<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0">	<channel>		<title>[bloguepessoal.com] macaquinha : <![CDATA[As I am]]></title>		<link>http://macaquinha.bloguepessoal.com</link>		<description><![CDATA[As I am]]></description>		<language>pt</language>		<copyright>Copyright (c) 2006, Hi-pi</copyright>		<generator>Hi-pi RSS 2.0 generator</generator>		<docs>http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss</docs>		<pubDate>Fri, 04 Jan 2008 21:37:16 +0200</pubDate>		<item>			<title><![CDATA[Ray Charles]]></title>			<description><![CDATA[<p><strong>Ray Charles</strong>
foi um pianista pioneiro e
cantor de
música soul que ajudou a definir o seu formato ainda no fim
dos anos 50, além de um inovador interpréte de
R&B. O seu
nome de nascimento era <strong>Raymond Charles Robinson</strong>,
mas ele encurtou-o quando entrou na indústria do
entretenimento para evitar confusão com o famoso
boxeador Sugar Ray
Robinson. Considerado um dos maiores
génios da música negra americana, <strong>Ray
Charles</strong> também foi um dos responsáveis pela
introdução de ritmo gospel nas músicas de
R&B.</p>
<p>Cego aos sete anos de idade em
razão de um glaucoma
e órfão na adolescência,
<strong>Ray Charles</strong> iniciou a sua carreira tocando piano e
cantando em grupos de gospel, no final dos anos 40. A princípio
influenciado por Nat King
Cole, trocou o gospel por baladas
profanas e, após assinar com a Atlantic Records em
1952, enveredou
pelo R&B. Quando o rock &
roll estourou com Elvis Presley em
1955, e cantores
negros como Chuck Berry
e Little
Richard foram promovidos, <strong>Ray
Charles</strong> aproveitou o espaço aberto nos
<em>media</em> e lançou sucessos como "<em>I got
woman</em>", "<em>Talkin about you</em>", "<em>What I'd say</em>",
"Hit The Road Jack", "<em>Little girl of mine</em>", entre outros,
reunindo elementos de R&B e gospel nas músicas de uma
forma que abriram caminho para a soul
music dos anos 60, tornando-o um astro
reverenciado do pop negro.</p>
<p>A partir de então, embora sempre
ligado ao soul, não se ateve a nenhum género musical
negro específico: ando pelo jazz, gravou baladas
românticas chorosas e standards da canção
americana. Entre os seus sucessos históricos desta fase
estão canções como "<em>Unchain my
heart</em>", "<em>Ruby</em>", "<em>Cry me a river</em>",
"<em>Georgia on my mind</em>" e baladas country tais como
"<em>Sweet memories</em>", e seu maior sucesso comercial, "<em>I
can't stop loving you</em>", de 1962. Apesar de problemas
com drogas que lhe prejudicaram a carreira, as
interpretações de <strong>Ray Charles</strong> sempre
foram apreciadas, não importando as músicas que
cantasse. Uma "aura" de genialidade reconhecida acompanhou-o
até o fim da vida e mais do que nos últimos
álbuns que gravou, era nas suas apresentações
ao vivo que o seu talento único podia ser
apreciado.</p>
<p>Um notório mulherengo, <strong>Ray
Charles</strong> casou-se duas vezes e foi pai de doze
crianças com sete diferentes mulheres. A sua primeira esposa
foi Eileen Williams que lhe deu um
filho. Outros três filhos são do seu segundo
casamento, em 1955, com Della Beatrice Howard.</p>
]]></description>			<link>http://macaquinha.bloguepessoal.com/20196/Ray-Charles/</link>			<comments>http://macaquinha.bloguepessoal.com/Ray-Charles-04012008-203633-lp-20196.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://macaquinha.bloguepessoal.com/20196/Ray-Charles/</guid>			<pubDate>Fri, 04 Jan 2008 20:36:33 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Dogo Canário]]></title>			<description><![CDATA[<p>Na foto: Ávila (8 meses)</p>
<p> </p>
<p>O <strong>dogo canário</strong>, conhecido também
como <strong>presa canário</strong>, é um
cão molossóide, originário das Ilhas
Canárias, principalmente das
ilhas Tenerife, Gran Canaria
e Fuerteventura (Espanha). Nestas ilhas existia o <em>perro de ganado
majoreiro</em> (cão de gado majorero) também
chamado de <em>perro de la tierra</em> ou simplesmente
<em>majoreiro</em>, valente guardião e boiadeiro, um dos
ancestrais do dogo canário.</p>
<p> </p>
<p>A formação da raça começou a partir
do século XVI, com a chegada dos colonos, que trouxeram cães
molossóides e de tipo bull (molossóide e
terrier) para
auxiliá-los na lida com o gado, que necessitava sempre ser
subjugado para ser arrebanhado. Foi a partir do cruzamento desses
cães com o <em>perro de ganado majoreiro</em> e outros
cães nativos que surgiram exemplares com ossatura e
cabeça mais pesadas, mas que mantiveram a valentia e a
aptidão para a lida com o gado. Além dos cães,
os colonos trouxeram consigo o hábito das
rinhas, e essa
também se tornou umas das funções desses
cães. Foi este ambiente que deu origem ao <em>perro de presa
canario</em> que hoje chamamos de dogo canário.</p>
<p>Já no século XX, a
proibição das rinhas e os novos costumes na lida com
o gado, além da popularidade de raças estrangeiras,
fizeram a popularidade do cão nativo decair, e a raça
quase foi extinta. Porém, a partir da década de 70,
alguns criadores, com o intuito de preservar a raça, criaram
o Clube Espanhol do Presa Canário.</p>
<p> </p>
<p>O dogo canário apresenta-se como um cão de
porte médio, mesomorfo, rústico e bem
proporcionado, com máscara
negra que lhe dá um perfil de aspecto intimidador,
<strong>muitas vezes confundido com</strong> <strong>pit bull</strong><strong>, porém com o dobro do
tamanho</strong> das linhagens mais comuns desta ultima
raça.</p>
<p>O tamanho do Dogo canário é algo que impressiona:
os machos devem ter de 60 a 65 cm na altura da cernelha e as
fémeas de 56 a 61 cm. O padrão refere o peso
mínimo, que deve ser 50 kg para os machos e 40 kg
para as fémeas. A sua mordedura deve ser
preferencialmente em tesoura, suas orelhas podem ser cortadas ou
não. A cauda deve ser sempre íntegra, reta e com
ligeira curvatura na ponta quando relaxada, ou em forma de sabre
quando em ação. Sua pelagem é curta,
rústica, áspera ao toque, e as cores podem ser
tigrado em todos os tons, fulvo em todos os tons. A cor
branca pode aparecer no peito, na base do pescoço ou na
garganta, nas patas e dedos posteriores, sendo que quanto menos
tiver melhor. Apresenta <strong>sempre</strong>
máscara preta, sem contudo ultrapassar os olhos.</p>
<p> </p>
<p>A raça dogo canário é
conhecida pelo seu temperamento calmo, referido
frequentemente como "temperamento insular". É considerado
gentil e nobre com a família, e desconfiado com
estranhos. Cria laços fortes com o seu dono e
família humana e pode ser muito protector. É
inteligente e apresenta um "olhar severo"
característico.</p>
<p>Em algumas situações, o
Presa pode ser agressivo para outros cães e animais, e mesmo
humanos em casos raros. Desde que o cão tenha sido treinado
e socializado, este comportamento constituirá
excepção e não regra. Muitos presas coabitam
com pássaros, gatos, cães, cavalos,
répteis e outros animais.</p>
<p>Apegado à família,
porém desconfiado com estranhos, o Dogo canário
demonstra ter grande confiança. De aspecto sereno mas sempre
atento, é especialmente dotado para as
funções de guarda, sendo considerado por
especialistas como o guardião ideal, por ser muito
territorialista, equilibrado, predisposto a obediência e com
um grau de atividade elevado para um molosso. Possui latido grave
e, quando em alerta, sua atitude é muito firme e seu olhar
vigilante.</p>
]]></description>			<link>http://macaquinha.bloguepessoal.com/19046/Dogo-Canario/</link>			<comments>http://macaquinha.bloguepessoal.com/Dogo-Can-rio-27122007-221256-lp-19046.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://macaquinha.bloguepessoal.com/19046/Dogo-Canario/</guid>			<pubDate>Thu, 27 Dec 2007 22:12:56 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Alicia Keys]]></title>			<description><![CDATA[<p><strong>Alicia Keys</strong> nasceu como Alicia Augello Cook
para Terri Augello, uma mãe de ascendência
ítalo-irlandesa e Craig Cook,
jamaicano. O parto de
<strong>Alicia Keys</strong> foi realizado num hospital de
Manhattan, mas ela foi criada no
bairro de Hell's Kitchen, que segundo relatos "era um lugar legal
mas não era o Paraíso. Via-se de tudo: prostitutas,
traficantes de drogas...".</p>
<p>Ela começou a tocar piano quando tinha sete anos de
idade devido à grande insistência da mãe. Ela apaixonou-se pela música
clássica de compositores como Beethoven, Mozart e seu
favorito Chopin. Ela compôs a sua primeira
canção, <em>"Butterflyz"</em> aos quatorze
anos de idade; essa canção foi gravada e
incluída no seu primeiro álbum. Os pais de
<strong>Alicia Keys</strong> separaram-se quando era criança
e ela foi criada pela mãe, a pessoa que segundo a
própria é quem mais incentiva os seus talentos
musicais. Foi dito pela imprensa que <strong>Alicia Keys</strong>
reconciliou-se com o seu pai. No entanto, <strong>Alicia
Keys</strong> nega isso apesar de dizer que não guarda
rancor pelo pai que não vê há anos.</p>
<p><strong>Alicia Keys</strong> formou-se aos dezesseis anos de
idade como a melhor aluna da sua sala na Escola de Artes
Profissionais, uma escola pública de Manhattan. Ela
começou a frequentar a Universidade de
Colúmbia através de uma de bolsa de estudos
antes de trancar definitivamente o curso para se dedicar a uma
carreira musical. <strong>Alicia Keys</strong> gravou uma fita demo
e enviou-a para Jermaine Dupri do selo musical So So Def,
distribuído pela Columbia
Records. Gostando do que ouviu, Dupri assinou um contrato
com ela. A canção <em>"Dah Dee Dah (Sexy Thing)"</em>
que apareceu na trilha-sonora do filme <em>MIB - Homens de Preto</em> (de 1997) foi a primeira gravação
profissional de <strong>Alicia Keys</strong> num
estúdio. No entanto, essa canção nunca foi
lançada como single.</p>
<p>Quando o seu contrato com a Columbia
venceu, <strong>Alicia Keys</strong> conheceu Clive Davis (o
descobridor de Whitney Houston
na década de 1980), que assinou
com ela um contrato para a Arista
Records. Logo após isso, a Arista dissolveu-se e
<strong>Alicia Keys</strong> foi convidada a se unir ao novo selo
de Clive, a J Records. Lá ela gravou as
canções <em>"Rear View Mirror"</em> e <em>"Rock With
You"</em> que fizeram parte da trilha-sonora dos filmes,
<em>Shaft</em> e
<em>Professor Aloprado II</em>, respectivamente (lançados
em 2000).
<strong>Alicia Keys</strong> lançou o seu álbum de
estreia <em>Songs in A Minor</em> em 2001, com o título
sendo uma referência à música
clássica.</p>
<p> </p>
<p><span class="mw-headline"><strong>Songs in A
Minor</strong></span></p>
<p>O primeiro álbum de <strong>Alicia Keys</strong>,
<em>Songs in A Minor</em>, foi lançado nos Estados Unidos em Junho de 2001, e estreou na
primeira posição na lista dos mais vendidos da
<em>Revista Billboard</em>,
vendendo 235 000 cópias na primeira semana (50 000
delas no primeiro dia). Venderia mais de dez milhões
de cópias no mundo todo, estabelecendo a popularidade de
<strong>Alicia Keys</strong> dentro e fora dos EUA. O primeiro
single do álbum, <em>"Fallin'"</em>, ganhou grande
rotação em rádios de diferentes estilos
musicais (do R&B e Hip-Hop,
ao pop) e ficou seis semanas
na primeira posição da lista dos singles
mais vendidos da Billboard. <strong>Alicia Keys</strong>
interpretou <em>"Someday We'll All Be Free"</em> de Donny Hathaway
no concerto televisionado <em>America: A Tribute to Heroes</em>
dedicado às vítimas dos ataques terroristas de
11 de Setembro de 2001. O
próximo single de <em>Songs in A Minor</em>,
<em>"A Woman's Worth"</em>, ficou
entre os dez mais vendidos dos EUA. <strong>Alicia
Keys</strong> e o seu álbum ganharam cinco Grammys em
2002, incluindo Melhor Artista Revelação e
Canção do Ano com <em>"Fallin'"</em>. Mais
tarde, a 6 de Março
de 2002,
<strong>Alicia Keys</strong> lançou <em>Remixed &
Unplugged in A Minor</em>, uma re-edição de <em>Songs
in A Minor</em> com 8 remixes e 7
versões acústicas de
algumas músicas encontradas originalmente no seu primeiro
álbum.</p>
<p>O terceiro single lançado de <em>Songs in A Minor</em>,
<em>"How Come You Don't Call Me"</em>
foi um relativo fracasso para <strong>Alicia Keys</strong>,
atigindo a posição de número cinquenta e nove
entre os mais vendidos da Billboard. No entanto, o single
<em>"Gangsta Lovin'"</em> (um dueto
que <strong>Alicia Keys</strong> fez com a rapper Eve para o
álbum dela <em>Eve-Olution</em>) atingiu a segunda
posição entre os mais vendidos daquela
publicação, tornando-se outro hit para <strong>Alicia
Keys</strong>. O quarto e último single de <em>Songs in A
Minor</em>, <em>"Girlfriend"</em>, foi
lançado apenas fora dos Estados Unidos, e atingiu a
décima terceira posição no ranking dos mais
vendidos da Austrália segundo a
ARIA.</p>
<p>As críticas do álbum de <strong>Alicia
Keys</strong> foram basicamente positivas. O trabalho de
<strong>Alicia Keys</strong> foi comparado à música
soul dos
anos 1970 como a de Curtis
Mayfield e Marvin Gaye com
influências no hip-hop. No entanto, algumas pessoas acusaram
<strong>Alicia Keys</strong> de plágio, especificamente em
<em>"Fallin'"</em>, em que ela interpola o ritmo da
canção <em>"It's A Man's World"</em> de
James Brown ao
seu. Mas James Brown não foi creditado como compositor da
canção graças à J Records, que pagou os
devidos royalties à Brown.</p>
<p> </p>
<p><span class="mw-headline"><strong>The Diary of
Alicia Keys</strong></span></p>
<p>Em Dezembro de 2003, <strong>Alicia Keys</strong> lançou o seu
segundo álbum, <em>The Diary of Alicia Keys</em>. Adorado
pelos críticos musicais, vendeu mais de 600 000
cópias apenas na sua primeira semana nos Estados Unidos.
Até hoje, o álbum já vendeu oito
milhões de cópias a níveis mundiais. Os
primeiros singles lançados do álbum, <em>"You Don't
Know My Name"</em> e <em>"If I Ain't Got You</em>", ficaram entre
os cinco mais vendidos da Revista Billboard. O terceiro
single, <em>"Diary"</em>, ficou entre os dez mais vendidos
daquela mesma publicação. O quarto e último
single lançado do álbum, <em>"Karma"</em>, não
fez tanto sucesso quanto os outros, aparecendo apenas entre os
vinte mais vendidos na lista daquela
publicação. <em>"If I Ain't Got You"</em> tornou-se o
primeiro single de uma artista feminina a ficar mais de um ano
no topo da lista de singles mais vendidos de R&B da
Billboard, transformando-a na artista de R&B mais vendida do
ano de 2004 nos Estados Unidos.</p>
<p>Nos Grammys de 2005, <strong>Alicia Keys</strong> ganharia mais
quatro prémios: Melhor Álbum de R&B
(<em>The Diary of Alicia Keys</em>), Melhor Performance
Vocálica Feminina de R&B (<em>"If I Ain't Got
You"</em>), Melhor Canção de R&B (<em>"You
Don't Know My Name"</em>) e Melhor Performance Vocálica
de R&B por um Dueto ou Grupo (<em>"My
Boo"</em>, prémio dividido com o amigo de
infância, <strong>Usher</strong>).</p>
<p> </p>
<p><span class="mw-headline"><strong>Unplugged</strong></span></p>
<p>Em 14 de Julho de 2005, <strong>Alicia Keys</strong> gravou o seu terceiro e
mais recente álbum, <em>Unplugged</em> (<em>Acústico
MTV</em>), na Academia de Música do Brooklyn. Durante essa
sessão, <strong>Alicia Keys</strong> adicionou novos
arranjos musicais a as suas canções e interpretou
alguns covers e duas canções inéditas.
<strong>Alicia Keys</strong> fez um dueto com <strong>Adam Levine</strong> do Maroon 5
na faixa <em>"Wild Horses"</em>
(originalmente gravada pelos Rolling
Stones), com os rappers
Common e
Mos Def em
<em>"Love It Or Leave It Alone"</em> e com Damian Marley em
<em>"Welcome To Jamrock"</em>.</p>
<p>A sessão foi lançada
em CD e DVD em 11 de Outubro
de 2005. Vendeu quase 200
000 unidades na sua semana de estreia, tornando-se o
álbum mais vendido dos Estados Unidos daquela semana,
segundo a Revista Billboard. Até hoje já vendeu 1
milhão de cópias somente nos Estados Unidos e
quase 2 milhões a níveis mundiais. A estreia
do álbum de <strong>Alicia Keys</strong> foi a maior para
uma artista feminina de todas que fizeram um <em>Acústico
MTV</em> e a maior de todos os <em>Acústico</em>s desde o
<em>MTV Unplugged in New York</em> do Nirvana em
1994. Foi
indicado a quatro Grammys, apesar de não ter levado
nenhum para casa. Ganhou três prêmios da NAACP,
incluindo Melhor Canção do Ano e Melhor
Videoclip para "Unbreakable".</p>
<p> </p>
<p><span class="mw-headline"><strong>As I Am</strong></span></p>
<p><em>As I Am</em>, o quarto album de
estúdio da cantora, lançado no dia
13 de Novembro de 2007 nos Estados Unidos. O seu primeiro single, entitulado
"<em>No One</em>", já está entre as três
maiores da <em>Billboard</em> Hot
100 e da UK Singles Chart. O seu
segundo single "Like You'll Never See Me Again" esta no 15º
lugar na hot R&B.</p>
]]></description>			<link>http://macaquinha.bloguepessoal.com/16691/Alicia-Keys/</link>			<comments>http://macaquinha.bloguepessoal.com/Alicia-Keys-10122007-223155-lp-16691.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://macaquinha.bloguepessoal.com/16691/Alicia-Keys/</guid>			<pubDate>Mon, 10 Dec 2007 22:31:55 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[F.R.I.E.N.D.S]]></title>			<description><![CDATA[<p>The story of 6 very different people , growing up
together in New York City. <strong>Rachel Green</strong> , a spoilt
rich girl who relies on daddy's credit cards, finds her life
suddenly changing , when she leaves her cheating fiancée
Barry at the altar and finds comfort in her best friend from High
School Monica. Rachel is a fun-loving , friend who's look on life
changes through -out the show. <strong>Monica Gellar Bing</strong>,
a very paranoid , neat and clean but yet funny and lovable person ,
who marries Chandler Bing . Monica is a chef , and the brother of
Ross. At the end of the series Chandler and Monica , finally
fulfill their dream by having two adopted children. <strong>Phoebe
Buffay</strong>, the lovable , ditzy and adorable Phoebe , who
finally finds love with her Mike Hannigan (who ends up her husband)
Phoebe is a masseuse and aspiring musician. <strong>Joey
Tribbani</strong> , the fun , women loving , adorable , kind and
hilarious actor. Joey has a reputation of being a ladies man. Joey
has finally found his break on Days of our lives, until he gets
fired , Joey loves acting but doesn't have that much talent , but
always believes in himself. <strong>Chandler Bing</strong> , the
kind of one liners and technician , who no-one is ever to sure of
what his job is , is the funny guy who brings comic relief to all
situations. Unlucky in love until he marries the love of his love
Monica. <strong>Ross Gellar</strong>, the poor guy who has been
divorced 3 times , with two children with two very different women.
He is a paleontologist , who is also unlucky in love , until he
gets together with the love of his life Rachel.</p>
<p> </p>
<p><strong>Cast:</strong>  Jennifer Aniston, Matt LeBlanc,
Courteney Cox, Matthew Perry, Lisa Kudrow and David Schwimmer.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p><strong>Everybody needs
F.R.I.E.N.D.S</strong></p>
]]></description>			<link>http://macaquinha.bloguepessoal.com/16085/F-R-I-E-N-D-S/</link>			<comments>http://macaquinha.bloguepessoal.com/F-R-I-E-N-D-S-06122007-010704-lp-16085.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://macaquinha.bloguepessoal.com/16085/F-R-I-E-N-D-S/</guid>			<pubDate>Thu, 06 Dec 2007 01:07:04 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Michael Bublé]]></title>			<description><![CDATA[<p>Ask <strong>Michael Bublé</strong> how he felt going in
to record his third studio album, <em>Call Me Irresponsible</em>,
and this artist with 11 million albums sold and two
Grammy nominations under his belt can sum it up in one
word.</p>
<p>&ldquo;Terrified,&rdquo; he says simply. Terrified?</p>
<p>&ldquo;Completely, because I knew that it had to be better than
the first two &mdash; that it had to show growth without alienating
anyone, and that's a tough line. So I sat there from the very
beginning and came up with the songs, put together the skeleton,
and thought about what arrangers I would hire. I even ended up at
the mastering session, which artists rarely attend. I wanted to be
involved in every aspect because I wanted it to be conceptually
beautiful.&rdquo;</p>
<p><strong>Michael Bublé</strong> has certainly achieved
success on that front. As with his previous two 143/Reprise
bestsellers, 2003's self-titled debut and 2005's
multi-platinum follow-up <em>It's Time</em>, <em>Call Me
Irresponsible</em> boasts more of <strong>Michael
Bublé</strong>'s buoyant, modern interpretations of
standards from a variety of eras, including songs by such greats as
Leonard Cohen, Eric Clapton, Cy Coleman, Gamble and Huff, and
others, as well as two self-penned originals, including the first
single, the uplifting love song called
&ldquo;<strong>Everything</strong>&rdquo;.</p>
<p>But it's hardly business as usual for this Vancouver
native. It never is for <strong>Michael Bublé</strong>,
whose irrepressible spirit, engaging humor, and confident
charisma once led the New York Times to call him
&ldquo;<strong>an entertainer who is completely at home on the
stage</strong>&rdquo;. His new CD, which he calls &ldquo;my remark
on the state of love,&rdquo; contains a depth of feeling that will
surprise and delight long-term fans and impress those new to his
music. &ldquo;To me, what's different about this CD is that
it has a certain raw emotion because I recorded many of these songs
live in the studio.&rdquo; <strong>Michael Bublé</strong>
introduces the electrifying, impeccably orchestrated set to follow
with the opening track, Cy Coleman's &ldquo;<strong>The Best
Is Yet To Come</strong>,&rdquo; (made famous by Sinatra, Ella
Fitzgerald, and others). Then there's the exhilarating,
salsa-flavored &ldquo;<strong>It Had Better Be
Tonight</strong>,&rdquo; written by Johnny Mercer and Henry
Mancini, which <strong>Michael Bublé</strong> attacks with a
hot-blooded vengeance&mdash;&ldquo;another very sexy
song...and edgy.&rdquo; From there, he takes on
&ldquo;<strong>Me and Mrs. Jones</strong>,&rdquo; the 1972 Gamble
and Huff classic popularized by soul singer Billy Paul.
&ldquo;David (Foster) brought it to me, I'd never actually
heard it before,&rdquo; <strong>Michael Bublé</strong> says.
&ldquo;We wanted it to be authentic and tell the story.&rdquo; Next
up is Leonard Cohen's &ldquo;<strong>I'm Your
Man</strong>&rdquo; from the Canadian singer/songwriter's
1988 album of the same name. &ldquo;I always thought it was a
wonderful song &mdash; desperate, sexy, and dark,&rdquo;
<strong>Michael Bublé</strong> says. &ldquo;I actually
called Leonard and told him I was afraid of performing it live.
When he asked me why, I said because he'd written too sexy of
a song and I was afraid men were going to throw their underpants at
me. He just laughed and said, &lsquo;I wouldn't worry too
much about that.'&rdquo;</p>
<p>Then there's a swinging, hep-cat version of Mel
Tormé's 1962 pop hit &ldquo;<strong>Comin' Home
Baby</strong>&rdquo;, featuring vocals from Philly soul faves Boys
II Men; and a sentimental, self-penned ballad
&ldquo;<strong>Lost</strong>&rdquo;, co-written with Chang and
Canadian singer-songwriter Jann Arden. &ldquo;It's an anthem
for star-crossed lovers,&rdquo; <strong>Michael
Bublé</strong> says. &ldquo;Sometimes relationships
don't work out because love isn't enough, but that
doesn't mean you have to discard the person. There is a way
to end a relationship and still be there when they need you.
That's basically what it's about.&rdquo;</p>
<p>A languid, emotional rendition of Eric Clapton's ballad
&ldquo;<strong>Wonderful Tonight</strong>&rdquo;, on which
<strong>Michael Bublé</strong> duets with Brazilian
singer-songwriter Ivan Lins, whose work has been covered by
everyone from Sarah Vaughn to Ella Fitzgerald follows.
&ldquo;I've always been very sentimental about that
song,&rdquo; <strong>Michael Bublé</strong> says.
&ldquo;What is interesting about that track is here I am, a
31-year-old guy from Canada who's singing a song that means
so much to me with a 61-year-old man from Brazil, who's
singing in his own language but it means the exact same thing to
both of us.&rdquo;</p>
<p>Other highlight's include two of <strong>Michael
Bublé</strong>'s original songs, including the
acoustic-guitar driven &ldquo;<strong>Everything</strong>&rdquo;,
co-written with Amy Foster-Gillies and Alan Chang (who also
co-wrote <strong>Michael Bublé</strong>'s touching hit
ballad &ldquo;<strong>Home</strong>&rdquo; off It's Time) and
produced by fellow Canadian Bob Rock (Bon Jovi, Metallica,
Mötley Crüe, Bryan Adams). &ldquo;I wrote that song about
<strong>the great happiness of real love</strong>, but at the same
time I was making a statement about the world,&rdquo;
<strong>Michael Bublé</strong> says.
&ldquo;<strong>We're living in really crazy times, and I
wanted to say that no matter what's happening, this person in
my life is what really makes it worthwhile</strong>&rdquo;.</p>
<p>Rounding out <em>Call Me Irresponsible</em> is Frank
Sinatra's &ldquo;<strong>That's Life</strong>", which,
in <strong>Michael Bublé</strong>'s hands, becomes a
powerhouse complete with a full choir. &ldquo;I brought the song to
a wonderful guy named Mervyn Warren, from the acappella group Take
6 and said, &lsquo;I want to take this to church; I want to make it
a huge gospel tune.' So he brought in a choir and I love it.
It's one of my favorite things about the record."</p>
<p>To help him capture the intensity in the songs' meanings,
<strong>Michael Bublé</strong> turned to his long-standing
team of producers, which include 14-time Grammy winner David Foster
(Barbra Streisand, Céline Dion, Josh Groban) and
producer/engineer Humberto Gatica (Elton John, Destiny's
Child, Michael Jackson). &ldquo;We definitely have a great working
relationship where I think I interfere just enough,&rdquo;
<strong>Michael Bublé</strong> says with a laugh. &ldquo;I
mean, David is the greatest producer in the world. They're
both so amazing, I couldn't do it without them.&rdquo;</p>
<p>Foster first discovered <strong>Michael Bublé</strong>
seven years ago when he caught the aspiring star performing at the
wedding of former Canadian Prime Minster's daughter. The son
of a British Columbia-based salmon and herring fisherman,
<strong>Michael Bublé</strong> spent the months his parents
were away with his music-loving Italian grandfather, who introduced
him to the singers who would become <strong>Michael
Bublé</strong>'s idols: Bobby Darin, Dean Martin,
Sinatra, <strong>Ray Charles</strong>, and Elvis Presley.
&ldquo;These guys were triple threats,&rdquo; he says. &ldquo;They
could sing, they could dance, they could act. They were
entertainers, and I believe that's a lost art now.&rdquo;</p>
<p><strong>Michael Bublé</strong> honed his skills as a
showman through years of performing in hotel lounges and smoky bars
&mdash; gigs his grandfather, a plumber, helped the underage singer
secure by trading his plumbing services. By the time Foster met him
2000, <strong>Michael Bublé</strong> already knew exactly
what he brought to the table &mdash; a warm, engaging voice and
unassailable taste in music. His debut album was an international
smash, going Top Ten in the U.K. and Canada, and earning him his
first Juno award for Best New Talent in 2004. The follow-up,
<em>It's Time</em>, sold more than 5.5 million copies,
and has remained on the Billboard Traditional Jazz charts for a
staggering two years, and in the Number 1 slot for more than 80
weeks, an all-time record.</p>
<p>But along with his passion for creating great music in the
studio, performing on stage is pure paradise for <strong>Michael
Bublé</strong>. &ldquo;I just love getting in front of
people,&rdquo; he says. &ldquo;It's so important to be in
touch with your audience. They've paid their money. I want
them to be entertained. If they want to cry or laugh or dance or
sing or yell, they can do whatever they want. My responsibility is
just to take them away.&rdquo;</p>
]]></description>			<link>http://macaquinha.bloguepessoal.com/15762/Michael-Buble/</link>			<comments>http://macaquinha.bloguepessoal.com/Michael-Buble-03122007-224425-lp-15762.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://macaquinha.bloguepessoal.com/15762/Michael-Buble/</guid>			<pubDate>Mon, 03 Dec 2007 22:44:25 +0200</pubDate>		</item>	</channel></rss>