<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">		<title>http://harrypotterfanfic.bloguepessoal.com</title>		<id>http://bloguepessoal.com/</id>		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://harrypotterfanfic.bloguepessoal.com/atom.xml" />		<subtitle><![CDATA[Harry Potter - O Regresso da Magia]]></subtitle>		<rights>Copyright (c) 2006, Hi-pi</rights>		<generator>Hi-pi ATOM generator</generator>		<author>			<name>Hi-pi</name>			<uri>http://harrypotterfanfic.bloguepessoal.com</uri>		</author>		<updated>2009-03-23T18:38:15+01:00</updated>		<entry>			<title>Mudanças</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>POR PENSAR QUE É CHEGADO O TEMPO DE EXERCER ALGUMAS MUDANÇAS
ESTE BLOG PASSARÁ A FUNCIONAR EM :</p>
<p>harrypotteoregresso.blogspot.com</p>
<p></p>
<p>ESPERO QUE GOSTEM E QUE COMENTEM;;</p>
<p>UM NOVO CAPÍTULO ESTÁ A SER TERMINADO MAS ESTOU JÁ EM CONDIÇÕES
DE POSTAR (ESTA NOITE) UMA PRIMEIRA PARTE DO TERCEIRO CAPÍTULO!</p>
<p></p>
<p>pOR ISSO JÁ SABEM, APAREÇAM E COMENTEM A MUDANÇA!!!</p>
				</div>			</content>			<id>http://harrypotterfanfic.bloguepessoal.com/94488/Mudan-as/</id>			<link href="http://harrypotterfanfic.bloguepessoal.com/94488/Mudan-as/" />			<author>				<name>harrypotterfanfic</name>				<uri>http://harrypotterfanfic.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2009-03-23T18:38:07+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Próximos capítulos</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Aqui vai um pedido de desculpa e uma promessa de novo texto para
a próxima semana. Percebo que seja extenuante a espera por novos
capítulos mas por motivos profissionais estive ausentado do
processo criativo da escrita; Voltarei então ao activo na próxima
semana!</p>
<p></p>
<p>Obrigado, Roberto Mendes</p>
				</div>			</content>			<id>http://harrypotterfanfic.bloguepessoal.com/93296/Pr-ximos-cap-tulos/</id>			<link href="http://harrypotterfanfic.bloguepessoal.com/93296/Pr-ximos-cap-tulos/" />			<author>				<name>harrypotterfanfic</name>				<uri>http://harrypotterfanfic.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2008-10-09T17:04:47+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>3ªContinuação- Final do segundo Capítulo</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Uma luz magica
invadia o ambiente, o branco dominava. Parecia no haver
ceu, parecia no. Tudo se
alongava num interminavel branco celestial. A entrada de
Harry e de todos os outros cortou o ambiente, impedindo o branco de
reinar. De subito brumas de varias cores inundaram a
sala. No demorou muito para que todos se vissem rodeados
por estas bizarras brumas amarelas, verdes, azuis e vermelhas, de
cheiros fortes e diversos. As brumas foram crescendo ate
inundarem tudo o que se via, preenchendo todos os espaos.
Sentiram-se perdidos, mas o medo no se apoderou deles,
permaneceram quietos durante alguns momentos em que experimentaram
uma forte dificuldade em respirar, tal como um ardor enorme nos
olhos que se foram fechando ate a escurido
total. Quando todos conseguiram abrir os olhos as brumas tinham
desaparecido. A sala no era a mesma que haviam encontrado!
Estavam agora entre quatro paredes de pedra polida, de tons
amarelados; A sala era quadrada e nada mais a ornamentava a
no ser uma mesa de pedra branca ao centro onde se via um
corpo de longas barbas brancas que ostentava vestes de cor
purpura. Uns oculos escondiam os seus brilhantes
olhos azuis. Os seus braos estavam cruzados segurando um
ceptro impregnado de runas indecifraveis que parecia muito
antigo.</p>
<p>
<span></span>
- Dumbledore!  Gritou Hagrid que se prostrou de joelhos
enquanto soluava, sendo imitado por Macdonagall, Ginny e
Neville; Harry, Ron, Kingsley e Hermione permaneceram nos seus
lugares, no choravam pois os sorrisos tinham-se alastrado
pelos seus espiritos.</p>
<p>O corpo de Albus
Dumbledore descansava sobre a magnifica mesa de pedra; a sua
expresso parecia ser de serenidade.</p>
<p>
<span></span>
Durante alguns minutos nada aconteceu, estavam todos em
silencio em volta do corpo do mestre. Como havia o corpo
chegado ali? Era a pergunta que a todos assolava.</p>
<p>
<span></span>
Uma melodia principiou no ar, Fawkes empreendeu um pequeno voou
sobre o corpo de Dumbledore, lagrimas magicas iam
caindo dos seus olhos, desciam pelo ar ate cairem
sobre o corpo. Uns olhos abriram. Pequenos movimentos
timidos podiam ser percebidos: primeiro os
dedos...depois as mos...finalmente um sorriso que
rasgou a face do maior feiticeiro de todos os tempos: Albus
Dumbledore estava vivo!!!</p>
<p>
<span></span>
O mestre levantou-se, os seus olhos estavam marejados de
lagrimas, olhou Harry e abraou-o longamente. Depois
fez o mesmo com todos os outros, demorando-se um pouco mais com
Hagrid e Macdonagall; Parecia impossivel mas era verdade.
Com a ajuda de Fawkes haviam encontrado o seu corpo, permitindo
assim que o espirito de Dumbledore o voltasse a preencher. O
momento era de pura alegria. Mas a pouco e pouco o ambiente foi-se
desvanecendo, pois todos sabiam que no fora apenas
Dumbledore quem regressara. Por esta altura tambem Voldemort
podia ja ter encontrado um corpo que no o rejeitasse
como o corpo de Albus Dumbledore o havia feito. E o terror voltaria
de novo. Por isso a expresso de Dumbledore se apresentava
to seria quando se dirigiu a todos eles, a sua voz
acusava um tom de nervosismo misturado com receio:</p>
<p>
<span></span>
- O que tenho para vos contar e longo e o tempo urge. A
situa Aquilo por que passei nestes
anos da minha ausencia permitiram-me recolher
informao importante, bem como descobrir a fundo a
historia que passou a mito, que por sua vez passou a lenda e
que por fim deu origem ao mais puro esquecimento do mundo
magico. Como podemos nos permitir-nos a tal erro?
No, por mais que
pense nela  todos bebiam as palavras de Dumbledore em
silencio.  Quero contar-vos tudo meus amigos, e como
todas as historias tem um principio e
por la que iremos comear.  Dumbledore
levantou nos braa., e
proferiu algumas palavras. O ar ficou mais pesado, era
dificil respirar, do ceptro surgiu uma luz to
brilhante que obrigou todos a fecharem os olhos. Uma
sensao de aperto surgiu, era quase
insuportavel, parecia-lhes que se deslocavam a grande
velocidade, como se caissem de um grande precipicio.
No aguentavam
mais quando de subito tudo passou.</p>
<p>
<span></span>
- Ja podemos abrir os olhos!  Exclamou
Dumbledore.</p>
<p>Todos o fizeram e
perceberam que se encontravam no que parecia ser uma
reunio
ter tecto, de to alto que era. Janelas vidradas filtravam a
luz que escasseava. O ambiente era soturno, dispostos em centenas
de filas encontravam-se varias centenas de muggles que
ouviam em silencio um muggle vestido com uma longa veste
branca ornamentada com uma cruz vermelha no peito. Do seu pequeno
pescoo pendia um colar que revelava uma nova cruz, esta de
ouro.</p>
<p>
<span></span>
- E uma missa!  Exclamou Hermione que logo receou ter
sido ouvida; olhou para as pessoas e esperou suspensa em
silencio, mas a cerimonia decorreu sem parecer que a
tivessem ouvido. Hermione suspirou de alivio. Estavam numa
memoria. Dumbledore sorriu, tinha recolhido algumas
memorias no mundo espiritual em que ficara preso apos
a fatidica noite na torre de Hogwarts.</p>
<p>
<span></span>
- Estamos no ano 1154 numa Igreja Inglesa  comeou
por explicar Dumbledore- O clerigo que procede a
cerimonia apresenta-se pelo nome de John de Salisbury . Foi
aqui que tudo comeam bem meus amigos pois
aquilo que vo ouvir mudou para sempre o nosso destino
enquanto feiticeiros, mudou para sempre o nosso mundo!</p>
<p>
<span></span>
O clerigo levantou-se do seu trono de bela madeira forrada a
talha de ouro e todas as pessoas se levantaram para ouvir as suas
palavras. Harry olhava fixamente para aquela pequena figura gorda,
de faces rosadas cobertas de suor, a voz deste ser atarracado
ribombou pela Igreja : <em>Quem podera ser to
cego ao ponto de no ver em tudo isto uma pura
manifestao de maldade criada por demonios
que pretendem estabelecer a confuso? Estes Homens e
mulheres esto seus servos,
vivem para servir o demonio, para voar nas horas mortas da
noite e devorar bebes, para comungar com o diabo em lugares
selvagens e inospitos...</em> ; O discurso
continuava ainda quando Dumbledore os olhou, fazendo sinal que a
visita a esta memoria havia terminado. As imagens da Igreja
comearam a esfumar-se e novamente a mesma
sensao de aperto e a luz brilhante os assaltou,
levando-os de novo a beira do desespero. Quando terminou
demorou alguns minutos para que todos pudessem recuperar as
foras. Harry foi o primeiro a abrir os olhos.
Encontravam-se agora num edificio bem mais pequeno, a
madeira imperava, em tons ora mais claros ora mais escuros. Algumas
filas de cadeiras estavam dispostas viradas para uma grande
secretaria onde um Muggle vestido com uma toga negra se
encontrava, segurando um martelo de madeira escura e polida. Em
frente da grande secretaria estava uma mulher completamente
amarrada por correntes a uma feia cadeira de ferro. Estavam num
tribunal Muggle! Dumbledore falou de novo:</p>
<p>
<span></span>
- Assistimos agora as primeiras consequencias das
palavras que ouvimos o Clerigo proferir. Estamos num
Tribunal Irlandes no ano de 1314 e assistimos ao julgamento
de Lady Alice Kyteler, uma feiticeira. Julgamentos semelhantes
ocorriam neste tempo por todo o lado: Espanha, Portugal, Reino
Unido, Alemanha, Suia...e a lista continua sem
parar.</p>
<p>O Juiz bateu tres
vezes com o martelo na secretaria. O silencio reinava
na sala. <em>Lady Alice Kyteler, o tribunal considera-a
culpada dos crimes graves de bruxaria e associao ao
Diabo. O tribunal condena-a a morte na fogueira
publica...;</em> A imagem comeou a
desaparecer e todos se prepararam para uma nova ronda de
esforo enquanto evoluiam para mais uma
memoria. Estavam agora numa sala majestosa, coberta a ouro e
prata reluzente. Um Homem alto de pele muito branca com uma coroa
de diamantes e vestes preciosas de cor branca com uma cruz de
esmeraldas no peito estava sentado numa linda mesa de mogno
brilhante. Escrevia com uma preciosa pena de ganso numa folha de
papiro grosso.</p>
<p>
<span></span>
- Aproximem-se.  Pediu Dumbledore enquanto se inclinava para
ler o que o Homem escrevia. Todos fizeram o que ele pediu; de onde
se encontravam podia ler-se as palavras que a pena de ganso havia
desenhado. O titulo era <em>Summis Desiderantes
Affectibus</em>. Leram algumas palavras ate que
perceberam o motivo daquele escrito. Era sobre a comunidade dos
feiticeiros: <em> chegou recentemente ao nosso conhecimento,
no sem que experimentassemos profunda dor, que
muitas pessoas de ambos os sexos, indiferentes ao caminho da
salvao, se desviaram da fe catolica,
abusaram de si mesmas com diabos e atraves de encantamentos,
feitiarias, conjuros e outras magicas
horrivei, destroem o fruto do caminho do senhor, assim
Henrich Institutor e Jakob Sprenger sero delegados como
inquisidores destas depravaes
hereticas;</em> A assinatura era do Papa
Inocencio VIII e decorria o ano de 1484. Subitamente Hermione
levou a mo a sua testa e proferiu:</p>
<p>
<span></span>
- A lendaria caa as Bruxas...o motivo
pelo qual o mundo dos feiticeiros e mantido em segredo dos
Muggles! Agora percebo...- Mas no conseguiu terminar a
frase pois de novo foram levados para uma nova memoria.
Olhavam agora um enorme livro de capa de couro negro com o
titulo impregnado na capa.</p>
<p>
<span></span>
- O <em>Malleus Maleficarum</em>!!!  Exclamou Hermione,
horrorizada.</p>
<p>
<span></span>
- Muito bem Hermione, a tua inteligencia e
impar. Mas pelo que vejo apenas para Hermione e para a minha
amiga de longa data, Macdonagall, este livro significa algo...
Hermione  chamou Dumbledore.</p>
<p>
<span></span>
- Sim Professor.</p>
<p>
<span></span>
- Importas-te de explicar o que significa este livro?</p>
<p>
<span></span>
- Claro que no Professor.  Hermione respirou fundo,
fazendo uma pausa antes de comear a sua
explicao  O <em>Malleus Maleficarum</em> foi
escrito pelos dois homens nomeados inquisidores pelo papa
Inocencio VIII. E um terrivel livro que causou
mais sofrimento que qualquer outro livro jamais escrito. O seu
objectivo era a aniquilao dos feiticeiros e
feiticeiras que partilhavam o mundo dos Muggles. A primeira parte
descreve as condies necessarias para a
pratica da bruxaria e refuta sistematicamente os argumentos
contra a sua realidade. A segunda parte trata dos metodos
pelos quais as obras de bruxaria so executadas e dirigidas
e como podem ser anuladas. A terceira e ultima parte
e referente aos processos judiciais contra os feiticeiros,
as formas de identificao,
julgamento, tortura, condenaa
desses infelizes. E claro que os Muggles estavam errados e
agiram sob pressupostos errados, mas originou a morte de mais de
200 mil feiticeiros e a tortura de outros tantos milhares.</p>
<p>
<span></span>
- Tu...Tu leste esse livro Hermione?  Perguntou Ron,
que estava aterrorizado.</p>
<p>
<span></span>
- Sim, mas no foi facil...- Tambem
Hermione parecia abatida. Dumbledore interveio:</p>
<p>
<span></span>
- Obrigado Hermione, as tuas palavras
foram...bem...hum...elucidativas. Mas temos ainda
mais uma memoria para observar, e a mais importante de todas
elas.</p>
<p>
<span></span>
Abriram os olhos, numa sala escura sem janelas, iluminada apenas
por algumas velas surgia uma enorme mesa redonda de pedra. No seu
tampo apareciam algumas runas semelhantes as encontradas no
ceptro que Dumbledore carregava. Uma reunio tomava lugar
naquela mesa. Algumas dezenas de feiticeiros de cara assustada e
espiritos delapidados discutam a melhor forma de resolver a
situaado sobre o mundo dos
feiticeiros. <em>No podemos continuar mais
assim...temos de tomar o poder, fazer-lhes a eles o que eles
nos fizeram a nos, vingar-mos os nossos semelhantes, os
nossos amigos...</em> Salazar Slytherin tentava
convencer os seus interlocutores a agir, a tomar uma
aco drastica. Harry reconheceu Slytherin
instantaneamente, apesar de no saber bem porque.
Sentiu o seu estomago revoltar-se, uma vontade enorme de o
atacar...alguns dos feiticeiros pareciam apoiar Slytherin, mas
uma voz ecoou em protesto <em>No seremos
nos melhores que eles? No apregoamos nos a
injustio porque
haveriamos de proceder as mesmas aces
hediondas? A nossa unica hipotese e esconder o
nosso mundo, podemos viver isolados do mundo dos Muggles, talvez um
dia quando eles conseguirem compreender nos possamos juntar
de novo os mundos, esse dia chegara se nos nossos
coraes ainda viver essa
esperana...</em>a voz de Godric Gryffindor
ressoou no espirito de Harry que de subito se
acalmou. <em>Proponho que se faa a
votao</em> continuou Gryffindor. Apenas
alguns feiticeiros ficaram do lado de Slytherin, todos os outros
votaram a favor das palavras de Godric Gryffindor. E assim ficou
decidido, na data de 1670 que os feiticeiros esconderiam o seu
mundo, que construiriam escolas de magia e feitiaria para
que se pudesse ensinar as mentes mais jovens. Mas as
deciso ficaram por aqui! Ja todos se
encontravam prontos para que a memoria terminasse, contudo
Albus Dumbledore sorriu-lhes, mostrando assim que ainda havia mais.
De repente ouviu-se um grande estrondo, a pesada e enorme porta da
sala tinha caido, estatelando-se com toda a fora no
cho. No lado de fora encontrava-se uma jovem feiticeira, os
seus olhos estavam completamente brancos, Harry e todos eles viram
os pes da feiticeira levitarem do cho, ficando
suspensa no ar. A sua voz ribombou por toda a sala:
<strong><em></em></strong> <strong><em>A magia sera
tomada pelo mal quando este desesperar, sera sua sem ele
esperar...o mal perecera mas a magia com ele
desaparecera...e o escolhido tal testemunhara,
dois da morte iro regressar...a escola reabrira
e ele recolhera os quatro artefactos...com as chaves da
fonte pura entrara na fonte e a todos ira guiar,
quando a deciso final chegar</em></strong> ...
O corpo da feiticeira caiu inerte no cho da sala. O sopro
da vida havia-a abandonado. A viso dissolveu-se no ar e de
novo se encontraram na sala onde Dumbledore havia ganho nova vida.
Fawkes ainda cantava a sua doce melodia. Dumbledore dirigiu-se a
todos eles:</p>
<p>
<span></span>
- Bem, agora esto de
perceber o que realmente se passa. Desconfio que a profecia da
jovem feiticeira se tornou realidade e o mal realmente tomou a
magia, Tom Ridlle criou um lao inextrincavel com a
magia, como o fez ainda no o sei, mas a partir do momento
da sua morte a magia comeou a desaparecer. Dois regressaram
da morte, eu e Tom. Penso que quando a profecia refere o escolhido
se refere a Harry, que testemunhou tudo. E tudo se deve aos
acontecimentos horriveis que testemunhamos, pois
apenas devido aos actos hediondos que foram cometidos, contra
nos feiticeiros, foi tomada a deciso de esconder o
mundo da magia e de para isso serem criados quatro artefactos que
apenas pensei serem lendas...quatro artefactos que
levaro a fonte da magia, quatro artefactos que
traro o poder absoluto a quem os possuir, que
podera apenas ao
possuidor dos artefactos. Tom Ridlle quer esses artefactos e vai
procura-los. Perceberam do que nos fala a profecia?</p>
<p>
<span></span>
- Dos ultimos dias da magia, de uma escolha que
podera mudar o nosso mundo para sempre!  Respondeu
Hermione de pronto, a sua voz denotava a gravidade da
situao.</p>
<p>
<span></span>
- Sim Hermione; Certa como sempre. Temos de seguir a profecia,
temos de encontrar os artefactos antes que cheguem as
ma de Salazar
Slytherin se faa do seu seguidor.
Os dois mundos esto podemos falhar!</p>
<p>
<span></span>
- Mas como poderemos recolher os artefactos se no sabemos o
que so?  Perguntou Harry. Dumbledore esticou os
braos e mostrou o ceptro:</p>
<p>
<span></span>
- Este e um dos artefactos. Uma das chaves que trancou a
fonte da magia para separar os dois mundos. Sei que quatro escolas
de feitiaria e Bruxaria foram criadas e que ao mesmo tempo
que foram criados os artefactos. Este ceptro estava aqui nesta sala
desconhecida de Hogwarts, uma sala que apenas o escolhido poderia
abrir, uma sala com uma guardi inesperada: Fawkes! E foi
esta espantosa criatura que trouxe o meu corpo para esta sala e que
a todos guiou. Mas agora precisamos de um novo guia. 
Dumbledore olhava para Harry - Penso que os restantes artefactos
estaro escondidos em salas secretas nas demais escolas.
Conto com todos vos para que sejamos sucedidos nesta nova
misso que se nos depara.</p>
<p>
<span></span>
- Hogwarts abrira de novo, e o seu velho mestre
voltara a dirigi-la. No existe ninguem melhor
para o fazer.</p>
<p>
<span></span>
- Obrigado Kingsley, e muito amavel da tua parte.</p>
<p>
<span></span>
- E mais, todos os feiticeiros sero chamados de novo para
ocupar as suas casas, os seus negocios, Gringotts
voltara a funcionar, tudo sera como dantes!</p>
<p>
<span></span>
- Sim, mas o medo voltara. A felicidade no nos chega
sem a tristeza nos assolar; Mas as tuas palavras esto
certas Kingsley, por agora e o melhor a fazer, depois uma
demanda em busca das chaves da fonte da magia
comeara! - Concluiu Dumbledore.
<span></span><span>
</span></p>
<p></p>
				</div>			</content>			<id>http://harrypotterfanfic.bloguepessoal.com/68669/3-Continua-o-Final-do-segundo-Cap-tulo/</id>			<link href="http://harrypotterfanfic.bloguepessoal.com/68669/3-Continua-o-Final-do-segundo-Cap-tulo/" />			<author>				<name>harrypotterfanfic</name>				<uri>http://harrypotterfanfic.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2008-07-16T04:25:08+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Continuação do capítulo:</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>
<span></span>
Quando todos desceram e sairam pelos portes do
castelo as arvores projectavam sombras compridas e estreitas
na relva, o sol escondia-se, vermelho, seguindo a viagem que o
levaria a adormecer para la da floresta proibida. Mas a
escurido conseguia apagar a luz
que dominava os rostos de todos os que ali se encontravam, pois a
magia havia voltado! E ninguem parecia reparar que quatro
rostos no iluminados: Ginny, Ron,
Hermione e Harry deambulavam por entre todos aqueles rostos
felizes, por entre varinhas empunhadas das quais saiam todos
os tipos de cores orgulhosas. Sentaram-se num cho de folhas
mortas que haviam caido de uma velha arvore.
Esperaram em silencio, sabiam o que tinham de fazer, falar
com Kingsley Shacklebolt, o Ministro da Magia. Esperaram algum
tempo, um crepusculo denso aproximou-se, um vento frio de
ocidente suspirava nos ramos das arvores que pareciam
murmurar algo. Finalmente os feiticeiros comearam a
afastar-se, deixando o Castelo, sorrindo...se ao menos
soubessem o que se avizinhava, o que o destino lhes tinha preparado
para o futuro; Muitos foram-se despedindo deles, Hagrid
abraou-os um a um, enquanto as lagrimas lhe
escorriam do rosto:</p>
<p>
<span></span>
- Seria um dia que Dumbledore doraria hem? Mas onde
stara o seu corpo? -Exclamou o fiel meio gigante.</p>
<p>
<span></span>
- Hagrid  respondeu Harry, na sua cara estava bem expressa a
gravidade da situao - Por favor espera um pouco,
precisamos falar; a situao e grave.</p>
<p>
<span></span>
- Mas qu' se passa? E s'bre o corpo no
e?</p>
<p>
<span></span>
- Sim Hagrid, mas e melhor falarmos la dentro.</p>
<p>Hermione foi a primeira a
levantar-se, os miudos brincavam no interior de Hogwarts;
No demorou muito para que de novo entrassem no saudoso
castelo que agora parecia vivo, repleto de magia; Harry pediu para
que Kingsley e Macdonagall os acompanhassem. Hermione chamou
Neville que prontamente acedeu ao pedido da sua amiga.</p>
<p>
<span></span>
Harry liderava o grupo, enquanto passavam por alguns corredores
onde de novo se viam movimentos nos quadros, que ganhavam vida. A
seu lado seguiam Ginny, Ron, Hagrid e Hermione; um pouco mais
atras seguia Macdonagall, a sua expresso demonstrava
a curiosidade esbatida no peso da idade. Kingsley e Neville
caminhavam lado a lado em silencio; Demorou apenas alguns
segundos para que todos se apercebessem para onda Harry os
dirigia...pararam junto a gargula que em tempos
havia guardado o gabinete de Dumbledore. Ingenuamente Harry tentou
ultrapassar a fenda na parede de tijolos brancos que se escondia
atras da gargula. A fenda fechou-se completamente
cortando a entrada a Harry que pareceu surpreendido; Foi Hermione
que explicou a situao:</p>
<p>
<span></span>
- Como a magia voltou ja no podemos entrar sem o
consentimento dos guardies das salas.</p>
<p>
<span></span>
- Queres dizer que existe uma senha?  Perguntou de imediato
Neville.</p>
<p>
<span></span>
- Sim  respondeu Hermione</p>
<p>Harry deu alguns passos
atras, da sua face transparecia que algo o atormentava.</p>
<p>
<span></span>
- Ento existe uma senha...mas quem podera ter
colocado essa senha, se nos somos os primeiros a vir aqui,
depois de a magia voltar?</p>
<p>Ninguem conseguiu
dar resposta a pergunta de Harry. Este empunhou a sua
varinha e pediu a todos que fizessem o mesmo. A tenso
estava no ar. E se Voldemort ja tivesse tido tempo para ali
ter chegado? Harry, de varinha empunhada, comeou a debitar
palavras sem sentido, esperando que alguma delas fosse a senha, mas
apos alguns minutos ainda nada tinha acontecido, a
gargula no se havia movido.</p>
<p>
<span></span>
- Teremos de entrar a fora, preparem-se, pois
podemos encontrar do outro lado uma grande surpresa, preparem-se
para lutar;</p>
<p>Harry apontou a sua
varinha em direco da gargula, os outros
fizeram o mesmo, e ate Hagrid empunhava o que parecia ser um
velho peda Prepararam-se
para lanos, esperando que dentro de
segundos pudessem entrar no gabinete e finalmente desvendar o
misterio que se fazia sentir. Gotas de suor humedeciam a
testa de Harry, o corao batia descompassadamente no
seu peito. O momento da libertao dos
feitios havia chegado...mas de subito um grito
cortou o ambiente:</p>
<p>
<span></span>
- NO....</p>
<p>Harry havia baixado a sua
varinha, todos se perguntavam o que o havia levado a
gritar...uma voz ecoou na sua cabeo forte,
to nitida  <em>pensei que adivinharias a
senha Harry...</em> a voz de Dumbledore ribombava no
seu espirito <em>ja uma vez o
fizeste...lembra-te Harry, recorda...</em></p>
<p>Harry virou-se para todos
eles, ninguem percebia o que se passava, a sua mente
recordava uma vez em que tinha estado precisamente ali e em que
tinha tentado e conseguido adivinhar a senha de Dumbledore,
sorriu...os seus labios pronunciaram:</p>
<p>
<span></span>
- Cacho de baratas!</p>
<p>A gargula ganhou
vida, desviou-se para o lado, deixando finalmente a descoberto a
fenda na parede. Passaram por ela um a um. Encontravam-se agora na
base de uma escadaria de pedra branca polida, magnifica. A
escadaria apresentava-se em espiral, movia-se ligeiramente para
cima enquanto as portas se fechavam atras deles, cobrindo de
novo a fenda. Chegaram a uma porta sublime feita do mais puro
carvalho. Havia uma maaneta de metal. Harry rodou a
maaneta, entraram...embora houvessem esperado
encontrar uma sala com um ambiente pesado de abandono, aquilo que
encontraram fez com que todos emitissem expresses de
espanto. A sala circular respirava magia, parecia imersa numa luz
fantastica, objectos maravilhosos estavam dispostos nos seus
antigos lugares. Uma lareira dava abrigo a um fogo quente, de
chamas profundas. Nas paredes os retratos dos antigos directores de
Hogwarts apresentavam algumas caras sorridentes; a espada dos
Griffyndor, com o punho cravejado de enormes rubis, encontrava-se
em cima de uma pequena mesa, a seu lado estava o esfarrapado e
remendado chapeu pensador. Ouviu-se um canto magico,
todos os olhares se viraram para um poleiro dourado que se
encontrava a esquerda da mesa; lagrimas escorriam nas
faces de Hagrid e Macdonagall, Kingsley e Neville estavam
boquiabertos. Os outros observavam em silencio...Uma
Fenix magnifica, de plumagem escarlate e dourada,
encontrava-se em cima do poleiro: Fawkes tinha voltado!</p>
<p>
<span></span>
A professora Macdonagall chorava, prostrada em frente de Fawkes,
balbuciando palavras como <em>que desgraa,
ele<span></span> voltou e assim
tambem<span></span> os fieis a Dumbledrore
voltaram</em>. Mas parecia ser a unica que havia
percebido o que realmente se passava. O espanto havia-se apoderado
dos restantes, e apenas um quarteto sabia verdadeiramente tudo o
que se passava. Foi Harry quem tomou a iniciativa. Sentia o
espirito do seu mestre a cada momento que passava, ele
estava presente, no fisicamente mas estava ali com eles,
abraando-os com o seu amor, trazendo-lhes
esperana.</p>
<p>
<span></span>
- Aquilo que tenho para vos dizer e grave, mas e a
verdade...</p>
<p>Quando Harry terminou
ninguem falou. Kingsley apresentava um ar assustado, Hagrid
estava incredulo, Macdonagall ja no chorava,
sentia o espirito do seu querido amigo, sentia a gravidade
da situao, teria de ser feito algo. Hagrid olhava o
retrato de Dumbledore, que lhes sorria;</p>
<p>
<span></span>
- Temos ento
e Potter? So assim ele podera voltar... -
proferiu Macdonagall.</p>
<p>
<span></span>
- Sim, foi o que Dumbledore me disse.</p>
<p>
<span></span>
- Mas como poderemos nos saber onde esta o corpo?
No temos nenhuma pista, nada...</p>
<p>O desanimo
apoderou-se de todos eles. Entranharam-se nos seus pensamentos,
cada um tentando descobrir uma forma de procurar o corpo
desaparecido. E foi quando a esperanou a
definhar que uma voz se fez ouvir no ar:</p>
<p>
<span></span>
- <em>A esperana nunca pode morrer nos vossos
cora Tenham
esperano!</em></p>
<p>
<em><span></span></em>
Todos os rostos se iluminaram, Dumbledore falava com eles, a
esperana reavivou-se. Fawkes voou do seu poleiro e pousou
graciosamente no ombro de Harry Potter. Era como se lhe sorrisse,
como se lhe garantisse que tudo correria bem. Sentiu-se inchar com
esperana e coragem, tudo correria bem. E assim Fawkes
voltou a voar, atravessando a sala circular e saindo pela sua
porta. Harry voltou-se para eles.</p>
<p>
<span></span>
- Vamos, sigamos Fawkes. Tenhamos esperana.</p>
<p>E todos seguiram o voou
da Fenix pelo castelo. Atravessaram escadas e corredores,
incessantemente sem nunca parar. Atravessaram portas, por vezes
algumas paredes se foram abrindo para que a Fenix passasse.
No ar sentiam-se os tons de uma melodia fenomenal. Cheirava a
esperana por todo o castelo. Quando perceberam o quanto
haviam ja caminhado aperceberam-se tambem que
no conheciam aquela parte do Castelo, nunca haviam ali
estado. Entraram num corredor comprido. As paredes eram feitas de
prata reluzente. Uma luz brilhava no fundo, ofuscante. Era como se
os chamasse. E a Fenix voou para la da luz.
No era natural, era como se fosse feita de
substancias liquidas e ao mesmo tempo gasosas, de um
prateado brilhante, era como se fossem nuvens que brilhavam. Era
uma porta! Envolvia o liquido uma especie de madeira
negra, delimitando-o. Por cima via-se uma inscrio,
gravada profundamente na madeira. <em>Apenas os puros e os
justos podero entrar...para que a fonte da magia
jamais possa secar... o escolhido a todos ira guiar,
quando a deciso final chegar</em></p>
<p>Harry estendeu a
mo, deixando-a passar a luz, tentando agarra-la. Mas
ela esfumou-se por entre os seus dedos. Harry sorriu. Deu um passo
em frente e desapareceu na luz. Os outros seguiram os seus passos
ate deixarem o corredor secreto de novo deserto. A luz
esfumou-se, e agora apenas uma porta de madeira imperava no escuro
corredor.</p>
				</div>			</content>			<id>http://harrypotterfanfic.bloguepessoal.com/67507/Continua-o-do-cap-tulo/</id>			<link href="http://harrypotterfanfic.bloguepessoal.com/67507/Continua-o-do-cap-tulo/" />			<author>				<name>harrypotterfanfic</name>				<uri>http://harrypotterfanfic.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2008-07-11T19:47:06+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Continuação...</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Harry petrificou; Um
crepusculo denso inundava a sala e soprava um vento frio;
no existia telhado, apenas as ruinas de quatro
paredes...uma lua, no oeste, descia nos ceus, brilhando
espasmodicamente atraves das nuvens carregadas que se iam
separando umas das outras. Acima do crepusculo brilhavam
estrelas frias, emitindo uma luz fantasmagorica. E
Dumbledore estava ali, respirava, vivia! Harry no conseguia
mexer-se; queria correr para o seu mestre, abraa-lo,
cura-lo, mas o seu corpo recusava, determinantemente,
qualquer movimento. E foi o velho feiticeiro quem quebrou o
silencio:</p>
<p>
<span></span>
- Harry, n tenho tanto a explicar-te,
mas de novo tanto que no sei explicar.</p>
<p>
<span></span>
- Dumbledore...mas o senhor esta morto... 
Replicou Harry, absolutamente confuso;</p>
<p>
<span></span>
- Oh Harry...  principiou Dumbledore fazendo uma pausa,
respirando fundo; o seu corpo mutilado jazia no cho mas o
seu porte era de excelencia, de inquebravel classe
 Sera que estou mesmo morto? Sera que sou
apenas um pensamento, apenas um corpo, um pensamento sem corpo ou
ate um corpo sem pensamento? A questo e
demasiado complexa para respostas simples, por isso se me
perguntares se vivo a minha resposta sera sim...e
no! Pois aquilo que me prende a vida provem
de um erro, oh...de um erro que pode ter consequencias
catastroficas Harry; um erro meu, apenas meu...grandes
mentes tendem a fazer grandes erros Harry, oh...grandes
erros.</p>
<p>
<span></span>
- Dumbledore, por favor explique; onde estamos? E como pode estar
vivo? - Respondeu Harry agora dirigindo-se, com passos cuidadosos,
para o velho de cabelos e barba longos e prateados, de olhos de um
azul intenso, escondidos atras de oculos de meia-lua,
um nariz adunco, o corpo despedaado. O lamento da
Fenix acompanhava o momento. Harry parou a escassos
centimetros de Dumbledore, conseguia agora ouvir a sua
respirao, longa e penosa.</p>
<p>
<span></span>
- Sim, essas ses certas, meu rapaz
 um sorriso rasgou a sua face, subitamente a sua
condio pareceu melhorar, uma neblina luminosa
envolvia agora os seus corpos; as brumas foram ganhando forma e a
sala mudou de aparencia, sete grandes pilares surgiam agora,
imponentes, em pedra negra, formando um circulo. O
cho revelou-se em marmore de um branco celestial. No
centro um pilar negro erguia-se imponente, parecia coberto de
sangue que escorria conspurcando o perfeito marmore. Por
cima o ceu coberto de radiantes estrelas, por baixo o mesmo
ceu...sim, encontravam-se num lugar suspenso nos
ceus; Harry olhou, abismado, era como se todo o infinito
estivesse ao alcance apenas de um olhar; sentiu-se zonzo e
recuou;</p>
<p>
<span></span>
- E demais para um simples olhar no e?</p>
<p>Deu meia volta. Albus
Dumbledore dirigia-se a ele com passos firmes e energicos,
usando um lindo manto azul-escuro, o seu corpo totalmente
recuperado, na sua face um sorriso rasgado.</p>
<p>
<span></span>
- Como?...</p>
<p>
<span></span>
- Hum, simples Harry. No sabes onde estamos?</p>
<p>
<span></span>
- No!</p>
<p>
<span></span>
- Hum... presumo que uma nossa querida amiga
desconfiaria...mas claro que no todos os
que devoram os mais antigos e pequenos livros da
historia da magia. Sempre assumi que seria apenas uma lenda
Harry, ate que o encontrei, depois da morte mas ainda em
vida...e que lugar magnifico...esta e a
grande sala da magia!</p>
<p>
<span></span>
- Sala da magia?  Inquiriu Harry, olhando a sua
volta.</p>
<p>
<span></span>
- Sim...basicamente este lugar no consiste
propriamente num lugar...Harry, este lugar e a
propria magia; Este lugar alimenta toda a magia que
encontramos no nosso mundo, e a fonte da magia.</p>
<p>
<span></span>
- A fonte?</p>
<p>
<span></span>
- Sim Harry. Uma fonte em risco de secar...  As brumas
voltaram poderosas...e com um som aspero de
trovo
crepuscular ressurgiu. Harry sentiu a mo calma de
Dumbledore no seu ombro, voltou-se, encarando-o de frente,
percebendo nos seus olhos, percebendo agora o que
acontecia...</p>
<p>
<span></span>
- A fonte da magia esta a secar  retomou Dumbledore
 levando a que a magia se extinga do mundo Harry.</p>
<p>
<span></span>
- Mas porque seca esta fonte?  Perguntou Harry exibindo um
olhar desesperado.</p>
<p>
<span></span>
- Tom Riddle. E esta a resposta para a tua pergunta.</p>
<p>
<span></span>
- Voldemort? Mas como?</p>
<p>
<span></span>
- Primeiro preciso perguntar-te se te recordas do que viste nesta
sala, quando ela nos apareceu no seu esplendor?</p>
<p>
<span></span>
- Sim, recordo sete pilares negros formando um circulo, ao
centro um pilar que parecia coberto de sangue e um ceu
infinito.</p>
<p>
<span></span>
- Muito bem Harry. Penso que ai reside a resposta a todas
estas questes. Eu errei Harry, o meu plano falhou, algo que
no tinha previsto aconteceu e o plano para destruir Tom
no consigo descobrir o
que Harry;</p>
<p>
<span></span>
- Quer dizer que Voldemort regressou?</p>
<p>
<span></span>
- No Harry, quer dizer que Voldemort nunca desapareceu! Uma
estranha liga
No percebo ainda como. Voldemort alimentou-se da magia
proveniente desta mesma fonte; Era um simples bebe Harry, um
simples bebe...e eu pensei que podia ajudar, pensei que
o podia educar, ensinar. Soube que era ele Harry mas tentei o amor;
recusei-me a extermina-lo, propus-me a educa-lo. Mas
de novo errei Harry.</p>
<p>
<span></span>
- O bebe de King's Cross...aquele bebe que
chorava?</p>
<p>
<span></span>
- Sim Harry;  respondeu Dumbledore sentindo o seu corpo
tremer.  Esse bebe era Lord Voldemort e eu,
erradamente, pensei estar morto e pensei que a minha misso
seria educa-lo, para reverter o que falhara em vida, mas
tambem falhei agora. Ele sugou a magia do mundo,
alimentando-se dela...</p>
<p>
<span></span>
- Por isso a magia desapareceu de Londres...- interrompeu
abruptamente Harry:</p>
<p>
<span></span>
-Sim! E agora ele ressurgiu, pleno de poder. Do silencio da
escurido irrompeu um sussurro tenue, quase
imperceptivel. Comeou num sopro leve que se avolumou
na escurido e que varreu a minha cara num apice,
afogando-me com os seus dedos gelados de morte. Lutamos, por
fim, aqui neste mesmo sitio. E perdi Harry. Voldemort
voltou, e com ele a magia voltou tambem.</p>
<p>Um som poderoso fez-se
ouvir e de repente todas as estrelas desapareceram, o
crepusculo cessou, como se morresse. A escurido
total voltou. O canto da Fenix cessou.</p>
<p>
<span></span>
- Rapido Harry, ele voltou...ele voltou. Tens de partir
Harry... - vociferou Dumbledore, visivelmente assustado.</p>
<p>
<span></span>
- Mas...no posso partir sozinho, recuso-me!</p>
<p>
<span></span>
- Encontra o meu corpo Harry, apenas assim poderei voltar. Uma nova
demanda pela paz e necessaria meu rapaz pois o
silencio de sombras da morte voltou...encontra o meu
corpo Harry... Dumbledore ergueu os braos no ar,
viu-se uma Fenix a voar, com um movimento subito
Dumbledore juntou as palmas das mos e tudo pareceu explodir
enquanto o velho se fundia com a Fenix. As brumas voltaram,
depois uma luz forte cegou Harry que gritou de dor...quando
ousou reabrir os olhos encarava Ron, Hermione, Ginny e todos os
outros; estava prostrado no cho de Hogwarts, Voldemort
voltara, a paz ja no reinava!</p>
<p>
<span></span>
<span>- Harry, Harry... -</span> gritava Ginny enquanto o
abraava, tentando protege-lo. Hermione, Ron e todos
os outros olhavam Harry visivelmente preocupados, apreensivos,
assustados. No percebiam o que se passava. A abertura do
tumulo trouxe a surpresa da inexistencia do corpo de
Dumbledore, Harry tinha gritado, tinha-se agarrado a sua
cicatriz, depois tinha, por fim, desmaiado. Encontrava-se sem
sentidos ha alguns minutos. Todos os feiticeiros presentes
se tinham colocado em volta de onde Harry tinha desmaiado e ali
tinham permanecido, olhando e esperando que ele acordasse. E agora
ele acordara finalmente, entre gritos de dor, o espanto por estar
de novo ali e as preocupaes provenientes do seu
encontro com Dumbledore. Harry levantou-se a custo, ajudado por
Ginny e Ron. De subito um coro de perguntas chegou: o
que se passa?, Como estas?, O que
tens?, Sentes-te melhor? etc. Este coro foi
aumentando de intensidade ate que ja nada se
percebia;</p>
<p>
<span></span>
- Basta!  Vociferou Ron.  Deem-nos
espao, deixem-no respirar. Chega!</p>
<p>E assim todos foram
dispersando, voltando os seus focos de interesse para o
subito misterio do desaparecimento do corpo do maior
feiticeiro de todos os tempos. A magia desaparecera, o corpo de
Albus Dumbledore desaparecera, tudo parecia precario,
prestes a desaparecer no ar.</p>
<p>
<span></span>
Harry esfregou um pouco a sua cicatriz, ja no
doia. Olhou os seus filhos que choravam, abrao-os um
a um com carinho, assegurando-lhes que tudo estava bem, como era
dificil mentir-lhes; Com calma assegurou o mesmo a Hagrid,
Kingsley e muitos outros, no contaria nada antes de falar
com Ron, Hermione e Ginny. Estes esperaram pacientemente ate
que por fim conseguiram fazer sinal a Harry e todos juntos partiram
em direco a um lugar muito especial, um lugar que
lhes daria, agora, toda a segurana para falar. Harry tinha
tanto a dizer, tanto em que pensar; tudo de novo, o terror de
novo... Dirigiram-se ao castelo, entraram. Subiram as escadas
que ja no se moviam, entraram numa sala, evitando o
quadro da dama gorda que ja no se mexia. A sala
comum dos Griffyndor aparecia sublime, to
familiar a todos eles. As recordaes tentaram entrar
nos seus pensamentos mas as preocupaes foram mais
fortes. Sentaram-se silenciosos, nos seus lugares preferidos perto
da lareira. Esperaram um pouco. Harry respirou fundo. Olhou-os, os
seus olhos denotavam uma profunda preocupao.</p>
<p>
<span><span></span>
- O</span> que tenho para vos dizer e duro e estranho mas
e verdade.  Fez uma pausa. La fora o sol
brilhava, escarnecendo da situao.  Vou
comear pelo principio: Quando o tumulo foi
aberto eu fui sugado subitamente para o seu interior, mas
no fisicamente. Foi de forma magica, como se
caisse nas memorias de alguem; E o que vi foi
incrivel. Quando consegui vislumbrar alguma coisa distingui
apenas quatro paredes imundas, ruinas. E ali, caido
contra uma parede, completamente ferido, estava o
Dumbledore...</p>
<p><span></span>Harry
falou durante algum tempo sempre acompanhado pelas
expresses de espanto e de panico dos seus
interlocutores. Quando terminou ninguem falou. Ron
apresentava uma expresso de terror, nas faces de Hermione e
Ginny vislumbravam-se algumas lagrimas. Muito tempo passou
ate que Hermione quebrou o silencio:</p>
<p>
<span></span>
- A fonte da magia, uma lenda, nunca pensei tratar-se de outra
coisa. Mas deveria ter-me lembrado. Mas porque consegue
Volde...</p>
<p>
<span></span>
- Hermione  gritou Ron  No pronuncies o seu
nome, por favor! Ele voltou Hermione, ele voltou!</p>
<p>
<span></span>
- Esta bem. Porque consegue o Quem Nos Sabemos
alimentar-se da magia. Qual e a sua ligao
a magia?</p>
<p>Harry levantou-se e
seguiu ate a janela. Conseguia ver todos os que ainda
se encontravam no castelo, perto do tumulo. Parecia existir
la em baixo uma grande agitao. Algumas
pessoas corriam de um lado para o outro de forma frenetica,
outras pareciam festejar alguma coisa, erguendo os braos no
ar, exibindo rostos felizes, to felizes. Voltou-se para
responder a Hermione, ainda que bastante intrigado sobre o que se
passaria la em baixo. Abriu a boca para falar, mas quando o
ia a fazer James irrompeu pela sala gritando:</p>
<p>
<span></span>
-A magia voltou! A magia voltou!  Entre os gritos retirou a
sua varinha e, apontando-a a um quadro pendurado na parede,
exclamou: <em>reducto!</em> O quadro tremeu um pouco, depois, como
que contra a sua vontade, encolheu, tornando-se num quadro
microscopico.</p>
<p>Os olhares de Harry, Ron,
Ginny e Hermione encontraram-se no ar. Os seus labios
no sorriam. Nas suas mentes uma verdade surgia: A magia
voltara, Voldemort voltara! <span></span></p>
				</div>			</content>			<id>http://harrypotterfanfic.bloguepessoal.com/54068/Continua-o/</id>			<link href="http://harrypotterfanfic.bloguepessoal.com/54068/Continua-o/" />			<author>				<name>harrypotterfanfic</name>				<uri>http://harrypotterfanfic.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2008-05-26T19:21:02+02:00</updated>		</entry></feed>