p><span></span><span>Na como
desejamos.
<span>(Jacques
Bossuet)</span></span></p>
<p><span></span><span>As
lagrimas so o sangue da alma.
<span>(Santo
Agostinho)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>As
pessoas so solitarias porque constroem paredes em
vez de pontes.
<span>(Joseph F.
Newton)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>O homem
que age no sofre.
<span>(Stearns
Eliot)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>Cometer
injustias e pior que sofre-las.
<span>(Socrates)</span></span></p>
<p><span></span><span>Se tem
remedio, porque te queixas?
Se no tem remedio, porque te queixas?
<span>(Proverbio
oriental)</span></span></p>
<p><span></span><span>Sabemos
sempre quem nos fere, mas nem sempre sabemos a quem ferimos.
<span>(Autor
desconhecido)</span></span></p>
<p><span></span><span>Aquele
que no
vive para saber o que e bom.
<span>(Proverbio
judeu)</span></span></p>
<p><span></span><span>No ha nenhuma arvore que o vento
no tenha sacudido.
<span>(Proverbio
hindu)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>Nunca
se esquecem as li
<span>(Proverbio
africano)</span></span></p>
<p><span></span><span>Deus
sussurra e fala a consciencia atraves do
prazer, mas grita-lhe por meio da dor: a dor e o seu
megafone para despertar um mundo adormecido.
<span>(C.S.
Lewis)</span></span></p>
<p><span></span><span>Quando
a sorte e adversa, descobre-se o genio; na
prosperidade, ele oculta-se.
<span>(Horacio)</span></span></p>
<p><span></span><span>Para se
ser feliz ate um certo ponto e preciso ter-se sofrido
ate esse mesmo ponto.
<span>(Edgar
Poe)</span></span></p>
<p><span></span><span>Quanto
mais elevado e o espirito mais ele sofre.
<span>(Schopenhauer)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>As
flores chegam ate a perfumar a mo que as
esmaga.
<span>(V.
Ghilka)</span></span></p>
<p><span></span><span>Sabendo
sofrer, sofre-se menos.
<span>(Anatole
France)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>Nunca
esta mais escuro do que quando esta para chegar a
manh.
<span>(Autor
desconhecido)</span></span></p>
<p><span></span><span>Quanto
maior so as dificuldades a vencer, maior sera a
satisfao.
<span>(Cicero)</span></span></p>
<p><span></span><span>Aquele
que luta contra nos fortalece os nosso nervos e aprimora as
nossas qualidades. O nosso antagonista trabalha por
nos.
<span>(Edmund
Burke)</span></span></p>
<p><span></span><span>Sinal
de maturidade humana e aceitar o desafio do
sofrimento.
<span>(Jacques
Maritain)</span></span></p>
<p><span></span><span>Nada
nos torna t
<span>(Alfred de
Musset)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>Aquele
que no evita o vicio, fara dele o seu
suplicio.
<span>(Adagio
popular)</span></span></p>
<p><span></span><span>Se a
tua dor te aflige, transforma-a num poema.
<span>(Autor
desconhecido)</span></span></p>
<p><span></span><span>Antes
de dar a dor, Deus da a paciencia.
<span>(Santa Teresa de
Avila)</span></span></p>
<p><span></span><span>Podemos
sofrer no deserto e, no entanto, ama-lo. De resto, e
por causa desse sofrimento que o amamos.
<span>(Saint-Exupery)</span></span></p>
<p><span></span><span>Eu
gosto de viver. Ja me senti ferozmente, desesperadamente,
agudamente infeliz, dilacerada pelo sofrimento, mas atraves
de tudo ainda sei, com absoluta certeza, que estar viva e
sensacional.
<span>(Agatha
Christie)</span></span></p>
<p><span></span><span>A vida
e uma pedra de amolar: desgasta-nos ou afia-nos, conforme o
metal de que somos feitos.
<span>(George Bernard
Shaw)</span></span></p>
<p><span></span><span>O homem
que a dor no educou sera sempre uma
crian
<span>(N.Tommaseo)</span></span></p>
<p><span></span><span>Cada
lagrima nos ensina uma verdade.
<span>(Ugo
Foscolo)</span></span></p>
<p><span></span><span>Os
espinhos que me feriram foram produzidos pelo arbusto que
plantei.
<span>(Byron)</span></span></p>
<p><span></span><span>O medo
da desgra
<span>(Leib
Lazarov)</span></span></p>
<p><span>O homem
que cultiva a vingana conserva as suas proprias
feridas em carne viva.
<span>(Francis
Bacon)</span></span></p>
<p><span>A
paciencia torna mais leve o que a tristeza no
cura.
<span>(Horacio)</span></span></p>

<p><span>A dor
abate-te porque a recebes com cobardia. - Recebe-a, valente, com
espirito cristo e estima-la-as como um
tesouro.</span><span>(Josemaria Escriva)</span></p>
<p><span></span><span>A dor
possui um grande poder educativo: faz-nos melhores, mais
misericordiosos, mais capazes de nos recolhermos em nos
mesmos e persuade-nos de que esta vida no e um
divertimento, mas um dever.
<span>(Cesare
Cantu)</span></span></p>
				</div>			</content>			<id>http://poeta-solitario.bloguepessoal.com/6093/DOR-SOFRIMENTO/</id>			<link href="http://poeta-solitario.bloguepessoal.com/6093/DOR-SOFRIMENTO/" />			<author>				<name>poeta-solitario</name>				<uri>http://poeta-solitario.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2007-09-30T21:08:32+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>PERSONALIDADE</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				Personalidade
<p></p>
<p><span>Onde
houver uma arvore para plantar, planta-a tu. Onde houver um
erro para emendar, emenda-o tu. Onde houver um esforo de
que todos fogem, fa-lo tu. Se tu aquele que afasta as
pedras do caminho.
<span>(Gabriela
Mistral)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>No
digas: "Eu sou assim..., so coisas do meu caracter".
So coisas da tua falta de caracter. Se homem -
"esto vir".</span><span>(Josemaria Escriva)</span></p>
<p></p>
<p><span>Os
homens esto sempre dispostos a coscuvilhar e a investigar
sobre as vidas alheias, mas tem preguia de se
conhecerem a si mesmos e de corrigirem as suas proprias
vidas.
<span>(Santo
Agostinho)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>De nada
serve ao homem queixar-se dos tempos em que vive. A unica
coisa boa que pode fazer e tentar melhora-los.
<span>(Thomas
Carlyle)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>No me
uses sem motivo; no me guardes sem
honra.<span>
(inscrio nas espadas
e punhais fabricados em Toledo)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>Quando
todos pensam o mesmo ninguem pensa muito.
<span>(Lippmann)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>O
grande homem e aquele que no perde o
coraa.
<span>(Mencio)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>Ha muito poucos homens grandes que tenham vindo de
um ambiente facil.
<span>(Herman
Keyserling)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>Quando
um homem tem a liberdade de proceder como quer, em geral imita os
outros.
<span>(E.
Hoffer)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>No
caias nessa doena do caracter que tem por sintomas a
falta de firmeza para tudo, a leviandade no agir e no dizer, o
atordoamento,...: a frivolidade, numa palavra.
Essa frivolidade, que - nas - torna os
teus planos de cada dia to cheios de
vazio"), que se no
amanh agora! - fara da tua vida um boneco morto e
inutil.</span><span>(Josemaria Escriva)</span></p>
<p></p>
<p><span>Nenhum
homem sabe como e mau ate que tenta
esforar-se por ser bom. So poderas conhecer a
foro
te deixando levar.
<span>(C. S.
Lewis)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>A
liberdade esta em se ser dono da propria vida.
<span>(Plato)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>A
lingua resiste porque e branda; os dentes cedem
porque so duros.
<span>(Proverbio
chines)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>O nosso
caracter e o resultado da nossa conduta.
<span>(Aristoteles)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>Qualquer nescio pode escrever em linguagem
erudita. A verdadeira prova e a linguagem corrente.
<span>(C. S.
Lewis)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>Aprender sem pensar e inutil. Pensar sem
aprender e perigoso.
<span>(Confucio)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>E um grande espectaculo ver um homem
esfor mas ha um ainda
maior: ver outro homem correr em sua ajuda.
<span>(Oliver
Goldsmith)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>Muitos
teriam sido sabios se no tivessem acreditado
demasiado cedo em que ja o eram.
<span>(Seneca
)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>A
juventude de hoje esta corrompida ate ao
corao. E ma, ateia e
preguiosa. Jamais sera o que a juventude deve ser,
nem sera capaz de preservar a nossa cultura.
<span>(de uma inscrio
gravada numa tabuinha babilonica do seculo XI
antes de Cristo...)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>No as mas ervas que afogam a
boa semente, mas sim a negligencia do campones.
<span>(Confucio)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>No se deve julgar um homem pelas suas qualidades,
mas sim pelo uso que faz delas.
<span>(La
Rochefoucauld)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>Tens
tal desordem dentro de ti que criaras o teu proprio
inferno.
<span>(Walter
Starkie)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>Nunca
alcanaras uma meta maior do que aquela a que te
propuseste.
<span>(E.G.White)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>Dizes-me que
sim, que queres. - Esta bem. Mas queres como um avaro quer
ao seu ouro, como uma me quer ao seu filho, como um
ambicioso quer as honras, ou como um pobrezito sensual, ao
seu prazer?
- No
queres.</span><span>(Josemaria Escriva)</span></p>
<p></p>
<p><span>Todo o
homem que encontro me e superior em alguma coisa. E, nesse
particular, aprendo com ele.
<span>(Ralph Waldo
Emerson)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>O
exemplo nobre torna faceis os feitos mais
dificeis.
<span>(J. W. Goethe, escritor
alemo)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>Apesar
de ja ser mais velho, continuo a aprender com os meus
discipulos.
<span>(Cicero)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>A
liberdade e a adequada gest umas vezes
sera conveniente segui-los, e outras no.
<span>(Jose Antonio
Marina)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>So fazendo o bem se pode realmente ser
feliz.
<span>(Aristoteles)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>Caminhante, n faz-se caminho
ao andar.
<span>(Antonio
Machado)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>Aplica
a ti mesmo os conselhos que das a outros.
<span>(Thales de
Mileto)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>O homem
realiza-se na mesma medida em que se compromete no cumprimento do
sentido da sua vida.
<span>(Viktor
Frank)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>No
termos caido, mas sim o de nos termos levantado todas as
vezes que caimos.
<span>(Proverbio
Arabe)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>Trata
um homem de acordo com o que ele e, ele continuara na
mesma; trata-o de acordo com o que pode e deve ser, e ele
converter-se-a no que pode e deve ser.
<span>(J. W. Goethe, escritor
alemo)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>O amor
so se da entre pessoas virtuosas.
<span>(Aristoteles)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>Vencer-se a si proprio e a maior das
vitorias.
<span>(Plato)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>Somos o
que fazemos, mas somos, principalmente, o que fazemos para mudar o
que somos.
<span>(Eduardo
Galeano)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>Procure
ser um homem de valor, em vez de procurar ser um homem de
sucesso.
<span>(Einstein)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>Os
homens so como os vinhos: o tempo azeda os maus e melhora
os bons.
<span>(Cicero)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>O
optimista acredita nos outros e o pessimista so acredita em
si mesmo.
<span>(G. K.
Chesterton)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>As almas
grandes tem muito em conta as coisas
pequenas.</span><span>(Josemaria Escriva)</span></p>
<p></p>
<p><span>A
maneira de fazer e ser.
<span>(Lao- Tse, filosofo
chines)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>O
habito e uma segunda natureza.
<span>(Galeno, medico
grego)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>A
personalidade e para o homem o que o perfume e para a
flor.
<span>(Charles M. Schwob, novelista
frances)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>Na luta
conhece-se o soldado; so na vitoria se conhece o
cavalheiro.
<span>(Jacinto
Benavente)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>A
elegancia e fora contida.
<span>(Azorin
)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>A vida
foi-nos dada, mas no nos foi dada ja feita.
<span>(Jose Ortega y
Gasset)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>O
talento e feito na solid o caracter, nos
embates do mundo.
<span>(Goethe)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>Razes
fortes.
<span>(William
Shakespeare)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>Ao fim
e ao cabo, o que e a moda? Do ponto de vista
artistico, e uma forma de fealdade to
insuportavel que nos vemos obrigados a muda-la de
seis em seis meses.
<span>(Oscar
Wilde)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>O
primeiro passo para conseguirmos o que queremos na vida e
decidirmos o que queremos.
<span>(Ben
Stein)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>Um
homem que nunca muda de opinio, em vez de demonstrar a
qualidade da sua opinio demonstra a pouca qualidade da sua
mente.
<span>(Marcel
Achard)</span></span></p>
<p></p>
<p><span>Experiencia no e o que acontece a um
homem; e aquilo que um homem faz com o que lhe
acontece.
<span>(Aldous
Huxley)</span></span></p>
				</div>			</content>			<id>http://poeta-solitario.bloguepessoal.com/6084/PERSONALIDADE/</id>			<link href="http://poeta-solitario.bloguepessoal.com/6084/PERSONALIDADE/" />			<author>				<name>poeta-solitario</name>				<uri>http://poeta-solitario.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2007-09-30T21:11:02+01:00</updated>		</entry></feed>