<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0">	<channel>		<title>[bloguepessoal.com] harrypotterfanfic : <![CDATA[Harry Potter - O Regresso da Magia]]></title>		<link>http://harrypotterfanfic.bloguepessoal.com</link>		<description><![CDATA[Harry Potter - O Regresso da Magia]]></description>		<language>pt</language>		<copyright>Copyright (c) 2006, Hi-pi</copyright>		<generator>Hi-pi RSS 2.0 generator</generator>		<docs>http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss</docs>		<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 14:38:41 +0200</pubDate>		<image>			<title>harrypotterfanfic.bloguepessoal.com</title>			<link>http://harrypotterfanfic.bloguepessoal.com</link>			<url>http://staticblog.hi-pi.com//images/avatar.gif</url>		</image>		<item>			<title><![CDATA[Novo capítulo]]></title>			<description><![CDATA[<p>[if gte mso 9]> Normal 0 21 false false false PT X-NONE
X-NONE [if gte mso 9]>  
[if gte mso 10]></p>
]]></description>			<link>http://harrypotterfanfic.bloguepessoal.com/232345/Novo-cap-tulo/</link>			<comments>http://harrypotterfanfic.bloguepessoal.com/Novo-capitulo-07122009-143722-lp-232345.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://harrypotterfanfic.bloguepessoal.com/232345/Novo-cap-tulo/</guid>			<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 14:37:22 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Mudanças]]></title>			<description><![CDATA[<p>POR PENSAR QUE É CHEGADO O TEMPO DE EXERCER ALGUMAS MUDANÇAS
ESTE BLOG PASSARÁ A FUNCIONAR EM : </p>
<p><a href=
"http://harrypotteoregresso.blogspot.com/">harrypotteoregresso.blogspot.com</a></p>
<p> </p>
<p>ESPERO QUE GOSTEM E QUE COMENTEM;;</p>
<p>UM NOVO CAPÍTULO ESTÁ A SER TERMINADO MAS ESTOU JÁ EM CONDIÇÕES
DE POSTAR (ESTA NOITE) UMA PRIMEIRA PARTE DO TERCEIRO CAPÍTULO!</p>
<p> </p>
<p>pOR ISSO JÁ SABEM, APAREÇAM E COMENTEM A MUDANÇA!!!</p>
]]></description>			<link>http://harrypotterfanfic.bloguepessoal.com/94488/Mudan-as/</link>			<comments>http://harrypotterfanfic.bloguepessoal.com/Mudancas-13102008-194334-lp-94488.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://harrypotterfanfic.bloguepessoal.com/94488/Mudan-as/</guid>			<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 19:43:34 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Próximos capítulos]]></title>			<description><![CDATA[<p>Aqui vai um pedido de desculpa e uma promessa de novo texto para
a próxima semana. Percebo que seja extenuante a espera por novos
capítulos mas por motivos profissionais estive ausentado do
processo criativo da escrita; Voltarei então ao activo na próxima
semana!</p>
<p> </p>
<p>Obrigado, Roberto Mendes</p>
]]></description>			<link>http://harrypotterfanfic.bloguepessoal.com/93296/Pr-ximos-cap-tulos/</link>			<comments>http://harrypotterfanfic.bloguepessoal.com/Pr-ximos-capitulos-09102008-170622-lp-93296.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://harrypotterfanfic.bloguepessoal.com/93296/Pr-ximos-cap-tulos/</guid>			<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 17:06:22 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[3ªContinuação- Final do segundo Capítulo]]></title>			<description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">Uma luz mágica
invadia o ambiente, o branco dominava. Parecia não haver
céu, parecia não existir chão. Tudo se
alongava num interminável branco celestial. A entrada de
Harry e de todos os outros cortou o ambiente, impedindo o branco de
reinar. De súbito brumas de várias cores inundaram a
sala. Não demorou muito para que todos se vissem rodeados
por estas bizarras brumas amarelas, verdes, azuis e vermelhas, de
cheiros fortes e diversos. As brumas foram crescendo até
inundarem tudo o que se via, preenchendo todos os espaços.
Sentiram-se perdidos, mas o medo não se apoderou deles,
permaneceram quietos durante alguns momentos em que experimentaram
uma forte dificuldade em respirar, tal como um ardor enorme nos
olhos que se foram fechando até à escuridão
total. Quando todos conseguiram abrir os olhos as brumas tinham
desaparecido. A sala não era a mesma que haviam encontrado!
Estavam agora entre quatro paredes de pedra polida, de tons
amarelados; A sala era quadrada e nada mais a ornamentava a
não ser uma mesa de pedra branca ao centro onde se via um
corpo de longas barbas brancas que ostentava vestes de cor
púrpura. Uns óculos escondiam os seus brilhantes
olhos azuis. Os seus braços estavam cruzados segurando um
ceptro impregnado de runas indecifráveis que parecia muito
antigo.</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">
<span>           </span>
- Dumbledore! &ndash; Gritou Hagrid que se prostrou de joelhos
enquanto soluçava, sendo imitado por Macdonagall, Ginny e
Neville; Harry, Ron, Kingsley e Hermione permaneceram nos seus
lugares, não choravam pois os sorrisos tinham-se alastrado
pelos seus espíritos.</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">O corpo de Albus
Dumbledore descansava sobre a magnífica mesa de pedra; a sua
expressão parecia ser de serenidade.</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">
<span>           </span>
Durante alguns minutos nada aconteceu, estavam todos em
silêncio em volta do corpo do mestre. Como havia o corpo
chegado ali? Era a pergunta que a todos assolava.</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">
<span>           </span>
Uma melodia principiou no ar, Fawkes empreendeu um pequeno voou
sobre o corpo de Dumbledore, lágrimas mágicas iam
caindo dos seus olhos, desciam pelo ar até caírem
sobre o corpo. Uns olhos abriram. Pequenos movimentos
tímidos podiam ser percebidos: primeiro os
dedos...depois as mãos...finalmente um sorriso que
rasgou a face do maior feiticeiro de todos os tempos: Albus
Dumbledore estava vivo!!!</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">
<span>           </span>
O mestre levantou-se, os seus olhos estavam marejados de
lágrimas, olhou Harry e abraçou-o longamente. Depois
fez o mesmo com todos os outros, demorando-se um pouco mais com
Hagrid e Macdonagall; Parecia impossível mas era verdade.
Com a ajuda de Fawkes haviam encontrado o seu corpo, permitindo
assim que o espírito de Dumbledore o voltasse a preencher. O
momento era de pura alegria. Mas a pouco e pouco o ambiente foi-se
desvanecendo, pois todos sabiam que não fora apenas
Dumbledore quem regressara. Por esta altura também Voldemort
podia já ter encontrado um corpo que não o rejeitasse
como o corpo de Albus Dumbledore o havia feito. E o terror voltaria
de novo. Por isso a expressão de Dumbledore se apresentava
tão séria quando se dirigiu a todos eles, a sua voz
acusava um tom de nervosismo misturado com receio:</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">
<span>           </span>
- O que tenho para vos contar é longo e o tempo urge. A
situação é grave; Aquilo por que passei nestes
anos da minha ausência permitiram-me recolher
informação importante, bem como descobrir a fundo a
história que passou a mito, que por sua vez passou a lenda e
que por fim deu origem ao mais puro esquecimento do mundo
mágico. Como podemos nós permitir-nos a tal erro?
Não consigo responder a esta questão, por mais que
pense nela &ndash; todos bebiam as palavras de Dumbledore em
silêncio. &ndash; Quero contar-vos tudo meus amigos, e como
todas as histórias têm um princípio é
por lá que iremos começar. &ndash; Dumbledore
levantou nos braços o ceptro, bem acima da cabeça., e
proferiu algumas palavras. O ar ficou mais pesado, era
difícil respirar, do ceptro surgiu uma luz tão
brilhante que obrigou todos a fecharem os olhos. Uma
sensação de aperto surgiu, era quase
insuportável, parecia-lhes que se deslocavam a grande
velocidade, como se caíssem de um grande precipício.
Não ousaram abrir os olhos, já não aguentavam
mais quando de súbito tudo passou.</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">
<span>           </span>
- Já podemos abrir os olhos! &ndash; Exclamou
Dumbledore.</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">Todos o fizeram e
perceberam que se encontravam no que parecia ser uma
reunião. O edifício em que estavam parecia não
ter tecto, de tão alto que era. Janelas vidradas filtravam a
luz que escasseava. O ambiente era soturno, dispostos em centenas
de filas encontravam-se várias centenas de muggles que
ouviam em silêncio um muggle vestido com uma longa veste
branca ornamentada com uma cruz vermelha no peito. Do seu pequeno
pescoço pendia um colar que revelava uma nova cruz, esta de
ouro.</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">
<span>           </span>
- É uma missa! &ndash; Exclamou Hermione que logo receou ter
sido ouvida; olhou para as pessoas e esperou suspensa em
silêncio, mas a cerimónia decorreu sem parecer que a
tivessem ouvido. Hermione suspirou de alívio. Estavam numa
memória. Dumbledore sorriu, tinha recolhido algumas
memórias no mundo espiritual em que ficara preso após
a fatídica noite na torre de Hogwarts.</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">
<span>           </span>
- Estamos no ano 1154 numa Igreja Inglesa &ndash; começou
por explicar Dumbledore- O clérigo que procede à
cerimónia apresenta-se pelo nome de John de Salisbury . Foi
aqui que tudo começou! Ouçam bem meus amigos pois
aquilo que vão ouvir mudou para sempre o nosso destino
enquanto feiticeiros, mudou para sempre o nosso mundo!</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">
<span>           </span>
O clérigo levantou-se do seu trono de bela madeira forrada a
talha de ouro e todas as pessoas se levantaram para ouvir as suas
palavras. Harry olhava fixamente para aquela pequena figura gorda,
de faces rosadas cobertas de suor, a voz deste ser atarracado
ribombou pela Igreja : &ldquo;<em>Quem poderá ser tão
cego ao ponto de não ver em tudo isto uma pura
manifestação de maldade criada por demónios
que pretendem estabelecer a confusão? Estes Homens e
mulheres estão ligados ao Diabo, são seus servos,
vivem para servir o demónio, para voar nas horas mortas da
noite e devorar bebés, para comungar com o diabo em lugares
selvagens e inóspitos...&rdquo;</em> ; O discurso
continuava ainda quando Dumbledore os olhou, fazendo sinal que a
visita a esta memória havia terminado. As imagens da Igreja
começaram a esfumar-se e novamente a mesma
sensação de aperto e a luz brilhante os assaltou,
levando-os de novo à beira do desespero. Quando terminou
demorou alguns minutos para que todos pudessem recuperar as
forças. Harry foi o primeiro a abrir os olhos.
Encontravam-se agora num edifício bem mais pequeno, a
madeira imperava, em tons ora mais claros ora mais escuros. Algumas
filas de cadeiras estavam dispostas viradas para uma grande
secretária onde um Muggle vestido com uma toga negra se
encontrava, segurando um martelo de madeira escura e polida. Em
frente da grande secretária estava uma mulher completamente
amarrada por correntes a uma feia cadeira de ferro. Estavam num
tribunal Muggle! Dumbledore falou de novo:</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">
<span>           </span>
- Assistimos agora às primeiras consequências das
palavras que ouvimos o Clérigo proferir. Estamos num
Tribunal Irlandês no ano de 1314 e assistimos ao julgamento
de Lady Alice Kyteler, uma feiticeira. Julgamentos semelhantes
ocorriam neste tempo por todo o lado: Espanha, Portugal, Reino
Unido, Alemanha, Suiça...e a lista continua sem
parar.</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">O Juiz bateu três
vezes com o martelo na secretária. O silêncio reinava
na sala. &ldquo;<em>Lady Alice Kyteler, o tribunal considera-a
culpada dos crimes graves de bruxaria e associação ao
Diabo. O tribunal condena-a à morte na fogueira
pública...&rdquo;;</em> A imagem começou a
desaparecer e todos se prepararam para uma nova ronda de
esforço enquanto evoluíam para mais uma
memória. Estavam agora numa sala majestosa, coberta a ouro e
prata reluzente. Um Homem alto de pele muito branca com uma coroa
de diamantes e vestes preciosas de cor branca com uma cruz de
esmeraldas no peito estava sentado numa linda mesa de mogno
brilhante. Escrevia com uma preciosa pena de ganso numa folha de
papiro grosso.</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">
<span>           </span>
- Aproximem-se. &ndash; Pediu Dumbledore enquanto se inclinava para
ler o que o Homem escrevia. Todos fizeram o que ele pediu; de onde
se encontravam podia ler-se as palavras que a pena de ganso havia
desenhado. O título era &ldquo;<em>Summis Desiderantes
Affectibus&rdquo;</em>. Leram algumas palavras até que
perceberam o motivo daquele escrito. Era sobre a comunidade dos
feiticeiros: <em>&ldquo; chegou recentemente ao nosso conhecimento,
não sem que experimentássemos profunda dor, que
muitas pessoas de ambos os sexos, indiferentes ao caminho da
salvação, se desviaram da fé católica,
abusaram de si mesmas com diabos e através de encantamentos,
feitiçarias, conjuros e outras mágicas
horrívei, destroem o fruto do caminho do senhor, assim
Henrich Institutor e Jakob Sprenger serão delegados como
inquisidores destas depravações
heréticas&rdquo;;</em> A assinatura era do Papa
Inocêncio VIII e decorria o ano de 1484. Subitamente Hermione
levou a mão à sua testa e proferiu:</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">
<span>           </span>
- A lendária caça às Bruxas...o motivo
pelo qual o mundo dos feiticeiros é mantido em segredo dos
Muggles! Agora percebo...- Mas não conseguiu terminar a
frase pois de novo foram levados para uma nova memória.
Olhavam agora um enorme livro de capa de couro negro com o
título impregnado na capa.</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">
<span>           </span>
- O <em>Malleus Maleficarum</em>!!! &ndash; Exclamou Hermione,
horrorizada.</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">
<span>           </span>
- Muito bem Hermione, a tua inteligência é
ímpar. Mas pelo que vejo apenas para Hermione e para a minha
amiga de longa data, Macdonagall, este livro significa algo...
Hermione &ndash; chamou Dumbledore.</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">
<span>           </span>
- Sim Professor.</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">
<span>           </span>
- Importas-te de explicar o que significa este livro?</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">
<span>           </span>
- Claro que não Professor. &ndash; Hermione respirou fundo,
fazendo uma pausa antes de começar a sua
explicação &ndash; O <em>Malleus Maleficarum</em> foi
escrito pelos dois homens nomeados inquisidores pelo papa
Inocêncio VIII. É um terrível livro que causou
mais sofrimento que qualquer outro livro jamais escrito. O seu
objectivo era a aniquilação dos feiticeiros e
feiticeiras que partilhavam o mundo dos Muggles. A primeira parte
descreve as condições necessárias para a
prática da bruxaria e refuta sistematicamente os argumentos
contra a sua realidade. A segunda parte trata dos métodos
pelos quais as obras de bruxaria são executadas e dirigidas
e como podem ser anuladas. A terceira e última parte
é referente aos processos judiciais contra os feiticeiros,
as formas de identificação, acusação,
julgamento, tortura, condenação e sentença
desses infelizes. É claro que os Muggles estavam errados e
agiram sob pressupostos errados, mas originou a morte de mais de
200 mil feiticeiros e a tortura de outros tantos milhares.</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">
<span>           </span>
- Tu...Tu leste esse livro Hermione? &ndash; Perguntou Ron,
que estava aterrorizado.</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">
<span>           </span>
- Sim, mas não foi fácil...- Também
Hermione parecia abatida. Dumbledore interveio:</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">
<span>           </span>
- Obrigado Hermione, as tuas palavras
foram...bem...hum...elucidativas. Mas temos ainda
mais uma memória para observar, e a mais importante de todas
elas.</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">
<span>           </span>
Abriram os olhos, numa sala escura sem janelas, iluminada apenas
por algumas velas surgia uma enorme mesa redonda de pedra. No seu
tampo apareciam algumas runas semelhantes às encontradas no
ceptro que Dumbledore carregava. Uma reunião tomava lugar
naquela mesa. Algumas dezenas de feiticeiros de cara assustada e
espíritos delapidados discutam a melhor forma de resolver a
situação que tinha avançado sobre o mundo dos
feiticeiros. <em>&ldquo;Não podemos continuar mais
assim...temos de tomar o poder, fazer-lhes a eles o que eles
nos fizeram a nós, vingar-mos os nossos semelhantes, os
nossos amigos&rdquo;...</em> Salazar Slytherin tentava
convencer os seus interlocutores a agir, a tomar uma
acção drástica. Harry reconheceu Slytherin
instantaneamente, apesar de não saber bem porquê.
Sentiu o seu estômago revoltar-se, uma vontade enorme de o
atacar...alguns dos feiticeiros pareciam apoiar Slytherin, mas
uma voz ecoou em protesto &ldquo;<em>Não! Não seremos
nós melhores que eles? Não apregoamos nós a
injustiça do que nos acontece? Então porque
haveríamos de proceder às mesmas acções
hediondas? A nossa única hipótese é esconder o
nosso mundo, podemos viver isolados do mundo dos Muggles, talvez um
dia quando eles conseguirem compreender nós possamos juntar
de novo os mundos, esse dia chegará se nos nossos
corações ainda viver essa
esperança&rdquo;...</em>a voz de Godric Gryffindor
ressoou no espírito de Harry que de súbito se
acalmou. &ldquo;<em>Proponho que se faça a
votação&rdquo;</em> continuou Gryffindor. Apenas
alguns feiticeiros ficaram do lado de Slytherin, todos os outros
votaram a favor das palavras de Godric Gryffindor. E assim ficou
decidido, na data de 1670 que os feiticeiros esconderiam o seu
mundo, que construiriam escolas de magia e feitiçaria para
que se pudesse ensinar as mentes mais jovens. Mas as
decisões não ficaram por aqui! Já todos se
encontravam prontos para que a memória terminasse, contudo
Albus Dumbledore sorriu-lhes, mostrando assim que ainda havia mais.
De repente ouviu-se um grande estrondo, a pesada e enorme porta da
sala tinha caído, estatelando-se com toda a força no
chão. No lado de fora encontrava-se uma jovem feiticeira, os
seus olhos estavam completamente brancos, Harry e todos eles viram
os pés da feiticeira levitarem do chão, ficando
suspensa no ar. A sua voz ribombou por toda a sala:
<strong><em>&ldquo;</em></strong> <strong><em>A magia será
tomada pelo mal quando este desesperar, será sua sem ele
esperar...o mal perecerá mas a magia com ele
desaparecerá...e o escolhido tal testemunhará,
dois da morte irão regressar...a escola reabrirá
e ele recolherá os quatro artefactos...com as chaves da
fonte pura entrará na fonte e a todos irá guiar,
quando a decisão final chegar&rdquo;</em></strong> ...
O corpo da feiticeira caiu inerte no chão da sala. O sopro
da vida havia-a abandonado. A visão dissolveu-se no ar e de
novo se encontraram na sala onde Dumbledore havia ganho nova vida.
Fawkes ainda cantava a sua doce melodia. Dumbledore dirigiu-se a
todos eles:</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">
<span>           </span>
- Bem, agora estão todos em condição de
perceber o que realmente se passa. Desconfio que a profecia da
jovem feiticeira se tornou realidade e o mal realmente tomou a
magia, Tom Ridlle criou um laço inextrincável com a
magia, como o fez ainda não o sei, mas a partir do momento
da sua morte a magia começou a desaparecer. Dois regressaram
da morte, eu e Tom. Penso que quando a profecia refere o escolhido
se refere a Harry, que testemunhou tudo. E tudo se deve aos
acontecimentos horríveis que testemunhámos, pois
apenas devido aos actos hediondos que foram cometidos, contra
nós feiticeiros, foi tomada a decisão de esconder o
mundo da magia e de para isso serem criados quatro artefactos que
apenas pensei serem lendas...quatro artefactos que
levarão à fonte da magia, quatro artefactos que
trarão o poder absoluto a quem os possuir, que
poderão levar a que a magia pertença apenas ao
possuidor dos artefactos. Tom Ridlle quer esses artefactos e vai
procurá-los. Perceberam do que nos fala a profecia?</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">
<span>           </span>
- Dos últimos dias da magia, de uma escolha que
poderá mudar o nosso mundo para sempre! &ndash; Respondeu
Hermione de pronto, a sua voz denotava a gravidade da
situação.</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">
<span>           </span>
- Sim Hermione; Certa como sempre. Temos de seguir a profecia,
temos de encontrar os artefactos antes que cheguem às
mãos erradas, antes que a vingança de Salazar
Slytherin se faça mostrar pela força do seu seguidor.
Os dois mundos estão em jogo, não podemos falhar!</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">
<span>           </span>
- Mas como poderemos recolher os artefactos se não sabemos o
que são? &ndash; Perguntou Harry. Dumbledore esticou os
braços e mostrou o ceptro:</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">
<span>           </span>
- Este é um dos artefactos. Uma das chaves que trancou a
fonte da magia para separar os dois mundos. Sei que quatro escolas
de feitiçaria e Bruxaria foram criadas e que ao mesmo tempo
que foram criados os artefactos. Este ceptro estava aqui nesta sala
desconhecida de Hogwarts, uma sala que apenas o escolhido poderia
abrir, uma sala com uma guardiã inesperada: Fawkes! E foi
esta espantosa criatura que trouxe o meu corpo para esta sala e que
a todos guiou. Mas agora precisamos de um novo guia. &ndash;
Dumbledore olhava para Harry - Penso que os restantes artefactos
estarão escondidos em salas secretas nas demais escolas.
Conto com todos vós para que sejamos sucedidos nesta nova
missão que se nos depara.</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">
<span>           </span>
- Hogwarts abrirá de novo, e o seu velho mestre
voltará a dirigi-la. Não existe ninguém melhor
para o fazer.</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">
<span>           </span>
- Obrigado Kingsley, é muito amável da tua parte.</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">
<span>           </span>
- E mais, todos os feiticeiros serão chamados de novo para
ocupar as suas casas, os seus negócios, Gringotts
voltará a funcionar, tudo será como dantes!</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">
<span>           </span>
- Sim, mas o medo voltará. A felicidade não nos chega
sem a tristeza nos assolar; Mas as tuas palavras estão
certas Kingsley, por agora é o melhor a fazer, depois uma
demanda em busca das chaves da fonte da magia
começará! - Concluiu Dumbledore.
<span> </span><span> </span><span> </span><span> </span><span>
  </span></p>
<p> </p>
]]></description>			<link>http://harrypotterfanfic.bloguepessoal.com/68669/3-Continua-o-Final-do-segundo-Cap-tulo/</link>			<comments>http://harrypotterfanfic.bloguepessoal.com/3-Continuac-o--Final-do-segundo-Capitulo-15072008-173609-lp-68669.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://harrypotterfanfic.bloguepessoal.com/68669/3-Continua-o-Final-do-segundo-Cap-tulo/</guid>			<pubDate>Tue, 15 Jul 2008 17:36:09 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Continuação do capítulo:]]></title>			<description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">
<span>           </span>
Quando todos desceram e saíram pelos portões do
castelo as árvores projectavam sombras compridas e estreitas
na relva, o sol escondia-se, vermelho, seguindo a viagem que o
levaria a adormecer para lá da floresta proibida. Mas a
escuridão que se anunciava não conseguia apagar a luz
que dominava os rostos de todos os que ali se encontravam, pois a
magia havia voltado! E ninguém parecia reparar que quatro
rostos não estavam tão iluminados: Ginny, Ron,
Hermione e Harry deambulavam por entre todos aqueles rostos
felizes, por entre varinhas empunhadas das quais saíam todos
os tipos de cores orgulhosas. Sentaram-se num chão de folhas
mortas que haviam caído de uma velha árvore.
Esperaram em silêncio, sabiam o que tinham de fazer, falar
com Kingsley Shacklebolt, o Ministro da Magia. Esperaram algum
tempo, um crepúsculo denso aproximou-se, um vento frio de
ocidente suspirava nos ramos das árvores que pareciam
murmurar algo. Finalmente os feiticeiros começaram a
afastar-se, deixando o Castelo, sorrindo...se ao menos
soubessem o que se avizinhava, o que o destino lhes tinha preparado
para o futuro; Muitos foram-se despedindo deles, Hagrid
abraçou-os um a um, enquanto as lágrimas lhe
escorriam do rosto:</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">
<span>           </span>
- Seria um dia que Dumbledore &lsquo;doraria hem? Mas onde
&lsquo;stará o seu corpo? -Exclamou o fiel meio gigante.</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">
<span>           </span>
- Hagrid &ndash; respondeu Harry, na sua cara estava bem expressa a
gravidade da situação - Por favor espera um pouco,
precisamos falar; a situação é grave.</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">
<span>           </span>
- Mas qu' se passa? É s'bre o corpo não
é?</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">
<span>           </span>
- Sim Hagrid, mas é melhor falarmos lá dentro.</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">Hermione foi a primeira a
levantar-se, os miúdos brincavam no interior de Hogwarts;
Não demorou muito para que de novo entrassem no saudoso
castelo que agora parecia vivo, repleto de magia; Harry pediu para
que Kingsley e Macdonagall os acompanhassem. Hermione chamou
Neville que prontamente acedeu ao pedido da sua amiga.</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">
<span>           </span>
Harry liderava o grupo, enquanto passavam por alguns corredores
onde de novo se viam movimentos nos quadros, que ganhavam vida. A
seu lado seguiam Ginny, Ron, Hagrid e Hermione; um pouco mais
atrás seguia Macdonagall, a sua expressão demonstrava
a curiosidade esbatida no peso da idade. Kingsley e Neville
caminhavam lado a lado em silêncio; Demorou apenas alguns
segundos para que todos se apercebessem para onda Harry os
dirigia...pararam junto à gárgula que em tempos
havia guardado o gabinete de Dumbledore. Ingenuamente Harry tentou
ultrapassar a fenda na parede de tijolos brancos que se escondia
atrás da gárgula. A fenda fechou-se completamente
cortando a entrada a Harry que pareceu surpreendido; Foi Hermione
que explicou a situação:</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">
<span>           </span>
- Como a magia voltou já não podemos entrar sem o
consentimento dos guardiães das salas.</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">
<span>           </span>
- Queres dizer que existe uma senha? &ndash; Perguntou de imediato
Neville.</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">
<span>           </span>
- Sim &ndash; respondeu Hermione</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">Harry deu alguns passos
atrás, da sua face transparecia que algo o atormentava.</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">
<span>           </span>
- Então existe uma senha...mas quem poderá ter
colocado essa senha, se nós somos os primeiros a vir aqui,
depois de a magia voltar?</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">Ninguém conseguiu
dar resposta à pergunta de Harry. Este empunhou a sua
varinha e pediu a todos que fizessem o mesmo. A tensão
estava no ar. E se Voldemort já tivesse tido tempo para ali
ter chegado? Harry, de varinha empunhada, começou a debitar
palavras sem sentido, esperando que alguma delas fosse a senha, mas
após alguns minutos ainda nada tinha acontecido, a
gárgula não se havia movido.</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">
<span>           </span>
- Teremos de entrar à força, preparem-se, pois
podemos encontrar do outro lado uma grande surpresa, preparem-se
para lutar;</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">Harry apontou a sua
varinha em direcção da gárgula, os outros
fizeram o mesmo, e até Hagrid empunhava o que parecia ser um
velho pedaço do que um dia fora uma varinha; Prepararam-se
para lançar os seus feitiços, esperando que dentro de
segundos pudessem entrar no gabinete e finalmente desvendar o
mistério que se fazia sentir. Gotas de suor humedeciam a
testa de Harry, o coração batia descompassadamente no
seu peito. O momento da libertação dos
feitiços havia chegado...mas de súbito um grito
cortou o ambiente:</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">
<span>           </span>
- NÃO....</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">Harry havia baixado a sua
varinha, todos se perguntavam o que o havia levado a
gritar...uma voz ecoou na sua cabeça, tão forte,
tão nítida &ldquo; <em>pensei que adivinharias a
senha Harry...&rdquo;</em> a voz de Dumbledore ribombava no
seu espírito &ldquo;<em>já uma vez o
fizeste...lembra-te Harry, recorda&rdquo;...</em></p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">Harry virou-se para todos
eles, ninguém percebia o que se passava, a sua mente
recordava uma vez em que tinha estado precisamente ali e em que
tinha tentado e conseguido adivinhar a senha de Dumbledore,
sorriu...os seus lábios pronunciaram:</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">
<span>           </span>
- Cacho de baratas!</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">A gárgula ganhou
vida, desviou-se para o lado, deixando finalmente a descoberto a
fenda na parede. Passaram por ela um a um. Encontravam-se agora na
base de uma escadaria de pedra branca polida, magnifica. A
escadaria apresentava-se em espiral, movia-se ligeiramente para
cima enquanto as portas se fechavam atrás deles, cobrindo de
novo a fenda. Chegaram a uma porta sublime feita do mais puro
carvalho. Havia uma maçaneta de metal. Harry rodou a
maçaneta, entraram...embora houvessem esperado
encontrar uma sala com um ambiente pesado de abandono, aquilo que
encontraram fez com que todos emitissem expressões de
espanto. A sala circular respirava magia, parecia imersa numa luz
fantástica, objectos maravilhosos estavam dispostos nos seus
antigos lugares. Uma lareira dava abrigo a um fogo quente, de
chamas profundas. Nas paredes os retratos dos antigos directores de
Hogwarts apresentavam algumas caras sorridentes; a espada dos
Griffyndor, com o punho cravejado de enormes rubis, encontrava-se
em cima de uma pequena mesa, a seu lado estava o esfarrapado e
remendado chapéu pensador. Ouviu-se um canto mágico,
todos os olhares se viraram para um poleiro dourado que se
encontrava à esquerda da mesa; lágrimas escorriam nas
faces de Hagrid e Macdonagall, Kingsley e Neville estavam
boquiabertos. Os outros observavam em silêncio...Uma
Fénix magnífica, de plumagem escarlate e dourada,
encontrava-se em cima do poleiro: Fawkes tinha voltado!</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">
<span>           </span>
A professora Macdonagall chorava, prostrada em frente de Fawkes,
balbuciando palavras como &ldquo;<em>que desgraça,
ele<span> </span> voltou e assim
também<span> </span> os fieis a Dumbledrore
voltaram&rdquo;</em>. Mas parecia ser a única que havia
percebido o que realmente se passava. O espanto havia-se apoderado
dos restantes, e apenas um quarteto sabia verdadeiramente tudo o
que se passava. Foi Harry quem tomou a iniciativa. Sentia o
espírito do seu mestre a cada momento que passava, ele
estava presente, não fisicamente mas estava ali com eles,
abraçando-os com o seu amor, trazendo-lhes
esperança.</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">
<span>           </span>
- Aquilo que tenho para vos dizer é grave, mas é a
verdade...</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">Quando Harry terminou
ninguém falou. Kingsley apresentava um ar assustado, Hagrid
estava incrédulo, Macdonagall já não chorava,
sentia o espírito do seu querido amigo, sentia a gravidade
da situação, teria de ser feito algo. Hagrid olhava o
retrato de Dumbledore, que lhes sorria;</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">
<span>           </span>
- Temos então de encontrar o corpo de Dumbledore não
é Potter? Só assim ele poderá voltar... -
proferiu Macdonagall.</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">
<span>           </span>
- Sim, foi o que Dumbledore me disse.</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">
<span>           </span>
- Mas como poderemos nós saber onde está o corpo?
Não temos nenhuma pista, nada...</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">O desânimo
apoderou-se de todos eles. Entranharam-se nos seus pensamentos,
cada um tentando descobrir uma forma de procurar o corpo
desaparecido. E foi quando a esperança começou a
definhar que uma voz se fez ouvir no ar:</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">
<span>           </span>
- <em>A esperança nunca pode morrer nos vossos
corações meus fiéis amigos; Tenham
esperança, acreditem e conseguirão!</em></p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">
<em><span>           </span></em>
Todos os rostos se iluminaram, Dumbledore falava com eles, a
esperança reavivou-se. Fawkes voou do seu poleiro e pousou
graciosamente no ombro de Harry Potter. Era como se lhe sorrisse,
como se lhe garantisse que tudo correria bem. Sentiu-se inchar com
esperança e coragem, tudo correria bem. E assim Fawkes
voltou a voar, atravessando a sala circular e saindo pela sua
porta. Harry voltou-se para eles.</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">
<span>           </span>
- Vamos, sigamos Fawkes. Tenhamos esperança.</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">E todos seguiram o voou
da Fénix pelo castelo. Atravessaram escadas e corredores,
incessantemente sem nunca parar. Atravessaram portas, por vezes
algumas paredes se foram abrindo para que a Fénix passasse.
No ar sentiam-se os tons de uma melodia fenomenal. Cheirava a
esperança por todo o castelo. Quando perceberam o quanto
haviam já caminhado aperceberam-se também que
não conheciam aquela parte do Castelo, nunca haviam ali
estado. Entraram num corredor comprido. As paredes eram feitas de
prata reluzente. Uma luz brilhava no fundo, ofuscante. Era como se
os chamasse. E a Fénix voou para lá da luz.
Não era natural, era como se fosse feita de
substâncias líquidas e ao mesmo tempo gasosas, de um
prateado brilhante, era como se fossem nuvens que brilhavam. Era
uma porta! Envolvia o líquido uma espécie de madeira
negra, delimitando-o. Por cima via-se uma inscrição,
gravada profundamente na madeira. &ldquo;<em>Apenas os puros e os
justos poderão entrar...para que a fonte da magia
jamais possa secar... o escolhido a todos irá guiar,
quando a decisão final chegar&rdquo;</em></p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%;">Harry estendeu a
mão, deixando-a passar a luz, tentando agarrá-la. Mas
ela esfumou-se por entre os seus dedos. Harry sorriu. Deu um passo
em frente e desapareceu na luz. Os outros seguiram os seus passos
até deixarem o corredor secreto de novo deserto. A luz
esfumou-se, e agora apenas uma porta de madeira imperava no escuro
corredor.</p>
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