<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0">	<channel>		<title>[bloguepessoal.com] desabafacomigobullying : <![CDATA[Desabafa comigo Bullying]]></title>		<link>http://desabafacomigobullying.bloguepessoal.com</link>		<description><![CDATA[Desabafa comigo Bullying]]></description>		<language>pt</language>		<copyright>Copyright (c) 2006, Hi-pi</copyright>		<generator>Hi-pi RSS 2.0 generator</generator>		<docs>http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss</docs>		<pubDate>Thu, 01 May 2008 23:22:35 +0200</pubDate>		<item>			<title><![CDATA[Escolas]]></title>			<description><![CDATA[<p>Infelizmente as escolas nao estao muito abertas a este tipo de
iniciativas. Sabesse la porque ! sera por causa por ranking?</p>
<p>Pois bem vamos dar voz, aqueles que a têm rouca. 
Ouvir só nao chega. Vamos sim acomoanhar e
prevenir.</p>
]]></description>			<link>http://desabafacomigobullying.bloguepessoal.com/35042/Escolas/</link>			<comments>http://desabafacomigobullying.bloguepessoal.com/Escolas-12032008-122638-lp-35042.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://desabafacomigobullying.bloguepessoal.com/35042/Escolas/</guid>			<pubDate>Wed, 12 Mar 2008 12:26:38 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Longe do mundo]]></title>			<description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style=
"background: white; margin: 0cm 0cm 12pt;">
<span><strong>"Eu não sei se vais
ouvir-me
Se estás ai ou não
Eu não sei se compreendes
Esta minha oração

Se eu p'ra ti sou uma estranha
Que o coração perdeu
É ao ver-te que eu pergunto
Se ja foste como eu

Longe do mundo, perto de ti
Peço conforto de quem eu fugi
Perdida, esquecida eu oro aqui
Longe do mundo mas perto de ti

Peço conforto e nada mais
Na voz dos que sofrem padecem sinais
Vêm de longe e chegam por fim
Quem vai ouvi-los? quem sofre assim?

Eu naõ sei se vais lembrar-te
De um coração tao só
Coração tão vagabundo
Que perde, chora, todos os dias

Longe do mundo mas perto de ti
Peço conforto de quem eu fugi
Venho de longe e chego por fim
Quem vai ouvir-me chama assim
Perdida, esquecida, aqui ao orar
Loge do mundo mas perto de ti..."</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style=
"background: white; margin: 0cm 0cm 12pt;">
<span><strong><em>Sara Tavares - Longe do
mundo</em></strong></span></p>
]]></description>			<link>http://desabafacomigobullying.bloguepessoal.com/33106/Longe-do-mundo/</link>			<comments>http://desabafacomigobullying.bloguepessoal.com/Longe-do-mundo-05032008-005238-lp-33106.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://desabafacomigobullying.bloguepessoal.com/33106/Longe-do-mundo/</guid>			<pubDate>Wed, 05 Mar 2008 00:52:38 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Poema]]></title>			<description><![CDATA[<p><strong>B</strong> em longe
do Mundo</p>
<p><strong>U</strong> m pensamento me
afrontou</p>
<p><strong>L</strong> uto
só contra ele</p>
<p><strong>L</strong>onge de
todos aqueles</p>
<p>"<strong>Y</strong>
oung people desperate"</p>
<p><strong>I</strong> maginando que mais... </p>
<p><strong>N</strong> inguém me socorria</p>
<p><strong>G</strong> ritei
aos ventos e...</p>
<p><strong>N</strong>
inguém me ouvia!!</p>
<p><strong>A</strong>
manhã não estarei cá</p>
<p><strong>O</strong>
desespero me agonia</p>
<p> </p>
<p>(pensa que no fundo do tunel obscuro existe sempre a luz dos
teus olhos para te guiar na escuridão desconhecida)</p>
<p> </p>
]]></description>			<link>http://desabafacomigobullying.bloguepessoal.com/33096/Poema/</link>			<comments>http://desabafacomigobullying.bloguepessoal.com/Poema-04032008-235408-lp-33096.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://desabafacomigobullying.bloguepessoal.com/33096/Poema/</guid>			<pubDate>Tue, 04 Mar 2008 23:54:08 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[É impossivel nao se sensibilizarem!!!!!!]]></title>			<description><![CDATA[]]></description>			<link>http://desabafacomigobullying.bloguepessoal.com/32942/E-impossivel-nao-se-sensibilizarem/</link>			<comments>http://desabafacomigobullying.bloguepessoal.com/e-impossivel-nao-se-sensibilizarem-------04032008-161240-lp-32942.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://desabafacomigobullying.bloguepessoal.com/32942/E-impossivel-nao-se-sensibilizarem/</guid>			<pubDate>Tue, 04 Mar 2008 16:12:40 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Análise crítica da reportagem Quando a violência vai à escola (RTP) e do debate]]></title>			<description><![CDATA[<p class="Estilo3" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">A reportagem da
RTP, reflecte acerca da problemática da violência em
contexto escolar.</p>
<p class="Estilo3" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">A
minha intenção é a de analisar e reflectir
sobre o aumento da visibilidade social deste fenómeno, bem
como da importância da sua discussão. No entanto, no
meu ponto de vista, será interessante também
apercebermo-nos das diferentes concepções que as mais
variadas entidades responsáveis, no nosso país,
têm relativamente às causas, aos protagonistas e
às consequências deste tipo de violência. Mais
flagrantes ainda são, a meu ver, as propostas de
intervenção que as mesmas entidades
apontam.</p>
<p class="Estilo3" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style=
"mso-tab-count: 1;">        </span>
Começamos logo por apontar uma das maiores lacunas desta
entrevista que é o facto de dar primazia apenas à
perspectiva dos professores e dos funcionários da escola,
que são vistos aqui como as vítimas da
violência, sem dar espaço ao &ldquo;reverso da
medalha&rdquo;, isto é, aos alunos, que não foram
sequer ouvidos, ao passo que tanto os professores como os
funcionários tiveram a oportunidade de deixar o seu
testemunho. De facto, esta reportagem poderia ter
&ldquo;contribuído para uma reflexão que a sociedade
portuguesa terá necessidade de desenvolver acerca da
violência em contexto escolar&rdquo; (Pinto, R. P., 2006).
Só que este fenómeno foi aqui tratado de forma
singular, sem ter em consideração a sua
multidimensionalidade, de tal forma que, apesar de dar lugar
às diversas formas de violência &ndash; física,
psicológica, verbal e negligência -, não refere
os seus variados protagonistas, como a escola, no caso da
violência institucional.<span style=
"mso-spacerun: yes;">  </span>
Arriscarmo-nos-íamos mesmo a sugerir que os alunos fossem
ouvidos em primeiro lugar, pelo facto de residir neles o epicentro
das condutas violentas, bem como serem eles os portadores das suas
características &ldquo;back-ground&rdquo;, tão
determinantes no desencadear destes
comportamentos.</p>
<p class="Estilo3" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">E os
pais, não terão também um peso determinante na
indução a este tipo de
comportamentos?</p>
<p class="Estilo3" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">Não seria igualmente importante ouvir a sua
opinião?</p>
<p class="Estilo3" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"> </p>
<p class="Estilo3" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">Por
outro lado, ocorre-nos referir que, antes das filmagens ao
espaço escolar que compõem esta reportagem terem sido
feitas, apenas foram dadas a conhecer a uma das partes envolvidas,
neste caso, e mais uma vez, aos professores e funcionários.
Desta forma, consideramos que os alunos foram novamente como que
prejudicados, ou seja, podemo-nos interrogar acerca do tipo de
influência que o conhecimento prévio exerceu sobre os
professores, condicionando o seu comportamento. Não teriam
os alunos agido de forma menos violenta acaso tivessem
também sido avisados previamente? Parece-nos bem que sim!
Acaso os professores desconhecessem de que a sua conduta estava a
ser filmada, não teriam agido também da forma
violenta, assemelhando-se aos alunos?</p>
<p class="Estilo3" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"> </p>
<p class="Estilo3" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">De
facto, ao longo da entrevista podemos assistir por variadas vezes
aos testemunhos dos professores, nos quais estes defendem ter um
grande conhecimento da situação que se vive nesta
escola. Só que, na realidade, a maioria destes professores
permanece nesta escola por apenas um ano lectivo, devido ao
programa de colocação dos professores em
vigor.</p>
<p class="Estilo3" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"> </p>
<p class="Estilo3" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">O
resultado desta situação é que, apesar de
sentirem o contrário, os professores detêm um breve e
superficial conhecimento da realidade particular desta escola e, a
meu ver, para se poder intervir sobre a realidade social,
terá de haver um amplo e fidedigno conhecimento acerca da
mesma e da população nela
envolvida.</p>
<p class="Estilo3" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"> </p>
<p class="Estilo3" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">Podemos assistir ainda, por entre os testemunhos dos
professores e funcionários, à exposição
de diferentes teorias explicativas da agressividade, saltando
à vista a explicação uma
explicação de tipo naturalista, ou seja, está
na natureza destas crianças serem agressivas, pelo que
&ldquo;elas estão a mais na escola, isso é ir contra
a natureza&rdquo;. Note-se que esta frase foi dita por uma
professora com 30 anos de serviço! Outros professores,
acusam a família de não ter transmitido a estas
crianças os valores e as regras sociais necessários,
o que faz com que, numa ausência de modelos de
imitação saudáveis, estas crianças
desenvolvam condutas agressivas e
desajustadas.</p>
<p class="Estilo3" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"> </p>
<p class="Estilo3" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">Os
mesmos professores referem que os pais, por sua vez, acusam a
escola e os docentes de não &ldquo;cuidarem&rdquo; dos seus
filhos, recorrendo frequentemente à agressão como
forma de demonstrar o seu desagrado, desrespeitando a autoridade do
professor, muitas vezes, perante os filhos ou dando-lhes
conhecimento de tal.</p>
<p class="Estilo3" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"> </p>
<p class="Estilo3" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">Quanto à
parte do debate, achamos interessante realçar a
opinião do psicólogo Eduardo Sá, quando este
diz que estas crianças que desenvolvem condutas agressivas,
têm em geral pais maltratantes, vivendo numa total
ausência de modelos de referência em casa, os quais as
crianças possam observar e imitar. Trata-se, portanto de
pais que não cumprem, de todo os requisitos essenciais para
o pleno desenvolvimento das crianças. De facto, e usando uma
expressão do psicólogo, &ldquo;as crianças
educam-se de dentro de casa para dentro da escola&rdquo;
(Sá, E., 2006), sendo necessário proteger as
crianças destas famílias desestruturadas e que em
nada favorecem a socialização das crianças.
Só que o psicólogo não descura do papel da
escola, dizendo que esta é também maltratante ao
permitir este tipo de comportamentos. Ao contrário do que a
maioria dos profissionais da área da educação
formal parece pensar, a escola não é uma fatalidade,
é sim uma instituição privilegiada de
desenvolvimento pessoal.</p>
<p class="Estilo3" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"> </p>
<p class="Estilo3" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">Seguindo ainda a
linha deste psicólogo, podemos distinguir duas
situações, as crianças doentes, cujo
comportamento agressivo é algo permanente (é urgente
determinar quais as medidas a tomar para que estas
situações não se repitam) e as crianças
saudáveis, sendo que estas são de vez enquanto
indisciplinadas. Para estas últimas este comportamento
indisciplinado faz parte do seu processo de desenvolvimento, desde
que seja uma indisciplina com regras.</p>
<p class="Estilo3" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"> </p>
<p class="Estilo3" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">Termino dizendo
que os pais são, sem dúvida alguma, das primeiras
entidades a abordar, porque são &ldquo;reservatórios
de bom senso&rdquo; (Sá, E., 2006). Por isso, como
intervenientes no primeiro ambiente de socialização
das crianças, devem exibir condutas saudáveis e
coerentes, para poderem ser seguidos. É importante que
não se registe o contrário, ou seja, que se chegue ao
ponto em que são os pais quem segue os filhos, vivendo em,
função deles.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style=
"font-size: 12pt; font-family: "Times New Roman"; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA;">
É necessário, antes de mais, quebrar com
alguns estereótipos do senso comum, que conduzem a uma
visão simplista do tema, sem conhecimento da sua
existência como fenómeno social total,
multidimensional e interdependente. Caso contrário, mais
não estaremos do que a contribuir senão para a sua
reprodução</span></p>
]]></description>			<link>http://desabafacomigobullying.bloguepessoal.com/32934/Analise-critica-da-reportagem-Quando-a-violencia-vai-a-escola-RTP-e-do-debate/</link>			<comments>http://desabafacomigobullying.bloguepessoal.com/An-lise-critica-da-reportagem--Quando-a-violencia-vai-a-escola---RTP--e-do-debate-04032008-153408-lp-32934.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://desabafacomigobullying.bloguepessoal.com/32934/Analise-critica-da-reportagem-Quando-a-violencia-vai-a-escola-RTP-e-do-debate/</guid>			<pubDate>Tue, 04 Mar 2008 15:34:08 +0200</pubDate>		</item>	</channel></rss>