<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">		<title>http://piriquita.bloguedemusica.com</title>		<id>http://bloguedemusica.com/</id>		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://piriquita.bloguedemusica.com/atom.xml" />		<subtitle><![CDATA[EU e os meus Sons.....]]></subtitle>		<rights>Copyright (c) 2006, Hi-pi</rights>		<generator>Hi-pi ATOM generator</generator>		<author>			<name>Hi-pi</name>			<uri>http://piriquita.bloguedemusica.com</uri>		</author>		<updated>2008-06-02T17:37:56+02:00</updated>		<entry>			<title>Linkin Park - Crawling</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">								</div>			</content>			<id>http://piriquita.bloguedemusica.com/16611/Linkin-Park-Crawling/</id>			<link href="http://piriquita.bloguedemusica.com/16611/Linkin-Park-Crawling/" />			<author>				<name>piriquita</name>				<uri>http://piriquita.bloguedemusica.com</uri>			</author>			<updated>2008-06-02T17:37:46+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Violet Hill</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">								</div>			</content>			<id>http://piriquita.bloguedemusica.com/16609/Violet-Hill/</id>			<link href="http://piriquita.bloguedemusica.com/16609/Violet-Hill/" />			<author>				<name>piriquita</name>				<uri>http://piriquita.bloguedemusica.com</uri>			</author>			<updated>2008-06-02T17:29:43+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>OS GOSTOS</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><span>Apalavra
 tem varios significados e e
facil o engano. Ha uma diferena entre aquele
gosto que nos leva a escolher coisas e aquele que nos leva a
conhecer e discernir as qualidades quando se segue as regras.
Podemos gostar de comedias sem ter um gosto to
apurado e delicado que nos permita ajuizar do seu valor, como
podemos ter o bom gosto para emitir juizos sobre as
comedias, sem gostar desse genero dramatico.
Existe um tipo de gosto que nos aproxima imperceptivelmente do que
temos a nossa frente, ha outros que nos prendem pela
sua foro.
Tambem ha pessoas que tem mau gosto em tudo,
outras so nalgumas coisas, mas ambos os casos tem esse
direito, no que toca ao alcance que cada um tem. Outros ainda
tem gostos particulares, que sabem que so maus, sem
deixarem de segui-los. Ha aqueles que tem gostos
imprecisos e estes deixam que o acaso decida por eles. Mudam com
ligeireza e ficam contentes ou maam-se com o que os seus
amigos dizem. Outros so sempre previstos, sendo escravos de
todos os seus gostos, respeitando-os em todas as materias.
Ha quem seja sensivel ao bem e que se choque com o
que e mau. Os pontos de vista destas pessoas so
claros e justos e encontram a razo de ser dos seus gostos
no seu espirito e no seu discernimento.</span></p>
<p></p>
<p><span>Ha tambem aqueles que, por uma
especie de instinto, cuja causa lhes e desconhecida,
decidem sobre quem lhes aparece e tomam sempre o bom partido. Estes
tero mais gosto do que encanto, porque o seu
amor-proprio e temperamento no prevalecem sobre as
suas qualidades inatas. Nestas pessoas tudo esta em
sintonia, o que as faz julgar ponderadamente sobre os assuntos,
formando nelas ideias firmes. Porem, se falarmos de um modo
geral, ha poucas pessoas com um gosto firme e independente
do gosto dos outros, seguindo o exemplo e os habitos da
moda, copiando quase tudo o que diz respeito ao gosto.
Em todas estas diferenas de gosto que relatamos,
e rarissimo, quase impossivel, encontrar
aquele bom gosto que sabe avaliar o preo de cada coisa, que
conhece todo o seu valor e que aprecia todo o genero. Os
nossos conhecimentos so demasiado limitados e o
equilibrio das qualidades que so necessarias
para bem ajuizar das coisas no ultrapassa normalmente o que
no nos diz directamente respeito. Quando se trata de
nos, o nosso gosto no tem esse equilibrio
to necessario, porque as nossas
preocupaes intervem. Tudo o que nos diz
respeito aparece-nos de outra forma. Ninguem e capaz
de ver com os mesmos olhos aquilo que o toca e aquilo que
no lhe diz respeito. No primeiro caso, o nosso gosto
e guiado ento pelo peso do amor-proprio e do
temperamento, os quais nos fornecem novos pontos de vista e
sujeitam-nos a um numero quase infinito de mudanas e
de incertezas. Ento, nesse caso, o nosso gosto ja
no temos poder sobre ele, muda sem
que queiramos e os mesmos objectos aparecem-nos de tantas formas
diferentes que chegamos a desconhecer o que ja vimos e o que
ja sentimos.

<em>La Rochefoucauld, in
'Reflexes'</em></span></p>
				</div>			</content>			<id>http://piriquita.bloguedemusica.com/14651/OS-GOSTOS/</id>			<link href="http://piriquita.bloguedemusica.com/14651/OS-GOSTOS/" />			<author>				<name>piriquita</name>				<uri>http://piriquita.bloguedemusica.com</uri>			</author>			<updated>2008-05-16T18:27:34+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>melodiosa</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">								</div>			</content>			<id>http://piriquita.bloguedemusica.com/14610/melodiosa/</id>			<link href="http://piriquita.bloguedemusica.com/14610/melodiosa/" />			<author>				<name>piriquita</name>				<uri>http://piriquita.bloguedemusica.com</uri>			</author>			<updated>2008-05-15T19:30:10+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>A racionalização das emoções</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><span>O ponto de
vista feminino tem sido muito mais dificil de expressar que
o masculino. Se assim me posso exprimir, o ponto de vista feminino
no por que o
intelecto do homem faz passar os seus sentimentos. A mulher pensa
emocionalmente; a sua viso baseia-se na
intuio. Por exemplo, ela pode ter um sentimento em
relao a qualquer coisa que nem sequer e
capaz de articular.
A principio, achei extremamente dificil descrever
como me sentia. Porem, se fazemos psicanalise, a
questComo e que se
<em>sentiu</em> em rela e
n E como
muito frequentemente a mulher no deu o segundo passo, que
e explicar a sua intuio - por que passos
la chegou, o a-b-c daquilo - ela no consegue ser
to articulada.</span></p>
<p></p>
<p><span>Ora
eu tentei fazer isso (quer tenha conseguido quer no), e,
porque estava a escrever um diario que pensava que
ninguem leria, consegui anotar o que sentia acerca das
pessoas ou o que sentia acerca do que via sem o segundo processo. O
segundo processo veio atraves da psicanalise, que era
igualmente um metodo de comunicar com o homem em termos de
uma racionalizaes
de modo que paream fazer sentido ao intelecto masculino.
Por isso existe uma diferena, penso eu, que e muito
profunda, mas que esta a comear a desaparecer. Com
efeito, penso que, quando a gerao mais jovem passa
por qualquer experiencia psicanalitica descobre que os
sonhos dos homens e das mulheres so os mesmos, o
inconsciente e universal, e que <em>ai</em> as coisas
brotam do sentimento e do instinto e no passaram pelo
processo de racionalizao, e portanto este e
um ponto de vista <em>feminino</em>.

<em>Anais Nin, in "Fala Uma Mulher"</em></span></p>
				</div>			</content>			<id>http://piriquita.bloguedemusica.com/14522/A-racionalizacao-das-emocoes/</id>			<link href="http://piriquita.bloguedemusica.com/14522/A-racionalizacao-das-emocoes/" />			<author>				<name>piriquita</name>				<uri>http://piriquita.bloguedemusica.com</uri>			</author>			<updated>2008-05-14T14:42:49+02:00</updated>		</entry></feed>