<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0">	<channel>		<title>[bebeblog.com.br] gregory : <![CDATA[Gregory o gostosao da familia]]></title>		<link>http://gregory.bebeblog.com.br</link>		<description><![CDATA[Gregory o gostosao da familia]]></description>		<language>br</language>		<copyright>Copyright (c) 2006, Hi-pi</copyright>		<generator>Hi-pi RSS 2.0 generator</generator>		<docs>http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss</docs>		<pubDate>Sun, 22 Feb 2009 01:25:56 +0200</pubDate>		<image>			<title>gregory.bebeblog.com.br</title>			<link>http://gregory.bebeblog.com.br</link>			<url>http://staticblog.hi-pi.com//images/avatar.gif</url>		</image>		<item>			<title><![CDATA[Amizade]]></title>			<description><![CDATA[<p>
http://3.bp.blogspot.com/_M26oe4NFq7o/SDK0Ck7k33I/AAAAAAAAAS4/hA441YVDzvQ/s320/selo.png</p>
]]></description>			<link>http://gregory.bebeblog.com.br/30081/Amizade/</link>			<comments>http://gregory.bebeblog.com.br/Amizade-22022009-012404-lp-30081.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://gregory.bebeblog.com.br/30081/Amizade/</guid>			<pubDate>Sun, 22 Feb 2009 01:24:04 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Navegue (Fernando Pessoa)]]></title>			<description><![CDATA[<div class="text">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt;">Navegue, descubra tesouros, mas não os tire do fundo do mar, o lugar deles é lá.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt;">Admire a lua, sonhe com ela, mas não queira trazê-la para a terra.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt;">Curta o sol, se deixe acariciar por ele, mas lembre-se que o seu calor é para todos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt;">Sonhe com as estrelas; apenas sonhe, elas só podem brilhar no céu.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt;">Não tente deter o vento, ele precisa correr por toda parte, ele tem pressa de chegar sabe-se lá onde.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt;">Não apare a chuva, ela quer cair e molhar muitos rostos, não pode molhar só o seu.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt;">As lágrimas? Não as seque, elas precisam correr na minha, na sua, em todas as faces.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt;">O sorriso! Esse você deve segurar, não deixe-o ir embora, agarre-o!</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt;">Quem você ama? Guarde dentro de um porta jóias, tranque, perca a chave!</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt;">Quem você ama é a maior jóia que você possui, a mais valiosa.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt;">Não
importa se a estação do ano muda, se o século vira e se o milênio é
outro, se a idade aumenta; conserve a vontade de viver, não se chega à
parte alguma sem ela.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt;">Abra todas as janelas que encontrar e as portas também.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt;">Persiga um sonho, mas não deixe ele viver sozinho.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt;">Alimente sua alma com amor, cure suas feridas com carinho.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt;">Descubra-se todos os dias, deixe-se levar pelas vontades, mas não enlouqueça por elas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt;">Procure, sempre procure o fim de uma história, seja ela qual for.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt;">Dê um sorriso para quem esqueceu como se faz isso.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt;">Acelere seus pensamentos, mas não permita que eles te consumam.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt;">Olhe para o lado, alguém precisa de você.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt;">Abasteça seu coração de fé, não a perca nunca.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt;">Mergulhe de cabeça nos seus desejos e satisfaça-os.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt;">Agonize de dor por um amigo, só saia dessa agonia se conseguir tirá-lo também.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt;">Procure os seus caminhos, mas não magoe ninguém nessa procura.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt;">Arrependa-se, volte atrás, peça perdão!</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt;">Não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar necessário.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt;">Alague seu coração de esperanças, mas não deixe que ele se afogue nelas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt;">Se achar que precisa voltar, volte!</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt;">Se perceber que precisa seguir, siga!</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt;">Se estiver tudo errado, comece novamente.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt;">Se estiver tudo certo, continue.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt;">Se sentir saudades, mate-a.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt;">Se perder um amor, não se perca!</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt;">Se achá-lo, segure-o!</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt;">&lsquo;Circunda-te de rosas, ama, bebe e cala. O mais é nada'.</span></p>
</div>]]></description>			<link>http://gregory.bebeblog.com.br/20165/Navegue-Fernando-Pessoa/</link>			<comments>http://gregory.bebeblog.com.br/Navegue--Fernando-Pessoa--11092008-051657-lp-20165.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://gregory.bebeblog.com.br/20165/Navegue-Fernando-Pessoa/</guid>			<pubDate>Thu, 11 Sep 2008 05:16:57 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Hora do soninho....]]></title>			<description><![CDATA[<p>Sempre procure colocar um som ambiente para seu bebezinho ir se acostumando com musicas.</p>]]></description>			<link>http://gregory.bebeblog.com.br/20114/Hora-do-soninho/</link>			<comments>http://gregory.bebeblog.com.br/Hora-do-soninho-----10092008-150525-lp-20114.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://gregory.bebeblog.com.br/20114/Hora-do-soninho/</guid>			<pubDate>Wed, 10 Sep 2008 15:05:25 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Sem nome]]></title>			<description><![CDATA[]]></description>			<link>http://gregory.bebeblog.com.br/20113/Sem-nome/</link>			<comments>http://gregory.bebeblog.com.br/Sem-nome-10092008-150250-lp-20113.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://gregory.bebeblog.com.br/20113/Sem-nome/</guid>			<pubDate>Wed, 10 Sep 2008 15:02:50 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[CATAPORA]]></title>			<description><![CDATA[<h1>CATAPORA</h1>
<p>Durante o período de chuvas, evite dividir ambientes
fechados com pessoas contaminadas pela doença.</p>
<h3>O que é?</h3>
<p>Uma doença altamente contagiosa provocada por um
vírus. Com nome científico de varicela, costuma
atingir principalmente as crianças. Em geral, é
benigna e costuma incomodar principalmente pelas manchas vermelhas
e pela coceira intensa.</p>
<h3>Imunidade</h3>
<p>Quem já teve varicela uma vez na vida, não corre
mais o risco de desenvolvê-la. No entanto, como o
vírus da catapora é o mesmo do herpes zoster (ou
cobreiro), existe o risco de um indivíduo com defesa baixa
desenvolver uma nova doença depois de entrar em contato com
doentes em fase de ontágio. Quem tem doenças
imunodepressivas, como Aids, deve manter distância do
vírus.</p>
<h3>Vacina</h3>
<p>Existe uma vacina que previne a doença. Em
Brasília, está disponível em centros de
vacinação ou clínicas particulares de
pediatras ou dermatologistas. O preço médio é
de R$ 65,00. É indicada para todas as crianças com
mais de um ano e para adolescentes e adultos que ainda não
foram contagiados pela varicela.</p>
<h3>Transmissão</h3>
<p>É muito comum em época de chuva e frio, quando as
pessoas se juntam em locais fechados com maior
freqüência. Crianças em fase escolar têm
maiores chances de se contagiar pelo vírus.
A transmissão se dá pelo ar. Se uma criança ou
um adulto que nunca teve catapora entrar em contato com
alguém contagiado, a contaminação é
quase certa.</p>
<h3>Incubação</h3>
<p>Depois de entrar em contato com o vírus da catapora, o
indivíduo permanece entre 14 e 21 dias sem apresentar
sintomas. É o que se conhece como tempo de
incubação.</p>
<h3>Sintomas</h3>
<p>Começam com pontinhos vermelhos espalhados pelo corpo que
se parecem com picadas de inseto. Nessa fase, a doença
não costuma ser detectada facilmente.</p>
<p>Essas manchas , depois de dois ou três dias, crescem e
mudam de aspecto. Tornam-se vesículas (folhas cheias de um
líquido transparente). As bolhas podem aparecer em
regiões delimitadas do corpo ou nele inteiro. Muitas vezes,
os sinais aparecem também nas mucosas da boca, do nariz, dos
olhos, entre outras.</p>
<p>Além da coceira intensa, o contagiado pode apresentar
febre baixa, dor de cabeça. É uma doença que
pede repouso durante os primeiros dias depois de surgirem os
primeiros sintomas.</p>
<p>O estágio no qual o corpo fica com sinais variados
&ndash; desde as manchinhas parecidas com picadas de inseto,
bolhas, até as feridas e crostas ressecadas &ndash; é
o mais característico da doença. Nessa fase,
não há como confundir a catapora com qualquer outro
problema. Enquanto as feridas não cicatrizarem, é
preciso manter o doente isolado, pois há risco de
contaminação.</p>
<h3>Complicações</h3>
<p>A catapora é um problema pouco grave, desde que bem
tratado. No entanto, se a doença se manifestar em
crianças com resistência muito baixa ou se não
for cuidada devidamente, podem apresentar
complicações como:</p>
<p>Infecção bacteriana secundária: muitas
vezes, a criança coça os caroços com unhas
sujas, que podem estar contaminadas por bactérias. Se as
bolhas contiverem líquido amarelo, é sinal de
infecção;</p>
<p>Pneumonia: o vírus da doença pode entrar no
organismo e provocar doenças mais sérias em outros
órgãos, como pulmões;</p>
<p>Encefalite: é uma inflamação no
cérebro. Se esta complicação for detectada
rapidamente, as seqüelas podem ser evitadas. Mas se o
tratamento for displicente, a doença pode até
matar.</p>
<h3>Tratamento</h3>
<p>Antes de qualquer remédio, uma
determinação: nunca coce. As bactérias
são invisíveis e podem infeccionar as feridas.
Normalmente, as cicatrizes escuras da catapora são
decorrentes de infecções secundárias.</p>
<p>Cuidados locais. Banhos com permanganato de potássio
são sempre aconselhados para aliviar a coceira e cicatrizar
rapidamente as feridas. Importante: dissolva um pacote ou um
comprimido em cinco litros d'água.</p>
<p>Se houver início de infecção,
antibióticos podem ser receitados. Procure sempre o
médico antes de tomar qualquer remédio. Se as dores
de cabeça ficarem fortes, é possível que tenha
surgido alguma complicação.</p>
<h3>Dicas para o paciente</h3>
<p>Corte sempre as unhas e deixe-as limpas;
Evite contato com pessoas com baixa capacidade de defesa;
Use roupas leves, para evitar calor e aliviar as coceiras;
Use luvas na hora de dormir, se a coceira incomodar muito;
Tente aliviar o prurido com talcos mentolados ou banhos com
maisena.</p>
<p><span class="fonte">Fonte:</span> www.santalucia.com.br</p>
<h1>CATAPORA</h1>
<h3 class="img"></h3>
<h3>O que é varicela (catapora)?</h3>
<p>A varicela (ou catapora) é uma doença comum em
crianças, que pode causar problemas graves.</p>
<p>A catapora ocorre em todo o mundo - estima-se que 60
milhões de pessoas (na maioria crianças) contraiam
catapora todos os anos.1</p>
<p>A catapora é causada por um vírus que é
transmitido com muita facilidade de uma pessoa para a outra.2</p>
<p>A catapora pode causar problemas graves e, em alguns casos,
até a morte. 1,2</p>
<h3>Quais são os sintomas da catapora?</h3>
<h5>Os sintomas de catapora geralmente são:</h5>
<p>Cansaço.</p>
<p>Cefaléia.</p>
<p>Erupção cutânea.</p>
<p>Febre: Temperaturas de até 40,6oC (105oF) não
são raras nos casos graves de catapora, nos quais o corpo
fica coberto de erupções.</p>
<p>Perda de apetite</p>
<p>O sintoma mais visível da catapora é a
erupção cutânea.</p>
<p>A erupção começa no tronco da
criança, espalhando-se rapidamente para o rosto,
braços e pernas. 3,4</p>
<p>A erupção pode se espalhar para dentro da boca, do
nariz, das orelhas e de outros orifícios do corpo da
criança.3,4</p>
<p>A erupção forma cerca de 250 a 500
vesículas pruriginosas, que começam a cicatrizar em
aproximadamente 4 ou 5 dias.2</p>
<h3>Quais são os problemas graves que a catapora pode causar
em crianças?</h3>
<p>O problema grave mais comum observado em crianças com
catapora é a infecção cutânea, que pode
resultar em cicatrizes permanentes.3,4</p>
<p>Se seu filho coçar as vesículas da catapora antes
da cicatrização, elas podem ficar infeccionadas.</p>
<p>Quando ficam infeccionadas, essas vesículas
transformam-se em pequenas ulcerações, que podem
deixar cicatrizes permanentes na pele:</p>
<h5>Entre outros problemas graves que a catapora pode causar,
incluem-se:</h5>
<p>Edema cerebral.4,5</p>
<p>Perda de coordenação muscular. 4,5</p>
<p>Pneumonia. 5</p>
<p>Infecção de ouvido.5</p>
<p>Herpes zoster (erupção cutânea dolorosa, que
pode ocorrer anos mais tarde).2</p>
<p>Síndrome de Reye - doença rara, que pode surgir em
decorrência do uso de aspirina durante a
infecção da catapora (entre os sintomas incluem-se
náusea, vômito, cefaléia, cansaço e
convulsões) .3,4</p>
<p>A CRIANÇA QUE CONTRAI CATAPORA DEVE SER ORIENTADA NO
SENTIDO DE NÃO COÇAR AS VESÍCULAS.</p>
<h3>Como as crianças contraem catapora?</h3>
<p class="img"></p>
<h5>A propagação da catapora é muito
fácil, podendo espalhar-se de uma pessoa infectada para
outra das seguintes formas:</h5>
<p>Pelo ar, quando uma pessoa infectada tossir ou espirrar.2</p>
<p>Pelo contato direto com uma pessoa infectada, geralmente
através da secreção das vesículas.2</p>
<p>Antes de as pessoas infectadas apresentarem
erupção ou saberem que estão com catapora,
elas espalham a doença para outras pessoas.2,3</p>
<p>Uma pessoa com catapora pode espalhar a doença para
outras pessoas 1 a 2 dias antes do surgimento da
erupção, ou até que todas as bolhas tenham
secado, possivelmente depois de 10 dias.2,3</p>
<p>Se alguma pessoa em sua casa contrair catapora e houver outra
que nunca tenha tido catapora, há uma chance de 9 em 10 de
que esta última contraia a doença.2,6</p>
<h3>Como posso proteger meu filho contra a catapora e os problemas
graves que ela pode causar?</h3>
<p>A vacinação com uma vacina eficaz, bem tolerada e
de alta qualidade contra a catapora é uma das melhores
formas de se proteger contra a doença.</p>
<p>Aproximadamente 9 entre 10 pessoas que tomam a vacina ficam
protegidas contra a doença.2,7</p>
<p>Se uma criança que tiver sido vacinada contrair catapora,
a doença geralmente vai se manifestar de forma muito mais
leve, com poucas vesículas, febre mais baixa e
recuperação mais rápida.2,6</p>
<h3>A vacinação contra a catapora traz outros
benefícios para meu filho?</h3>
<p>Sim. A proteção contra a catapora também
pode ajudar a evitar outros problemas que ocorrem quando a
criança contrai essa doença.</p>
<p>A criança com catapora pode espalhar a doença a
outras pessoas.2 Portanto, deve ficar em casa, sem freqüentar
a creche ou a escola, por no mínimo uma semana, ou
mais.8</p>
<p>A criança com catapora pode espalhar a doença a
outros membros da família (tanto crianças como
adultos) que não tenham sido vacinados ou que não
tiveram a doença.2,6</p>
<p>A criança com catapora pode representar perda de dias
úteis de trabalho de um dos pais.8</p>
<p>A criança com catapora pode representar maiores gastos
com consultas médicas e remédios.8</p>
<h3>A vacinação contra a catapora é bem
tolerada?</h3>
<p>A vacinação contra a catapora é geralmente
bem tolerada.</p>
<p>As vacinas contra catapora foram testadas em muitas
crianças, adolescentes e adultos sadios.3,9</p>
<p>A maioria das pessoas vacinadas não apresenta efeitos
colaterais.3,9</p>
<p>Os riscos da vacina geralmente são menores que os riscos
associados à doença.6</p>
<h3>Quais os tipos de reação que meu filho pode ter
à vacina?</h3>
<p>As reações adversas da vacina contra a catapora
geralmente são leves e podem incluir:</p>
<p>Vermeilhidão, rigidez, dor, ou inchaço no local
onde foi aplicada.</p>
<p>Cansaço.</p>
<p>Mau humor.</p>
<p>Febre (não utilize aspirina para baixar a febre -
pergunte ao médico ou a alguma enfermeira quais
remédios podem ser utilizados). 2</p>
<h5>Além disso, até 1 mês após a
vacinação2:</h5>
<p>Podem surgir pequenos nódulos no local onde a vacina foi
aplicada; esses pequenos nódulos podem surgir também
em outros lugares de corpo.</p>
<h3>Quando uma criança deve ser vacinada contra a
catapora?</h3>
<p>Seu médico pode lhe dizer se, e quando, seu filho deve
ser vacinado.</p>
<p>Qualquer criança, adolescente, ou adulto que não
tenha tido catapora deve ser vacinado. Os especialistas
médicos recomendam a vacinação contra a
catapora para os seguintes indivíduos:</p>
<p>Crianças sadias com 12 meses a 12 anos de idade devem
receber uma dose da vacina:2
Recomenda-se a vacinação de rotina contra catapora
para crianças com 12 a 18 meses de idade.2</p>
<p>
Indivíduos a partir dos 13 anos de idade devem receber duas
doses da vacina, separados por um intervalo de 4 a 8 semanas.2</p>
<h3 class="img"></h3>
<h3>A vacina contra a catapora pode ser administrada junto com
outras vacinas?</h3>
<p>Sim. A vacina contra a catapora pode ser administrada
concomitantemente a outras vacinas pediátricas, tais
como:2,6</p>
<p>Sarampo, cachumba e rubéola.
DTP (difteria, tétano, coqueluche).
HIB (Haemophilus influenzae tipo B).
Hepatite B.
Vacina contra o vírus da pólio.</p>
<h3>A vacina pode ser administrada a todas as crianças?</h3>
<p>Certos grupos de crianças não devem receber a
vacina contra a catapora, entre os quais incluem-se:2,6</p>
<p>Crianças com sistema imunológico enfraquecido
(devido a doença ou medicação).</p>
<p>Crianças com alergias a qualquer componente da
vacina.</p>
<p>Crianças que estejam tomando certos medicamentos.</p>
<p>Crianças com algumas doenças graves
específicas.</p>
<p>SEU MÉDICO LHE DIRÁ SE SEU FILHO NÃO DEVE
TOMAR A VACINA CONTRA A CATAPORA. QUALQUER CONSULTA MÉDICA
É UM BOM MOMENTO PARA FICAR SABENDO SE A
VACINAÇÃO COM UMA VACINA EFICAZ, BEM TOLERADA E DE
ALTA QUALIDADE CONTRA A CATAPORA É ADEQUADA PARA SEU
FILHO!</p>
<p><span class="fonte">Fonte:</span> www.msd-brazil.com</p>
<h1>catapora</h1>
<h3>VARICELA</h3>
<p>A varicela (&ldquo;catapora&rdquo;) é uma doença
infecciosa aguda, altamente transmissível, causada pelo
vírus varicela-zóster. A doença é mais
comum em crianças entre um e dez anos, porém pode
ocorrer em pessoas susceptíveis (não imunes) de
qualquer idade. Na maioria das vezes, principalmente em
crianças, a doença evolui sem
conseqüências mais sérias. Contudo, a varicela
pode ter evolução grave e até causar o
óbito, sendo consideravelmente maior o risco quando ocorre
em adultos e pessoas com imunodeficiência. A taxa de
letalidade, que em crianças saudáveis é de 2
para cada 100.000 casos, é de 15 a 40 vezes maior em
adultos. A infecção confere imunidade permanente,
embora o sistema imunológico não seja capaz de
eliminar o vírus.</p>
<h3>Transmissão</h3>
<p>O ser humano é o único hospedeiro natural do
vírus varicela-zóster. A infecção, em
geral, ocorre através da mucosa do trato respiratório
superior (porta de entrada). A transmissão do vírus
ocorre, principalmente, pela secreção
respiratória (gotículas de saliva, espirro, tosse) de
um indivíduo infectado ou pelo contato direto com o
líquido das vesículas. Mais raramente, a
transmissão se dá forma indireta, pelo contato com
objetos recém-contaminados com secreção das
vesículas. É possível ainda a
transmissão da varicela durante a gestação,
através da placenta.</p>
<p>O período de maior risco de transmissão
começa 48 horas antes do aparecimento das vesículas e
vai até a formação de crostas em todas as
lesões. Em crianças previamente saudáveis este
período é de geralmente 6 a 8 dias (4 a 6 dias
após o surgimento das lesões na pele), porém
pode ser mais prolongado (até meses) em indivíduos
com imunodeficiência, perdurando por todo o período de
surgimento de novas lesões (vesículas).</p>
<p>A varicela é uma doença altamente
transmissível. Cerca de 90 % dos contactantes domiciliares
susceptíveis de um pessoa com varicela podem adquirir a
doença. O risco é elevado em situações
de contato próximo (como o namoro) e de permanência em
um mesmo ambiente (fechado) por mais de 1 hora, como comumente
ocorre em creches e salas de aulae, eventualmente, em
enfermarias e salas de espera de consultórios.</p>
<p>O período de incubação da varicela varia de
10 a 21 dias (comumente entre 14 e 16). Após a
infecção, a maioria das pessoas apresenta
manifestações clínicas. Algumas vezes, no
entanto, as manifestações são muito discretas
e a infecção pode passar desapercebida. Os
indivíduos infectados, mesmo aqueles que apresentaram
doença leve, desenvolvem proteção (imunidade)
permanente. O sistema imunológico controla a
replicação viral e, na maioria das vezes, o
indivíduo evolui para a cura da doença, mesmo sem
tratamento específico. Contudo, os mecanismos de defesa
não são suficientes para eliminar completamente o
vírus, e o agente infeccioso permanece latente no organismo
por toda a vida e pode ser transmitido durante os episódios
de reativação (herpes zóster).</p>
<h3>Riscos</h3>
<p>O risco de transmissão de varicela existe em qualquer
lugar do mundo, especialmente nas áreas urbanas com grandes
aglomerados populacionais. É uma doença altamente
transmissível, comum em crianças. A varicela pode
ocorrer durante o ano todo, porém observa-se um aumento do
número de casos no período que se estende do fim do
inverno até a primavera (agosto a novembro), sendo comum,
neste período, a ocorrência de surtos em creches e
escolas.</p>
<p>A maioria da população de adultos em áreas
urbanas é imune (geralmente mais de 90% nos grandes
centros), uma vez que teve a doença na infância. A
ocorrência de varicela, no entanto, tende a ser menor em
áreas rurais, resultando numa maior proporção
de adultos que não tiveram a doença na infância
(susceptíveis), sendo particularmente preocupante a
possibilidade de que estes indivíduos adquiram a
doença (com maior risco de formas graves nesta faixa
etária) ao migrarem ou viajarem para áreas
urbanas.</p>
<h3>Medidas de proteção</h3>
<p>A doença pode ser evitada através da
utilização da vacina contra a varicela. Os
países que adotaram a vacinação
sistemática das crianças contra a varicela observaram
uma queda significativa do número de casos e de
óbitos. Nos Estados Unidos, antes da vacina estar
disponível, ocorriam por ano aproximadamente 11 mil
hospitalizações e cerca de 100 óbitos devido
à varicela. No Brasil, a varicela não é uma
doença de notificação compulsória e os
dados existentes são esparsos e pouco representativos.</p>
<p>Como não é possível prever quais são
os indivíduos que vão evoluir com doença grave
ou com infecções secundárias, é
desejável que as pessoas estejam protegidas, através
da utilização da vacina contra a varicela. Embora
ainda seja uma prática comum em algumas culturas, é
inaceitável, pelo potencial de gravidade da varicela, que
crianças sejam deliberadamente expostas a pessoas infectadas
para que adquiram a doença.</p>
<p>A vacina contra a varicela está indicada para todas as
crianças acima de 1 ano de idade e os adolescentes e adultos
susceptíveis, que não tiverem
contra-indicação. A vacina está
contra-indicada em indivíduos que tenham apresentado
reação alérgica grave a uma dose prévia
ou a qualquer um de seus componentes. Além disto, assim como
todas as vacinas de vírus atenuado, também
está contra-indicada durante a gravidez e em pessoas com
imunodeficiência. A vacina não está indicada em
menores de 1 ano em função da baixa eficácia
nesta faixa etária (interferência dos anticorpos
maternos transferidos pela placenta) e pela falta de
informação quanto à segurança de uso
neste grupo.</p>
<p>Adicionalmente, a vacina contra a varicela é útil
para evitar ou atenuar a infecção natural pelo
vírus selvagem em indivíduo susceptível que
tenha entrado em contato com um caso de varicela, desde que feita
até 72 horas após a exposição. Nos
indivíduos que tenham, simultaneamente, maior risco de
evolução grave e critérios de
contra-indicação à vacina (gestantes,
prematuros, recém-nascidos de mães que tiveram
varicela 5 dias antes até 2 dias depois do parto e
imunodeficientes) está indicado o uso de imunoglobulina
específica para a varicela (VZIG), que deve ser administrada
(via intramuscular) até 96 horas da exposição.
A VZIG quando não impede o surgimento da varicela,
geralmente prolonga o período de incubação e
atenua as manifestações da doença. Não
existe comprovação de benefício do emprego de
drogas quimioprofiláticas (como o aciclovir) na
prevenção da varicela em contactantes.</p>
<p>As pessoas com varicela devem ser afastadas da escola ou do
trabalho, para diminuir o risco de transmissão para os
susceptíveis. Além disso, devem evitar ao
máximo o contato com pessoas
susceptíveis com maior risco de desenvolver varicela grave
(adultos, gestantes, imunodeficentes e prematuros).O período
de risco vai até a formação de crostas em
todas as lesões, o que em indivíduos previamente
saudáveis geralmente ocorre em até uma semana. Para
os imunodeficientes com varicela, o afastamento das atividades
poderá ser mais longo, pois é comum a
formação de novas lesões (vesículas)
por um período mais prolongado, eventualmente de meses.</p>
<p>Os contactantes susceptíveis de casos de varicela
têm risco de terem sido infectados. É importante que
procurem assistência médica imediatamente após
o contato, no intuito de que as medidas de profilaxia
cabíveis - em bases individuais e coletivas - possam ser
adotadas precocemente. Considerando que nenhuma medida de
profilaxia pós exposição (incluindo o uso de
vacina e imunoglobulina) é 100% eficaz em evitar o
desenvolvimento da infecção, estes indivíduos
poderão vir a transmitir varicela. Parece prudente,
portanto, que todos os contactantes susceptíveis sejam
mantidos afastados de indivíduos não imunes que
apresentem maior risco de desenvolver formas graves de varicela
(como imunodeficientes e gestantes). O risco de transmissão
começa no período de incubação
mínimo, ou seja, a partir do décimo dia e vai
até o 21° dia após o contato. Para as pessoas que
receberam VZIG, que pode aumentar o período de
incubação, o afastamento deve ser prolongado
até, pelo menos, o 28° dia. No caso de profissionais de
saúde esta recomendação geralmente implica em
afastamento das atividades assistenciais durante o período
de risco.</p>
<p>As pessoas com varicela podem necessitar
internação hospitalar, seja por agravamento da
doença (pneumonite, encefalite) ou por
complicações (infecções bacterianas
secundárias) da própria varicela ou, adicionalmente,
por intercorrências médicas (trabalho de parto,
emergência cirúrgica, terapia de doença de
base). Como a varicela é altamente transmissível para
os contactantes (familiares, pessoal da área da
saúde, pessoas hospitalizadas) que não tiveram a
doença (não imunes) é necessário que o
serviço tenha recursos técnicos adequados para
isolamento no intuito de impedir a disseminação
intra-hospitalar da varicela, visto que uma vez iniciado um surto,
o controle poderá ser difícil e demorado e as
consequências desastrosas. O fato de um hospital ter quartos
para "isolamento", não significa que estes sejam adequados
para doenças de transmissão respiratória, como
a tuberculose, a Síndrome Respiratória Aguda Grave e
a própria varicela. Além de isolamento adequado para
pessoas com varicela, o que inclui quartos preferencialmente com
pressão negativa, é necessário que estejam
disponíveis equipamentos de proteção
individual tecnicamente indicados para doenças de
transmissão respiratória e de contato.</p>
<p>Apenas pessoas não susceptíveis (que tenham tido a
infecção ou que sejam vacinados) devem ter acesso aos
quartos de isolamento de varicela, o que inclui os profissionais
que sejam essenciais ao atendimento, estudantes, pessoal em
treinamento, estagiários e visitantes. As visitas de pessoas
não imunes devem ser limitadas ao máximo e, quando
eventualmente ocorrerem, o visitante deve estar usando, sob
supervisão, os equipamentos de proteção
individual adequados.</p>
<h3>Manifestações</h3>
<p>Em crianças, em geral, as manifestações
iniciais da varicela são as lesões de pele. Em
algumas pessoas (mais comum em adultos) pode ocorrer febre e
prostração, um a dois dias antes do aparecimento das
lesões cutâneas. As lesões de pele surgem como
pequenas máculo-pápulas ("pequenas manchas vermelhas
elevadas"), que em algumas horas tornam-se vesículas
("pequenas bolhas com conteúdo líquido claro"), das
quais algumas se rompem e outras evoluem para
formação de pústulas ("bolhas com pus") e
posteriormente (em 1 a 3 dias) formam-se crostas. Em geral, ocorrem
2 a 4 ciclos de novas lesões, resultando em cerca de 200 a
500 lesões, que causam intenso prurido ("coceira"). As
primeiras lesões comumente aparecem na cabeça ou
pescoço, mas a medida que estas evoluem, rapidamente
vão surgindo novas lesões em tronco e membros e
também em mucosas (oral, genital, respiratória e
conjuntival), sendo freqüente que os diferentes
estágios evolutivos (pápulas, vesículas,
pústulas e crostas) estejam presentes simultaneamente. A
evolução para a cura, comumente, ocorre em até
uma semana, embora lesões crostosas residuais possam
persistir por 2 a 3 semanas e algumas pequenas cicatrizes
permaneçam indefinidamente.</p>
<p>Na maioria das crianças saudáveis a doença
geralmente evolui sem gravidade. Algumas vezes, no entanto, pode
ocorrer comprometimento de órgãos internos
(principalmente do sistema nervoso central) ,
infecções bacterianas superpostas (comumente na pele)
e, mais raramente, manifestações hemorrágicas
(sangramentos espontâneos). Em adultos, pessoas com
imunodeficiência (decorrente de doenças ou induzida
por drogas, como os corticosteróides) e
recém-nascidos, o risco de desenvolvimento de varicela grave
é consideravelmente maior. A varicela tende a ser mais grave
também nos casos secundários intra-domiciliares
(inclusive crianças), quando comparado aos casos adquiridos
por contato casual extra-domiciliar, possivelmente porque o tempo
de exposição prolongado no domicílio favorece
a transmissão de uma maior quantidade de vírus
(inóculo) para o indivíduo susceptível. Estas
pessoas geralmente desenvolvem um número maior de
lesões cutâneas e têm risco mais elevado de
comprometimento pulmonar, hepático (fígado) e do
sistema nervoso central.</p>
<p>O comprometimento pulmonar pelo vírus
varicela-zóster (pneumonite) é mais comum em adultos.
Na maioria das vezes ocorre entre 3 e 5 dias após o
início da varicela e se caracteriza pelo aumento da
freqüência respiratória, tosse, falta de ar e
febre. Em geral, nos casos leves, a pneumonite tem
resolução espontânea em 24 a 72 horas.
Entretanto, até 30% dos casos com
manifestações mais exuberantes podem evoluir de forma
grave, progredindo rapidamente para insuficiência
respiratória e óbito.</p>
<p>As manifestações neurológicas (ataxia
cerebelar e encefalite), embora não sejam comuns, podem
estar associadas com seqüelas. A ataxia cerebelar é a
apresentação mais freqüente nas crianças,
ocorrendo em aproximadamente 1 em cada 4000 crianças
infectadas com menos de 15 anos de idade. É caracterizada
por perda de coordenação dos movimentos,
vômitos, alteração da fala, tonteira e
tremores. As manifestações surgem cerca de uma semana
após o início das lesões cutâneas, mas
podem aparecer até 21 dias depois. Em geral, tem
resolução espontânea em 2 a 4 semanas. A
encefalite, que é um acometimento mais difuso e grave,
ocorre mais em adultos, em cerca de 4 a cada 10000 infectados, com
letalidade de até 37%. É caracterizada por
diminuição do nível de consciência, dor
de cabeça, vômitos, febre e convulsão. Dos
indivíduos que sobrevivem, cerca de 15% permanecem com algum
grau de seqüela neurológica.</p>
<p>A varicela, à semelhança de outras doenças
virais (como o dengue, o sarampo e a rubéola), pode cursar
com alguma redução do número de plaquetas
(plaquetopenia), elementos que exercem papel fundamental nos
mecanismos de coagulação sanguínea. A
ocorrência de manifestações hemorrágicas
na varicela, assim como no dengue), no entanto, é
relativamente incomum. Contudo, em alguns casos raros (forma
conhecida como "varicela hemorrágica"), a ocorrência
de plaquetopenia pronunciada e persistente, pode resultar em
sangramentos e até ter curso fulminante. As
manifestações hemorrágicas surgem de forma
súbita, geralmente no segundo ou terceiro dia após o
aparecimento das lesões cutânea e são marcadas
por um agravamento do estado geral. Inicialmente, observam-se
sangramentos espontâneos pelas lesões da pele e
também através da mucosa nasal (epistaxe), oral
(gengivorragia) e do trato urinário (hematúria),
podendo evoluir com perdas sanguíneas mais intensas pelas
fezes (melena) e pelo trato respiratório (hemoptise).</p>
<p>A varicela, quando ocorre durante o primeiro trimestre da
gestação pode, raramente, resultar em má
formação fetal (membros atrofiados, cicatriz na pele,
alterações oculares e dano cerebral). Quando surge no
final da gravidez ou logo após o parto, o
recém-nascido pode vir a desenvolver doença
disseminada, com até 30% de letalidade.O período
crítico ocorre quando a infecção materna se
manifesta entre 5 dias antes e 2 dias depois do parto, uma vez que
nestas circunstâncias é mais provável que
ocorra passagem do vírus através da placenta, mas
não de anticorpos maternos, que ainda estariam sendo
produzidos.</p>
<p>As infecções bacterianas secundárias
são as principais causas de internação de
pessoas com varicela. A complicação mais
freqüente é a infecção da pele, em geral
devido à inoculação de bactérias
(Streptococcus pyogenes, Staphylococcus aureus) durante a
coçadura. Embora a infecção bacteriana
geralmente fique limitada à pele e tecidos subcutâneos
(celulite), pode haver disseminação através da
corrente sanguínea para outros órgãos
(principalmente pulmões) e sepse (infecção
generalizada). Em crianças com menos que 1 ano de idade, a
ocorrência de pneumonia bacteriana secundária é
particularmente comum.</p>
<p>Após a infecção, os vírus
varicela-zóster habitualmente permanecem latentes no
organismo (gânglios das raízes nervosas dorsais e do
nervo trigêmio) por toda a vida, por não terem sido
eliminados pelo sistema imununológico, sem causar qualquer
dano. Em cerca de 10 a 20% dos indivíduos que tiveram a
doença, principalmente em idosos e em imunodeficientes, pode
ocorrer - geralmente vários anos após a doença
- reativação do vírus levando ao aparecimento
do herpes zóster ("cobreiro"). O herpes
zósteré caracterizado pelo aparecimento de pequenas
vesículas dolorosas em uma região limitada da pele
(geralmente no tronco, mas pode acometer face e membros). A
principal complicação do herpes zóster
é a dor no local que pode permanecer mesmo após a
cicatrização das lesões. O herpes
zóster facial pode estar associado com comprometimento
ocular e levar à cegueira, se não for adequadamente
tratado.</p>
<h3>Tratamento</h3>
<p>Todas as pessoas que apresentam manifestações
clínicas compatíveis com varicela devem ser avaliadas
por médico tão logo possível. A consulta
inicial, além de possibilitar a confirmação
(ou não) da suspeita clínica por profissional
habilitado, permite avaliar a necessidade de
intervenção terapêutica específica,
esclarecer quanto às medidas importantes para evitar
complicações e orientar corretamente para o
reconhecimento dos indícios de gravidade que exijam
reavaliação médica.</p>
<p>Diversas drogas antivirais (aciclovir, valaciclovir,
famciclovir) possuem ação sobre o vírus
varicela-zóster e estão disponíveis para o
tratamento específico da varicela, embora somente o
aciclovir esteja, até o momento, liberado para uso em
crianças. Estas drogas não são capazes de
eliminar o vírus varicela-zóster, porém podem
reduzir a duração da doença e o número
de lesões cutâneas. Os benefícios do uso dos
antivirais parecem mais evidentes nas circunstâncias em que o
risco de evolução mais grave é
considerável, como no caso de imunodeficientes. Podem
também ser úteis na varicela dos adultos e
adolescentes. A segurança do uso destas drogas em gestantes
não foi estabelecida de forma inequívoca,
restringindo-se sua utilização (particularmente no
primeiro trimestre) aos casos com manifestações
graves.</p>
<p>Não parece haver benefício suficiente para
justificar o emprego sistemático da terapêutica
específica em crianças saudáveis (de 1 a 12
anos) acometidas por varicela e que não tenham
indícios de gravidade, desde que não sejam
contactantes intradomiciliares. O tratamento está
particularmente indicado quando a varicela ocorre em adultos e
adolescentes (acima de treze anos), em indivíduos
imunodeficientes de qualquer idade, em recém-nascidos de
mães que desenvolveram varicela próximo ao parto e em
prematuros. A terapêutica antiviral deve ainda ser
considerada para os menores de 1 ano (faixa etária para a
qual a vacina não pode ser indicada), para as
crianças de qualquer idade em uso crônico de
ácido acetil-salicílico (AAS®, Aspirina®) ou
em tratamento com corticóides (ainda que intermitente ou
inalatório), para as crianças portadoras de
doenças cutâneas e pulmonares crônicas e para os
casos secundários intra-domiciliares de qualquer idade.</p>
<p>A eficácia da terapêutica antiviral está
associada a atuação da droga sobre a
replicação do vírus e , portanto, deve ser
iniciada precocemente, de preferência nas primeiras 24 horas
após o início das manifestações. Em
pessoas saudáveis, a multiplicação do
vírus se reduz progressivamente e tende a cessar após
72 horas do aparecimento das lesões cutâneas. Este
período, contudo, pode se prolongar nos indivíduos
com imunodeficiência. Atrasos na introdução da
terapia antiviral são particularmente injustificáveis
na abordagem dos contactantes, que deveriam estar adequadamente
orientados para reconhecer as manifestações iniciais
da varicela (incluindo febre) e procurar imediatamente atendimento
médico, o que viabilizaria, nos casos com
indicação, a introdução da
terapêutica no momento correto.</p>
<p>A terapia específica no caso de adolescentes e adultos
saudáveis poderá ser feita por via oral, desde que as
doses e intervalos sejam adequadamente ajustados. No caso de
imunodeficientes é recomendável que pelo menos o
início da terapêutica seja feita por via endovenosa.
Todas as pessoas (inclusive crianças e gestantes) com
comprometimento pulmonar, hepático (fígado) e do
sistema nervoso central devem ser internados e receber tratamento
endovenoso.</p>
<p>Os antitérmicos (paracetamol, dipirona), caso sejam
necessários, podem ser utilizados para controlar a febre. Os
medicamentos que contenham em sua formulação o
ácido acetil-salicílico (AAS®, Aspirina®,
Doril®, Melhoral® etc) não devem ser usados em
crianças com varicela, pela possibilidade de Síndrome
de Reye (doença rara, de alta letalidade, caracterizada pelo
comprometimento do sistema nervoso central e do fígado
associado ao uso deste medicamento durante infecções
virais em crianças). O uso do ácido
acetil-salicílico, por provocar alterações na
função das plaquetas, pode ainda aumentar o risco de
episódios de sangramentoem pessoas de qualquer idade.</p>
<p>O prurido pode ser atenuado com banhos ou compressas frias e com
a aplicação de soluções líquidas
contendo cânfora ou mentol ou óxido de zinco. Quando
muito intenso, pode ser necessário utilizar medicamentos
(como a dexclorfeniramina ou a cetirizina), ajustando-se a dose
pelo peso do doente, para evitar sonolência excessiva.</p>
<p>Para reduzir o risco de infecção bacteriana na
pele, principalmente em crianças, as unhas devem ser
cortadas para evitar traumatismo durante o ato de coçar. A
higiene corporal deve ser observada, bastando para isto a limpeza
com água e sabão. Não existe
comprovação científica de benefício do
uso de substâncias como o permanganato de potássio e
soluções iodadas para a higiene das lesões de
pele. Esta prática, pode ainda resultar em danos, incluindo
queimaduras e reações alérgicas. Quando
ocorrerem, as complicações bacterianas
(infecção secundária da pele, pneumonia e
sepse) devem ser tratadas com antibióticos adequados, que
devem visar as bactérias mais comumente envolvidas. O
emprego de penicilina benzatina (Benzetacil®, Benzilpenicilina
Benzatina®) com esta finalidade não se justifica, uma
vez que o Staphylococcus aureus, um dos principais agentes de
infecção secundária na varicela, é
quase que sistematicamente resistente a este antibiótico.
Quando necessário, deve ser realizada a drenagem
cirúrgica de coleções purulentas.</p>
]]></description>			<link>http://gregory.bebeblog.com.br/18477/CATAPORA/</link>			<comments>http://gregory.bebeblog.com.br/CATAPORA-13082008-060755-lp-18477.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://gregory.bebeblog.com.br/18477/CATAPORA/</guid>			<pubDate>Wed, 13 Aug 2008 06:07:55 +0200</pubDate>		</item>	</channel></rss>