<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0">	<channel>		<title>[bloguepessoal.com] leitura : <![CDATA[Encontros de Leitura]]></title>		<link>http://leitura.bloguepessoal.com</link>		<description><![CDATA[Encontros de Leitura]]></description>		<language>pt</language>		<copyright>Copyright (c) 2006, Hi-pi</copyright>		<generator>Hi-pi RSS 2.0 generator</generator>		<docs>http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss</docs>		<pubDate>Thu, 18 Dec 2008 11:34:29 +0200</pubDate>		<item>			<title><![CDATA[A Crónica dos bons malandros, Mário Zambujal]]></title>			<description><![CDATA[<p>Frio de rachar...negócios da China...bem, neste caso do Japão,
pois tudo começa no Bar do Japonês, um lugar de negócios,
impostores e fraudes.Sitio este onde Pedro conhece Renato,
que o convece a criar uma quadrilha , pois mas uma quadrilha
não é composta por 2 intrujões , mas por mais...o que os leva a
iniciar o primeiro capitulo da sua quadrilha , a procura...</p>
<p>Um campeão de corrida, um intrujão, um mestre em fechaduras e
claro como todos os grupos possuem uma "donzela"</p>
<p>Assaltos...não....Crime do século o maior assalto de sempre , um
roubo planeado com o "gold" de roubar 22 joias famosas de uma
"fortaleza", o museu gulbekian....mas eis que alguma coisa
corre mal....</p>
<p>mas isto eu não vos digo</p>
<p>este livro é uma adaptação do original de mario zambujal pela
quetzal editores em lingua corrente para jovens leitores.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>joao bastos nº16 9ºb </p>
]]></description>			<link>http://leitura.bloguepessoal.com/110644/A-Cronica-dos-bons-malandros-Mario-Zambujal/</link>			<comments>http://leitura.bloguepessoal.com/A-Cr-nica-dos-bons-malandros--M-rio-Zambujal-07122008-184926-lp-110644.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://leitura.bloguepessoal.com/110644/A-Cronica-dos-bons-malandros-Mario-Zambujal/</guid>			<pubDate>Sun, 07 Dec 2008 18:49:26 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[As palavras que nunca te direi, de Nicholas Sparks]]></title>			<description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style=
"mso-tab-count: 1;">           </span>
Theresa estava a passar as suas férias longe de Boston, cidade ode
vivia, e numa das manhãs em que fazia <em style=
"mso-bidi-font-style: normal;">jogging</em> na praia encontra,
enterrada na areia junto ao mar, uma garrafa selada que continha
dentro uma carta de amor. É esta carta que muda a vida de Theresa
para sempre.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style=
"mso-tab-count: 1;">           </span>
Theresa era divorciada e tinha um filho, Kevin de doze anos. Ela
pensava que depois da traição do seu ex-marido, nunca mais se
voltaria a apaixonar de novo e, no entanto, estava
enganada.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style=
"mso-tab-count: 1;">           </span>
A carta que Theresa tinha encontrado tinha sido escrita por Garret
Blake, um instrutor de mergulho que havia ficado viúvo à três anos,
e desde então escrevia cartas á sua falecida mulher e as atirava ao
mar quando ia passear no seu barco <em style=
"mso-bidi-font-style: normal;">Happenstance</em> que tinha
reconstruído com Catherine (a sua falecida amada). Garret vivia na
Carolina do Norte, ou seja, havia um oceano a separar o casal, mas
mesmo assim Theresa quis partir para conhecer aquele homem que pelo
que escrevia parecia ser maravilhoso.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style=
"mso-tab-count: 1;">           </span>
Ambos se conheceram junto ao barco de Garret, e não podiam imaginar
que se apaixonariam de tal forma um pelo outro. No entanto, a
distância que os separava era insuportável e quer Garret quer
Theresa tinham vidas demasiado distintas para estarem a abdicar
delas. Para além disto Theresa sabia que Garret ainda não havia
esquecido Catherine. Esta era uma relação condenada ao
fracasso.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style=
"mso-tab-count: 1;">           </span>
Nicholas Sparks, o autor do livro, cria um final completamente
diferente daquele que esperamos encontrar enquanto o lemos, por
isso, aconselho-vos a lerem-no, para descobrirem o
fim.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;">De: Ana Évora,
9ºB</p>
]]></description>			<link>http://leitura.bloguepessoal.com/100123/As-palavras-que-nunca-te-direi-de-Nicholas-Sparks/</link>			<comments>http://leitura.bloguepessoal.com/As-palavras-que-nunca-te-direi--de-Nicholas-Sparks-31102008-225641-lp-100123.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://leitura.bloguepessoal.com/100123/As-palavras-que-nunca-te-direi-de-Nicholas-Sparks/</guid>			<pubDate>Fri, 31 Oct 2008 22:56:41 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA["P.S.: Eu amo-te"  de Cecilia Ahern]]></title>			<description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;">     Holly era uma mulher
feliz, tinha os melhores amigos do mundo, o melhor marido do mundo,
tinha uma vida perfeita. Mas, a vida prega-nos partidas muito
cruéis, e a Holly, a vida, pregou a pior das partidas. Gerry, o seu
amado marido, havia falecido há dois meses, devido a um tumor
cerebral, e Holly estava despedaçada, sem um motivo aparente para
continuar a viver.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;">    
No entanto, Gerry, um homem maravilhoso, sabia como Holly ficaria
com a sua partida e, antes de falecer, escreveu-lhe uma lista, de
nove cartões, cada um com uma mensagem diferente e para um mês
diferente. Esta era uma maneira de Holly poder viver com Gerry
durante mais um tempo e, para além disto, estas mensagens ajudaram
Holly a organizar a sua vida.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style=
"mso-tab-count: 1;">           </span>
De um momento, em que se encontrava perdida e de certa forma
moribunda de espírito, Holly, passou a ter um novo emprego, que
adorava, conheceu novas pessoas e o mais importante, estava a
superar aquela situação, e a viver a sua própria vida, sem
Gerry.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style=
"mso-tab-count: 1;">           </span>
Holly mostra-nos que sobreviver a tal perda, é possível, com amigos
verdadeiros, com um marido, que apesar de tudo, continuava vivo na
sua mente, devido às maravilhosas memórias dos dois. Holly estava,
finalmente pronta para seguir em frente, tal como Gerry lhe havia
escrito na sua última mensagem: <em style=
"mso-bidi-font-style: normal;">&ldquo;Não tenhas medo de te
apaixonar outra vez. Abre o teu coração e segue para onde ele te
levar... e lembra-te, pede a lua... P.S. Eu amar-te-ei
sempre.&rdquo;</em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style=
"mso-tab-count: 1;">           </span>
Perder alguém que amamos, pode ser a situação mais difícil de
todas, mas não nos devemos deixar levar por algo mais forte que o
amor que lhe tínhamos e superar, viver, de uma forma feliz, o nosso
dia-a-dia, porque era isso que, de certo, essa pessoa desejaria
para nós, tal como o amor de Gerry e
Holly.</p>
<p> De: Ana Évora, nº3, 9ºB</p>
]]></description>			<link>http://leitura.bloguepessoal.com/90966/P-S-Eu-amo-te-de-Cecilia-Ahern/</link>			<comments>http://leitura.bloguepessoal.com/-P-S---Eu-amo-te---de-Cecilia-Ahern-02102008-104432-lp-90966.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://leitura.bloguepessoal.com/90966/P-S-Eu-amo-te-de-Cecilia-Ahern/</guid>			<pubDate>Thu, 02 Oct 2008 10:44:32 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[A Lua de Joana]]></title>			<description><![CDATA[<p style="text-indent: 35.4pt; text-align: left;"><span style=
"color: black;">Joana e Marta eram muito amigas.
Viviam no mesmo prédio, os pais eram amigos e conheciam-se
desde pequenas, desde que nasceram.</span></p>
<p style="text-indent: 35.4pt; text-align: left;"><span style=
"color: black;">Marta morreu e Joana
começou-lhe e escrever cartas no dia em que completou
catorze anos. Foi a forma que encontrou para tentar perceber o que
se tinha passado com a amiga, uma vez que ainda não lhe
tinha perdoado  a sua ausência e era também a
forma de manter viva a sua memória, de não se
desligar da amiga tão facilmente.</span></p>
<p style="text-indent: 35.4pt; text-align: left;"><span style=
"color: black;">Joana tinha muitos pesadelos com
Marta. Esta tinha vivido com os pais e o irmão
Diogo.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style=
"color: black;">          
Após a morte de Marta, a mãe desta ofereceu a Joana
umas coisinhas, entre elas os caleidoscópios. Tinha nascido
uma alma nova a Joana, porque ia continuar a coleccionar os
caleidoscópios com o maior prazer.</span></p>
<p style="text-indent: 35.4pt; text-align: left;"><span style=
"color: black;">Diogo recusava aceitar o que tinha
acontecido à irmã e Joana pensou que precisava muito
de o ajudar.</span></p>
<p style="text-indent: 35.4pt; text-align: left;"><span style=
"color: black;">Estava ansiosa por voltar à
escola!</span></p>
<p style="text-indent: 35.4pt; text-align: left;"><span style=
"color: black;">João Pedro, colega de turma
teve a ideia de fazer uma peça de teatro sobre o
desconhecimento de certas pessoas (pais e alunos) sobre os caminhos
que levam à  autodestruição,
especialmente pela droga. A ideia fundamental era fazer uma
peça teatral, escrita e representada pelos alunos da escola,
em que se levantava a questão com a maior clareza e, no fim,
um debate com o público assistente.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style=
"color: black;">         
O projecto foi apoiado pela directora de Turma e pelo Conselho
Directivo.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style=
"color: black;">         </span>
<span style="color: black;">Joana vivia com os pais, com a
avó Ju e com o irmão Jorge, a quem ela chamava Homem
das Cavernas ou Traumatizado. Este usava cabelo comprido, brincos,
botas bicudas, o quarto parecia um acampamento de ciganos, ouvia
música muito alta, era mau aluno e o centro das
atenções. A mãe, devido ao seu comportamento,
resolveu levá-lo a um psicólogo e a
situação piorou, porque não podia ser
contrariado.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style=
"color: black;">Joana, pelo contrário, era
boa aluna e andava sempre muito ocupada : delegada de turma,
colaborava na escrita da peça &ldquo; Os Amigos da
Onça &ldquo;, pertencia à associação de
estudantes, praticava basquete e o seu quarto encontrava-se
organizado e todo pintado de branco. Adorava a meia-lua, local onde
se sentava para ler, descansar e pensar. Já tinha optado por
Saúde e, provavelmente, iria para Medicina, tal como o
pai.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style=
"color: black;"><span style=
"mso-spacerun: yes;"> </span><span style=
"mso-tab-count: 1;">              </span>
Foi decidido pelos alunos que o destino do dinheiro do
espectáculo seria para arranjar decentemente a sala de
convívio da escola.</span></p>
<p style="text-indent: 35.4pt; text-align: left;"><span style=
"color: black;">Os Amigos da Onça foram um
sucesso. Quase toda a escola foi ver e também foi filmado.
Toda a gente achou comovente, principalmente os pais e, o
Presidente do Conselho Directivo agradeceu o trabalho dos alunos
que foi muito útil. Neste espectáculo foi descoberto
um actor, o Luís, que acabou por se inscrever num clube de
teatro amador.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style=
"color: black;"><span style=
"mso-spacerun: yes;"> </span><span style=
"mso-tab-count: 1;">              </span>
Joana apesar de viver com os pais não tinha muita
ligação com eles, pois encontravam-se sempre muito
ocupados. Não lhe prestavam atenção. Era a
avó Ju que a compreendia e que lhe dava
conselhos.</span></p>
<p style="text-indent: 35.4pt; text-align: left;"><span style=
"color: black;">No Natal, a prenda que Joana mais
desejava era a companhia do pai. As festas não lhe diziam
nada.</span></p>
<p style="text-indent: 35.4pt; text-align: left;"><span style=
"color: black;">A sua opinião sobre o
irmão já estava formada : deviam arranjar-lhe emprego
nas obras, para andar a carregar com sacos de cimento. Era a
única solução para ele
evoluir.</span></p>
<p style="text-indent: 35.4pt; text-align: left;"><span style=
"color: black;">Joana andava preocupada com Diogo,
que andava com um ar triste desde a morte da irmã.
Não sabia o que havia de fazer para o ajudar. Desde a morte
de Marta que Joana tinha imensos pesadelos com a
amiga.</span></p>
<p style="text-indent: 35.4pt; text-align: left;"><span style=
"color: black;">Na escola os melhores amigos de
Joana eram o João Pedro e o Luís.</span></p>
<p style="text-align: left; tab-stops: 358.75pt;"><span style=
"color: black;"><span style=
"mso-spacerun: yes;">          
 </span>A avó Ju ficou doente e Joana sentiu medo de a
perder. Não lhe apetecia estudar.</span></p>
<p style="text-align: left; tab-stops: 358.75pt;"><span style=
"color: black;">          </span>
<span style="color: black;"><span style=
"mso-spacerun: yes;"> </span><span style=
"mso-spacerun: yes;"> </span>A morte da avó Ju foi como
se o mundo acabasse.</span></p>
<p style="text-align: left; tab-stops: 358.75pt;"><span style=
"color: black;"><span style=
"mso-spacerun: yes;">             </span>
Joana pensou que gostaria de ter outra família. As aulas
corriam mal, desistiu do basquete e não compreendia a
mudança que estava a acontecer. Envolveu-se com Diogo e
arrependida cortou o cabelo. Não tinha com quem desabafar.
Contou ao pai o porquê da descida das notas e da
desistência do basquete, mas este nem sequer teve tempo para
lhe ralhar! Joana sentia-se cada vez mais
só!</span></p>
<p style="text-align: left; tab-stops: 358.75pt;"><span style=
"color: black;"><span style=
"mso-spacerun: yes;">             </span>
Nas férias conseguiu entrar no quarto da avó Ju,
após a sua morte e foi a Sintra doar coisas a um lar de
idosos, a pedido desta. A visita ao lar foi um dos melhores dias da
sua vida.</span></p>
<p style="text-align: left; tab-stops: 358.75pt;"><span style=
"color: black;"><span style=
"mso-spacerun: yes;">              </span>
Passou um ano após a morte de Marta, mas Joana
continuava-lhe a escrever, pois precisava de desabafar e não
encontrava ninguém. Joana foi de férias com os pais e
encontrou um cão abandonado. Ficou com ele e chamou-lhe
Lucas. Iria ser o seu maior amigo.</span></p>
<p style="text-align: left; tab-stops: 358.75pt;"><span style=
"color: black;"><span style=
"mso-spacerun: yes;">              </span>
Nas férias, Joana fez 15 anos.</span></p>
<p style="text-align: left; tab-stops: 358.75pt;"><span style=
"color: black;"><span style=
"mso-spacerun: yes;">              </span>
Através de Diogo, Joana conheceu Rita que afirmou ter sido
amiga de Marta.</span></p>
<p style="text-align: left; tab-stops: 358.75pt;"><span style=
"color: black;"><span style=
"mso-spacerun: yes;">              </span>
Diogo pediu-lhe dinheiro emprestado e convidou-a a sair com o grupo
dele. A partir desta altura Joana começou a tomar atitudes
diferentes : iniciou o consumo de álcool, fez furos nas
orelhas, resolveu mudar o quarto, cortou muito o cabelo e
começou a utilizar gel, deitou fora a velha mochila de
estimação e comprou um novo saco grande de cabedal e
iniciou um quase namoro com o Diogo.</span></p>
<p style="text-align: left; tab-stops: 358.75pt;"><span style=
"color: black;"><span style=
"mso-spacerun: yes;">              </span>
Os colegas, especialmente João Pedro, não gostaram da
mudança de Joana e esta apresentou de novo outras atitudes :
as notas do primeiro período não foram famosas,
baldou-se às aulas, a mãe levou-a ao
psicólogo, continuou a emprestar dinheiro ao Diogo, mesmo
não sabendo o destino do mesmo, os únicos amigos eram
o Diogo, a Rita e o cão, Lucas, e voltou a ter pesadelos com
Marta.</span></p>
<p style="text-align: left; tab-stops: 358.75pt;"><span style=
"color: black;"><span style=
"mso-spacerun: yes;">           </span>
No Natal, Joana descobriu que Diogo se drogava, assim como a Rita.
Apetecia-lhe fugir, mas também os queria ajudar a sair da
droga.</span></p>
<p style="text-align: left; tab-stops: 358.75pt;"><span style=
"color: black;"><span style=
"mso-spacerun: yes;">           </span>
Convenceu Diogo a tratar-se mas, entretanto, este leva uma tareia
de uns a quem devia dinheiro.</span></p>
<p style="text-align: left; tab-stops: 358.75pt;"><span style=
"color: black;"><span style=
"mso-spacerun: yes;">           </span>
Joana vai visitá-lo e este pede-lhe uma dose. Rita arranja-a
e Joana deu-lhe três relógios para
pagar.</span></p>
<p style="text-align: left; tab-stops: 358.75pt;"><span style=
"color: black;"><span style=
"mso-spacerun: yes;"> </span><span style=
"mso-spacerun: yes;">          </span>
Nesta altura, Joana pediu a Diogo para experimentar a droga e as
suas atitudes voltaram a modificar-se : faltava às aulas,
faltava às consultas do psicólogo, drogava-se
repetidas vezes; tinha uma necessidade louca de falar com o pai e
pedir ajuda, vendeu o relógio que o pai lhe tinha trazido da
Suíça, vendeu os brincos que a avó lhe tinha
deixado; sentia-se covarde; fez uma tatuagem de um relógio
no pulso e sentiu necessidade de fazer cura.</span></p>
<p style="text-align: left; tab-stops: 358.75pt;"><span style=
"color: black;"><span style=
"mso-spacerun: yes;">           </span>
Diogo entrou em programa de desintoxicação, enquanto
Joana foi para casa de um tio em Cascais. Conversava muito com
este, o que não acontecia com o pai.</span></p>
<p style="text-align: left; tab-stops: 358.75pt;"><span style=
"color: black;">           
Joana interrogava-se sobre o que lhe tinha acontecido, tal como
Marta também se deveria ter interrogado. Compreendeu que a
amiga tinha morrido de overdose e regressou a casa do tio, pedindo
para ser internada.</span></p>
<p style="text-align: left; tab-stops: 358.75pt;"><span style=
"color: black;"><span style=
"mso-spacerun: yes;">            </span>
Após o tratamento sentiu-se melhor. Diogo afastou-se dela :
mudou para casa do pai, mudou de escola e não queria
qualquer contacto com Joana. Esta fazia um grande esforço
para se aguentar, porque os amigos afastaram -se todos. Chumbou de
ano e, só então perdoou a Marta, apesar de não
conhecer as razões que a levaram à droga. O
único amigo era o cão.</span></p>
<p style="text-align: left; tab-stops: 358.75pt;"><span style=
"color: black;"><span style=
"mso-spacerun: yes;">            </span>
Joana nunca tinha pensado que quando fizeram a peça Os
Amigos da Onça, que era tão fácil seguir o
caminho errado. Tinha sido injusta com Marta por a ter condenado,
criticado e até odiado.</span></p>
<p style="text-align: left; tab-stops: 358.75pt;"><span style=
"color: black;">           
Joana sentia-se velha : magra, a pele um caos, o cabelo sem brilho,
os olhos parecia que tinham aumentado de tamanho. Contudo,
sentia-se melhor. Tinha falado com o Diogo ao telefone e este
continuava nas consultas do psicólogo para evitar nova
recaída.</span></p>
<p style="text-align: left; tab-stops: 358.75pt;"><span style=
"color: black;"><span style=
"mso-spacerun: yes;">           </span>
Joana mais uma vez teve um pesadelo estranho : havia uma escadaria
imponente no cimo da qual alguém a esperava e, quando as
mãos se tocaram percebeu que tinha de
segui-lo.</span></p>
<p style="text-align: left; tab-stops: 358.75pt;"><span style=
"color: black;">           
Sentia-se cada vez mais só e resolveu telefonar à
Rita. Teve nova recaída, isto é, começou de
novo a consumir drogas que a levaram à
morte.</span></p>
<p style="text-align: left; tab-stops: 358.75pt;"><span style=
"color: black;"><span style=
"mso-spacerun: yes;">           </span>
Só após este acontecimento é que o pai
reconheceu que afinal tinha todo o tempo do mundo, mas que
não lhe serviria para nada, uma vez que a filha, Joana,
já tinha morrido.</span></p>
<p style="text-align: left; tab-stops: 358.75pt;"><span style=
"color: black;"> </span></p>
<p style="text-align: left; tab-stops: 358.75pt;"><span style=
"color: black;"> </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style=
"color: black;"> </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style=
"color: black;"> </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style=
"color: black;"> </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style=
"color: black;"> </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style=
"color: black;"> </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style=
"color: black;"> </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style=
"color: black;"> </span></p>
<p style="text-align: left;"><span style=
"color: black;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: left;"><span style=
"mso-spacerun: yes;"> </span></p>
]]></description>			<link>http://leitura.bloguepessoal.com/58230/A-Lua-de-Joana/</link>			<comments>http://leitura.bloguepessoal.com/A-Lua-de-Joana-12062008-225100-lp-58230.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://leitura.bloguepessoal.com/58230/A-Lua-de-Joana/</guid>			<pubDate>Thu, 12 Jun 2008 22:51:00 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[o velho eo mar]]></title>			<description><![CDATA[<p>este livro retrata a história de um velho pescador que um
dia decide aventurar-se numa pescaria mais longa do que o
normal. ele tem muitas dificuldades económicas e por isso
era muito importante conseguir apanhar alguma coisa. este
personagem é aconpanhado em terra por um rapaz seu aprendiz
que trata dele. quando o velho está pronto para ir para o
mar, deixa o rapaz em terra pois pensa que é um aventura
demasiado perigosa para ele. nessa aventura acaba de fazer um dos
maiores feitos da sua vida: consuguiu capturar um peixe gigante.
para tal efeito nessecitou de muito material próprio,
paciência e força de vontade. foi de veras um trabalho
muito árduo este de pescar um peixe de tal envergadura, foi
um acto que demorou cerca de três dias, continuamente sem
para até que no fim conseguiu. teve de aplicar
técnicas que aprendeu durante toda a vida e ao mesmo tempo
pescar alguns peixes para se sustentar, foi um verdadeiro teste de
sobrevivência. ja na volta, depois da captura do peixe,
é atacado por vários  tubarões, ao qual
consegue resistir e matando um a um, em bora estes tenham desfeito
quase por completo o peixe gigante.quando chegou a terra estava
exausto e sem peixe pois não sobrara uase nada.</p>
<p>gostei bastante deste livro pois fiquei a perceber bastante
sobre pesca</p>
<p>diogo amaral de carvalho</p>
]]></description>			<link>http://leitura.bloguepessoal.com/57075/o-velho-eo-mar/</link>			<comments>http://leitura.bloguepessoal.com/o-velho-eo-mar-06062008-232540-lp-57075.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://leitura.bloguepessoal.com/57075/o-velho-eo-mar/</guid>			<pubDate>Fri, 06 Jun 2008 23:25:40 +0200</pubDate>		</item>	</channel></rss>