<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">		<title>http://mauriciosantos.bloguepessoal.com</title>		<id>http://bloguepessoal.com/</id>		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://mauriciosantos.bloguepessoal.com/atom.xml" />		<subtitle><![CDATA[A Escalada pela N.F.- "A viagem ao ponto mais alto de África"]]></subtitle>		<rights>Copyright (c) 2006, Hi-pi</rights>		<generator>Hi-pi ATOM generator</generator>		<author>			<name>Hi-pi</name>			<uri>http://mauriciosantos.bloguepessoal.com</uri>		</author>		<updated>2009-11-04T12:45:47+01:00</updated>		<entry>			<title>O Ruído!</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Embora seja por natureza uma
pessoa optimista, venho por este meu blogue mostrar o meu
descontentamento perante tamanha ineficiência das autoridades e a
falta ou ausência de civismo dos vizinhos.</p>
<p>A pouco tempo mudei e toda a
minha situação familiar esta mudando, é claro que ao escolher mudar
julguei que encontraria uma residência que fosse economicamente
acessível e onde eu e minha mulher pudéssemos usufruir por bons e
longos anos!</p>
<p>Tal é minha surpresa que após
contracto e assinatura, nos primeiros dias que passei tudo parecia
belo os vizinhos uma paz de alma, nem se notava um mínimo de
barulho, nem festarolas.</p>
<p>Mas tudo muda quando um inferno
(fogo posto num pinhal circundante as moradias) se abate sobre a
nossa casa e a dos nossos vizinhos, no meu pânico, de querer
respirar ar puro de parar a minha constante tosse e ao tentar
impedir que os restos do fogo se alastrassem pela casa, o normal
nestes casos pois o calor intenso as cinzas o vento, enfim um
verdadeiro pandemónio!</p>
<p>Quando já não podia mais decidi
eu e minha mulher sairmos não só porque o fogo estava cada vez mais
perto e os bombeiros impossíveis de contactar. È ai que pela
primeira vez nos deparamos com os nossos vizinhos, sem camisa,
bebendo cerveja com os filhos e as mulheres, encostados a cisterna
de gás butano que alimentava as residências, nesse momento senti o
primeiro calafrio!</p>
<p>O fogo teve causas normais,
queimada que ficou sem controlo, enfim o normal do nosso quotidiano
como portugueses. Passaram-se algumas semanas e tudo parecia voltar
ao normal senti que finalmente tinha acertado e tudo estava
voltando ao que sempre desejei um sítio que chamo de casa. Quando
uma manhã de um dia de semana, minha mulher que não tinha coisas
para fazer nota uns barulhos que supomos seriam apenas temporários
assim supusemos.</p>
<p>Passaram-se mais uns dias e
estes supostos ruídos continuaram intervalados por alguns períodos
de calma. Até que os períodos desapareceram para dar lugar a ruídos
constantes, logo depois de sair para o trabalho e durante todo a
semana e fim-de-semana mesmo ao domingo. Sem já suportar mais esta
situação e incrédulo por os vizinhos mais perto do ruído nada
fazerem avancei para a origem do ruído, e deparei-me com uma
alteração do traçado da casa e nenhum placar indicando que se
tratava de uma obra ilegal.</p>
<p>Falei com o encarregado, e
informei-lhes que isto não poderia continuar durante mais tempo, e
que domingo não iria deixar, o encarregado na altura foi muito
concordante, tirando um outro rapaz mais corpulento cheio de
tatuagens (um verdadeiro arruaceiro!). Continuei firme e sabendo
que tinha a lei do meu lado!</p>
<p>Passaram-se alguns dias e a
calma voltou, mas logo a seguir isso tudo foi substituído pelo
barulho ensurdecedor de uma máquina de cortar ferro e o barulho de
martelos constantes, já tinha atingido os meus limites, e como
tinha que ir trabalhar minha mulher tratou de telefonar a polícia
pois encontrava-se em casa e queria descansar. Nisto e após algum
tempo explicando a situação a policia delicadamente tentou nos
convencer para desistir da situação, pois so podiam fazer alguma
coisa apresentado queixa mas para isso tinha que se deslocar a
esquadra, ora minha mulher grávida não podia se movimentar muito
menos eu que estava no trabalho, depois deu-nos e entender que não
sabíamos do que falávamos, ao que contrapusemos indicando o nosso
total conhecimento da lei do ruído (nova lei!), ao que o policia
tentou desembaraçar-se dizendo que era da responsabilidade de
Câmara, e que se não fosse uma obra de grandes dimensões que não
nos poderiam ajudar!</p>
<p>Enfim perante a ausência de
ajuda por parte da polícia e a conivência dos vizinhos pela razão
que faziam jantaradas entre eles e todos se conheciam, estava ai a
razão do silêncio dos vizinhos!</p>
<p>Enfim mais uma para adicionar a
minha luta diária para triunfar num país pacato mas imoral, numa
sociedade decadente onde os princípios éticos e cívicos desaparecem
e onde impera a lei da selva. Depois os polícias e os políticos
ainda se admiram que Portugal se esteja a tornar num verdadeira
Selva, onde a justiça é feita com as próprias mãos!</p>
<p></p>
				</div>			</content>			<id>http://mauriciosantos.bloguepessoal.com/224415/O-Ru-do/</id>			<link href="http://mauriciosantos.bloguepessoal.com/224415/O-Ru-do/" />			<author>				<name>mauriciosantos</name>				<uri>http://mauriciosantos.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2009-11-04T12:45:34+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Descoberta nova fórmula para tratamento da leucemia</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<div>
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<p><strong>Cientistas irlandeses e italianos
descobriram uma nova fórmula para o tratamento da leucemia. A
notícia está publicada na edição de ontem da revista "Journal
Cancer Research".</strong></p>
<p>Chamada "PBOX-15", a nova droga consegue destruir as células
cancerígenas em pacientes de leucemia que mostram sintomas fracos e
resistência a outros tratamentos.</p>
<p>O estudo foi desenvolvido por cientistas do irlandês Trinity
College Dublin (TCD) em cooperação com a Universidade de Siena, na
Itália, e está ainda em fase experimental, daí que o uso do novo
tratamento pode demorar de três e cinco anos.</p>
<p>Segundo o professor do TCD, Mark Lawlor, a sua equipa de
investigadores trata agora de averiguar os efeitos colaterais do
"PBOX-15".</p>
<p>"Estamos muito emocionados. Queremos dar esperança aos doentes
de cancro", afirmou Lawler, e explicou que o fármaco fornecido aos
pacientes ataca e destroi a estrutura das células cancerígenas da
leucemia.</p>
<p>O tratamento foi particularmente bem-sucedido na Leucemia
Linfática Crónica (LLC), o tipo de cancro de sangue e medula óssea
mais comum no Ocidente.</p>
<p>Segundo a investigação, a "PBOX-15" demonstrou maior eficiência
que outros medicamentos utilizados até agora, como a "fludarabina",
um fármaco de quimioterapia anticancerígeno.</p>
<p>O director da Sociedade Irlandesa do Cancro, John McCormack,
demonstrou confiança na descoberta científica e deseja que o
medicamento passe logo do laboratório para as camas de hospital em
benefício dos pacientes.</p>
<p></p>
<p></p>
<p></p>
</div>
</div>
				</div>			</content>			<id>http://mauriciosantos.bloguepessoal.com/224190/Descoberta-nova-f-rmula-para-tratamento-da-leucemia/</id>			<link href="http://mauriciosantos.bloguepessoal.com/224190/Descoberta-nova-f-rmula-para-tratamento-da-leucemia/" />			<author>				<name>mauriciosantos</name>				<uri>http://mauriciosantos.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2009-11-03T16:30:47+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>O Panico</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Gostaria de saber porque razão,
o pânico instala-se quando tentamos sempre procurar resolver os
nossos problemas, mas acabamos também tentando resolver os
problemas dos outros, ou melhor de todos (se vivemos numa família).
Isto logo gera uma discrepância, entre quem tem que fazer quem pode
fazer e quem deve fazer.</p>
<p>A muito tempo que eu tento
organizar-me dentro da minha própria desorganização, pois para os
que não sabem, o acto de organizar para determinadas pessoas em
especial os disléxicos, como é o meu caso, e muito difícil e
torna-se uma luta do eu, a nossa incapacidade de
transportar cá para fora o que temos lá dentro é enorme. Isso
reflecte-se no sentimento profundo de insatisfação que nos aflige,
especialmente quando os outros da sociedade nos apelidam de
incapazes, desorganizados, distraídos, as verdadeiras cabeças no
ar!</p>
<p>Isto por vezes transporta
consigo uma componente psicológica muito agressiva e pesada,
levando o próprio individuo a um estado de estima reduzido e por
vezes perigoso esbarrando quase que por meros milímetros no estado
psicótico e suicida.</p>
<p>No meu caso, os meios que
cultivei desde pequeno, os meus sonhos os meus mundos de fantasia,
os desportos, os livros (muito mais tarde-19 anos), as minhas
bandas desenhadas com os meus heróis, enfim, sistemas cultivados
para fugir ao abandono social e psíquico que me encontrava,
sentia-me em baixo incapaz de identificar as razões da minha
incapacidade.</p>
<p>O salto foi gigantesco, tanto a
nível da leitura como da escrita, não que hoje eu seja um génio
nela, pois eu não sou, apenas sou uma mente ciente das suas
limitações mas capaz de dar a volta usando as minhas capacidades
como que um trunfo na manga de um jogo de cartas.</p>
<p>Então questionam-se, mas como
então é possível conseguir tanta coisa? Meus amigos com
persistência, com sorrisos, com luta, e com valores bem enraizados
(familiares) e não só de fontes tão incríveis como os meus heróis
de banda desenhada, o meu favorito o Homem Aranha logo seguido do
Homem de Ferro.</p>
<p>Mas não só isto que venho falar
vem também mostrar a minha profunda indignação perante mostras,
embora pequenas mas penosas de pessoas que amo mais que o
mundo!</p>
<p>Quando se da cara e corpo pelos
demais, temos a sensação de que não temos mais nada para dar, que
demos a nossa ultima cartada, enfim pagamos inevitavelmente mais
tarde.</p>
<p>Nestes últimos anos, tentei e
foi muito longe para estar perto dos que amo, e fiz e percorri
trajectos que para muitos seriam difíceis, ou digamos contrários,
em vez da droga eu escolhi os desportos radicais, em vez da psicose
eu escolhi os livros as piadas o sorriso, e em vez da maldade
(possivelmente alimentada pelo rancor ou inveja) eu escolhi ajudar
os outros.</p>
<p>Aprendi muito a ser capaz de
ouvir, a ser capaz de escutar, a ser capaz de dar, e de tudo mais
ser capaz de amar, sem que peça algo em troca!</p>
<p>Com estas armas é facil vencer o
Panico!</p>
<p>Maurício Santos</p>
				</div>			</content>			<id>http://mauriciosantos.bloguepessoal.com/110240/O-Panico/</id>			<link href="http://mauriciosantos.bloguepessoal.com/110240/O-Panico/" />			<author>				<name>mauriciosantos</name>				<uri>http://mauriciosantos.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2008-12-05T17:57:51+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>www.abreusantos.com</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p></p>
<p>Depois da criação deste Blogue,
procurei criar um Website a medida, dos meus projectos, iniciativas
e que pudesse de certa forma mostrar ao mundo um pouco do que é
estar na minha pele. Como sempre criar um website não e tarefa
fácil, requer muito tempo e alguma paciência, apesar de existirem
sempre maneiras de o criar sem ter necessidade de passar horas a
frente de um ecrã, programando, aprendi, e aprendo todos os dias
tanto a nível de linguagem de programação como a nível de
estruturação do website, vejo este website como uma base para
futuros websites com melhor apresentação e logo melhor
exposição.</p>
<p>Porque afinal de contas todos
nos neste mundo da internet, queremos e partilhar e quem sabe
mostrar quem somos o que fazemos e o que sentimos, a criação da
internet foi sem duvida a terceira revolução seguida da era
industrial, logo a seguir a era digital, para a era informática,
onde as possibilidades são infinitas.</p>
<p>Usando este meio tão importante
podemos aumentar exponencialmente a nossa imagem, e vender o nosso
produto, para o caso das empresas.</p>
<p>Espero que o pessoal vá visitar
o meu website e deixe um comentário ou participe no Fórum ou no
Blogue!</p>
<p>Como tudo na vida, o website
estará em constante melhoramento, mas espero que gostem e que vos
sirva da melhor maneira.</p>
<p>Maurício Santos</p>
<p></p>
				</div>			</content>			<id>http://mauriciosantos.bloguepessoal.com/110199/www-abreusantos-com/</id>			<link href="http://mauriciosantos.bloguepessoal.com/110199/www-abreusantos-com/" />			<author>				<name>mauriciosantos</name>				<uri>http://mauriciosantos.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2008-12-05T16:13:16+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Turistas 'chumbam' teleférico no Rabaçal</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Terça, 07 de Outubro de 2008 Logo pelo início da manhã, os
carros de turismo chegam em grande número ao Rabaçal para o passeio
mágico de descoberta da natureza. As viaturas ficam estacionadas
junto à estrada principal do Paul da Serra e os turistas fazem-se à
estrada para partilharem da beleza daquela serra e dos seus
trilhos.Outros aguardam pela carrinha da Câmara Municipal da
Calheta que, por cinco euros, leva e traz o visitante que se quer
deslumbrar com o ar puro e as vistas de zonas como o Risco, 25
Fontes, Fonte Vermelha, Lagoa do Vento e Lagoa do Alecrim. Esta
movimentação poderá ser alterada futuramente, uma vez que a
Sociedade de Desenvolvimento da Ponta Oeste já anunciou que
pretende construir um teleférico no Rabaçal, orçado em mais de
cinco milhões de euros. Mas, de forma cautelosa e a medir todos os
ângulos da questão, a Vice-Presidência do GR não quer avançar sem o
relatório final da comissão de avaliação do estudo de impacto
ambiental, ainda em fase de elaboração. Com ou sem relatório, os
muitos turistas que ontem se encontravam no Rabaçal foram unânimes
em discordar dessa empreitada. Ingleses, alemães e até espanhóis
fizeram 'cara feia' ao projecto com a argumentação de que "vai
estragar uma zona de rara beleza." Mais contundente foi a posição
assumida ao DIÁRIO pela inglesa Anne Hopwood: "Não é uma boa ideia.
Vocês já construíram tanto na Madeira e é a altura de pararem com
tanta construção. Será que não percebem que não vão deixar nada
para os visitantes verem? " Ao lado, um casal alemão também
reprovava o teleférico, com a justificação de que se "poderá estar
a arruinar uma bela ilha." A costa Norte, de Santana a São Vicente,
ainda merece nota positiva, mas o Funchal e a zona Oeste são
castigados com as críticas pelo "excesso de construção numa área
tão pequena." Enquanto se ouvia o repetitivo "stop building" (parem
de construir), a carrinha da Câmara Municipal da Calheta chegava
para levar os turistas até ao largo, junto à casa florestal, que
serve de ponto de partida para os diversos percursos pedonais,
nomeadamente Lagoa do Vento, 25 Fontes e outros paraísos, ao mesmo
tempo que alguns grupos preferiam fazer o percurso a pé. O
funcionário camarário Nazário tem uma "opinião própria" mas deixou
logo claro que a guardaria para si próprio. Descaracterizar a
paisagem Outro casal alemão, a trocar os sapatos pelas sapatilhas
para começar a caminhada lembrou, que "as autoridades deveriam dar
atenção aos pareceres dos ambientalistas, nomeadamente em relação
ao impacto dessa obra nesta magnífica paisagem." Não tinha dados
para formular opinião. Apenas um comentário: "Gostamos é da
natureza." Também um casal de espanhóis discorda da ideia. Natural
de Barcelona, a Madeira foi o destino escolhido para as férias. O
passeio ao Rabaçal é a 'cereja no bolo'. Quando se fala na
possibilidade de haver ali um teleférico, os espanhóis
entreolham-se e comentam: "Não devem construir porque vai
descaracterizar a paisagem. Além disso, os teleféricos costumam ser
muito caros para quem quer neles andar. Há que reflectir melhor."
Outro casal, oriundo da Suíça, foi também peremptório: "Não sou fã
de teleféricos. É melhor deixar como está." Já os condutores das
carrinhas de turismo têm uma opinião completamente favorável ao
teleférico. Adelino Gonçalves e Alexandre Silva justificam com
experiências que existem noutras zonas da Madeira e que contam até
com boa adesão dos turistas. Também não concordam com o argumento
de que "estraga a natureza". Mais "estragos faz a carrinha que
desce Rabaçal abaixo a deitar fumarada." Para estes profissionais,
as reservas de alguns turistas ao teleférico nada têm a ver com os
danos na paisagem mas com o bolso. "O turismo que nos visita perdeu
poder de compra e isso é cada vez mais visível, porque não quer
gastar quase nada. Não é uns cabos que acabam com a natureza."
Segundo o DIÁRIO apurou ontem junto da dona da obra, é aguardado o
relatório final da comissão de avaliação do estudo de impacto
ambiental para revelar a posição definitiva sobre este projecto: de
avanço ou de recuo. Para já, terminou o período de discussão
pública em torno do estudo de impacto ambiental , foram recolhidos
pareceres de várias entidades e aguarda-se pela decisão final. Tal
como já foi anunciado, o teleférico projectado tem capacidade de
carga para 240 pessoas por hora, o que por si só assegura uma
movimentação ainda maior do que aquela que se verifica
presentemente no Rabaçal. Na revista oficial da Vice-Presidência do
GR, fica-se a saber da intenção por parte d da Ponta Oeste, do
lançamento do concurso de concepção/construção do teleférico.
"Pretende-se fazer uma ligação rápida e segura desde a cota alta do
Paul da Serra, que se situa a mais de 1.200 metros de altitude
(Estação A), a uma cota intermédia, onde está localizada a Casa do
Rabaçal, sensivelmente a mil metros (Estação B) e, ainda, a ligação
a uma cota ainda mais baixa (Estação C). Assim sendo, o projecto
será composto por três estações, situadas em terrenos que
apresentam um declive muito acentuado. Contudo, e por ser uma zona
onde a Natureza é o elemento dominador, pretende-se que as
infra-estruturas tenham pouco impacto visual na paisagem,
procurando na generalidade a sua camuflagem." Apesar de tudo, é um
projecto que ainda não convenceu totalmente turistas e técnicos.
Câmara vota favoravelmente O paradisíaco Rabaçal insere-se no
domínio territorial do município da Calheta. O presidente da
respectiva Câmara Municipal afirmou ao DIÁRIO que "os serviços
técnicos da autarquia emitiram um parecer favorável ao projecto."
Curiosamente, há ambientalistas que dizem ter acompanhado a
discussão pública do estudo de impacto ambiental e terão verificado
a posição desfavorável da autarquia ao investimento. Porém, Manuel
Baeta clarifica que o executivo camarário aprova. Interrogado sobre
as razões que levaram a Câmara a dar parecer favorável, o autarca
explica-se nestes termos: "A nossa perspectiva é meramente
empresarial. Aprovámos um investimento que permitirá assegurar
também o desenvolvimento do concelho e criar mais postos de
trabalho." Quanto às possíveis consequências na paisagem, Manuel
Baeta reserva essas opiniões aos peritos. "O nosso parecer não tem
nada a ver com a questão ambiental, visto que há entidades
competentes que estão a estudar tecnicamente o assunto e que se
deverão pronunciar na devida altura", sublinha o edil. 'Quercus' em
total desacordo A associação ambientalista 'Quercus' é totalmente
contra um teleférico no Rabaçal. "Estamos a falar de uma obra que
não traz nenhuma mais-valia para o local, acabando inclusivamente
por matar a paisagem e o tão procurado passeio a pé", afirma o
presidente nacional Helder Spínola. Por outro lado, o ambientalista
prevê consequências negativas na preservação do habitat da
laurissilva, com regras internacionais apertadas de preservação e
controlo. A ser viabilizado o projecto, há também uma fase de
desmatação para a instalação das bases da nova estrutura que
preocupa o ambientalista. Por outro lado, a lotação prevista, o
transporte de 240 pessoas por hora, terá também outros reflexos
preocupantes já que a zona não estará preparada para receber tantas
pessoas. "Estamos a falar de um projecto que não faz nenhum sentido
naquela zona", afirma Helder Spínola. O ambientalista diz mesmo que
há entidades públicas que já se pronunciaram contra, na fase de
discussão pública, como o parque Natural da Madeira e a própria
Câmara da Calheta. Independentemente disso, acha que é um projecto
para esquecer. Ambiente prepara relatório final O director regional
de Ambiente considera "prematuro" emitir uma opinião sobre o
teleférico do Rabaçal num momento em que tem a sua equipa de
técnicos (e outros), a chamada comissão de avaliação, a elaborar o
relatório final sobre o impacto ambiental dessa estrutura. João
Correia apenas acrescenta que encerrou o período de discussão
pública e que os pareceres estão todos a ser ponderados, assim como
as variáveis técnicas. Não se trata de querer fugir à questão,
ressalva o director regional, mas não comentar, fora de tempo e sem
todos os dados, o assunto. Tal como o DIÁRIO já publicou, na edição
de 11 de Setembro passado, o estudo de impacto ambiental dá nota de
alguns aspectos pouco positivos. "A justificação do projecto
apresenta algumas incoerências, devendo os objectivos e definições
serem alvo de reavaliação." Mas não só. Há também reservas, até
mesmo por parte da comissão de avaliação, sobre a influência da
capacidade de carga nos ecossistemas naturais, receando-se que
possa haver alguma degradação." Mas resta aguardar pelo relatório
final desta comissão. Rosário Martins Tomado de: Diário de
Noticias</p>
				</div>			</content>			<id>http://mauriciosantos.bloguepessoal.com/97564/Turistas-chumbam-telef-rico-no-Raba-al/</id>			<link href="http://mauriciosantos.bloguepessoal.com/97564/Turistas-chumbam-telef-rico-no-Raba-al/" />			<author>				<name>mauriciosantos</name>				<uri>http://mauriciosantos.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2008-12-05T16:15:41+01:00</updated>		</entry></feed>