<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">		<title>http://capeta.bloguepessoal.com</title>		<id>http://bloguepessoal.com/</id>		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://capeta.bloguepessoal.com/atom.xml" />		<subtitle><![CDATA[Diário de um trabalhador]]></subtitle>		<rights>Copyright (c) 2006, Hi-pi</rights>		<generator>Hi-pi ATOM generator</generator>		<author>			<name>Hi-pi</name>			<uri>http://capeta.bloguepessoal.com</uri>		</author>		<updated>2009-11-08T23:40:47+01:00</updated>		<entry>			<title>O mundo</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><strong>Às vezes gostava de ter poder
sobrenaturais. Assim como os personagens da série "Heroes". Poderes
esses que me permitissem ajudar quem merece e precisa de ajuda; e
castigar quem se porta mal, especialmente quem se porta mal
repetitivamente. Mas infelizmente não tenho e odeio o facto de me
sentir tão impotente perante certas situações. Detesto sentir tão
emotivamente e furiosamente tudo quanto se passa comigo e se passa
à minha volta, porque sei que nada posso fazer a não ser
sentir!</strong></p>
<p><strong>Acabei de veruma reporategm na SIC sobre aquela,
nem sei bem que adjectivo usar, "mãe" da Alexandra. Se eu pudesse,
ia à Rússia e dava-lhe a maior tareia da vida dela, pois acho que
foi algo que lhe faltou em criança. Como é que alguém, no seu
perfeito juízo e na condição de ser humano, depois de ver estas
imagens, continua a deixar aquela pobre criança nas mãos daquela
aberração?</strong></p>
<p><strong>E não bastando aquela aberração aparece agora outra, ao
fim de 6 anos, não aberração mas um brugesso que se intitula pai
daquela menina, que cada vez que abre a boca, só me apetece
partir-lhe os poucos dentes que ainda lhe restam, dizer que a
aberração é uma boa mãe e que se a Alexandra não ficar com ela, irá
ficar com ele (um desconhecido), mas J'AMAIS com o casal português
que cuidou, amou e recuperou uma criança que não tinha
futuro!</strong></p>
<p><strong>Este é só um exemplo do que vai mal pelo mundo em geral e
em Portugal em particular. O que é que eu posso fazer? NADA,
NOTHING, RIEN, excepto proseguir com a minha vidinha
mediana.</strong></p>
<p><strong>Começar mais uma semana de trabalho, que se resume, para
além do ver
um balhelhas a delapidar o património de uma instituição, aturar
uma lunática com os seus desvarios e sem vida própria, mas boa
pessoa e uma criançola mimada, burrae preguiçosa, que não
merece estar aonde está!</strong></p>
<p><strong>A vida tem que ser mais que isto!</strong></p>
				</div>			</content>			<id>http://capeta.bloguepessoal.com/225598/O-mundo/</id>			<link href="http://capeta.bloguepessoal.com/225598/O-mundo/" />			<author>				<name>capeta</name>				<uri>http://capeta.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2009-11-08T23:38:43+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Opinião: Sobre Caim, por Pilar del Río</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>
<span><span>por Pilar del
Río, jornalista</span></span> <span><span>DN
29-10-2009</span></span></p>
<p>
<strong><span>A jornalista Pilar del Río, casada com José
Saramago, escreveu no DN sobre o novo livro do Nobel da
Literatura português que tem causado polémica na sociedade
portuguesa</span></strong></p>
<p>
<strong><span>Sobre Caim</span></strong></p>
<p>
<span>Li várias vezes,
traduzi-o inclusive para castelhano, o último romance de José
Saramago, Caim, uma fábula humana, tão humana que pensei que iria
provocar perguntas humanas. Para minha surpresa, tal não ocorreu.
De imediato, uma parte da sociedade começou a falar de Deus e da
Bíblia, corrente de ar fresco que se agradece se tivermos em conta
o teor de outras polémicas, mas ninguém assinalou o que do meu
ponto de vista é essencial neste livro: que o género humano não é
de fiar. Sim, os seres racionais, os que levantam edifícios,
constroem pontes e compõem sinfonias, esses mesmos que declaram
guerras por um território, por um capricho, por uma bandeira ou por
um Deus nasceram loucos e loucos continuam a viver tantos milénios
depois de Adão e Eva ou do Big Bang, chame-lhe cada um o que
queira. Só a gente sem sentido se pode atribuir a autoria das
fábulas religiosas que povoam a terra até aos dias de hoje, porque
todas as civilizações se organizam em volta de uma divindade e
todas elas se baseiam no sacrifício e no sangue. Se é verdade que
em Creta o ritual levava donzelas virgens ao minotauro, e que as
civilizações pré-colombinas realizavam sacrifícios humanos para
aplacar a ira dos deuses, como tantos povos africanos, o ranking da
exigência sacrificial é ganho pela religião que apresenta o seu
próprio Deus executado numa cruz após ter padecido terríveis
torturas que o levaram até a suar sangue.</span></p>
<p>
<span>Que atracção
mórbida têm os homens para inventar, ao longo dos tempos, religiões
terríveis a que logo se escravizam? Que paixão aturdiu a humanidade
levando--a a impor-se a si mesma códigos e proibições canalhas,
ameaçar-se com fogos eternos, condenar-se absurdamente por toda a
vida, centrar a existência em tabus alheios ao sentido comum e
fazer de normas desumanas guias de conduta e de condenação? Sim: os
chamados seres racionais estão loucos, por isso talvez não mereçam
a existência. Essa é, em meu entender, a síntese do romance de
Saramago, uma perplexidade que se afirmou em cada leitura: Não
somos de fiar, Caim tinha razão ao executar o seu plano se nós,
seres humanos, somos tão cruéis, tão maus, tão aborrecíveis, que
quando queremos inventar um ser superior temos que o carregar de
sangue, ódio, morte, renúncia, sacrifício. O rancor do Deus da
Bíblia é o rancor que os humanos inventaram, dado que foram os
seres humanos que propuseram as diferentes figuras divinas. E a
crueldade, a velhacaria, o ardor guerreiro e o espírito de vingança
são construções humanas a que se deu corpo legal e religioso para,
de seguida, submeter-se com uma ligeireza insuportável. "Escravos
de um Deus fictício" escreveu alguém, e é verdade: seja no Islão,
nas religiões africanas ou ameríndias, no judaísmo, no cristianismo
nas suas distintas variantes ou noutras confissões, em todas estão
os códigos e o pecado, numas impõem burkas, noutras proíbem fazer o
amor sem passar por um altar, e lapidam na vida terrena ou condenam
à eternidade se se tratam com uma transfusão de sangue ou se
investigam com células-mãe. E todas estão convencidas da sua
excelência, da sua legítima capacidade para condenar, por exemplo,
os homossexuais - todas as religiões têm uma fixação com o sexo, o
que demonstra quão humanas são - e todas se sabem e sentem
superiores. Nenhuma vê ridículos e fátuos os seus rituais, embora
não entenda os dos vizinhos, são bárbaros uns para os outros, nunca
amigos, nunca próximos: no universo religioso é onde mais
claramente fica demonstrado que os humanos ao longo da sua passagem
pelo mundo procuraram sempre motivos para o confronto e que, como
ficou dito, a religião é um dos maiores, a par da bandeira e do
território, três grandes falácias para dividir uma mesma espécie.
Três grandes fraudes.</span></p>
<p>
<span>Deus é de fiar?
Deus não existe fora das cabeças dos homens, logo são os homens os
que não são de fiar, nem eles nem as suas obras. Filhos de dogmas e
preconceitos, herdeiros de tradições sem sentido, de superstições e
de medos, os homens não souberam aproveitar a modernidade para
combater o descaramento do irracional. Inclusive, o homem
ocidental, o que se crê centro do mundo e dono dos melhores
conceitos, revolve-se intranquilo se alguém, como Saramago, e não
só, questiona supostas verdades reveladas. Isso sim, defende a sua
interpretação com ar de superioridade, partindo da certeza de
saber-se melhor que outros, que condenam com a fatwa, apenas porque
há dois séculos que no Ocidente se acabaram os julgamentos da
Inquisição e os anátemas não são queimados na praça pública.
Barbárie que continua a existir noutros lugares do mundo, também
humanos, estados teocráticos onde povos vivem oprimidos por leis
atribuídas a Deus, por lendas e contos escritos, uns após outros,
por homens sem misericórida, com o mesmo afã dominador e
predador.</span></p>
<p>
<span>O romance de
Saramago não é contra Deus. Lamento contrariar os que assim pensam.
Saramago, na sua ficção, volta a escrever um ensaio sobre a
cegueira, a humana cegueira que, para além de impedir a visão,
impede que haja claridade no mundo, que este planeta perdido no
universo seja um lugar sem luz e sem outros belos dons que nos
fariam mais livres e felizes. Os homens inventaram Deus e agora
parece que esperam que o mesmo Deus os salve porque, enfrentando-se
entre eles e com os seus medos, não são capazes de desmontar esta
rede de artifícios e dizer "já chega" de escravidão e estultícia.
Sigamos então por caminhos marcados por lendas, com interpretações
simbólicas ou não, mas tenhamos ao menos a decência de atribuir-nos
a sua autoria: a de havermos criado a divindade e toda a dor e
sacrifício que os deuses supostamente impuseram ao mundo. À imagem
e semelhança do ser humano.</span></p>
<p><span></span></p>
				</div>			</content>			<id>http://capeta.bloguepessoal.com/223667/Opini-o-Sobre-Caim-por-Pilar-del-R-o/</id>			<link href="http://capeta.bloguepessoal.com/223667/Opini-o-Sobre-Caim-por-Pilar-del-R-o/" />			<author>				<name>capeta</name>				<uri>http://capeta.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2009-11-01T23:06:45+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Novo roubo à portuguesa!</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Preciso de desabafar, pois estou FURIOSA com a directiva
da união europeia, que entra em vigor amanhã e que permitirá aos
comerciantes aplicar uma taxa aos clientes que paguem as suas
compras com cartão de débito e crédito!</p>
<p>Como é POSSÍVEL que o nosso Governo permita esta roubo
aos seus cidadãos! Qualquer dia, temos que pagar para poder andar
na rua! Qualquer dia, os nossos parcos salários servirão somente
para pagar impostos, taxas e sobretaxas!</p>
<p><strong>NÃO PODE SER!!!!</strong></p>
<p><strong>NÃO PODEMOS PERMITI-LO!!!!</strong></p>
<p></p>
<p>Eu não aceito, nem vou aceitar esta "roubalheira"! Vou
continuar a proceder da mesma forma. Simplesmente vou passar a não
comprar nas lojas que praticarem esta taxa. E quando fôr ao
supermercado e chegar à caixa para pagar, se tiver que pagar essa
taxa, a menina da caixa vai ter o dobro do trabalho a "desregistar"
as compras, até perfazer o valor que eu possa pagar em dinheiro. E
quando for comprar um produto que custe 0,99 e nessa loja aplicarem
a taxa, vou pagar com uma nota de cem euros e vão ter que aceitar e
arranjar troco...AZARUCHO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!</p>
<p>Estes são apenas alguns dos exemplos que poderemos usar,
para desmotivar o uso desta taxa.</p>
<p>E quando vos ligarem dos bancos para "impingir" créditos
e cartões, usem a desculpa da taxa para não aceitarem. Vão ver que
rapidamente a banca se porá em acção...</p>
<p>Apelo a todos vós cidadãos de Portugal e do mundo, para
combaterem este roubo e mostrarem que não são facimente enganáveis,
pois a:</p>
<p><strong>UNIÃO FAZ A FORÇA!</strong></p>
<p></p>
<p></p>
				</div>			</content>			<id>http://capeta.bloguepessoal.com/223648/Novo-roubo-portuguesa/</id>			<link href="http://capeta.bloguepessoal.com/223648/Novo-roubo-portuguesa/" />			<author>				<name>capeta</name>				<uri>http://capeta.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2009-11-01T22:45:48+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>DESABAFO</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><strong>Confesso que ultimamente tenho
andado um bocado em "baixo".</strong>
<strong>Aproxima-se a época natalícia
(que eu adoro desde que me entendo por
gente!</strong><strong>) e no entanto, não sinto
aquela alegria e entusiasmo de
antigamente...</strong></p>
<p><strong>Tenho reflectido no porquê de
me sentir assim e cheguei à várias
conclusões:</strong></p>
<ol>
<li><strong>Só de pensar na quantidade de trabalho que terei a
organizar a festa de natal (que é sempre em minha casa) e que
inclui, planeamento e compras sem fim...apetece-me ser raptada por
extraterrestres!</strong></li>
<li><strong>Não faço a mais pequena ideia
do que hei-de oferecer à família e amigos e não me apetece perder
muito tempo nessa tarefa, pelo que sugestões aceitam-se! Gosto
sempre de ofertar algo que se identifique com essa pessoa e não uma
qualquer banalidade. Daí a desmotivação, pois estou sem
ideias...</strong></li>
<li><strong>Estou tão
cansada de ver e ouvir o que se passa no mundo, que me sinto mal,
por me sentir assim, pois felizmente não posso queixar-me. Mas a
verdade é que me queixo e não tenho esse
direito?</strong></li>
<li><strong>Por mais
que me esforce e me indigne, por mais que participe e ajude no que
me é possível, sinto sempre que é em
vão!</strong></li>
</ol>
<p><strong>Quero voltar a
sentir-me bem e viver em pleno, esta época maravilhosa que eu
ADORO!!!!</strong></p>
<p><em><strong>Como faço
isso?</strong></em> </p>
				</div>			</content>			<id>http://capeta.bloguepessoal.com/222499/DESABAFO/</id>			<link href="http://capeta.bloguepessoal.com/222499/DESABAFO/" />			<author>				<name>capeta</name>				<uri>http://capeta.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2009-10-28T13:18:43+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>ARTE RECRIANDO ARTE_9!</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p></p>
				</div>			</content>			<id>http://capeta.bloguepessoal.com/220815/ARTE-RECRIANDO-ARTE-9/</id>			<link href="http://capeta.bloguepessoal.com/220815/ARTE-RECRIANDO-ARTE-9/" />			<author>				<name>capeta</name>				<uri>http://capeta.bloguepessoal.com</uri>			</author>			<updated>2009-10-22T15:25:31+02:00</updated>		</entry></feed>