<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">		<title>http://aguaaferver.bloguedesporto.com</title>		<id>http://bloguedesporto.com/</id>		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://aguaaferver.bloguedesporto.com/atom.xml" />		<subtitle><![CDATA[Chutonabola]]></subtitle>		<rights>Copyright (c) 2006, Hi-pi</rights>		<generator>Hi-pi ATOM generator</generator>		<author>			<name>Hi-pi</name>			<uri>http://aguaaferver.bloguedesporto.com</uri>		</author>		<updated>2009-03-25T18:05:03+01:00</updated>		<entry>			<title>Batota até quando?</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><strong><span>
I am confident that Fifa will see the benefits in supporting an
initiative that aims to crack down on cheats in
football</span></strong> <span>
(1<span>,</span>2)</span></p>
<p><span>
SFA chief executive Gordon Smith</span></p>
<p></p>
<p>No desporto a
batota acontece, desde que haja competição. Sempre existiram
e continuaremos a ver pessoas, para quem <span><strong>ganhar</strong></span> é
<strong><span>O</span></strong> objectivo.
Independentemente da forma como se vença, para muitos adeptos, o
importante é ver as suas equipas ou os atletas da sua simpatia
terem sucesso. Para muitos atletas também, apesar de terem o
dever ético
de respeitar as regras da modalidade
desportiva que praticam, de respeitar os seus adversários de
competição e o público que assiste, o importante para eles é
vencer, vencer, vencer!... Mas quando esses êxitos são
resultado da prática de batota, não é legítimo que se premeie o
burlão em detrimento daquele que honestamente competiu com ele.
Para prevenir que tal aconteça, existem regras em todas as
competições, conhecidas (?) dos seus praticantes, treinadores,
dirigentes e que deveriam sê-lo também, do público
adepto.</p>
<p>Ao longo dos tempos, têm sido discutidas formas de
combate à trapaça no desporto. Sabendo nós da existência de vários
atletas e até equipas que foram duramente castigados pelo seu
comportamento anti-desportivo, recorrendo à batota das mais
variadas e requintadas formas, também sabemos como a mesma,
nomeadamente no futebol,
trouxe igualmente fama e sucesso aos seus praticantes (2<span>,</span>3).
Apesar de alguma batota
ter o condão
de parecer uma obra de arte, não deixa de ser
bastarda e como tal, ilegítima. Julgo concordarmos que se todos
fizéssemos batota qualquer que fosse a actividade, o resultado
seria desastroso para a sociedade. Daí pensar com justa causa que
as acções ilegítimas, ostensivamente praticadas
pelos atletas, com a finalidade de obterem ganhos a seu favor,
devam ser exemplarmente punidas. A bem do desporto, da moral (que
parece ser palavra/conceito há muito colocada no baú) e da salutar
convivência entre as pessoas.</p>
<p>Vários têm sido os agentes desportivos que
defendem a utilização dos meios tecnológicos para uma maior
transparência, nomeadamente no futebol. Nesta modalidade têm os
mesmos, encontrado a frontal resistência da FIFA que parece
preferir ter um batalhão de árbitros no terreno do que tal
blasfémia consentir. E
então, até que sim ou até que não, a batota vai-se fazendo e os
"artistas" da mesma, continuarão deliciando-se com os anjinhos que
tais tropelias lhes vão sofrendo.</p>
<p>Consequentemente e na falta dos tão propalados e
desejados meios tecnológicos no futebol, porque não endurecer o
castigo aos batoteiros? Um simulador que cai dentro da área
adversária (vídeos: a<span>,</span> b<span>,</span> ,</span>
d<span>,</span>
e ), levando o
árbitro ao engano, marcando grande penalidade contra a equipa
vítima deste logro, não deveria ser punido? Mas como, se não
puderem recorrer aos tais meios audiovisuais complementares que
reponham a verdade? E se aquilo que o árbitro viu foi uma falta
dentro da área, pretensamente provocada pelo defensor? Mas mesmo na
falta deles, defendo maior castigo ao batoteiro, aumentando ainda
mais a confiança no juiz da partida, mas também da sua
responsabilidade. Ou seja, se qualquer simulador de cuja acção
velhaca, pudesse vir a resultar a marcação de uma grande
penalidade, a expulsão de um colega da equipa adversária, ou a
marcação de um golo irregular, esse burlão deveria ser punido com o
cartão vermelho directo e consequente expulsão. Podia ser que assim
pensassem duas vezes, antes de fazer batota...a bem do
desporto.</p>
<p></p>
<p>Saudações desportivas,</p>
<p>Águaaferver</p>
<p><span>
</span></p>
<p></p>
				</div>			</content>			<id>http://aguaaferver.bloguedesporto.com/26854/Batota-at-quando/</id>			<link href="http://aguaaferver.bloguedesporto.com/26854/Batota-at-quando/" />			<author>				<name>aguaaferver</name>				<uri>http://aguaaferver.bloguedesporto.com</uri>			</author>			<updated>2009-02-15T01:58:28+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Árbitros estrangeiros? Ou talvez não?...</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p></p>
<p><em><span>..."causou alguma
perplexidade a arbitragem de
Veiga Trigo em 6 de Fevereiro de 1994, quando
na 18.ª jornada, já na 2.ª volta, num jogo decisivo
para o FC Porto, pois encontrava-se a quatro
pontos do Benfica, o árbitro Veiga Trigo
efectuou uma arbitragem impecável, algo que
já não havia memória desde os anos 70 e que,
diga-se, não voltou a verificar-se depois de
1993/94...Então não é que nesse
dia 6 de Fevereiro de 1994, estavam no nosso
Estádio a presenciar o encontro Paulo Casarin,
da Comissão de Árbitros da FIFA e Guido
Tognoni, Relações Públicas da FIFA!"</span></em> <span>
Este texto foi extraído de
http://www.slbenfica.pt/incslb/pdf/jornal/3357/jb12_29_COR.pdf

e serve para ilustrar que ninguém no mundo do futebol é santo ou
isento de críticas. De facto, nenhum árbitro é perfeito,
especialmente quando avaliado pelas cores dos presumíveis
prejudicados. Mas aproveito para sugerir (ao contrário do defendido
por alguns dirigentes e consentido pelo próprio</span> <span>presidente da Comissão de
Arbitragem da Liga, recentemente criticado pelo seu colega Veiga
Trigo após palavras ditas a quente e sob pressão de jornalistas
manifestamente hostis, a propósito das polémicas falhas das
arbitragens) que em vez de se importarem árbitros estrangeiros para
os jogos da Liga Sagres se tragam, isso sim, avaliadores dos
árbitros, de outros países, credenciados pela UEFA/FIFA. O
intercâmbio destes avaliadores poderia ser feito
entre países com ligas profissionais de futebol. Embora não me
oponha totalmente (em termos de opinião claro) à importação de
árbitros de outros campeonatos europeus para dirigirem os encontros
mais sensíveis da nossa 1ª liga de futebol profissional, sou
principalmente defensor de tudo o que possa devolver maior
credibilidade à modalidade, sem lhe retirar a espectacularidade. O
futebol é um espectáculo que desperta emoções fortes e move
multidões e como tal muito vendível. Parece que vende muito mais -
principalmente jornais desportivos - quando a polémica acontece.
Por isso, por mais que as pudicas almas reclamem honestidade para
este desporto, na verdade, o que interessa para certa economia
paralela a esta modalidade é precisamente o contrário. Para muitos,
o importante é enfatizar as minudências que mais paixões despertam.
É isso que melhor se vende!</span></p>
<p><span>Com mais este chuto pró ar,
espero não ter atingido partes sensíveis de ninguém...não tive
intenção, acreditem! </span></p>
<p></p>
<p><span>Saudações
desportivas,</span></p>
<p><span>Águaaferver</span></p>
				</div>			</content>			<id>http://aguaaferver.bloguedesporto.com/25679/rbitros-estrangeiros-Ou-talvez-n-o/</id>			<link href="http://aguaaferver.bloguedesporto.com/25679/rbitros-estrangeiros-Ou-talvez-n-o/" />			<author>				<name>aguaaferver</name>				<uri>http://aguaaferver.bloguedesporto.com</uri>			</author>			<updated>2009-01-23T13:30:10+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Futebol português???</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Numa visita ao site www.zerozero.pt
no dia 5/1/09, senti a curiosidade de verificar as características
dos actuais plantéis das equipas da Liga Sagres, quanto à
nacionalidade dos seus elementos. Dos 445 futebolistas inscritos
nos respectivos clubes, têm nacionalidade portuguesa menos de
metade. São 204 (46%) os portugueses do nosso futebol de mais alto
nível. Os restantes 241 (54%) dividem-se em 150 (34%) brasileiros e
91 (20%) de diversas outras nacionalidades. Há assim um forte
componente verde e amarelo, a dar um cheirinho de samba ao nosso
futebol, como ilustra o gráfico aqui representado. Mas isto não
constituiria a meu ver qualquer problema, não fora os actuais dois
primeiros classificados, gigantes do nosso futebol, serem o
anti-paradigma do que "o que é nacional é bom". Estes dois clubes,
Benfica e Porto têm nos seus plantéis principais apenas 8 e 9
atletas portugueses respectivamente, sendo os restantes elementos,
6 brasileiros e 13 de outras nacionalidades para o Benfica, 4 e 13
respectivamente brasileiros e outros estrangeiros para o Porto. O
Sporting, actualmente 3º classificado com os mesmos pontos do
Benfica e a 1 ponto do Porto, prima por uma maioria de atletas de
nacionalidade portuguesa, com 14 verde rubros, 6 verde e amarelos e
5 de outras paragens. Optaram os dois primeiros, em termos de
jogadores estrangeiros, por adquirirem menos brasileiros e mais
atletas de outras nacionalidades, ao contrário do que acontece com
a maioria das outras equipas que vão às compras mais por terras de
Santa Cruz.</p>
<p></p>










CARACTERIZAÇÃO DOS PLANTÉIS POR NACIONALIDADES










EQUIPA
PORTUGUESES
BRASILEIROS
OUTROS ESTRANG
TOTAL


PORTO
9
4
13
26


BENFICA
8
6
13
27


SPORTING
14
6
5
25


LEIXOES
16
8
4
28


BRAGA
12
10
7
29


MARITIMO
13
14
3
30


NACIONAL
7
12
6
25


GUIMARÃES
13
14
3
30


E. AMADORA
17
7
4
28


ACADEMICA
12
4
10
26


NAVAL
9
13
5
27


P. FERREIRA
16
10
5
31


TROFENSE
17
10
1
28


SETUBAL
9
12
4
25


R. AVE
21
6
3
30


BELENENSES
11
14
5
30










TOTAIS
204
150
91
445



<p></p>
<p>Isto não passaria de um inútil
exercício de estatística, se não fosse possível discutir alguns
destes dados e perceber afinal, porque o nosso país, formador das
mais eminentes estrelas do desporto rei que o mundo tem conhecido
(escuso-me nomeá-los para não ferir susceptibilidades), utiliza tão
poucos nacionais, nomeadamente tão poucos jovens formados nas suas
escolas de futebol. É apenas de 1/4 a média da fracção de jovens
de idade igual ou inferior a 21 anos que fazem parte dos
portugueses, dos clubes da primeira liga do nosso campeonato. O
Porto com 56% é a equipa que tem a maior proporção de jovens
jogadores entre os portugueses do seu plantel.</p>
<p></p>




<p>
<strong><span>EQUIPA</span></strong></p>


<p>
<strong><span>= 21 A</span></strong></p>


<p>
<strong><span>Portugueses</span></strong></p>


<p>
<strong><span>Proporção</span></strong></p>




<p><span>PORTO</span></p>


<p>
<span>5</span></p>


<p>
<span>9</span></p>


<p>
<span>0,56</span></p>




<p><span>SETÚBAL</span></p>


<p>
<span>4</span></p>


<p>
<span>9</span></p>


<p>
<span>0,44</span></p>




<p><span>BRAGA</span></p>


<p>
<span>4</span></p>


<p>
<span>12</span></p>


<p>
<span>0,33</span></p>




<p><span>R. AVE</span></p>


<p>
<span>7</span></p>


<p>
<span>21</span></p>


<p>
<span>0,33</span></p>




<p><span>P.
FERREIRA</span></p>


<p>
<span>5</span></p>


<p>
<span>16</span></p>


<p>
<span>0,31</span></p>




<p><span>TROFENSE</span></p>


<p>
<span>5</span></p>


<p>
<span>17</span></p>


<p>
<span>0,29</span></p>




<p><span>NACIONAL</span></p>


<p>
<span>2</span></p>


<p>
<span>7</span></p>


<p>
<span>0,29</span></p>




<p><span>SPORTING</span></p>


<p>
<span>4</span></p>


<p>
<span>14</span></p>


<p>
<span>0,29</span></p>




<p><span>BELENENSES</span></p>


<p>
<span>3</span></p>


<p>
<span>11</span></p>


<p>
<span>0,27</span></p>




<p><span>NAVAL</span></p>


<p>
<span>2</span></p>


<p>
<span>9</span></p>


<p>
<span>0,22</span></p>




<p><span>ACADÉMICA</span></p>


<p>
<span>2</span></p>


<p>
<span>12</span></p>


<p>
<span>0,17</span></p>




<p><span>GUIMARÃES</span></p>


<p>
<span>2</span></p>


<p>
<span>13</span></p>


<p>
<span>0,15</span></p>




<p><span>BENFICA</span></p>


<p>
<span>1</span></p>


<p>
<span>8</span></p>


<p>
<span>0,13</span></p>




<p><span>E.
AMADORA</span></p>


<p>
<span>2</span></p>


<p>
<span>17</span></p>


<p>
<span>0,12</span></p>




<p><span>LEIXÕES</span></p>


<p>
<span>1</span></p>


<p>
<span>16</span></p>


<p>
<span>0,06</span></p>




<p><span>MARÍTIMO</span></p>


<p>
<span>0</span></p>


<p>
<span>13</span></p>


<p>
<span>0,00</span></p>




<p><span></span></p>


<p>
<span></span></p>


<p>
<span></span></p>


<p>
<span></span></p>




<p><span>TOTAIS</span></p>


<p>
<span>49</span></p>


<p>
<span>204</span></p>


<p>
<strong><span>0,24</span></strong></p>




<p><span>% de
Sub-21</span></p>


<p>
<span>24,02%</span></p>


<p><span></span></p>


<p><span></span></p>




<p></p>
<p>A ver só pela amostra dos blogs
deste portal são vários os clubes que a
chama da formação desportiva de jovens. Certamente alguns virão a
ser atletas profissionais e um ou outro serão vedetas. A aposta na
qualidade do nosso futebol deverá ser feita com a matéria-prima
indígena. Os grandes clubes deverão acompanhar mais de perto o
trabalho que se vai fazendo por esse país fora a nível da formação
desportiva. Os mais rentáveis negócios para os grandes do nosso
futebol foram feitos com a "exportação" das nossas nacionais
vedetas. Sem xenofobismos, porque todos são bem-vindos, desde que
representem os seus clubes com brio, dignidade e profissionalismo,
não podemos desperdiçar a NOSSA matéria-prima, do que do nacional,
é realmente bom.</p>
<p></p>
<p>Saudações desportivas,</p>
<p>Águaaferver</p>
				</div>			</content>			<id>http://aguaaferver.bloguedesporto.com/24835/Futebol-portugu-s/</id>			<link href="http://aguaaferver.bloguedesporto.com/24835/Futebol-portugu-s/" />			<author>				<name>aguaaferver</name>				<uri>http://aguaaferver.bloguedesporto.com</uri>			</author>			<updated>2009-01-07T02:23:35+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Protagonista indesejado</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p></p>
<p><span>
É comum dizer-se num jogo de futebol que uma boa arbitragem é
aquela em que não se dá pela presença do árbitro. Ora, penso eu
como apreciador de uma boa jogatina que o papel principal deve ser
dado aos 22 elementos que correm atrás da bola para a colocar
dentro das duas balizas. E ele há equipas que suam as estopinhas
para o conseguirem. Mesmo que o espectáculo não corresponda ao
empenho dos atletas, mesmo que tal dedicação da parte destes não
signifique qualidade, é por eles que os adeptos vão aos estádios. É
para vê-los disputar cada palmo de terreno, cada minuto ou cada
segundo com a redondinha e esta dentro da baliza da equipa
adversária que gostamos do futebol e para esse espectáculo
contribuímos com o nosso dinheirinho. Mas ultimamente têm
acontecido coisas estranhas que mudam o protagonismo do
espectáculo. São principalmente certas decisões, daqueles cuja boa
actuação deveria traduzir-se na sua quase invisibilidade. Têm
acontecido na denominada Liga Sagres todas as semanas e em mais que
um jogo. Têm acontecido principalmente nos jogos disputados pelos
"três grandes" e estranhamente menos, nos outros, do mesmo
campeonato, mas com menor projecção. Essas anormalidades tiveram
como consequência, resultados finais injustos e perda de pontos
para equipas que de outra forma estariam melhor classificadas. Mas
mesmo que de injustiça se não tratasse, por se reconhecer, por
exemplo em caso de empate ou de vitória da equipa beneficiada pelo
engano que tal resultado seria o mais acertado para a
contenda, não pode o futebol (já de si com grande
imprevisibilidade), passar agora a estar sujeito às decisões
discricionárias do juiz da partida. E este deverá passar a ser mais
protegido no seu trabalho com a introdução do que as novas
tecnologias poderão trazer, para facilitar e tornar mais isento o
seu labor.</span></p>
<p><span>
Sabemos também, como estes casos se fartam de vender
na comunicação social, como fazem subir os <em>shares</em> nas
televisões e como são aproveitados pelos dirigentes desportivos,
para fazerem as suas campanhas. Daí a minha estranheza, já
sublinhada anteriormente, de os casos polémicos da arbitragem
acontecerem quase exclusivamente com as grandes equipas...ou
será que não? Não estou a ver nenhum árbitro a ceder a pressões da
comunicação social com um arranjinho, para ter o que
se falar no resto da semana, nem estou a vê-los igualmente, a
comprometerem o seu bom nome, prejudicando ostensivamente
determinada equipa em detrimento de outra. Mas o que eu estranho e
lamento é serem os árbitros, com frequência inquietantemente maior,
os protagonistas indesejados do jogo. O recurso ao vídeo, como já
se faz no râguebi, sendo algo tecnicamente viável num campeonato
desta grandeza, diminuiria a quantidade destas idiossincrasias, com
benefícios evidentes para a modalidade. A continuar assim, não sei
se não iremos assistir progressivamente, a estádios cada vez mais
vazios e quiçá, a menores assistências também dos jogos portugueses
na televisão?!...</span></p>
<p><span>
Mas também sabemos que a retrógrada FIFA e sua leal UEFA é que
mandam nisto. Paciência.</span></p>
<p><span>
</span></p>
<p><span>
Saudações desportivas,</span></p>
<p><span>
Águaaferver</span></p>
				</div>			</content>			<id>http://aguaaferver.bloguedesporto.com/24303/Protagonista-indesejado/</id>			<link href="http://aguaaferver.bloguedesporto.com/24303/Protagonista-indesejado/" />			<author>				<name>aguaaferver</name>				<uri>http://aguaaferver.bloguedesporto.com</uri>			</author>			<updated>2008-12-26T21:47:59+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>A Quique o que é de Quique!</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p></p>
<p>Insurgiu-se o
treinador de futebol do Benfica (SLB) contra a falta de atitude
competitiva da sua equipa nos 10 minutos finais da última partida
contra o Metalist, a contar para a taça UEFA. Com esta postura, o
Sr. Quique Flores apagou como escrita de giz num quadro de ardósia,
os 80 minutos anteriores ao fortuito golo do Metalist que numa
única jogada em todo o encontro, arrumou a partida a seu favor. Com
esse golpe de apagador, o técnico benfiquista quase fez esvanecer
da memória dos adeptos, as cinco oportunidades flagrantes de golo
que a equipa de reservas do SLB, não teve a felicidade de
concretizar na sua esforçada exibição. Se os reis magos tivessem
chegado mais cedo e trouxessem as desejadas prendas, ficariam os
cinco golos a três dos oito que virtualmente classificariam o
Benfica para a fase seguinte da competição. Claro que só
virtualmente pois que o Olympiakos cumpriu como esperado a sua
obrigação. Mas estamos a falar de ATITUDE.</p>
<p>O Sr. Quique não
gostou do desânimo dos atletas após o golo que surgiu frio e cruel
a 10 minutos do final. Pois eu também não gostei da atitude do Sr.
Quique ao encarar este jogo como um jogo de treino para rodar
jogadores. Seria admissível, se a carreira da equipa na prova
tivesse sido vitoriosa, dando oportunidade aos mais novos e menos
utilizados a esgrimirem os seus argumentos. Assim e depois de já
derrotado em casa anteriormente e de outra derrota fora de casa,
seria de esperar uma atitude diferente do treinador do Benfica que
dignificasse o clube. Ninguém lhe exigiria o milagre, pois tal não
dependeria dele, nem os famigerados oito a zero que o treinador do
Metalist, com razão mas de forma arrogante, referiu com uma
brincadeira.</p>
<p>O que se lhe
exigia era um Benfica forte, personalizado e firmemente disposto a
demonstrar que os resultados anteriores foram um equívoco. Para
esse fim, deveria ter apresentado a equipa na sua máxima força. Ao
utilizar a segunda equipa, o treinador do Benfica não transmitiu
afinal, a atitude que gostaria de ter visto nos seus
pupilos, nos últimos 10 minutos da contenda. Atirou desde logo a
toalha ao chão. Com uma agravante! Deixou que essa sua desistência
fosse previamente do conhecimento público, assistindo-se a uma
desolada paisagem das bancadas do estádio da Luz, com uma das mais
reduzidas assistências que aquele monumental estádio já teve. Mesmo
assim, os mininos, como diria um certo mestre de
estratégias de coesão de grupos, podiam ter espetado cinco ao
Metalist...com um pouco mais de sorte e rotinas de jogo.</p>
<p>Saudações
desportivas,</p>
<p>Águaaferver</p>
				</div>			</content>			<id>http://aguaaferver.bloguedesporto.com/24013/A-Quique-o-que-de-Quique/</id>			<link href="http://aguaaferver.bloguedesporto.com/24013/A-Quique-o-que-de-Quique/" />			<author>				<name>aguaaferver</name>				<uri>http://aguaaferver.bloguedesporto.com</uri>			</author>			<updated>2008-12-20T01:31:46+01:00</updated>		</entry></feed>