<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">		<title>http://juh.bloguedoido.com</title>		<id>http://bloguedoido.com/</id>		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://juh.bloguedoido.com/atom.xml" />		<subtitle><![CDATA[My life]]></subtitle>		<rights>Copyright (c) 2006, Hi-pi</rights>		<generator>Hi-pi ATOM generator</generator>		<author>			<name>Hi-pi</name>			<uri>http://juh.bloguedoido.com</uri>		</author>		<updated>2008-07-25T12:31:28+02:00</updated>		<entry>			<title>1</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Olho para o livro da minha vida e penso que sera mais
facil viver e ser feliz se arrancar, uma a uma, as
paginas do que vivi contigo. Entos
decididas, arranco o dia em que te conheci, pico com piones
todos os beijos que te dei, corto com a tesoura as palavras que
dissemos, utilizo o x-acto para afastar o teu corpo do meu. Apago,
com borracha , os sonhos por realizar e com um compasso desenho
dois circulos afastados para cada um de nos. Como se
tudo isto no bastasse meto-te debaixo do pisa-papeis
para que de la no saias, para que a tua
recordao volte. E se ainda
no for suficiente e se mesmo assim insistires muito,
meto-te num triturador de papeis para ter a certeza que vais
desaparecer de vez. Com a vida em pedaos, olho para os
destroos que se espalharam pela cama... e as
lagrimas percorrem . No quero que seja assim...
doi ainda mais. Lentamente decido-me a fazer bricolage com a
vida, e com Super-Cola 3, colo cada bocadinho de ti... cada
bocadinho de mim... cada bocadinho de nos... apago
com o que disse e no devia ter dito, e com corrector
desfao devia ter feito. Com agulha e
dedal volto a unir os nossos pedaos e com uma aguarela
branca preparo-me para redesenhar um novo destino. Porque afinal,
eu gosto um bocadinho de ti e estou aqui para ti,
basta perceberes... basta quereres!</p>
<p>( Sera que a bricolage no foi feita vezes demais
? )</p>
				</div>			</content>			<id>http://juh.bloguedoido.com/7471/1/</id>			<link href="http://juh.bloguedoido.com/7471/1/" />			<author>				<name>juh</name>				<uri>http://juh.bloguedoido.com</uri>			</author>			<updated>2008-07-25T12:29:53+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Change</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><span>
Deixei para tras os sapatos de
bailarina e segui um caminho incerto.
Esqueci-me das regras
Perdi a vergonha
Apaguei preconceitos
Revelei segredos
Extingui medos
Eliminei as dores
Respirei fundo
E nasci de novo.

-


Os meus pes esto cansados e a caminhada ainda
no chegou ao fim.
Pergunto-me se algum dia encontrarei o que procuro, e pergunto-me
tambem, o que estou procurando.
Lano olhando a
distancias, correndo riscos, mas sem traar uma rota
definitiva.
Por vezes perco-me e volto para tras, fao travagens
bruscas, ando a boleia, mas frequentemente eu me questiono:
sera que alguem se pode perder sem saber sequer para
onde quer ir?
Esta incerteza torna os meus passos inseguros, o meu olhar vacila
nas direco
se decide, e o vento engana-me de novo.
O meu sangue revela a minha travessia, o seu vermelho profundo,
vivo, quente, vai manchando os caminhos por onde passei, as pedras
onde me cortei, aqueles que conheci, os poucos que amei, os poucos
que no esqueci.
Se tentar traar um mapa, sei que o vento levara as
linhas. Se construir um castelo, as ondas vo
deita-lo abaixo, mais cedo ou mais tarde.
Mas eu sei que nunca desaparecerei definitivamente.
Nem ventos, nem tempestades, nem odios, nem o tempo, me
vo apagar.
A razo e simples.
Nunca serei totalmente nada, porque deixo um bocado de mim em tudo
o que toco, em todos os que conheo
deixo quase nada, apenas uma leve brisa que recorda a minha
presena, e noutras vezes, deixo quase tudo, deixo parte do
corao, deixo um pouco de amor.
E enquanto esta memoria durar, as imagens, os textos, os
abraos, as noites vividas, as amizades, os amores, as
aventuras e desventuras, as virtudes

<span><strong>(e tudo o que me
diz respeito,)</strong></span>
Nunca se iro por completo, enquanto alguem pensar em
mim.
E num futuro longinquo, quando todos nos formos de
novo apenas po de estrelas no imenso espao, o que eu
criar agora, continuara a existir.
Porque a arte no morre nunca. Simplesmente, muda,
transfigura-se, esconde-se, mas nunca se
perdera.</span></p>
				</div>			</content>			<id>http://juh.bloguedoido.com/7294/Change/</id>			<link href="http://juh.bloguedoido.com/7294/Change/" />			<author>				<name>juh</name>				<uri>http://juh.bloguedoido.com</uri>			</author>			<updated>2008-07-18T14:22:21+02:00</updated>		</entry></feed>