<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0">	<channel>		<title>[bloguepessoal.com] dailycrazy : <![CDATA[Be yourself, no matter what they say]]></title>		<link>http://dailycrazy.bloguepessoal.com</link>		<description><![CDATA[Be yourself, no matter what they say]]></description>		<language>pt</language>		<copyright>Copyright (c) 2006, Hi-pi</copyright>		<generator>Hi-pi RSS 2.0 generator</generator>		<docs>http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss</docs>		<pubDate>Sun, 17 Feb 2008 01:31:15 +0200</pubDate>		<item>			<title><![CDATA[A Adolescência (Meu Deus, que tema tão aborrecido lol, tou a brincar... ou n)]]></title>			<description><![CDATA[<div align="justify">Demorei imenso tempo a voltar. Desta vez nem foi por estar
ocupado... apenas não me queria enfrentar... Não faz
grande sentido, pois não? Acho que há sempre uma
determinada altura na vida de um adolescente em que se põe
tudo o que se acredita á prova e, depois de se ter
descartado tudo isso, sentimo-nos sozinhos e procuramos
substitutos. E depois, não nos queremos enfrentar,
não queremos enfrentar o acutilante sentido de desconforto
connosco próprios. Porque sentimos que fizemos mal, porque
sentimos que perdemos o que nos identificava, porque sentimos que
já não temos identidade, porque sentimos que neste
mundo de multidões e de colectivos, nós passamos a
ser apenas mais um. E a verdade é que é apenas uma
das alturas em que o adolescente enfrenta a verdade, apenas isso,
uma das alturas em que descobre que não é ele, o
António ou a Maria, mas sim o António ou a Maria, de
tal turma, de tal escola, de tal cidade e de tal região.
è altura em que ele descobre que, mais que se distinguir
pelos seus olhos, ou pela sua generosidade, ou por outra coisa
qualquer, distingue-se como cidadão português, de tal
cidade ou de tal região. È a altura em que o
adolescente se volta do innterior para o exterior, a altura em que
descobre que o mundo é mais do que o que ele considera ser,
a altura em que descobre que um desastre não é
chatear-se com um amigo, em que descobre que não é
ter um problema, quando os pais o põem de castigo. È
uma altura difícil. È sempre uma altura
difícil quando descobrimos que o mundo é mais do que
as conversas de 'casa de banho'. Era como se de repente nos 
dissessem a todos que em vez de termos um Planeta Rochoso, temos um
Planeta Gasoso. A primeira reacção que nós
teríamos seria: quem foi a espécie de
inteligência que disse isso?! Mas depois
começávamos a aceitar (se houvessem provas). Esta
comparação não foi grande coisa, tenho
noção disso, mas a questão é: como
enfrentar agora um mundo em que de repente o chão já
não nos parece sólido, em que de repente, parece-nos
que andamos sobre gás, que volteia por baixo de nós e
que nos faz ter mais medo do que alguma vez poderíamos
imaginar que fosse sequer possível.</div>
<div align="justify">È difícil entendermos tudo o que se passa
connosco, por isso é que eu, durante tanto tempo, procurei
fora de mim preocupações. Preocupava-me imenso com os
meus amigos, pasava noites acordado a chorar com as crises
humanitárias no Darfur ou a perguntar como terá sido
possivel atingir um extremismo tão grande que o
extermínio não passasse de uma solução.
Não é que pensar nisso seja mau, de forma alguma, mas
como podemos entender o que nos rodeia sem nos entendermos a
nós mesmos? Será que é possível?
È por isso, que eu agora penso que se tivesse ficado e
'lutado' contra o meu medo, ter-me-ia poupado a mim mesmo muita
dor, muito desconcerto. È precisamente sobre este assunto
que eu vou reflectir quando fôr para a cama (o que
terá que ser para breve). Portanto, adeus, desta vez
não falei de nenhum assunto particularmente interessante
(tenho um preparado para a próxima vez), apenas falei de mim
mesmo. Às vezes é bom fazermos uma
'inspecção' a nós próprios, para que
não seja preciso serem os outros a fazê-lo.
</div>
]]></description>			<link>http://dailycrazy.bloguepessoal.com/28984/A-Adolescencia-Meu-Deus-que-tema-tao-aborrecido-lol-tou-a-brincar-ou-n/</link>			<comments>http://dailycrazy.bloguepessoal.com/A-Adolescencia--Meu-Deus--que-tema-t-o-aborrecido-lol--tou-a-brincar----ou-n--14022008-003021-lp-28984.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://dailycrazy.bloguepessoal.com/28984/A-Adolescencia-Meu-Deus-que-tema-tao-aborrecido-lol-tou-a-brincar-ou-n/</guid>			<pubDate>Thu, 14 Feb 2008 00:30:21 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Voltei...]]></title>			<description><![CDATA[<p style="background-color: #000000" align="justify">Bom,
não escrevi nada nos últimos tempos (não
escrevi mesmo nada de nada!) porque andei demasiado ocupado em
manter os meus outros dois blogues, o de crítica e o de
escrita criativa (para o caso de quererem visitar o de escrita
criativa aqui fica o endereço:
http://a-critica-analisada.blogspot.com/)</p>
<p style="background-color: #000000" align="justify">Bom, eu disse
que faria disto um blog-diário, mas sei muito bem que
não vou ter tempo para o actualizar todos os dias
(secundário, quando ainda não estamos habituados
custa um bocado a apanhar o ritmo, principalmente se fizermos
teatro, fizermos parte de um jornal e tivermos demasiados colegas
chegados, não amigos, colegas chegados). Bom... nos
últimos tempos não me aconteceu grande coisa... Bom,
concorri á associação de estudantes, isso foi
o ponto alto... bastante frívolo eu sei, mas nem toda a
gente pode ter problemas como os que assolam o Darfur, ou pelo
menos como o meu pai ou qualquer outra pessoa normal tem... Perdi,
como seria de esperar... Mas passemos a apresentar a minha turma
(por comodidade vou utilizar os nomes verdadeiros, mas se acharem
que me conhecem... saiam já daqui!!!)</p>
<p style="background-color: #000000" align="justify"> </p>
<p style="background-color: #000000" align="justify">Na minha
turma, de Línguas e humanidades (eu quero ser juiz para
depois seguir uma carreira na política ou na diplomacia)
somos trinta e um, ou melhor, éramos, porque já
sairam algumas pessoas... Agora somos... Não sei bem... para
trinta ou vinte e nove. A pessoa de quem menos gosto na minha turma
é, sem dúvida alguma, o Bruno, não só
porque me ultrapassa em tudo (credo!!! é a primeira vez que
me ultrapassam nos estudos e na sociabilização!!!)
mas também porque o faz copiando! Isso é o que mais
me irrita. A Mariana também é outra que me irrita,
mas ela, enfim, é daquelas pessoas que odiamos por
contágio! lol Não, agora a falar a sério,
é-me indiferente a rapariga. È um bocado
hipócrita e muito falsa, mas nada que eu não aguente.
Eu, a Margarida, a Bia e o André, costumavamos ser um grupo
de amigos, mas ultimamente não me sinto bem ao pé
deles, não sei bem porquê, se é porque tenho
ciúmes da relação que a margarida e o
andré desenvolveram em tres meses quando nós, em
cinco anos ainda não o conseguimos fazer... Sim, é
mais por isso...Eu sei que é um bocadinho parvo, mas
dá-me imensos ciúmes, vê-los assim, a confiar
um no outro... Mas tenho que reconhecer que a culpa é minha,
por não conseguir confiar em ninguém... Há uma
frase de Cícero que diz :"dos teus amigos, presume sempre
que poderão a vir ser teus inimigos" e é o meu lema,
mas sinceramente omeço a arrepender-me disso. Só
tenho amizades superficiais e sinto-me tão só por
causa disso... Toda a gente tem alguém que o ame,
alguém que o proteja e eu... não tenho
ninguém. Tenho amor parental (e sei que já é
mais do que mta gente no mundo tem), mas não me chega...
quero alguém que me entenda até ao meu intimo... que
entenda os meus problemas, as minhas ansiedades, os meus
escrúpulos... Que entenda porque é que quando tiro um
17 fico lixado e que não me diga que com aquela nota estaria
a correr e saltar... Apenas quero alguém que tal como eu,
precise de alguém, precise de alguém em quem possa
confiar tudo o que lhe vem á cabeça, sem ter um medo
desesperado que isso saia dali... Apenas gostava de ter
isso...</p>
<p style="background-color: #000000" align="justify">Como eu
estava a dizer, eu, a bia, a margarida e o pacheco, já
não andamos tantas vezes juntos, agora eu costumo andar com
a palmira e com a andreia que são pessoas maravilhosas e que
me fazem sentir bem... Quando estou ao pé delas é
como se sentisse a simpatia a emanar delas... Como se sentisse uma
aura de carinho e ternura... È diferente daquilo que sentia
quando estava com a M, a B e o A... Com eles sentia companheirismo,
sentia que me defenderiam sempre, acontecesse o que acontecesse...
Com a Palmira e com a Andreia também sinto que me
defenderiam, mas que gostam de mim, que sentem os meus problemas,
que aquilo que eu digo merece ser ouvido por
elas... </p>
<p style="background-color: #000000" align="justify"> </p>
<p style="background-color: #000000" align="justify">Depois, claro
ainda há o Bruno e o António, que sao bons
companheiros (o bruno, o mesmo que disse que me irritava, digamos
que estou um bocadinho confuso em relação a ele, por
um lado odeio que ele consiga o que quer sem trabalhar e por outro,
acho que ele é uma pessoa fixe...) mas que não
são amigos, até porque sempre tive dificuldades em
fazer amigos rapazes... Mas eles não me censuram...
Não sinto que me defenderiam, mas sinto que, para eles, eu
sou realmente fixe...</p>
<p style="background-color: #000000" align="justify"> </p>
<p style="background-color: #000000" align="justify">Enfim...
Não vou falar mais... Bom Natal a todos e um Feliz Ano
Novo </p>
<p style="background-color: #000000"> </p>
<p style="background-color: #000000"> </p>
]]></description>			<link>http://dailycrazy.bloguepessoal.com/18180/Voltei/</link>			<comments>http://dailycrazy.bloguepessoal.com/Voltei----20122007-040547-lp-18180.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://dailycrazy.bloguepessoal.com/18180/Voltei/</guid>			<pubDate>Thu, 20 Dec 2007 04:05:47 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[A discriminação Homofóbica Portuguesa]]></title>			<description><![CDATA[<div align="justify">    Como sociedade tradicional, Portugal
ainda mantém bastantes preconceitos em relação
aos homossexuais. Isso deve-se sobretudo á falta de
informção disponível, havendo ainda muita
gente que considera a homossexualidade como uma "anormalidade".
Sempre que ao navegar pela net, em comunidades online como hi5 ou
myspace e me deparo com jovens a dizer que a homossexualidade os
enoja, fico naturalmente admirado e deprimido, como é que
jovens que já cresceram com todo o tipo de
informação acerca da sexualidade, num clima já
mais ou menos aberto em termos sociais ainda têm
opiniões discriminatórias como essas? Temos que
perceber que a homofobia é como o racismo ou xenofobia, a
discriminação deliberada ou impensada de elementos da
sociedade, devidamente integrados ou não, devido á
relgião, cor de pele, nacionalidade e sexualidade.
Também a Discriminação homofóbica
é punida por lei, pelo que deve ser tomado em conta o
respeito pelos outros. Para destruir mitos, têm muitas
associações homossexuais vindo a apresentar diversas
acções sociais, para fazer perceber ás pessoas
que a única diferença entre eles, heterossexuais e
nós homossexuais é a sexualidade.    
Deve-se condenar também o Governo por não intervir no
assunto, ao contrário do que faz em relação
aos casos de racismo e xenofobia. Também é de
condenar o facto de não serem permitidos padres de
sexualidade diferente da heterossexual e de não serem
permitidos no exército americano homens ou mulheres de
homossexualidade assumida, uma discriminação em
relação aos Direitos Humanos que não devia ser
ignorada. Todas estas discriminações e
restrições incentivam os homossexuais a não se
assumirem como tal e até mesmo a recusarem acreditar que
são homossexuais. Dveemos criar uma sociedade aberta a todos
e cumprir assim, os princípios da Declaração
de Direitos Humanos mundial. No entanto, parece que ninguém
crê ser necessário o cumprimento do parâmetro de
direitos humanos que faz referência á
discriminação, preferindo ignorá-la
ostensivamente, até para ficar melhor com a sua
consciência e com a sua passividade ou
homofobia.</div>
<div align="justify">        Porque sei que todas estas
discriminações e pressões existem, quero
incentivar todos os jovens que queiram falar comigo sobre o assunto
a utilizarem os comentários ou a deixarem-me uma
mensagem.</div>
]]></description>			<link>http://dailycrazy.bloguepessoal.com/3662/A-discriminacao-Homofobica-Portuguesa/</link>			<comments>http://dailycrazy.bloguepessoal.com/A-discriminac-o-Homof-bica-Portuguesa-29082007-214753-lp-3662.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://dailycrazy.bloguepessoal.com/3662/A-discriminacao-Homofobica-Portuguesa/</guid>			<pubDate>Wed, 29 Aug 2007 21:47:53 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[o que acho da vida e da morte]]></title>			<description><![CDATA[<p>È a vida, caminhos que tao simplesmente
sao seguidos, conjunto de escolhas influenciadas por alguem ou por
alguma coisa e que determinam quem somos. Um caminho tolo e cheio
de hipocrisia em direcçao a uma felicidade desejada e
receada. Um caminho recheado de percalços e sobressaltos,
tão somente obstáculos. Toda uma vida cheia de
obstáculos, toda ela lutas, toda ela guerras apenas para
conseguir um lugar insignificante na terra da estima e do sucesso.
Lutamos e por vezes nem sabemos pk, lutamos por um sentido, penso
eu, lutamos por companhia e por auto-estima. Lutamos por algo que n
existe, lutamos pela felicidade total, lutamos por prazeres
efémeros e certezas inexistentes, sem lutarmos pelo que na
realidade interessa... Pensamos talvez que com um bom emprego, uma
familia modelo e um carro topo-de-gama poderemos ser felizes e por
isso todos nós lutamos por isso, arriscando o pao
diário por algo melhor. No entanto, quando atingimos isso
tudo, sentimo-nos vazios, sentimos um prazer efémero e nada
mais e é nessa altura que a concha acolhedora da familia
modelo, se torna em prisao, em que o emprego antes tao gratificante
se torna num fardo insuportável e em que o carro apenas
é aos nossos olhos um monte de sucata que por algum golpe de
génio nos pode levar aos sitios que a nossa eterna tristeza
determina, aos sitios que a nossa busca pede. È nessa altura
que deixamos de crer na felicidade e num ente mais elevado e
entristecemos, como um menino a quem de repente confessaram que o
pai natal nao existe. È nessa altura que sentimos que toda a
nossa vida fomos enganados, em que pensamos que apenas andaram a
por 'paninhos quentes' na realidade. E é nessa altura que
nos questionamos:o que é a morte? Apenas o fim da
matéria? Sim, talvez nao seja uma má candidata, mas a
verdade é que possivelmente nunca saberemos e por isso, essa
questao continuara a atormentar os homens, tornando-os escravos de
receios tolos e sem qualquer sentido, mas que ainda assim sao
suficientemente fortes para fazer o sono esvair-se pela neblina da
noite. Temos a verdade proclamam muitas igrejas, expondo as suas
doutrinas de conforto humano e antropocentricas, oferecendo a
salvaçao da sua alma a um preço módico, no
entanto isso nao passa de um conjunto de convençoes morais e
sociais que toda a gente conhece e de algumas historias de encantar
para que possamos adormecer á noite sem preocupaçoes
grandes como essa. No entanto, nao importa o que se pensa da morte,
porque a verdade é que quer tenha medo dela ou nao, ela
estara sempre á sua espera, inexoravel, por mais que demore,
sabemos sempre que no fim da linha ela está lá, como
se fosse uma linha de um comboio, sabemos que acabaremos sempre por
chegar ao nosso destino, por mais reduzida que seja a velocidade,
chegaremos sempre lá, sempre. E é com isso que me
despeço...</p>
]]></description>			<link>http://dailycrazy.bloguepessoal.com/3157/o-que-acho-da-vida-e-da-morte/</link>			<comments>http://dailycrazy.bloguepessoal.com/o-que-acho-da-vida-e-da-morte-10082007-015250-lp-3157.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://dailycrazy.bloguepessoal.com/3157/o-que-acho-da-vida-e-da-morte/</guid>			<pubDate>Fri, 10 Aug 2007 01:52:50 +0200</pubDate>		</item>	</channel></rss>