<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">		<title>http://icsvargas.bloguepessoal.com</title>		<id>http://bloguepessoal.com/</id>		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://icsvargas.bloguepessoal.com/atom.xml" />		<subtitle><![CDATA[PESSOAL E INTRANSFERÍVEL]]></subtitle>		<rights>Copyright (c) 2006, Hi-pi</rights>		<generator>Hi-pi ATOM generator</generator>		<author>			<name>Hi-pi</name>			<uri>http://icsvargas.bloguepessoal.com</uri>		</author>		<updated>2009-07-03T02:30:53+02:00</updated>		<entry>			<title>DEPRESSÃO NA TERCEIRA IDADE</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>
<strong><span></span></strong>
<strong><span>


<strong><span>A depressão é uma enfermidade que pode
ocorrer em qualquer faixa etária. Geralmente, os familiares
procuram ignorar ou mascarar a doença, por não saberem como tratar,
visto que não é algo exposto, fácil de visualizar. Por ser
entendida como um mal da alma, por falta de informação as pessoas
tendem a esconder, pois existe preconceito ,por parte destes
familiares e da sociedade em geral ,com este tipo de
doença.</span></strong>
<strong><span>Nos idosos ela pode vir
a se instalar por vários fatores, tanto de
ordem</span></strong>
<strong><span>social como de ordem
física.</span></strong>
<strong><span>O fator social pode ser
desencadeado por aposentadoria, por perda do cônjuge, pela saída
dos filhos de casa por terem atingido a tão almejada independência
fazendo que a pessoa sinta-se como inútil, por não estar
trabalhando ou vivendo em função de alguém. Fica a sensação de
vazio ,que não preenchida com outras atividades, como a
participação em grupos, o desenvolvimento de novas
habilidades e,que
favorece a instalação da depressão.</span></strong>
<strong><span>No que se refere aos
fatores de ordem física, podemos citar a deficiência visual que é
muito comum nos idosos, como no caso de catarata que faz com que a
pessoa vá perdendo a visão. Também a diabetes pode causar este tipo
de problema o que gera insegurança e até a impossibilidade de ter
uma vida social normal, vindo a causar a depressão. O mesmo ocorre
com problemas de ordem
motora.</span></strong><strong><span>A situação
financeira, ou seja, a falta de condições para arcar com as
necessidades nesta fase da vida por si só já é motivo de ansiedade
que pode se transformar, se não tratada, em depressão.
Um outro fator capaz de gerar a depressão é a falta de afetividade,
ou seja, falta de carinho de familiares o que produz bem estar,
segurança, valorização, autoestíma e reforço dos vínculos, fazendo
com que o idoso tenha reforçado o sentimento de pertencimento, ou
seja, de estar inserido, aceito e amado dentro de um grupo
familiar.</span></strong>
<strong><span>A depressão também pode ocorrer por
questões genéticas, pela falta de alguma substância no
cérebro.</span></strong>
<strong><span>É importante a busca do
tratamento, tanto médico como psicológico, pois existe a
necessidade de medicação, que é fundamental para a superação da
enfermidade, mas também existe a necessidade de acompanhamento e
apoio por parte de um psicólogo para que a pessoa tenha segurança
para mudar o
comportamento.</span></strong></span></strong></p>
				</div>			</content>			<id>http://icsvargas.bloguepessoal.com/184234/DEPRESS-O-NA-TERCEIRA-IDADE/</id>			<link href="http://icsvargas.bloguepessoal.com/184234/DEPRESS-O-NA-TERCEIRA-IDADE/" />			<author>				<name>icsvargas</name>				<uri>http://icsvargas.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2009-07-03T02:30:30+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>ENTRE AS NUVENS</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p></p>
<p><span>Antes de vivermos, a vida é coisa nenhuma,
mas é a nós que compete dar-lhe sentido, e o valor não é outra
coisa senão o sentido que tivermos
escolhido.
J.P.Sartre</p>
<p><span></span></p>
<p><span></span>
Estou no avião que me traz de volta para casa. Minha visão é a de
uma bela pintura feita por um artista.<span></span> Raios de sol refletindo-se
em um céu azul no qual nuvens de algodão servem de almofadas para
aparar sonhos, lembranças ou medos daqueles que confinados neste
pássaro de ferro estão soltos no universo patrulhado por radares,
computadores e toda parafernália que serve para facilitar a vida de
todos, mas não garante a felicidade de
ninguém.</p>
<p><span></span>
Vizinhos dos bancos atrás de mim estabelecem uma conversação
amigável iniciada pelo costumeiro de onde você vem? Quanto
tempo vai permanecer? Que tipo de negócio trabalha? e uma
profusão de outras perguntas cujas respostas parecem formar elos
que ao se interligarem dão sentido à vida de cada um. O que ouvi
pareceu mais uma demonstração de poder, status, (embora o tom
amigável) mostrando o quanto o ter parece superar o
ser nos dias atuais, caracterizados pela fluidez no
consumo e nas relações.</p>
<p><span></span>
<span></span>Para passar o tempo,
me distrair e me desligar da conversação alheia, abri um livro
recém comprado, justamente com esta finalidade, ou seja, preencher
lacunas, como a do tempo de voo.</p>
<p><span></span>
Logo no primeiro capítulo me deparo com perguntas tais como: De
onde você veio? Do que se orgulha? Que família você
formou?</p>
<p><span></span>
Minhas lembranças saltam - como os peixes que pulavam nas águas
límpidas de Recife - de um passado distante e relembro a infância
pobre - as dificuldades, a falta de perspectiva - transformada em
semente e combustível de sonhos que foram realizados aos
poucos.</p>
<p><span></span>
No segundo capítulo a autora fala do valor inestimável que é
descobrir em meio às atribulações diárias uma lembrança carinhosa,
reconfortante capaz de tornar o momento vivenciado mais
doce.</p>
<p><span></span>
Imediatamente brotam de meu coração duas lembranças carinhosas:
minha mãe e minha neta, lembranças estas que me fazem umedecer os
olhos de lágrimas que não são percebidas por meu marido que ao meu
lado, observa o imenso horizonte pela minúscula
janela.</p>
<p><span></span>
A lembrança de minha mãe, a origem, o passado (presente eterno e
inesquecível), a outra, minha neta (presente divino) o futuro,
radioso, esperançoso refletido em seu maravilhoso
sorriso.<span></span> Ligando as
duas imagens a minha realidade, os meus filhos, meu
orgulho.</p>
<p><span></span>
Junto estas lembranças à mensagem que encontrei no celular,
momentos antes da partida, enviada por meu irmão pedindo notícias e
me dou conta que apesar da distância do solo âncoras fortes me
prendem ao solo e me sustentam e que onde quer que eu esteja os
terei sempre comigo num elo indestrutível capaz de apagar qualquer
aborrecimento do cotidiano.</p>
<p><span></span>
<span></span>Fecho o livro para
escrever. Deixo para continuar a leitura mais
tarde.</p>
<p></p>
				</div>			</content>			<id>http://icsvargas.bloguepessoal.com/180679/ENTRE-AS-NUVENS/</id>			<link href="http://icsvargas.bloguepessoal.com/180679/ENTRE-AS-NUVENS/" />			<author>				<name>icsvargas</name>				<uri>http://icsvargas.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2009-06-22T19:00:15+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>UMA DOCE MANEIRA DE ENVELHECER</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Experiência
não é o que acontece com um homem; é o que um homem faz com
o que lhe acontece.A.
Huxley</p>
<p>
</p>
<p><span></span>
Este foi o tema da palestra proferida no auditório da Fenadoce,
pela presidente do Conselho Estadual do Idoso, Eliane Jost
Blessmann.</p>
<p><span></span>
Foram tratados temas interessantes como os medos e os mitos
relacionados ao envelhecimento, como o temor pelo que dizem que a
velhice é.</p>
<p><span></span>
Não é possível ignorar que a velhice, ou como ela era encarada
mudou ao longo dos últimos anos. Também há que ser considerado o
fato do Brasil ter sido um país de jovens por muitos anos, portanto
voltado para outro segmento populacional que não o
idoso.<span></span> Em 2025
triplicará o número de idosos que, salvo exceções por doenças
graves (que pode ocorrer em qualquer idade) ou restrições naturais
da idade, que podem ser contornadas, tem aprendido a viver mais
alegremente, com mais qualidade de vida e, sobretudo com mais
perspectiva de futuro, com sonhos, projetos, não se deixando abater
por perdas, mas considerando os ganhos tais como mais tempo livre,
oportunidade de novos papéis a desempenhar, pois não é só com
relação ao papel de mãe, esposa, profissional que a vida pode ter
sentido. As amizades, a aquisição de novos conhecimentos, a
transferência destes conhecimentos através de atividades
voluntárias, assim como atividades artísticas, dança, pintura,
literatura, trabalhos artesanais podem proporcionar muita
satisfação no dia a dia e auxiliar no bem viver, na elevação da
autoestima.</p>
<p><span></span>
A prática de atividades físicas, além de ser benéfica para a saúde
oportuniza ampliação do círculo social, a troca de experiências, o
aprendizado.</p>
<p><span></span>
Uma maneira de viver melhor a velhice é se preparar para ela, não
só com os cuidados físicos desde cedo, mas com o preparo emocional,
pois sem dúvida podem ocorrer abalos para aqueles que passaram da
atividade intensa para a inatividade. Estes abalos ocorrem em
decorrência da perda de status e no caso dos homens pela
dificuldade de inserção em grupos que não sejam ligados à área
profissional, o que é comprovado pela menor participação masculina
em grupos de atividade para a terceira
idade.</p>
<p><span></span>
Sugestões para encarar melhor a terceira idade, na realidade são
válidas para qualquer idade, como procurar superar os dissabores,
as mágoas ou rancor, ter sonhos, ilusões, projetos de vida,
procurar cercar-se de pessoas que possibilitem ou permitam a troca
de carinho, o viver com mais amor, que pode se concretizar em
atitudes de filantropia que geram benefícios para quem recebe e
muita gratificação para quem se dispõe a
realizá-la.</p>
<p><span></span>
É necessário construir ao longo da vida sentimentos verdadeiros
laços fortes, que permitirão ter um envelhecimento saudável, feliz,
digno, com sabedoria mudando o estereótipo de que ser velho é
triste, que a vida não tem mais valor ou sentido, que velho é
inútil e que não contribui, o que não é verdade, pois já está se
abrindo, inclusive, setores do mercado para os mais velhos, até em
setores por demais valorizados pelos jovens, como o setor
publicitário, da moda, das artes.</p>
<p><span></span>
Há que se derrubar preconceitos relacionados com a idade, que
muitas vezes não são oriundos só dos mais jovens, mas do próprio
idoso, achando que não tem direito a certas coisas, em decorrência
da idade e deixando de exercer sua
cidadania.</p>
<p><span></span>
A vida não pára só porque as pessoas estão mais velhas, e pode se
constituir em tempo de realizar velhos sonhos, transformando-os em
novos projetos.</p>
				</div>			</content>			<id>http://icsvargas.bloguepessoal.com/179141/UMA-DOCE-MANEIRA-DE-ENVELHECER/</id>			<link href="http://icsvargas.bloguepessoal.com/179141/UMA-DOCE-MANEIRA-DE-ENVELHECER/" />			<author>				<name>icsvargas</name>				<uri>http://icsvargas.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2009-06-22T19:02:33+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>FENADOCE,HISTÓRIA, REALIDADE E SONHO</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Iniciou mais uma
Fenadoce o que para mim sempre gerou expectativa, pois é um evento
de grande porte, que contempla toda metade sul, oportunizando
lazer, festa, e novos empreendimentos.</p>
<p><span></span>
Desde que começou a Fenadoce, só não estive na primeira que foi
realizada no ginásio de esportes da UCPEL no Laranjal, porque, na
época, passava férias em outro estado e na do ano passado, por
motivos pessoais que não me permitiram estar presente, embora
acompanhando pela imprensa o que lá
ocorria.</p>
<p>
A segunda e a
terceira que se realizaram na Associação Rural já apresentava
expositores de fora da cidade.</p>
<p><span></span>
Da que foi realizada na Fiação e Tecidos, remodelada para o evento
com o porte que tinha na época, recordo o dinamismo e o intenso
trabalho de Gilberto Bonow e Édison Nobre.</p>
<p><span></span>
Com a 5ª Fenedoce a festa tomou maiores proporções, com um belo
desfile de carros alegóricos pela Avenida Bento Gonçalves,
destacando-se o da Rainha da Feira, que na época chamava-se Festa,
se não estou enganada, com a bela Rainha a saudar o grande público,
alem da participação de vários segmentos da sociedade, inclusive os
Clubes Sociais, entre os quais estava a Sociedade Italiana com a
sua primeira Rainha (uma de minhas filhas) e várias
tituladas.</p>
<p><span></span>
Desde esta edição que a Fenadoce passou a ser realizada no Centro
de Eventos (antiga fábrica de conservas), crescendo a cada ano e
com divulgação, no centro do país, inclusive com a compra do prédio
alguns anos após.</p>
<p><span></span>
Logo a seguir a escolha da soberana da feira passou a ser realizada
por concurso. Tive a alegria de minha outra filha ser escolhida
como a Rainha da 9ª FENADOCE.</p>
<p><span></span>
Discordei quando foram restringidos os estandes para o pessoal de
fora da cidade, mas aplaudi veementemente com a mudança da praça de
alimentação, que se tornou um ponto de encontro de famílias, de
jovens durante o período da feira, à noite, nos dias de semana e
todo o dia, nos finais de semana, em decorrência da qualidade dos
produtos servidos e pela segurança do local, com estacionamento
seguro em todo o evento.</p>
<p><span></span>
A modificação no local, ou melhor, do aprimoramento das condições
do local, (cobertura), pisos, climatização, melhoria de sanitários,
ampliação da área gastronômica com restaurantes de nome na cidade,
o palco fixo, com excelentes condições, os painéis com réplicas de
prédios históricos ressaltando a beleza e a importância do
patrimônio arquitetônico foram questões marcantes na consolidação
do evento como um dos maiores do país, com grande cobertura da
televisão, dos jornais e das emissoras de
rádio.</p>
<p><span></span>
A qualidade dos espetáculos ali realizados também é fator
importante na atração de maior público.</p>
<p><span></span>
No dia 03 lá estive e apesar de ser cedo para qualquer julgamento,
pois alguns estandes estavam terminando de ser arrumados pelos
expositores, gostei das inovações que vi. O castelo, a exposição
dos vestidos das soberanas, as modificações na estrutura da festa
já deram um bom indício.</p>
<p><span></span>
Sei que já existe o museu do doce, por isto creio que não é
necessário criar um museu da Fenadoce, mas incrementar este museu
já criado. Creio que a CDL deve ter um bom acervo a ser organizado,
assim como a comunidade poderia doar peças para o museu que sem
dúvida seria mais um chamamento à visitação, além da exposição das
fotos de todas as soberanas, dos concursos, dos presidentes de cada
feira, das fotos de cada edição mostrando a evolução, réplicas
artesanais de todos os tipos de doce, com as peculiaridades de cada
um, como a procedência, os bonecos que foram utilizados para
divulgar outras edições, roupas e fotos das meninas que foram
princesinhas e doçurinhas da Fenadoce, painel com nome de todos os
expositores, comercias, industriais, institucionais de todas as
feiras, além de um mural com fotos das autoridades e outros de
visitantes que passaram pelas edições, manutenção de um acervo de
jornais locais, estaduais nacionais e revistas de edição nacional
que noticiassem ou cobrissem o evento.</p>
<p><span></span>
É importante valorizar e eternizar o nome daqueles que ao longo das
edições colaboraram para o engrandecimento da feira e de Pelotas,
por isto fotos ou placas com os nomes dos presidentes da CDL e suas
respectivas diretorias deveria ter no local, assim valorizariam a
participação daqueles cujo trabalho e apoio foram decisivos e
merecedores de serem eternizados em um museu com local fixo no
centro de eventos, entre os quais cito Jaime
Moreira.</p>
<p><span></span>
Achei muito interessante a divulgação da fábrica de ladrilhos
hidráulicos, que produzem verdadeiras obras de arte, a tapeçaria
feita a partir dos desenhos e cores dos ladrilhos que assisti no
programa Jornal do Almoço de ontem, dia
05.</p>
<p><span></span>
É de ressaltar a excelente cobertura da mídia com a gravação do
Jornal do Almoço, Galpão Crioulo e parte do Patrola (entradas) aqui
no local.</p>
<p><span></span>
Para encerrar, o que achei de mais encantador, que foi a aposta em
um desfile temático o que mostra amadurecimento do
empreendimento, comprovando que para se ter retorno é necessário
planejamento e investimento e, sobretudo, sensibilidade, pois o que
foi apresentado toca não só crianças e jovens, mas adultos que
apesar das agruras da competição e da violência do cotidiano não
endureceram seus corações e se permitem a alegria e o encantamento
proporcionado pelas coisas que remetem à pureza, simplicidade, a
infância, aos sonhos, que recontam o passado, a cultura e que
mostram a importância do trabalho artístico e profissional
realizado por quem criou os bonecos, as vestimentas e todos os
elementos apresentados no desfile de
abertura.</p>
<p>créditos de imagem: Edu
Rickes</p>
<p><span></span></p>
<p></p>
				</div>			</content>			<id>http://icsvargas.bloguepessoal.com/176515/FENADOCE-HIST-RIA-REALIDADE-E-SONHO/</id>			<link href="http://icsvargas.bloguepessoal.com/176515/FENADOCE-HIST-RIA-REALIDADE-E-SONHO/" />			<author>				<name>icsvargas</name>				<uri>http://icsvargas.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2009-06-18T15:17:43+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>O OUTRO LADO DA COPA</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>
Foram
divulgadas as cidades onde ocorrerão os jogos da Copa do Mundo de
2014 no Brasil. Será a segunda vez que o nosso país será sede de
uma copa, a primeira foi em 1950, perdida para nosso vizinho
Uruguai.</p>
<p>
A divulgação
foi muito comemorada pelas cidades que foram escolhidas, entre
dezessete que haviam sido visitadas, vistoriadas e catalogadas pelo
pessoal da FIFA. Nada de novo com relação às selecionadas. Acertei
todas elas, levando em conta à lógica e o que se conhece de cada
uma delas considerando a região, o aspecto econômico, físico, o
desenvolvimento, as belezas naturais, a questão educacional e o
potencial de recursos. No sul as escolhidas foram Porto Alegre e
Curitiba, (acredito que Florianópolis foi prejudicada pelo problema
viário e pela situação referente ao tamanho e capacidade do
aeroporto, apesar da beleza do litoral). Rio , São Paulo e Brasília
são as obrigatórias,sem necessitar de qualquer justificativa. No
norte, Manaus, situada no pulmão do planeta e que concentra os
olhares do mundo, obviamente não poderia estar à margem. No
nordeste, Fortaleza, Natal, Recife e Salvador por serem as capitais
do nordeste mais desenvolvidas, pela proximidade com os outros
continentes, pela beleza natural, pelo poder político lá
concentrado, pela situação aérea relativamente bem desenvolvida
pelo intenso fluxo turístico. As outras duas, Belo Horizonte, pela
força política, esportiva, cultural além daquelas razões já citadas
anteriormente e Cuiabá para ficarem contempladas todas as regiões,
pois Brasília entra em outro critério.</p>
<p>
Fiquei muito
entusiasmada com o fato, imaginando todas as vantagens que poderão
advir para estas cidades escolhidas. Todo anfitrião gosta de fazer
bem as honras da casa, assim, muitos milhões serão investidos em
obras para melhoria e construção de estádios (que no futuro poderão
ser utilizados em projetos sociais e educacionais para inclusão de
crianças e adolescentes provindos de áreas de risco ou situação de
exclusão) assim como ocorre no Estádio do River Plate, em Buenos
Aires, onde embaixo das arquibancadas funcionava escola, área para
dança, basquete e outras práticas quando lá estive. As rodovias
terão grande investimento, assim como merecerão atenção aeroportos,
rodoviárias e trens urbanos.</p>
<p>
Haverá, sem
dúvida, investimento privado e público em grande escala (espero que
bem gerenciados e com muita transparência). Os reflexos serão
sentidos na área comercial, industrial, turística, econômica, de
comunicação (que foi de grande peso na escolha do Brasil para
sediar a copa, pelo excelente nível tecnológico), educacional e
cultural e de gerenciamento de recursos humanos.</p>
<p><span></span>
As instituições públicas deverão ter melhorias em seus efetivos
quer no que tange a treinamento e qualificação profissional como em
equipamentos.</p>
<p><span></span>
Assim como ocorreu uma onda verde-amarela por ocasião da última
Copa do Mundo, isto deverá se multiplicar pelo fato de ser
desenvolvido em nosso território.</p>
<p>
É interesse
nosso, como brasileiros, que a imagem a ser mostrada no exterior
seja a melhor possível, (sem esconder as misérias debaixo do
tapete), de modo que deve haver políticas voltadas para situação
daqueles que vivem à margem de qualquer desenvolvimento. Os olhos
do mundo estarão atentos ao que aqui ocorrerá, oportunidade
importante para mostrar a diversidade que faz deste país um
continente, não só no aspecto físico, mas cultural e étnico, de
modo a apagar a imagem de violência que se propaga para o
mundo.</p>
<p>
É
hora de convocar as grandes empresas, que aqui operam e obtém
grandes lucros para auxiliarem nesta empreitada.<span></span></p>
<p>
Um outro
aspecto é que as cidades do entorno das capitais também se
beneficiarão do fluxo turístico, mas para que isso ocorra será
necessário um trabalho que deverá ser planejado desde agora, de
modo a atrair os turistas que chegarem às capitais. Com todo
potencial e vocação turística, com a propaganda intensa não será
difícil imaginar o quanto a serra gaúcha atrairá de visitantes. E
nós da metade sul vamos deixar que todos os benefícios ou vantagens
sejam absorvidos só por aquela região?</p>
<p>
<span></span>
Nossa região deve ter como objetivo receber um maior número de
turistas, quem sabe atraídos por projetos como o da costa doce que
envolve vários municípios, pela divulgação das peculiaridades de
cada uma das cidades, em especial Pelotas, e que isto possa ser
mostrado por meios de comunicação do mundo inteiro que estarão
presentes no evento. É necessário divulgar a beleza da região, o
povo receptivo para que a imagem extremamente violenta que é
propagada ao mundo seja mudada e que não encontremos mais ninguém
que ainda pense que o Brasil é só Rio de Janeiro, escola de samba e
o restante selva ou o que é pior, que a capital do país seja Buenos
Aires como até alguns anos atrás.</p>
<p>
crédito
imagem: www.wc2014.blogspot.com</p>
				</div>			</content>			<id>http://icsvargas.bloguepessoal.com/174952/O-OUTRO-LADO-DA-COPA/</id>			<link href="http://icsvargas.bloguepessoal.com/174952/O-OUTRO-LADO-DA-COPA/" />			<author>				<name>icsvargas</name>				<uri>http://icsvargas.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2009-06-05T20:14:33+02:00</updated>		</entry></feed>