<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">		<title>http://fun.bloguedoido.com</title>		<id>http://bloguedoido.com/</id>		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://fun.bloguedoido.com/atom.xml" />		<subtitle><![CDATA[o blogue do leotauros]]></subtitle>		<rights>Copyright (c) 2006, Hi-pi</rights>		<generator>Hi-pi ATOM generator</generator>		<author>			<name>Hi-pi</name>			<uri>http://fun.bloguedoido.com</uri>		</author>		<updated>2009-05-17T02:52:10+02:00</updated>		<entry>			<title>Choque tecnológico no Governo</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Choque tecnológico no Governo - Alô? Está lá? Prof. Mariano
Gago? É o Zé Sócrates. Oh, pá, ajuda-me aqui. Comprei um
compu*ador... Mas não consigo entrar na Internet! Estará fechada? -
Como? Desculpa?.... - Aquilo fecha a que horas? - Zé, meteste a
password? - Sim! Quer dizer, copiei a do Freitas. - E não entra? -
Não, pá! - Hummm... Deixa-me ver... Qual é a password dele? - Cinco
estrelinhas (*****)... - Oh, Zé!... Car.... Bom, deixa lá agora
isso, depois eu explico-te. E o resto? Funciona? - Também não
consigo imprimir, pá! O compu*ador diz: "Cannot find printer"! Não
percebo, pá, já levantei a impressora, pu-la mesmo em frente ao
monitor e o gajo sempre com a porra da mensagem, que não consegue
encontrá-la, pá! - ??????... Vamos tentar isto: desliga e torna a
ligar e dá novamente ordem de impressão. Sócrates desliga o
telefone. Passados alguns minutos torna a ligar. - Mariano, já
posso dar a ordem de impressão? - Olha lá, porque é que desligaste
o telefone? - Eh, pá! Foste tu que disseste! Estás doido ou quê? -
!?!?!!???... Dá lá a ordem de impressão, a ver se desta vez
resulta. - Dou a ordem por escrito? É um despacho normal? - Oh,
Zé... !!!... Eh, pá! esquece... Vamos fazer assim: clica no "Start"
e depois... - Mais devagar, pá, mais devagar! Não sou o Bill
Gates... - Se calhar o melhor ainda é eu passar por aí... Olha lá,
e já tentaste enviar um mail? - Eu bem queria, pá! Mas tens de me
ensinar a fazer aquele circulozinho em volta do "a". - O
circulozinho?!... Pois... Bom... Vamos voltar a tentar aquilo da
impressora. Faz assim: começas por fechar todas as janelas. - Ok,
espera aí... - Zé?... Estás aí? - Pronto, já fechei as janelas.
Queres que corra também os cortinados? - ??#?!$!?$@...
Senta-te, OK? Estás a ver aquela cruzinha em cima, no lado direito?
- Não tenho cá cruzes no Gabinete, pá!... - Ai... que caralh*...
Zé, olha para a porra do monitor e vê se me consegues, ao menos,
dizer isto: o que é que diz na parte debaixo do ecrã? - Samsung. -
Eh, pá! Vai para o... - Mariano?... Mariano?... Tá lá?... Olha...
Caiu a chamada!</p>
				</div>			</content>			<id>http://fun.bloguedoido.com/15237/Choque-tecnol-gico-no-Governo/</id>			<link href="http://fun.bloguedoido.com/15237/Choque-tecnol-gico-no-Governo/" />			<author>				<name>fun</name>				<uri>http://fun.bloguedoido.com</uri>			</author>			<updated>2009-04-25T15:16:22+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>bombeiro</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<div>O bombeiro, depois de um dia exaustivo de
trabalho, a apagar não sei quantos incêndios e a salvar pessoas,
chegou a casa muito cansado e entrou rapidamente. A mulher, que
estava no quarto, gritou: -Não, João Carlos, não acendas a luz que
eu estou a morrer de dor de cabeça. E antes que ele pudesse dar
mais um passo, ela gritou ainda mais: -Pelo amor de Deus, não
acendas a luz, que tou com uma enxaqueca das grandes! Ele tirou a
roupa mesmo às escuras, enquanto a mulher gemia e gritava: - Não
acendas a luz, que me irrita os olhos e a dor de cabeça ainda
piora! E o pobre marido ficou com pena da mulher, tornou a
vestir-se, no escuro, e correu para a farmácia da esquina, que
estava de serviço. O farmacêutico, que via o homem passando por
ali, reconheceu-o e disse: -Oica, o senhor não é bombeiro? -Sou...
-E o que é que está a fazer com essa roupa de
guarda-nocturno?</div>
				</div>			</content>			<id>http://fun.bloguedoido.com/15236/bombeiro/</id>			<link href="http://fun.bloguedoido.com/15236/bombeiro/" />			<author>				<name>fun</name>				<uri>http://fun.bloguedoido.com</uri>			</author>			<updated>2009-04-25T15:09:52+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>O inglês aristocrático</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<div>O inglês aristocrático liga para sua casa
à noite. Como de costume, o mordomo (cujo nome é sempre James)
atende lentamente, com classe e sobrancelhas arqueadas: - Yes,
"sar"!! - James?? - Yes, "sar"!! - Por obséquio, James, dirija-se
ao quarto de Lady e verifique cuidadosamente se ela se encontra em
presença de seu amante. Aguardo ao telefone. - Yes, "sar"!! Então o
mordomo sobe dois lances de escada cuidadosamente, vai até o quarto
do casal e ouve sons.. sinistros. Desce silenciosamente e volta ao
telefone - Sir?? - Pois bem, James, ele está lá? - Yes, sir!! -
Hmmm... Faça o seguinte, James: Vá à sala de estar, pegue o rifle
de caça, carregue-o e mate os dois. Depois volte ao telefone que
lhe darei mais instruções. - Yes, sir!! O mordomo pega o rifle,
sobe as escadas e BAM!!! BAM!!! Destroça os pombinhos. Volta ao
telefone e diz: - O.k., sir. Tudo realizado a contento. - Muito
bem, James. Agora, por favor, jogue os corpos na piscina e limpe o
quarto. Chegando a casa eu acerto os detalhes. - Mas... sir... nós
não temos piscina em casa... - Não?!? Hmmm... Desculpe-me, foi
engano!</div>
				</div>			</content>			<id>http://fun.bloguedoido.com/12672/O-ingl-s-aristocr-tico/</id>			<link href="http://fun.bloguedoido.com/12672/O-ingl-s-aristocr-tico/" />			<author>				<name>fun</name>				<uri>http://fun.bloguedoido.com</uri>			</author>			<updated>2009-02-14T18:44:43+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>hemorróidas?</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Numa viagem de comboio ia um velhinho sentado e à sua frente ia
um casal de namorados na brincadeira. O rapaz apertava o nariz da
namorada e perguntava: - Dói amorzinho? - Dói sim. - Respondeu ela.
E então ele deu um beijo no nariz da rapariga e perguntou: - E
agora? - Agora passou. Passados alguns instantes ele apertou a
bochecha da rapariga e pergunta: - Dói? - Dói sim. Então ele
deu-lhe um beijo na bochecha e pergunta: - E agora? - Agora já
passou. E continuaram naquela vida até que o velho que ia à frente
deles já cansado daquilo, diz: - Ouve lá, ó boquinha de anjo...
curas hemorróidas?</p>
				</div>			</content>			<id>http://fun.bloguedoido.com/12671/hemorr-idas/</id>			<link href="http://fun.bloguedoido.com/12671/hemorr-idas/" />			<author>				<name>fun</name>				<uri>http://fun.bloguedoido.com</uri>			</author>			<updated>2009-02-14T18:43:02+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Carta para amiga</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<div>Amiga:

Conforme minha promessa, estou enviando um e-mail contando as
novidades da minha primeira semana depois de sertransferida pela
firma para o Rio de Janeiro. Terminei hoje de arrumar as coisas no
meu novo apartamento.
Ficou uma gracinha, mas estou exausta. São dez da noite e já estou
pregada.

Segunda-Feira:
Cheguei na firma e já adorei. Entrei no elevador quase no mesmo
instante que o homem mais lindo desse planeta.
Ele é loiro, tem olhos verdes e o corpo musculoso parece querer
arrebentar o terno.
Lindooooo!
Estou apaixonada. Olhei disfarçadamente a hora no meu relógio de
pulso e fiz uma promessa de estar parada defronte ao elevador todos
os dias a essa mesma hora. Ele desceu no andar da engenharia.
Conheci o pessoal do setor, todos foram atenciosos comigo.
Até o meu chefe foi super delicado. Estou maravilhada com essa
cidade.
Cheguei em casa e comi comida enlatada. Amanhã vou a um mercado
comprar alguma coisa.

Terça-Feira:
Amiga! Precisava contar. Sabe aquele homem de quem falei?
Ele olhou para mim e sorriu quando entramos no elevador.
Fiquei sem ação e baixei a cabeça. Como sou burra! Passei o dia no
trabalho pensando que preciso fazer um regime. Me olhei no espelho
hoje de manhã e estou com uma barriguinha indiscreta. Fui no
mercado e só comprei coisinhas leves:biscoitos, legumes e chás.
Resolvido! Estou de dieta.

Quarta-Feira:
Acordei com dor-de-cabeça. Acho que foi a folha de alface ou o
biscoito do jantar. Preciso manter-me firme na dieta.
Quero emagrecer dois quilos até o fim-de-semana. Ah! O nome dele é
Marcelo.
Ouvi um amigo dele falando com ele no elevador. E ainda tem mais:
ele desmanchou o noivado há dois meses e está sozinho. Consegui
sorrir para ele quando entrou no elevador e me cumprimentou.
Estou progredindo, né? Como faço para me insinuar sem parecer
vulgar?
Comprei um vestido dois números menor que o meu. Será a minha
meta.

Quinta-Feira: O Marcelo me cumprimentou ao entrar no elevador. Seu
sorriso iluminou tudo! Ele me perguntou se eu era a arquiteta que
viera transferida de Brasília e eu só fiz: 'U-hum'...
Ele me perguntou se eu estava gostando do Rio e eu disse:
'U-hum'.
Aí ele perguntou se eu já havia estado antes aqui e eu disse:
'U-hum'.
Então ele perguntou se eu só sabia falar 'U-hum' e eu respondi:
'Ã-hã'. Será que fui muito evasiva?
Será que eu deveria ter falado um pouco mais?
Ai, amiga!
Estou tão apaixonada! Estou resolvida!Amanhã vou perguntar se ele
não gostaria de me mostrar o Rio de Janeiro no final de semana.
Quanto ao resto, bem...ando com muita enxaqueca. Acho que vou
quebrar meu regime hoje. Estou fazendo uma sopa de legumes. Espero
que não me engorde demais.

Sexta-Feira:
Amiga! Estou arruinada! Ontem à noite não resisti e me empanturrei.
Coloquei bastante batata-doce na sopa, além de couve, repolho e
beterraba. Menina, saí de casa que parecia um caminhão de
lixo.
Como eu peidava! (nossa! Você não imagina a minha vergonha de
contar isto, mas se eu não desabafar, vou me jogar pela
janela!).
No metrô, durante o trajeto para o trabalho, bastava um solavanco
para eu soltar um futum que nem eu mesma suportava.
Teve um momento em que alguém dentro do trem gritou: 'Aí! Peidar
até pode, mas jogar ***** em pó dentro do vagão é muita sacanagem!'
Uma senhora gorda foi responsabilizada.
Todo mundo olhava para ela, tadinha. Ela ficou vermelha, ficou
amarela, e eu aproveitava cada mudança de cor para soltar outro. O
meu maior medo era prender e sair um barulhento. Eu estava morta de
vergonha.
Desci na estação e parei atrás de uma moça com um bebê no colo,
enquanto aguardava minha vez de sair pela roleta.
Aproveitei e soltei mais um. O senhor que estava na frente da
mulher com o bebê virou-se paraela e disse: 'Dona! É melhor a
senhora jogar esse bebê fora porque ele está estragado!'.
Na entrada do prédio onde trabalho tem uma senhora que vende
bolinhos, café, queijo, essas coisas de camelô. Pois eu ia passando
e um freguês começou a cheirar um pastel, justo na hora em que o
futum se espalhou. O sujeito jogou o pastel no lixo e reclamou:'Pó,
dona Maria! Esse pastel tá bichado!'
Entrei no prédio resolvida a subir os dezesseis degraus pela
escada.
Meu azar foi que o Marcelo ficou segurando a porta, esperando que
eu entrasse. Como não me decidia, ele me puxou pelo braço e apertou
o botão do meu andar. Já no terceiro andar ficamos sozinhos.
Cheguei a me sentir aliviada, pois assim a viagem terminaria mais
rápido. Pensei rápido demais.O elevador deu um solavanco e as luzes
se apagaram.
Quase instantaneamente a iluminação de emergência acendeu.
Marcelo sorriu (ai, aquele sorriso...) e disse que era a bruxa da
sexta-feira.
Era assim mesmo,logo a luz voltaria, não precisava se preocupar.
Mal sabia ele que eu estava mesmo preocupada.
Amiga, juro que tentei prender.
Mas antes que saísse com estrondo, deixei escapar.
Abaixei e fiquei respirando rápido, tentando aspirar o máximo
possível, como se estivesse</div>
<ul>
<li>2 meses atrás</li>
</ul>
<h2>Detalhes Adicionais</h2>
<p>2
meses atrás</p>
<div>....me sentindo mal, com falta de
ar. Já se imaginou numa situação dessas? Peidar e ficar tentando
aspirar o peido para que o homem mais lindo do mundo não perceba
que você peidou?
Ele ficou muito preocupado comigo e, se percebeu o mau cheiro, não
o demonstrou.
Quando achei que a catinga havia passado, voltei a respirar
normal.
Disse para ele que eu era claustrófoba. Mal ele me ajudou a
levantar, eu não consegui prender o segundo, que saiu ainda pior
que o anterior.
O coitado dessa vez ficou meio azulado, mas ainda não disse
nada.
Abaixei novamente e fiquei respirando rápido de novo, como uma
mulher em estado de parto.
Dessa vez Marcelo ficou afastado, no canto mais distante de mim no
elevador.
Na ânsia de disfarçar, fiquei olhando para a sola dos meus sapatos,
como se estivesse buscando a origem daquele fedor horroroso.
Ele ficou lá, no canto, impávido. Nem bem o cheiro se esvaiu e veio
outro.
Ele se desesperou e começou a apertar a campainha de
emergência.
Coitado! Ele esmurrou</div>
<p>2
meses atrás</p>
<div>a porta, gritou, esperneou, e eu
lá, na respiração cachorrinho.
Quando a catinga dissipou, ele se acalmou.
As lágrimas começaram a escorrer pelos meus olhos.
Ele me viu chorando, enxugou meus olhos e disse: 'Meus olhos também
estão ardendo...' Eu juro que pensei que ele fosse dizer algo
bonito.
Aquilo me magoou profundamente. Pensei:'Ah, é, FDP? Então acabou a
respiração cachorrinho...'
Depois disso, no primeiro ele cobriu o rosto com o paletó.
No segundo, enrolou a cabeça.
No terceiro, prendeu a respiração, no quarto, ele ficou roxo.
No quinto, me sacudiu pelos braços e berrou: 'Mulher! Pára de se
*****!'.
Depois disso ele só chorava. Chorou como um bebê até sermos
resgatados, quatro horas depois.
Entrei no escritório e pedi minha transferência para outro lugar,
de preferência outro País.
Quando cheguei em casa fui direto pro banheiro.
Amiga, minha calcinha tava amarela de tanto peidar. O c.u ardia de
tanto apitar. A musculatura da bunda tava no ponto que nem coxão
duro de mercado</div>
<p>2
meses atrás</p>
<div>do interior.
Minha cara era uma máscara de carnaval. Não dava pra saber se era
do cheiro dos peidos, do medo de me ***** todinha, do vexame do dia
todinho e das lágrimas que fuderam a minha maquiagem.
Mas te garanto, pelo menos valeu peidar pela rua. Me diverti muito
quando via a cara do povo. Mas acabei pagando o pato
rapidinho.
Só faltou eu perguntar pro Marcelo se peido pesava. Teve momentos
que eu achava que tinha ******. Mas era calor do ventaval que saia
pelo **.
Resumindo; TÔ AMARELA e ficarei fedida, por anus!

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Sua amiga, Ana</div>
				</div>			</content>			<id>http://fun.bloguedoido.com/11819/Carta-para-amiga/</id>			<link href="http://fun.bloguedoido.com/11819/Carta-para-amiga/" />			<author>				<name>fun</name>				<uri>http://fun.bloguedoido.com</uri>			</author>			<updated>2009-01-10T22:25:00+01:00</updated>		</entry></feed>