<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0">	<channel>		<title>[bloguepessoal.com] ecofuelsafe : <![CDATA[Poupe combustível]]></title>		<link>http://ecofuelsafe.bloguepessoal.com</link>		<description><![CDATA[Poupe combustível]]></description>		<language>pt</language>		<copyright>Copyright (c) 2006, Hi-pi</copyright>		<generator>Hi-pi RSS 2.0 generator</generator>		<docs>http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss</docs>		<pubDate>Tue, 17 Jun 2008 00:37:52 +0200</pubDate>		<item>			<title><![CDATA[O Fim do Petróleo]]></title>			<description><![CDATA[<p> </p>
<div class="snap_preview">
<p><strong>O petróleo é de
inegável importância nos nossos dias, sendo a
principal fonte energética do mundo.</strong> O
abastecimento barato e contínuo de petróleo é
o responsável por tudo aquilo a que chamamos de vida
moderna. Automóveis, viagens de avião, ar
condicionado, uma infinidade de artigos feitos de plástico,
roupa e electrodomésticos acessíveis a toda a
população, tudo o que imaginarmos foi possível
devido à existência de combustíveis
fósseis baratos (petróleo, carvão e gás
natural).</p>
<p>O petróleo é uma substância
incomparável, é fácil de transportar e
conservar em tanques metálicos, onde pode permanecer durante
bastante tempo sem se deteriorar. Armazena uma quantidade
incrível de energia por unidade de volume, e apesar de
inflamável tem-se revelado bastante seguro. Além
disto é extremamente versátil, pode ser refinado por
destilação simples, transformado noutros
combustíveis (gasolina, gasóleo, querosene,
combustível para avião, fuelóleo) e em
vários outros produtos como tintas, plástico,
lubrificantes, tecidos e até fármacos. Estima-se que
as reservas petrolíferas do nosso planeta antes de
começar a extracção se cifrassem em perto de 2
biliões de barris, as previsões actuais dizem que
já se consumiu metade desse valor.</p>
<p>A humanidade habituou-se nos últimos cem anos a viver com
combustíveis fósseis acessíveis o que permitiu
um desenvolvimento e crescimento industrial sem precedentes. Todos
sabemos que as reservas petrolíferas são finitas, e
que a manter-se o consumo ao ritmo actual elas irão
esgotar-se ainda no decorrer do século XXI. Temos de pensar
que as dificuldades poderão chegar muito antes de se
esgotarem as reservas.</p>
<p>O conceito de pico global da produção
petrolífera é extremamente importante nos nossos
dias. O pico global é o momento em que se extraiu metade do
petróleo existente no nosso planeta. Trata-se da metade mais
acessível, mais rentável de explorar, o que significa
que a metade restante se situa em locais de difícil acesso,
em que o petróleo é de menor qualidade e
consequentemente a refinação sai mais cara. Pode
acontecer até que já não seja rentável
a sua exploração, isto acontecerá quando for
necessário por exemplo a utilização da energia
equivalente a um barril de petróleo para extrair do solo um
barril de petróleo.</p>
<p>As estimativas dos especialistas apontavam para que a dobragem
do pico global se situe entre 2000 e 2008. Esta data
simbólica significa na prática que nunca mais se
extrairá tanto petróleo como no momento da dobragem
do pico, independentemente do comportamento da procura. A partir
daqui os países estarão a produzir no seu limite sem
apresentarem capacidade excedentária, e a tendência de
futuro será inevitavelmente de diminuição da
produção. As consequências na economia mundial
altamente dependente do petróleo serão
gravíssimas, estagnação económica,
diminuição da procura, instabilidade social,
tensão entre os países pelo controlo das reservas
remanescentes, será a entrada numa nova era para todos
nós.</p>
<p><strong>Vivemos uma época de
petróleo caro</strong>, recentemente foi ultrapassada
a barreira psicológica dos 130 dólares por barril.
Não se sabe se provocado pela actual instabilidade no
Irão e na Venezuela ou se resultante do facto de se estar a
ultrapassar o pico da produção petrolífera e
os países estarem a produzir no máximo das suas
capacidades não sendo capazes de satisfazer a crescente
procura mundial. Este panorama de preços elevados é
preocupante para a economia mundial e emerge a necessidade de uma
aposta inadiável em fontes de energia alternativas.</p>
<p>Esta urgência é reforçada pelas mais
recentes projecções que apontam o prazo de 37 anos
para as reservas petrolíferas mundiais, sendo
previsíveis graves perturbações no
funcionamento das economias a partir do momento em que se
começar a reduzir a produção, o que
poderá acontecer já na próxima
década.</p>
<p>Portugal não foge à regra, somos uma economia
altamente dependente das importações
petrolíferas e seremos fortemente penalizados em
presença de uma crise petrolífera, sendo vital a
aposta numa maior eficiência energética e nas energias
alternativas principalmente hidroeléctrica, eólica e
solar. Portugal precisa de reflectir seriamente na questão
da energia nuclear, sendo esta na minha opinião uma
opção válida a médio e longo prazo para
assegurar a produção de electricidade.</p>
<p><strong>O fenómeno das
alterações climáticas conjugado com uma crise
petrolífera obrigará a mudanças profundas em
todos os aspectos da vida moderna. A agricultura será um dos
sectores mais afectados tornando-se a produção de
alimentos uma das principais prioridades.</strong></p>
<p>As perspectivas futuras são de austeridade
energética e devemos estar todos mentalizados para
racionalizar ao máximo, impondo-se da parte das autoridades
medidas no sentido da conversão das economias baseadas no
petróleo para outras assentes em recursos energéticos
alternativos.</p>
</div>
]]></description>			<link>http://ecofuelsafe.bloguepessoal.com/53882/O-Fim-do-Petroleo/</link>			<comments>http://ecofuelsafe.bloguepessoal.com/O-Fim-do-Petr-leo-01062008-011800-lp-53882.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://ecofuelsafe.bloguepessoal.com/53882/O-Fim-do-Petroleo/</guid>			<pubDate>Sun, 01 Jun 2008 01:18:00 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Notícias dos aumentos dos Combustíveis]]></title>			<description><![CDATA[<p> </p>
<p><strong>Aumento dos Combustíveis</strong></p>
<p>Os Combustíveis voltaram a subir. Nos últimos anos
o aumento tem sido vertiginoso. Desde a liberalização
do mercado dos combustíveis, em 2004, a gasolina aumentou
quase 53% e o preço do gasóleo subiu 89%. Contas
feitas, encher um depósito de 50 litros com gasóleo,
custa hoje mais 31 euros do que em 2004. Os mesmos 50 litros de
gasolina, custam mais 25 euros do que há quatro anos. O
presidente da Associação Nacional de Revendedores de
Combustíveis diz que esta subida é "escandalosa".</p>
<p style="text-align: right;">SIC 2008</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Petróleo
Incontrolável</strong></p>
<p style="text-align: left;">Os preços do petróleo
cotado em Nova iorque e em londres agravaram-se hoje para novos
valores recorde de 122 e 120 dólares ( 78,50 e 77,21 euros)
o barril, respectivamente. A manterem-se estes níveis de
preços, as economias mundiais, e em particular a europeia,
irão sofrer novos impactos nos combustíveis, que por
sua vez se irão repercutir nos transportes, energia e por
fim nos alimentos.</p>
<p style="text-align: right;">Público 06-05-2008 17:42</p>
<p style="text-align: left;"> <strong>Gasolina e
gasóleo voltam a subir à meia-noite.</strong></p>
<p style="text-align: left;"> Lusa ANAREC disse à RTP
que a gasolina e gasóleo devem subir três
cêntimos às 00h00 de quarta-feira. Augusto Cymbron
adiantou que o aumento deve acontecer numa grande
petrolífera mas que as "outras devem ir atrás".</p>
<p style="text-align: left;">De acordo com o presidente da
Associação Nacional dos Revendedores de
Combustíveis, o preço do gasóleo passa dos
actuais 1,339 euros para os 1,369 euros e a gasolina 95 sobre dos
1,449 euros para os 1,479 euros.</p>
<p style="text-align: left;">À RTP, o presidente da Anarec
não quis adiantar qual a petrolífera que vai aumentar
os preços.</p>
<p style="text-align: left;">De acordo com Augusto Cymbron, o
gasóleo já subiu 7 cêntimos desde 29 de Abril e
a gasolina sem chumbo 4,8 cêntimos. Este responsável
estranha o aumento, argumentado que não há
justificação para tal uma vez que o barril de
petróleo é vendido em dólares e para o
futuro.</p>
<p style="text-align: left;">O Presidente da Anarec diz que a
desvalorização da moeda norte-americana face ao euro
compensa a subida do preço do barril.</p>
<p style="text-align: right;">Alexandre Brito, RTP</p>
<p style="text-align: right;">2008-05-13 18:45:02</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Petróleo: Presidente da
OPEP afasta aumento de produção antes de
Setembro</strong></p>
<p style="text-align: left;">Argel, 19 Maio (Lusa)- o ministro
argelino da Energia e actual presidente da OPEP, Chakib Khelil,
afastou hoje qualquer aumento da produção de
petróleo antes da reunião ordinária do cartel
a 9 de Setembro em Viena.</p>
<p style="text-align: right;">2008-05-19 RTP</p>
<h4 style="margin: auto 0cm;">Banco Mundial espera que petróleo continue a
aumentar nos próximos anos</h4>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span class=
"entradilla">Os especialistas do Banco Mundial (BM) estimam que a
tendência de subida dos preços do crude deverá
continuar nos próximos três a cinco anos, só
devendo descer depois desse período, e nunca para valores
inferiores aos 100 dólares por barril.</span>

<span class="firma"><strong>Diário Económico
Online/Lusa</strong></span>

<span class="txt">Segundo afirmou o economista-chefe do BM, Justin
Lin, na abertura da conferência anual da
organização dedicada ao desenvolvimento (ABCDE), a
decorrer na Cidade do Cabo, África do Sul, "as
projecções baseadas no actual oferta e procura
indicam que no médio prazo, num prazo de três a cinco
anos, o petróleo vá subir e depois estabilizar entre
104 e 108 dólares o barril".</span>

<span class="txt">Para Lin, os preços "vão manter-se
elevados durante algum tempo", sendo "muito difícil prever
no curto prazo. No médio prazo é mais fácil,
porque há forças do lado da procura e da oferta que
vão actuar e as forças do mercado vão estar
lá".</span>

<span class="txt">A escalada no preço do petróleo e
dos alimentos nos mercados internacionais dominaram, de resto, a
manhã de trabalhos da  conferência anual do Banco
Mundial, este ano consagrada ao tema "Pessoas, Política e
Globalização".</span>

<span class="txt">O aumento do preço do petróleo
bruto, que multiplicou cinco vezes desde 2003, atingiu na
sexta-feira um novo recorde em  Nova Iorque, de 139,12
dólares, estimando os analistas que possa vir a atingir 150
dólares até Julho.</span></p>
<h2 style="margin: auto 0cm;">Internacional - Mercados</h2>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;">
]]></description>			<link>http://ecofuelsafe.bloguepessoal.com/48659/Noticias-dos-aumentos-dos-Combustiveis/</link>			<comments>http://ecofuelsafe.bloguepessoal.com/Noticias-dos-aumentos-dos-Combustiveis-06052008-190622-lp-48659.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://ecofuelsafe.bloguepessoal.com/48659/Noticias-dos-aumentos-dos-Combustiveis/</guid>			<pubDate>Tue, 06 May 2008 19:06:22 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Fuel Freedom International]]></title>			<description><![CDATA[<p>Os desafios ambientais à escala Global que os governos e
as indústrias hoje enfretam são arrebatadores.</p>
<p>Na FFi, o nosso compromisso em preservar a pureza e beleza do
planeta é a nossa maior prioridade. A FFi orgulha-se do seu
papel na redução do perigo das emissões de
gases tóxicos através da promoção e
difusão das MPG-CAPS.</p>
<p>Convidamo-lo a fazer parte da nossa família FFi,
dando-lhe as boas vindas, à medida que cada um de nós
analisa o seu próprio papel no mundo para encontrar formas
de o melhorar. <em>Se todos
cumprirmos a nossa parte, juntos podemos fazer a
diferença!</em></p>
<p>A FFi responde a três questões muito
importantes:</p>
<p><em>1- Como reduzir o consumo do
combustível?</em></p>
<p><em>2- Como reduzir a
poluição ambiental?</em></p>
<p><em>3- Como Aumentar os nossos
rendimentos?</em></p>
<p>A solução está nas MPG-CAPS, um novo
catalizador revolucionário para os motores.</p>
<p>As MPG-CAPS está registada na EPA (Organismo de
Protecção Ambiental dos EUA), <em>não
têm perigo para o motor e são de extrema
eficácia.</em></p>
<p>Como funcianam?</p>
<p>As MPG-CAPS provocam uma combustão mais rápida e
mais completa do combustível dentro da câmara dos
cilindros através da criação de uma
película Catalizadora. Este processo melhora a qualidade da
combustão. aumenta a kilometragem percorrida, melhora a
performance do motor, reduz drásticamente as emissões
poluentes e o atrito no motor.</p>
<p>As principais vantagens das MPG-CAPS são:</p>
<p><strong><em>-Melhor performance do motor e do seu
veículo</em></strong></p>
<p><strong><em>- Aumento anunciado da kilometragem
de 1 a 14% por cada depósito</em></strong></p>
<p><strong><em>- Testemunhos de clientes falam em
+25% e superior</em></strong></p>
<p><strong><em>- 75% menos de emissões
poluentes</em></strong></p>
<p><strong><em>- Um motor que aquece menos e
trabalha mais eficientemente, mais
saudável.</em></strong></p>
<p> É um produto que interessa a toda a gente, ajuda a
poupar dinheiro e beneficia e protege o ambiente.</p>
<p>Pense um pouco, e se quiser adquirir e testar as MPG-CAPS basta
ir ao site  <strong>www.ecofuelsafe.myffi.biz.</strong></p>
<p>No site indicado terá todas as informações
que pretender e se lhe sustarem dúvidas poderá
contactar-me através do seguinte e-mail: <strong>ecofuelsafe@gmail.com</strong> ou pelo skype
através do mesmo.</p>
]]></description>			<link>http://ecofuelsafe.bloguepessoal.com/48642/Fuel-Freedom-International/</link>			<comments>http://ecofuelsafe.bloguepessoal.com/Fuel-Freedom-International-01052008-210846-lp-48642.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://ecofuelsafe.bloguepessoal.com/48642/Fuel-Freedom-International/</guid>			<pubDate>Thu, 01 May 2008 21:08:46 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Poluição Atmosférica]]></title>			<description><![CDATA[<p><span style="text-decoration: underline;"><em>A
poluição atmosférica não respeita
fronteiras</em></span>, por isso pode se tratar de um problema
local e transfronteiriço. Este tipo de
poluição pode dar a origem ao efeito de estufa,
às alterações climatéricas, à
dimuinição da qualidade do ar, a problemas de
saúde nos seres vivos.</p>
<p>Tem efeitos sobre a saúde humana, afectando o sistema
respiratório podendo agravar ou mesmo provocar diversas
doenças crónicas tais como a <em><span style="text-decoration: underline;">asma, bronquite
crónica, infecções nos pulmões,
enfizema pulmonar, doenças do coração e cancro
do pulmão.</span></em></p>
<p>Os poluentes atmosféricos podem afectar a
vegetação por duas vias : via directa e via
indirecta. Os efeitos directos resultam da destruição
de tecidos das folhas das plantas provocados pela
deposição seca de SO2. Os efeitos indirectos
são provocados pela acidificação dos solos com
a consequente redução de nutrientes e
libertação de substâncias prejudiciais
às plantas, resultando numa produtividade e numa maior
susceptibilidade a pragas e doenças.</p>
<p><span style=
"text-decoration: underline;"><strong>Fontes
Poluidoras</strong></span></p>
<p>Destacam-se, pelas suas emissões:</p>
<p>-Unidades Industriais e de Produção de Energia
como a geração de energia eléctrica, as
refinarias, fábricas de pasta de papel, siderúrgicas,
cimenteiras e indústria química e de adubos;</p>
<p>-A queima de resíduos urbanos industriais,
agrícolas e florestais;</p>
<p>-O uso de fertilizantes e o excesso de
concentração agropecuária, são os
principais contribuintes para as emissões de metano,
amoníaco e N2O;</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">As fontes
móveis</span></em>, sobretudo os transportes
rodoviários, <strong><em><span style=
"text-decoration: underline;">são uma fonte importante de
poluentes, essencialmente devido às emissões dos
gases de escap</span></em><em><span style=
"text-decoration: underline;">e</span></em></strong>, mas
também como resultado da evaporação de
combustíveis. São os principais emissores de NOx e
CO, importantes emissores de CO2 e de COV, além de serem
responsáveis pela emissão de poluentes
específicos como o chumbo e hidracarbonetos.</p>
<p> <strong><span style=
"text-decoration: underline;"><em>" Hoje em dia, o ser humano
apenas tem ante si três grandes problemas que foram
ironicamente provocados por ele próprio: a super
povoação, o desaparecimento dos recursos 
naturais e a destruição do meio ambiente. Triunfar
sobre estes problemas, vistos sermos nós a sua causa,
deveria ser a nossa mais profunda
motivação."</em></span></strong></p>
<p style="text-align: right;">Jacques Yves Cousteau
(1910-1997)</p>
]]></description>			<link>http://ecofuelsafe.bloguepessoal.com/46259/Poluicao-Atmosferica/</link>			<comments>http://ecofuelsafe.bloguepessoal.com/Poluic-o-Atmosferica-26042008-213919-lp-46259.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://ecofuelsafe.bloguepessoal.com/46259/Poluicao-Atmosferica/</guid>			<pubDate>Sat, 26 Apr 2008 21:39:19 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Quanto Petróleo existe realmente?]]></title>			<description><![CDATA[<p>Há uns meses atrás, economistas do petróleo
estavam a debater se a OPEP teria poder para manter os
preços em torno dos US$20/barril. Havia conversas acerca da
crescente procura de petróleo devido à nova
prosperidade económica dos países da BRIC (Brasil,
Russia, India e China), mas antiga percepção de que a
oferta deve sempre igualar a procura num mercado aberto a funcionar
adequadamente geralmente permaneceu intacta.</p>
<p>Reconhecidamente, a verificação de que a
produção da América do Norte estava em
declínio inexorável, significava que a necessidade de
importações crescentes não iria diminuir. A
crescente dependência em relação ao
petróleo do Médio Oriente levantou algumas
preocupações, pois os países daquela
região são habitualmente retratados como
"politicamente instáveis".</p>
<p><em>Alguns observadores concluiram que deve ter
havido uma agenda petrolífera por trás da
invasão do Iraque, como pareceu confirmar-se quando as armas
de destruição em massa, as quais haviam sido
apresentadas como a justificação para a guerra,
revelaram-se não existentes.</em></p>
<p> </p>
<p>Com o peso do barril de petróleo nos 100 dólares,
existe o espectro de um impacte negativo global sobre as economias.
Os peritos da Agência Internacional da Energia (AIE) apontam
para uma eventual preço do barril na ordem dos 150
dólares até 2009.</p>
<p>Se fosse simplesmente uma questão de tomar o controle do
Médio Oriente pela diplomocia ou de outras formas, os
preços do petróleo podiam retornar aos níveis
tradicionais e permitir aos EUA importar o que necessitasse,
<span style="text-decoration: underline;"><em>mas o
que se passaria se o Médio Oriente revelasse ter menos
petróleo do que habitualmente se
imagina?</em></span></p>
<p>As reservas de petróleo nestes países são
efectivamente segredos de Estado, de modo que é
impossível verificar as reservas provadas que são
apresentadas nos relatórios habituais das bolsas.</p>
<p> </p>
<p>A ERA DO PETRÓLEO</p>
<p> </p>
<p>A Oil & Gas Journal estima a reservas mundiais de
petróleo para 2004 em 1 278 mil milhões de barris. Se
removermos a anomalia do Médio Oriente acima discutida e os
179 mil milhões que foram acrescentados em 2003 relativos
às áreas petrolíferas canadianas, chegamos a
um novo, mais realista, total mundial de 853 mil milhões de
barris.</p>
<p> </p>
<p>Isto soa como se o mundo tivesse utilizado cerca de 49% da sua
produção da sua dotação de
petróleo convencional, o que significa que está
próximo ao ponto médio do esgotamento, o qual
normalmente corresponde ao pico da produção. O
próprio pico não é um evento particularmente
significativo, mas a implacável <em>inclinação
declinante que se segue certamente o é.</em></p>
<p>Podemos dizer, por outras palavras, que o mundo
atingiu<em><span style=
"text-decoration: underline;">o fim da Primeira Metade da Era do
Petróleo</span></em>, o qual perdurou por 150 anos
desde que os primeiros poços foram perfurados na
Pennsylvania e nas margens do Mar Cáspio.</p>
<p>Este período assistiu à expansão
rápida da indústria, dos transportes, do
comércio, da agricultura e do capital financeiro,
possível em grande parte pela oferta da energia abundante e
barata com base no petróleo. A população
mundial expandiu-se seis vezes em paralelo com o
petróleo.</p>
<p><em><span style=
"text-decoration: underline;">Agora inicia-se a Segunda Metade da
Era do Petróleo.</span></em> Ela será marcada
pelo declínio da produção petrolífera,
e tudo depende dele. <em><span style=
"text-decoration: underline;">A transição
provavelmente será um tempo de grande tensão e
dificuldade, particularmente em relação ao capital
financeiro.</span></em></p>
<p> </p>
<p><em><span style=
"text-decoration: underline;">Mas assuntos sérios muitas
vezes não são populares, o que explica porque muitas
pessoas, incluindo aquelas no governo, podem preferir não
saber.</span></em></p>
<p> </p>
<p> </p>
]]></description>			<link>http://ecofuelsafe.bloguepessoal.com/41492/Quanto-Petroleo-existe-realmente/</link>			<comments>http://ecofuelsafe.bloguepessoal.com/Quanto-Petr-leo-existe-realmente--06042008-141905-lp-41492.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://ecofuelsafe.bloguepessoal.com/41492/Quanto-Petroleo-existe-realmente/</guid>			<pubDate>Sun, 06 Apr 2008 14:19:05 +0200</pubDate>		</item>	</channel></rss>