<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0">	<channel>		<title>[bloguepessoal.com] mauriciosantos : <![CDATA[A Escalada pela N.F.- "A viagem ao ponto mais alto de África"]]></title>		<link>http://mauriciosantos.bloguepessoal.com</link>		<description><![CDATA[A Escalada pela N.F.- "A viagem ao ponto mais alto de África"]]></description>		<language>pt</language>		<copyright>Copyright (c) 2006, Hi-pi</copyright>		<generator>Hi-pi RSS 2.0 generator</generator>		<docs>http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss</docs>		<pubDate>Fri, 05 Dec 2008 17:58:06 +0200</pubDate>		<item>			<title><![CDATA[O Panico]]></title>			<description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;">Gostaria de saber porque razão,
o pânico instala-se quando tentamos sempre procurar resolver os
nossos problemas, mas acabamos também tentando resolver os
problemas dos outros, ou melhor de todos (se vivemos numa família).
Isto logo gera uma discrepância, entre quem tem que fazer quem pode
fazer e quem deve fazer.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;">A muito tempo que eu tento
organizar-me dentro da minha própria desorganização, pois para os
que não sabem, o acto de organizar para determinadas pessoas em
especial os disléxicos, como é o meu caso, e muito difícil e
torna-se uma luta do &ldquo;eu&rdquo;, a nossa incapacidade de
transportar cá para fora o que temos lá dentro é enorme. Isso
reflecte-se no sentimento profundo de insatisfação que nos aflige,
especialmente quando os outros da sociedade nos apelidam de
incapazes, desorganizados, distraídos, as verdadeiras cabeças no
ar!</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;">Isto por vezes transporta
consigo uma componente psicológica muito agressiva e pesada,
levando o próprio individuo a um estado de estima reduzido e por
vezes perigoso esbarrando quase que por meros milímetros no estado
psicótico e suicida.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;">No meu caso, os meios que
cultivei desde pequeno, os meus sonhos os meus mundos de fantasia,
os desportos, os livros (muito mais tarde-19 anos), as minhas
bandas desenhadas com os meus heróis, enfim, sistemas cultivados
para fugir ao abandono social e psíquico que me encontrava,
sentia-me em baixo incapaz de identificar as razões da minha
incapacidade.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;">O salto foi gigantesco, tanto a
nível da leitura como da escrita, não que hoje eu seja um génio
nela, pois eu não sou, apenas sou uma mente ciente das suas
limitações mas capaz de dar a volta usando as minhas capacidades
como que um trunfo na manga de um jogo de cartas.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;">Então questionam-se, mas como
então é possível conseguir tanta coisa? Meus amigos com
persistência, com sorrisos, com luta, e com valores bem enraizados
(familiares) e não só de fontes tão incríveis como os meus heróis
de banda desenhada, o meu favorito o Homem Aranha logo seguido do
Homem de Ferro.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;">Mas não só isto que venho falar
vem também mostrar a minha profunda indignação perante mostras,
embora pequenas mas penosas de pessoas que amo mais que o
mundo!</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;">Quando se da cara e corpo pelos
demais, temos a sensação de que não temos mais nada para dar, que
demos a nossa ultima cartada, enfim pagamos inevitavelmente mais
tarde.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;">Nestes últimos anos, tentei e
foi muito longe para estar perto dos que amo, e fiz e percorri
trajectos que para muitos seriam difíceis, ou digamos contrários,
em vez da droga eu escolhi os desportos radicais, em vez da psicose
eu escolhi os livros as piadas o sorriso, e em vez da maldade
(possivelmente alimentada pelo rancor ou inveja) eu escolhi ajudar
os outros.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;">Aprendi muito a ser capaz de
ouvir, a ser capaz de escutar, a ser capaz de dar, e de tudo mais
ser capaz de amar, sem que peça algo em troca!</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;">Com estas armas é facil vencer o
Panico!</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;">Maurício Santos</p>
]]></description>			<link>http://mauriciosantos.bloguepessoal.com/110240/O-Panico/</link>			<comments>http://mauriciosantos.bloguepessoal.com/O-Panico-05122008-175806-lp-110240.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://mauriciosantos.bloguepessoal.com/110240/O-Panico/</guid>			<pubDate>Fri, 05 Dec 2008 17:58:06 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[www.abreusantos.com]]></title>			<description><![CDATA[<p> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;">Depois da criação deste Blogue,
procurei criar um Website a medida, dos meus projectos, iniciativas
e que pudesse de certa forma mostrar ao mundo um pouco do que é
estar na minha pele. Como sempre criar um website não e tarefa
fácil, requer muito tempo e alguma paciência, apesar de existirem
sempre maneiras de o criar sem ter necessidade de passar horas a
frente de um ecrã, programando, aprendi, e aprendo todos os dias
tanto a nível de linguagem de programação como a nível de
estruturação do website, vejo este website como uma base para
futuros websites com melhor apresentação e logo melhor
exposição.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;">Porque afinal de contas todos
nos neste mundo da internet, queremos e partilhar e quem sabe
mostrar quem somos o que fazemos e o que sentimos, a criação da
internet foi sem duvida a terceira revolução seguida da era
industrial, logo a seguir a era digital, para a era informática,
onde as possibilidades são infinitas.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;">Usando este meio tão importante
podemos aumentar exponencialmente a nossa imagem, e vender o nosso
produto, para o caso das empresas.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;">Espero que o pessoal vá visitar
o meu website e deixe um comentário ou participe no Fórum ou no
Blogue!</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;">Como tudo na vida, o website
estará em constante melhoramento, mas espero que gostem e que vos
sirva da melhor maneira.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;">Maurício Santos</p>
<p> </p>
]]></description>			<link>http://mauriciosantos.bloguepessoal.com/110199/www-abreusantos-com/</link>			<comments>http://mauriciosantos.bloguepessoal.com/www-abreusantos-com-05122008-160433-lp-110199.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://mauriciosantos.bloguepessoal.com/110199/www-abreusantos-com/</guid>			<pubDate>Fri, 05 Dec 2008 16:04:33 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Turistas 'chumbam' teleférico no Rabaçal]]></title>			<description><![CDATA[<p>Terça, 07 de Outubro de 2008 Logo pelo início da manhã, os
carros de turismo chegam em grande número ao Rabaçal para o passeio
mágico de descoberta da natureza. As viaturas ficam estacionadas
junto à estrada principal do Paul da Serra e os turistas fazem-se à
estrada para partilharem da beleza daquela serra e dos seus
trilhos.Outros aguardam pela carrinha da Câmara Municipal da
Calheta que, por cinco euros, leva e traz o visitante que se quer
deslumbrar com o ar puro e as vistas de zonas como o Risco, 25
Fontes, Fonte Vermelha, Lagoa do Vento e Lagoa do Alecrim. Esta
movimentação poderá ser alterada futuramente, uma vez que a
Sociedade de Desenvolvimento da Ponta Oeste já anunciou que
pretende construir um teleférico no Rabaçal, orçado em mais de
cinco milhões de euros. Mas, de forma cautelosa e a medir todos os
ângulos da questão, a Vice-Presidência do GR não quer avançar sem o
relatório final da comissão de avaliação do estudo de impacto
ambiental, ainda em fase de elaboração. Com ou sem relatório, os
muitos turistas que ontem se encontravam no Rabaçal foram unânimes
em discordar dessa empreitada. Ingleses, alemães e até espanhóis
fizeram 'cara feia' ao projecto com a argumentação de que "vai
estragar uma zona de rara beleza." Mais contundente foi a posição
assumida ao DIÁRIO pela inglesa Anne Hopwood: "Não é uma boa ideia.
Vocês já construíram tanto na Madeira e é a altura de pararem com
tanta construção. Será que não percebem que não vão deixar nada
para os visitantes verem? " Ao lado, um casal alemão também
reprovava o teleférico, com a justificação de que se "poderá estar
a arruinar uma bela ilha." A costa Norte, de Santana a São Vicente,
ainda merece nota positiva, mas o Funchal e a zona Oeste são
castigados com as críticas pelo "excesso de construção numa área
tão pequena." Enquanto se ouvia o repetitivo "stop building" (parem
de construir), a carrinha da Câmara Municipal da Calheta chegava
para levar os turistas até ao largo, junto à casa florestal, que
serve de ponto de partida para os diversos percursos pedonais,
nomeadamente Lagoa do Vento, 25 Fontes e outros paraísos, ao mesmo
tempo que alguns grupos preferiam fazer o percurso a pé. O
funcionário camarário Nazário tem uma "opinião própria" mas deixou
logo claro que a guardaria para si próprio. Descaracterizar a
paisagem Outro casal alemão, a trocar os sapatos pelas sapatilhas
para começar a caminhada lembrou, que "as autoridades deveriam dar
atenção aos pareceres dos ambientalistas, nomeadamente em relação
ao impacto dessa obra nesta magnífica paisagem." Não tinha dados
para formular opinião. Apenas um comentário: "Gostamos é da
natureza." Também um casal de espanhóis discorda da ideia. Natural
de Barcelona, a Madeira foi o destino escolhido para as férias. O
passeio ao Rabaçal é a 'cereja no bolo'. Quando se fala na
possibilidade de haver ali um teleférico, os espanhóis
entreolham-se e comentam: "Não devem construir porque vai
descaracterizar a paisagem. Além disso, os teleféricos costumam ser
muito caros para quem quer neles andar. Há que reflectir melhor."
Outro casal, oriundo da Suíça, foi também peremptório: "Não sou fã
de teleféricos. É melhor deixar como está." Já os condutores das
carrinhas de turismo têm uma opinião completamente favorável ao
teleférico. Adelino Gonçalves e Alexandre Silva justificam com
experiências que existem noutras zonas da Madeira e que contam até
com boa adesão dos turistas. Também não concordam com o argumento
de que "estraga a natureza". Mais "estragos faz a carrinha que
desce Rabaçal abaixo a deitar fumarada." Para estes profissionais,
as reservas de alguns turistas ao teleférico nada têm a ver com os
danos na paisagem mas com o bolso. "O turismo que nos visita perdeu
poder de compra e isso é cada vez mais visível, porque não quer
gastar quase nada. Não é uns cabos que acabam com a natureza."
Segundo o DIÁRIO apurou ontem junto da dona da obra, é aguardado o
relatório final da comissão de avaliação do estudo de impacto
ambiental para revelar a posição definitiva sobre este projecto: de
avanço ou de recuo. Para já, terminou o período de discussão
pública em torno do estudo de impacto ambiental , foram recolhidos
pareceres de várias entidades e aguarda-se pela decisão final. Tal
como já foi anunciado, o teleférico projectado tem capacidade de
carga para 240 pessoas por hora, o que por si só assegura uma
movimentação ainda maior do que aquela que se verifica
presentemente no Rabaçal. Na revista oficial da Vice-Presidência do
GR, fica-se a saber da intenção por parte d da Ponta Oeste, do
lançamento do concurso de concepção/construção do teleférico.
"Pretende-se fazer uma ligação rápida e segura desde a cota alta do
Paul da Serra, que se situa a mais de 1.200 metros de altitude
(Estação A), a uma cota intermédia, onde está localizada a Casa do
Rabaçal, sensivelmente a mil metros (Estação B) e, ainda, a ligação
a uma cota ainda mais baixa (Estação C). Assim sendo, o projecto
será composto por três estações, situadas em terrenos que
apresentam um declive muito acentuado. Contudo, e por ser uma zona
onde a Natureza é o elemento dominador, pretende-se que as
infra-estruturas tenham pouco impacto visual na paisagem,
procurando na generalidade a sua camuflagem." Apesar de tudo, é um
projecto que ainda não convenceu totalmente turistas e técnicos.
Câmara vota favoravelmente O paradisíaco Rabaçal insere-se no
domínio territorial do município da Calheta. O presidente da
respectiva Câmara Municipal afirmou ao DIÁRIO que "os serviços
técnicos da autarquia emitiram um parecer favorável ao projecto."
Curiosamente, há ambientalistas que dizem ter acompanhado a
discussão pública do estudo de impacto ambiental e terão verificado
a posição desfavorável da autarquia ao investimento. Porém, Manuel
Baeta clarifica que o executivo camarário aprova. Interrogado sobre
as razões que levaram a Câmara a dar parecer favorável, o autarca
explica-se nestes termos: "A nossa perspectiva é meramente
empresarial. Aprovámos um investimento que permitirá assegurar
também o desenvolvimento do concelho e criar mais postos de
trabalho." Quanto às possíveis consequências na paisagem, Manuel
Baeta reserva essas opiniões aos peritos. "O nosso parecer não tem
nada a ver com a questão ambiental, visto que há entidades
competentes que estão a estudar tecnicamente o assunto e que se
deverão pronunciar na devida altura", sublinha o edil. 'Quercus' em
total desacordo A associação ambientalista 'Quercus' é totalmente
contra um teleférico no Rabaçal. "Estamos a falar de uma obra que
não traz nenhuma mais-valia para o local, acabando inclusivamente
por matar a paisagem e o tão procurado passeio a pé", afirma o
presidente nacional Helder Spínola. Por outro lado, o ambientalista
prevê consequências negativas na preservação do habitat da
laurissilva, com regras internacionais apertadas de preservação e
controlo. A ser viabilizado o projecto, há também uma fase de
desmatação para a instalação das bases da nova estrutura que
preocupa o ambientalista. Por outro lado, a lotação prevista, o
transporte de 240 pessoas por hora, terá também outros reflexos
preocupantes já que a zona não estará preparada para receber tantas
pessoas. "Estamos a falar de um projecto que não faz nenhum sentido
naquela zona", afirma Helder Spínola. O ambientalista diz mesmo que
há entidades públicas que já se pronunciaram contra, na fase de
discussão pública, como o parque Natural da Madeira e a própria
Câmara da Calheta. Independentemente disso, acha que é um projecto
para esquecer. Ambiente prepara relatório final O director regional
de Ambiente considera "prematuro" emitir uma opinião sobre o
teleférico do Rabaçal num momento em que tem a sua equipa de
técnicos (e outros), a chamada comissão de avaliação, a elaborar o
relatório final sobre o impacto ambiental dessa estrutura. João
Correia apenas acrescenta que encerrou o período de discussão
pública e que os pareceres estão todos a ser ponderados, assim como
as variáveis técnicas. Não se trata de querer fugir à questão,
ressalva o director regional, mas não comentar, fora de tempo e sem
todos os dados, o assunto. Tal como o DIÁRIO já publicou, na edição
de 11 de Setembro passado, o estudo de impacto ambiental dá nota de
alguns aspectos pouco positivos. "A justificação do projecto
apresenta algumas incoerências, devendo os objectivos e definições
serem alvo de reavaliação." Mas não só. Há também reservas, até
mesmo por parte da comissão de avaliação, sobre a influência da
capacidade de carga nos ecossistemas naturais, receando-se que
possa haver alguma degradação." Mas resta aguardar pelo relatório
final desta comissão. Rosário Martins Tomado de: Diário de
Noticias</p>
]]></description>			<link>http://mauriciosantos.bloguepessoal.com/97564/Turistas-chumbam-teleferico-no-Rabacal/</link>			<comments>http://mauriciosantos.bloguepessoal.com/Turistas-et-039-chumbamet-039--teleferico-no-Rabacal-23102008-132945-lp-97564.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://mauriciosantos.bloguepessoal.com/97564/Turistas-chumbam-teleferico-no-Rabacal/</guid>			<pubDate>Thu, 23 Oct 2008 13:29:45 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Mais um dia passa nesta vida!]]></title>			<description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;">Mais um dia passa nesta vida, e
por mais que queria tenho sempre o cuidado de mostrar o quanto amo
os que me são mais próximos, e lixado quando deus nos põem esse
amor a prova, provocando em nos uma queda abrupta essa queda apenas
possível de se travar com a compreensão do que?</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;">Passei tempos, e fases umas
piores outras melhores, não sei se deus nos deu mais do que outros
se foi justo connosco se abraço-nos, ou se então não passa de um
puto com super poderes, brincando com as emoções e vidas dos comuns
mortais.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;">Por vezes e mais fácil acreditar
nesse tal puto, por vezes a nossa raiva passa por fases, por tempos
por horas por minutos, mas não há nada melhor que possa nos
confortar do que um presente do puto lá de cima, uma boa noticia,
algo que nos lembramos, que nos lembra o quanto a vida e bela e nos
traz a paz de alma.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;">Enfim estar na vida resume-se a
que?</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;">A uma serie de eventos,
espaçados temporalmente que são definidos por acontecimentos
singulares, ou profundos que definem o carácter, eventos esses que
mostram ou não a nossa capacidade de amarmos a realidade que nos e
proposta por tal puto com super-poderes.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;">As vezes julgo estar sobre o
olhar de tal puto, irrequieto e facilmente irritável, pois ele
constantemente altera a minha realidade, marca-a com eventos
profundos capazes de arranhar o próprio núcleo da nossa
fundação.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;">Rogar pragas a tal puto não dá,
pedir melhor não dá, limitamo-nos a esperar que ele se sinta num
dia sim, que mostre o seu lado benévolo, e que recorde-se destes
meros mortais incapazes de alterar o seu destino a primeira vista
(a não ser que sigam algumas religiões milenares onde se diz que o
homem e capaz de se tornar num deus!).</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;">Enfim acreditando ou não
analisando ou não religiões, pensamentos filosofias, no momento de
encontrar respostas, apenas nos é dado mais perguntas.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;">Viver momentos pesados me fazem
apreciar os tempos que passou, tentando seguir a risca uma
filosofia de vida &ldquo;Carpe Dieam&rdquo;, difícil quando nos é
entregue um tempo delimitado por eventos cataclísmicos no espaço
familiar, quando entre tais eventos pouco tempo nos e dado para
respirar, para saborear o ar, o doce da vida, a alegria de viver
sem preocupações de futuro!</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;">Vivemos para esta realidade,
podemos muda-la, eu gostava de acreditar que sim!</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"> </p>
]]></description>			<link>http://mauriciosantos.bloguepessoal.com/73104/Mais-um-dia-passa-nesta-vida/</link>			<comments>http://mauriciosantos.bloguepessoal.com/Mais-um-dia-passa-nesta-vida--30072008-173120-lp-73104.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://mauriciosantos.bloguepessoal.com/73104/Mais-um-dia-passa-nesta-vida/</guid>			<pubDate>Wed, 30 Jul 2008 17:31:20 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[DN-Especial Verão 2008]]></title>			<description><![CDATA[


 




<span class="Tahoma_10_000000_bold"><span>Evasões -
Maurício Santos</span></span>


<span class="Tahoma_10_003399_normal"><span>No
coração de África</span></span>





<span class="Tahoma_10_000000_normal"><span>
Tanzânia, África Tanzânia é
África! É um abrir de olhos, que vos vai alterar para
sempre a percepção do que vos rodeia. A sua
imensidão, os seus povos, a sua cultura, a sua beleza
natural e selvagem, nada se compara a África! A
Tanzânia é um país da África Oriental,
limitado ao Norte pelo Quénia, a leste pelo Oceano Indico, a
sul por Moçambique, pelo Malawi e pela Zâmbia e a
oeste pela Republica Democrática do Congo, pelo Burundi, e
por Ruanda. Faz parte deste território o arquipélago
de Zanzibar no Oceano Índico.

<strong>Características</strong>

Na Tanzânia, temos o Monte Kilimanjaro, o pico mais alto de
África. Para o norte e oeste são os Grandes Lagos
como o Lago Vitória (o maior lago de África) e o Lago
Tanganica (o lago mais profundo da África, conhecido por
suas espécies únicas de peixes. A ilha de Zanzibar
(onde os portugueses marcaram presença!) e os famosos
parques naturais são também 'ex-libris' do
país.

<strong>Como chegar</strong>

Funchal - Lisboa, com a TAP e depois Lisboa - Amesterdão -
Aeroporto Kilimanjaro (Tanzânia), com a KLM.

<strong>O que fazer</strong>

Suba uma das rotas da montanha mais alta de África,
faça um safari pela Cratera de Ngorongoro, viaje pelo ar num
balão de ar quente sobre um dos maiores parques do mundo
natural (Serengueti). Descubra os encantos dos primeiros
assentamentos humanos, numa área considerada o berço
da humanidade, e aproveite para visitar um dos povos locais, os
Masai, conhecidos pelos seus hábitos nómadas e sua
cultura ancestral. Pode ainda desfrutar o mar do Índico,
viajando para a ilha de Zanzibar.

<strong>Onde ficar</strong>

Quanto às estadias, não existem muitas
opções, até porque é um viagem adequada
aos mais aventureiros, mas existem sítios muito acolhedores
com preços atractivos, como o 'Outpost Lodge', em Arusha.
'The Impala Hotel' ou 'Hotel The Arusha', são
hipóteses menos económicas. Mas tudo depende da
cidade onde irá permanecer.

<strong>Onde comer</strong>

Restaurantes aconselhados seriam o 'Cafe Bamboo Restaurant' que
é muito popular entre os turistas, o 'Dragon Pearl' e o
'Khan's Chicken on the Bonnet'.
</span></span>


<span class="Tahoma_10_000000_normal"><a id="Corpo_Autor"
class="000000_10" name="Corpo_Autor">Maurício Santos -
Engenheiro</a></span>







]]></description>			<link>http://mauriciosantos.bloguepessoal.com/70598/DN-Especial-Verao-2008/</link>			<comments>http://mauriciosantos.bloguepessoal.com/DN-Especial-Ver-o-2008-22072008-103524-lp-70598.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://mauriciosantos.bloguepessoal.com/70598/DN-Especial-Verao-2008/</guid>			<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 10:35:24 +0200</pubDate>		</item>	</channel></rss>