<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0">	<channel>		<title>[bloguepessoal.com] harlem : <![CDATA[Onde o amor não mora]]></title>		<link>http://harlem.bloguepessoal.com</link>		<description><![CDATA[Onde o amor não mora]]></description>		<language>pt</language>		<copyright>Copyright (c) 2006, Hi-pi</copyright>		<generator>Hi-pi RSS 2.0 generator</generator>		<docs>http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss</docs>		<pubDate>Thu, 31 Jul 2008 01:05:53 +0200</pubDate>		<item>			<title><![CDATA[Ambiguidade]]></title>			<description><![CDATA[<p>Depois de uma eternidade sem vir ao blogue, cá
voltei...</p>
<p>É a prova como isto faz parte de mim, ou então
continuo com a necessidade de desabafar. Que estranho. Hoje tive
uma conversa que me fez conhecer um pouco mais daquilo que sou. Tal
como o meu signo sou um polo positivo e negativo ao mesmo tempo.
Por um lado gosto de poder ser assim, porque fujo a toda a hora da
monotonia, no entanto gostava de me poder sentir num todo, uma vez
na vida e deixar me de ambiguidades. Tenho noção que
é um vicio meu e que já está marcado na minha
maneira de ser, e por esse motivo sei que me há de
acompanhar até ao resto dos meus dias.</p>
<p>Há mudanças na minha vida, mudanças que
são boas e que são más... que dependem de mim
dar-lhes um objectivo ou até mesmo um adjectivo. Tenho
noção que se quiser quebrar mais esta monotonia vou
ter problemas a nível pessoal e profissional... mas que
fazer?</p>
<p>Porque tem que ser sempre assim? Cansei de ser
"políticamente correcto", sempre ouvi dizer que reprimir as
vontades reprime a personalidade e eu não quero ser nenhum
reprimido...</p>
<p>Todos estes meses em que não escrevi pouco ou nada mudou
e continuo mais convicente da expressão que dá nome a
este blogue "O amor não mora aqui"...</p>
<p>Mas explicarei isto brevemente.</p>
<p> </p>
<p>Cumps</p>
<p> </p>
<p>Harlem</p>
]]></description>			<link>http://harlem.bloguepessoal.com/73224/Ambiguidade/</link>			<comments>http://harlem.bloguepessoal.com/Ambiguidade-31072008-004220-lp-73224.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://harlem.bloguepessoal.com/73224/Ambiguidade/</guid>			<pubDate>Thu, 31 Jul 2008 00:42:20 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Sinto-me a 10 Palmos do Coração]]></title>			<description><![CDATA[<p>(SEM TEXTO, APENAS UM PEQUENO APONTAMENTO)</p>
<p>"Já não sei nada! Não me conheço e
não sei ao que devo dar importância! Por saber e
não saber, há que deixar fluir... triste, mas mesmo
aqui sinto-me a 10 palmos do coração (conta-os), no
entanto sei a razão:</p>
<p>aqui não é o meu lugar..."</p>
<p> </p>
<p>in Diário de um Harlequim... por mim mesmo</p>
<p> </p>
<p>O "sentir a 10 palmos do coração", foi um estado
de espirito que denominei, porque não existia nenhuma
expressão ou palavra que me transmitisse esse sentimento.
Descobri que tal como Maslow (a pirâmide das necessidades)
também nós temos vários patamares que
determinam aquilo que estamos a sentir e que inevitavelmente
traçam a nossa atitude quer a nivel pessoal quer a nivel
profissional... Sentindo, o local do coração
sería a felicidade extrema, sete palmos abaixo está o
chão, ou seja a infelicidade, eu sinto me a 3 palmos abaixo
do chão e a 10 do coração, alheio ao
sentimento, continuo á procura onde ele mora, dizem que ele
existe, mas nao o encontro.</p>
<p> </p>
<p>Cumps </p>
<p>Harlem </p>
]]></description>			<link>http://harlem.bloguepessoal.com/25245/Sinto-me-a-10-Palmos-do-Coracao/</link>			<comments>http://harlem.bloguepessoal.com/Sinto-me-a-10-Palmos-do-Corac-o-27012008-195442-lp-25245.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://harlem.bloguepessoal.com/25245/Sinto-me-a-10-Palmos-do-Coracao/</guid>			<pubDate>Sun, 27 Jan 2008 19:54:42 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[O meu Santo Graal]]></title>			<description><![CDATA[<p> </p>
<p>Quantas vezes falei eu comigo</p>
<p>Quantas vezes dei eu por mim a pensar</p>
<p>Que da tua vida queria beber</p>
<p>E que da tua alma queria provar...</p>
<p>Provo a tua seiva</p>
<p>Provo a tua essencia</p>
<p>Provo a tua vida</p>
<p>Provo a tua demência,</p>
<p>Deixando o meu espírito se afogar em ti</p>
<p>Deixando o teu corpo colar-se a mim</p>
<p>Leva tudo o que quiseres </p>
<p>O meu sentimento e o meu coração</p>
<p>Já que me sinto bem grato</p>
<p>Pelos teus momentos de Inspiração </p>
]]></description>			<link>http://harlem.bloguepessoal.com/20546/O-meu-Santo-Graal/</link>			<comments>http://harlem.bloguepessoal.com/O-meu-Santo-Graal-06012008-200951-lp-20546.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://harlem.bloguepessoal.com/20546/O-meu-Santo-Graal/</guid>			<pubDate>Sun, 06 Jan 2008 20:09:51 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[O primeiro post]]></title>			<description><![CDATA[<p style="text-align: justify">A primeira vez é sempre um
bom pretexto para festejar. Não vejo razão para
justificar o meu blog, no entanto eu faço questão de
justificá-lo. O facto de me identificar com um harlequim
está relacionado com o meu signo (Gémeos), que como
todos sabem é caracterizado pelo facto da dupla
personalidade e o harlequim não foge á
excepção. Vejo esta personagem como o palhaço
triste, ou seja, nao deixa de ser um palhaço e de ter o seu
lado divertido, mas na verdade é triste no fundo do seu
ser.</p>
<p style="text-align: justify">Dia a dia, vivo deste modo, a
procurar e testar se realmente existe um sentimento verdadeiro e
puro que une duas almas. Existem vários tipos de sentimentos
como a afeição, a compaixão, a
misericórdia, a satisfação, a conquista, o
desejo, entre mil  mais. Falando de um modo mais banal,
pode-se considerar um sentimento quando existe um vínculo
emocional com alguém ou por vezes até com um objecto,
mas o que pretendo abordar neste blog estará mais orientado
para relações pessoais. </p>
<p style="text-align: justify">Lembro-me de na escola aprender que
existem vários tipos de amor: storge, pragma, eros,
ágape, ludos, entre outros e confesso que nunca entendi isso
muito bem porque, como é lógico existem vários
tipos de amor, não se amam várias pessoas com o mesmo
sentimento, mas quem realmente ama, AMA, é um amor sem
crédito nem débito, que não estamos á
espera de receber para dar amor, isto claro se tivermos a certeza
de sermos correspondidos. Voltando ao raciocínio, a base do
amor é o mesmo, por isso não vejo motivo de o
definir, porque como diz o cliché "o amor não se
define, sente-se". Clichés à parte, a verdade
é que ele deve existir, apesar de não acreditar muito
nele, talvez esteja a ser como São  Tomás, em
que tenha de ver para crer, mas até hoje ainda não
encontrei alguém que me fizesse sentir completo, que me
fizesse sentir que realmente pudesse valer a pena.</p>
<p style="text-align: justify">Como disse no início, este
é apenas o meu primeiro post neste blog, uma abordagem mais
"científica" sobre o sentimento, coisa que penso que
não se deve fazer pois o amor não é algo para
analisar, digo eu.</p>
<p style="text-align: justify">Aquilo que pretendo neste blog
é ilustrar o meu interior através de textos, poemas e
ilustrações com o objectivo de me fazer ouvir, e
já que não consigo ser eu mesmo no quotidiano, ao
menos partilho estes momentos com a escrita e desenho, e claro...
com alguém que esteja desse lado de lá!</p>
<p style="text-align: justify">Cumprimentos</p>
<p style="text-align: justify">Harlequim </p>
]]></description>			<link>http://harlem.bloguepessoal.com/19220/O-primeiro-post/</link>			<comments>http://harlem.bloguepessoal.com/O-primeiro-post-29122007-024323-lp-19220.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://harlem.bloguepessoal.com/19220/O-primeiro-post/</guid>			<pubDate>Sat, 29 Dec 2007 02:43:23 +0200</pubDate>		</item>	</channel></rss>