<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">		<title>http://heldon.bloguepessoal.com</title>		<id>http://bloguepessoal.com/</id>		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://heldon.bloguepessoal.com/atom.xml" />		<subtitle><![CDATA[Espaço das idéias]]></subtitle>		<rights>Copyright (c) 2006, Hi-pi</rights>		<generator>Hi-pi ATOM generator</generator>		<author>			<name>Hi-pi</name>			<uri>http://heldon.bloguepessoal.com</uri>		</author>		<updated>2009-08-28T22:57:56+02:00</updated>		<entry>			<title>Desfaleço</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><span>
Frias, muito frias estão as minhas mãos</span></p>
<p><span>
Desafogueadas repentinamente me sinto fraco</span></p>
<p><span>
A anormalidade necessita de trato</span></p>
<p><span>
Mole, mole, mole, tento deitar</span></p>
<p><span>
O chão como cama abarcar</span></p>
<p><span>
</span></p>
<p><span>
Somente lembro-me de sobreviver</span></p>
<p><span>
O mal estar contínuo é pra forte tremer</span></p>
<p><span>
Quantos como eu estão assim há anos</span></p>
<p><span>
Agonizando no corpo e no coração</span></p>
<p><span>
Sem tratar das mãos</span></p>
<p><span>
</span></p>
<p><span>
Pernas cambaleando suor extremo</span></p>
<p><span>
Choro sem lágrimas e agonia geral</span></p>
<p><span>
Sem posição confortável, palavra amável</span></p>
<p><span>
Nunca existirá</span></p>
<p><span>
Preciso levantar</span></p>
<p><span>
</span></p>
<p><span>
Põem-te em ajuda simples e equilibrada</span></p>
<p><span>
Tomando a minha vida enfadada</span></p>
<p><span>
Debilitando minuto a minuto</span></p>
<p><span>
Sem forças e desarraigada</span></p>
<p><span>
Antes que me venha o luto</span></p>
				</div>			</content>			<id>http://heldon.bloguepessoal.com/202192/Desfale-o/</id>			<link href="http://heldon.bloguepessoal.com/202192/Desfale-o/" />			<author>				<name>heldon</name>				<uri>http://heldon.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2009-08-28T22:57:44+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>AGORA É TEMPO!</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><span>Agora
já passou, e logo é
Outrora.</span></p>
<p><span>O tempo é contínuo
e não se pode interromper.</span></p>
<p><span>O presente só é
presente enquanto se sente.</span></p>
<p><span>Quando deixamos de
sentir, é passando não presente.</span></p>
<p><span></span></p>
<p><span>Muito tenho que
saber a respeito do tempo</span></p>
<p><span>Que o tenho a
qualquer hora, mas nunca a
contento.</span></p>
<p><span>Ele passa e me diz
que o aproveitei,</span></p>
<p><span>Se mal ou bem, sei
que dele usei.</span></p>
<p><span></span></p>
<p><span>Amanhã vou
resolver, mas quando chegar amanhã, já é
hoje.</span></p>
<p><span>Onde está o amanhã
que esperei?</span></p>
<p><span>Onde está o tempo
do amanhã que eu mesmo me dei?</span></p>
<p><span>Está na evolução
dinâmica do tempo que do tempo
herdei.</span></p>
<p><span></span></p>
<p><span>A se eu pudesse
segurar o agora,</span></p>
<p><span>Para que ele um dia
sentido, não passasse a ser
outrora.</span></p>
<p><span>Não envelheceria,
nem a noite chegaria,</span></p>
<p><span>E à luz do dia
brilharia a prataria.</span></p>
<p><span></span></p>
<p><span>Não tem graça o
tempo ir e o agora ser
outrora</span></p>
<p><span>Ser feliz sem seu
domínio não garante juventude</span></p>
<p><span>Toda minha atitude
marcada estar pra morrer,</span></p>
<p><span>Não tem jeito, em
um tempo que não sei, não vou mais
ser...</span></p>
<p><span></span></p>
<p><span>Vai, corre,
aproveita. É agora!</span></p>
<p><span>Ou foi
outrora?</span></p>
<p><span>Não importa, sempre
foi assim que vivemos.</span></p>
<p><span>O tempo nos mostra
que com ele não podemos.</span></p>
<p><em>Heldon
Menezes.</em></p>
<p></p>
				</div>			</content>			<id>http://heldon.bloguepessoal.com/201432/AGORA-TEMPO/</id>			<link href="http://heldon.bloguepessoal.com/201432/AGORA-TEMPO/" />			<author>				<name>heldon</name>				<uri>http://heldon.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2009-08-25T20:18:04+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Educação e Tecnologias  Vamos encarar!</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>
Creio ser
quase impossível dissociar qualquer tentativa de acesso à educação
do envolvimento com novas, ou mesmo, as consideradas
obsoletas tecnologias. A prova disso é que estamos a
cada dia nos deparando com facilidades e soluções que abrem um
leque de opções para que as pessoas busquem educar-se, não
significando dizer que se trata apenas do ensino meramente
escolar.</p>
<p>
A proposta construtivista nos encaminha para algo que
jamais estará, em sua totalidade, pronto e acabado. No entanto,
entender que o já existente não pode ser criticado e repensado para
ser aprimorado é algo que determinará a falência de diversos
projetos educativos em andamento.</p>
<p>
O acesso a
internet e a divulgação boca-a-boca das mais variadas tecnologias
nos remete a um mundo de imensidão informacional que precisa ser
tratado. A elaboração de tudo que envolve educação deve ser
pensando desarticulado dos paradigmas conservadoristas, e porque
não dizer, preconceituosos, para que novos aprendizados se
convertam a um novo processamento que demanda da necessidade de
aprender com a máxima eficácia e com isso se utilize,
equilibradamente, de novas técnicas.</p>
<p>
O processo de
ensino deve ter como foco o sucesso da aprendizagem. Isso não
ocorre no ambiente escolar atual por vários motivos, mas acredito
que um dos pontos críticos que impulsiona a diferença entre o
planejado e o obtido está na vertente avaliativa da educação. A
avaliação dos alunos e incapaz de certificar ou não com a exatidão
que a educação precisa fazê-lo. Somente a avaliação que é feita
atualmente é pouco para avaliá-los, pouco para definir as
principais nuances do processo que resulte, por exemplo, no produto
das notas do ENEM. Esta condição precisa ser revista urgentemente.
Somos capazes de construir computadores que detectam o ato de
mentir, e não conseguimos usar essa tecnologia para avaliar mais
intimamente o que acontece de verdade com os alunos no
Brasil.</p>
<p>
A vida
prática, o contexto em que os alunos estão envolvidos, seus acessos
(a determinada tecnologia), suas culturas étnicas, seus anseios,
desejos, devem ser os motivos de um pensar tecnológico-educacional
a ser aplicado. Como exemplo de tempo perdido em relação a um
encaminhamento de disciplina para que aprendamos, cito meu próprio
período de aprendizado. Estudei logaritmo, fiz os cálculos para ser
bem avaliado à época do teste, e hoje, não sei mais fazer e nunca
me serviu pra nada na vida.</p>
<p>
Equívocos
como esses (a meu ver...), representam prejuízos ao aluno e não
estimulam o estudo. Por que o estudo não é capaz de funcionar e não
é encarado da mesma forma que as nossas preferências pessoais no
campo da arte, do lazer, dos lugares que gostamos de freqüentar?
Essa pergunta, os alunos gostariam de fazer aos grandes
planejadores de nosso sistema educativo. Qualquer proposta de
construção que inclui o aluno como opinante é construtivista e
acima de tudo respeitadora. Podemos assim saber como se comporta em
relação a julgamentos, percepção de soluções, tirocínio,
criatividade e a sua colocação no mundo como alguém que infere e
que tem suas responsabilidades.</p>
<p>
O professor
ainda tem um grande papel em todo processo educativo-escolar e
social que os alunos precisam e na verdade querem desfrutar. Mas
esse desfrute precisa ser com parceria e prazeroso. As tecnologias
devem ser chamadas a agrupar as ferramentas que fazem com que a
tarefa tenha a ajudada ciência tecnológica que está aí, todos os
dias, nos bajulando a entendê-las. Não produzimos para não usar
 Produzimos para usar. Somos consumidores de muitas coisas
supérfluas, mas o que de fato deveria ser o nosso alvo e o que
realmente deveríamos usar de novidade no intuito de ajudar, seria
as formulações educacionais com ajuda das tecnologias, na
construção de pessoas.</p>
<p>
A
mecanicidade em torno de tudo que a educação proporciona em seus
planejamentos é simplesmente para não deixar de fazer. E pode ser
que até mudem a técnica, mas não a direção, seja pelo menos para
arriscar, experimentando novos desafios. Até que apareça outra
maneira de se experimentar o mesmo método que invada décadas e
décadas à frente dos anos, ao mesmo tempo em que, frustra a
oportunidades de novas experiências. Temos medo do
erro.</p>
<p>
Convido-os a
mergulhar em um mar de possibilidades que está a nossa frente com
essa característica única de vivenciar ensino, aprendizagem,
experiências, idéias, para descobrirmos no fundo desse imenso mar,
espécies e mais espécies que só enobreceram nosso
esforço.</p>
<p>Heldon
Menezes.</p>
				</div>			</content>			<id>http://heldon.bloguepessoal.com/186978/Educa-o-e-Tecnologias-Vamos-encarar/</id>			<link href="http://heldon.bloguepessoal.com/186978/Educa-o-e-Tecnologias-Vamos-encarar/" />			<author>				<name>heldon</name>				<uri>http://heldon.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2009-07-11T20:40:06+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Loucupletando</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>
<span><strong><em>Loucu</em></strong>pletando</span></p>
<p>
<span></span><span>Será que
eu sou eu, ou eu sou outro? Sim, eu sei que sou, mas sou o que, ou
quem?</span></p>
<p>
<span>Na fadada ética e reflexão da vida creio que sou apenas
uma parte do que penso e os que convivem comigo é que sabem e vêm
as outras partes que de mim fazem parte e essas pessoas sabem se
sou o que digo ser, ou pelo menos, expresso, mesmo que afastado da
verdadeira realidade, quem digo ser (mesmo
calado).</span></p>
<p><span>Quando
nasci queriam que eu fosse alguém, mas eu já o era... Em formação,
com todas as construções alimentadas pelo meio em que vivi; pela
família, sociedade, sentimentos, percepções e defesas naturais de
nossa vida e personalidade, mas com certeza, eu já era alguém.
Oh... Que constatação (óbvia)!</span></p>
<p>
<span>Meus pais queriam que eu me tornasse homem de uma forma,
talvez meus tios de outra forma, meus vizinhos de outra e todos os
que conviviam comigo, ao identificarem possíveis talentos e
aptidões, costuravam e conjecturavam quem eu poderia
ser.</span></p>
<p>
<span>Na estrada da construção de nossa vida, cada um de nós,
enquanto ser sonhador e vibrante (o meio nos leva a isso) se
envolve com muitos desejos, mas, um deles é unânime: De nos
tornarmos alguém que primeiramente nos agrade, e assim, creio que
implicitamente à este desejo, esteja também (penso eu) o
pseudo-poder de atrairmos à nós as pessoas com as quais desejamos
ter convívio saudável e prazeroso.</span></p>
<p><span><span></span>
Será que eu sou eu mesmo? Essa foi a pergunta lá do início disso
que você está lendo. E como respondê-la se minha essência tem uma
consciência formada com padrões que eu estabeleci como importantes
e vitais; a tudo que considero bom ou mau e que não consigo
expressar?.</span></p>
<p>
<span>Creio que os meus atos mascaram a minha íntima verdade e
vontade. Na maioria das vezes não sou eu mesmo que ajo, ou falo, ou
me pronuncio como essa essência quer. Por conveniências sociais,
sentimentais, éticas e normas estabelecidas desde os primórdios
(desde sempre) vivo em conflito comigo mesmo. Pode? Pode
sim.</span></p>
<p>
<span>Para que eu seja eu, preciso de verdade deixar de ser
outro que não sou e nunca fui (na essência). Preciso saber que as
conseqüências de ser eu mesmo levaram a morte do ser
que só trago comigo porque o alimentei com a mentira de que é
melhor ser assim, sabe-se lá se de maneira inteligente ou não.
(afinal o que é ser inteligente) Quem garante?
Ninguém.</span></p>
<p>
<span>Ninguém garante nada! Estamos envolvidos por uma
soberania divina; isso eu sei. Nenhum pai ou mãe de quem quer que
seja escolheu nascer e não escolherá morrer (mesmo o suicida). O
que eu sou alguém já foi, mas o interessante é que ninguém foi
exatamente como eu fui, ou sou, ou como alguém foi outrora. Vivemos
de modo igual, mas de maneiras únicas e peculiares. Diferentes e
iguais... Como é isso? Ninguém pode responder com total precisão.
Só se sabe que se é o que se tem idéia que se é, mas não
necessariamente se é o que se pensa.</span></p>
<p>
<span>Não me critique. Você também tem lá suas dicotomias ou
tricotomias que te fazem questionar muitas coisas. Pense sobre isso
de forma mais profunda. Quando nos predispomos a nos esvaziar de
conceitos fabricados e buscamos a essência para as respostas que
nos inquietam, elas geralmente nos surpreendem. Louco eu? Ok... Até
aceito a qualificação, desde que me diga o que é "ser
normal".</span></p>
<p>
<span>Escreva-me e diga quem você é. Duvido ter sucesso total
na descrição!!! Mas... Vai lá, tenta... Com certeza vou aprender um
pouco mais, mas creio que haverá diversão de primeira
qualidade.</span></p>
<p><span></span><span>Heldon
Menezes</span></p>
<p></p>
				</div>			</content>			<id>http://heldon.bloguepessoal.com/185597/Loucupletando/</id>			<link href="http://heldon.bloguepessoal.com/185597/Loucupletando/" />			<author>				<name>heldon</name>				<uri>http://heldon.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2009-07-06T16:52:26+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Mulheres Maravilhosas</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Juíza de Cururupu determina bloqueio de parte dos recursos do
município</p>
<div>
<div> </div>
<div>2 de julho de 2009 às 15:57</div>
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<p><span>A juíza de Cururupu, Lúcia de
Fátima Silva Quadros, determinou o bloqueio de sessenta por cento
dos recursos depositados nas contas bancárias do município,
relativos ao Fundo de Participação de Municípios  FPM, até
que sejam pagos todos os servidores municipais efetivos em
atraso.</span></p>
<div><span>A decisão atende a ação civil
pública do Ministério Público Estadual da comarca, com vistas a
garantir o pagamento dos salários em atraso dos funcionários,
relativos aos meses de maio e junho de 2009.</span></div>
<div><span></span></div>
<div><span>De acordo com a decisão,
efetuado o bloqueio, o gerente da agência bancária deve proceder à
transferência dos valores bloqueados para a conta de depósito
 folha de pagamento dos servidores públicos municipais, para
fins de pagamento imediato e exclusivo dos salários em
atraso.</span></div>
<div><span></span></div>
<div><span>O documento determina ainda a
intimação do secretário de administração municipal para que
o mesmo encaminhe ao Banco do Brasil do município, no prazo de 48
(quarenta e oito) horas, a folha de pagamento de todos os
funcionários em atraso, mês a mês, bem como os respectivos contra
cheques e folhas suplementares necessárias para efetivação do
pagamento.</span></div>
<div></div>
<div><span>A multa diária em caso de
descumprimento da decisão é de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) para o
município e de R$ 1.000,00 (mil reais) para a instituição
financeira.</span></div>
<div><span><em>Se medidas assim fossem tomadas todos os dias,
seríamos mais respeitados do que somos hoje. Parabéns Dra.
Lúcia...</em></span></div>
<div><span><em>Heldon.</em></span></div>
</div>
				</div>			</content>			<id>http://heldon.bloguepessoal.com/184766/Mulheres-Maravilhosas/</id>			<link href="http://heldon.bloguepessoal.com/184766/Mulheres-Maravilhosas/" />			<author>				<name>heldon</name>				<uri>http://heldon.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2009-07-03T15:57:27+02:00</updated>		</entry></feed>