<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">		<title>http://gregory.bebeblog.com.br</title>		<id>http://bebeblog.com.br/</id>		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://gregory.bebeblog.com.br/atom.xml" />		<subtitle><![CDATA[Gregory o gostosao da familia]]></subtitle>		<rights>Copyright (c) 2006, Hi-pi</rights>		<generator>Hi-pi ATOM generator</generator>		<author>			<name>Hi-pi</name>			<uri>http://gregory.bebeblog.com.br</uri>		</author>		<updated>2009-02-22T01:25:56+01:00</updated>		<entry>			<title>Amizade</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>
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<p><span>Navegue, descubra tesouros, mas no os tire do fundo do mar, o lugar deles e la.</span></p>
<p><span>Admire a lua, sonhe com ela, mas no queira traze-la para a terra.</span></p>
<p><span>Curta o sol, se deixe acariciar por ele, mas lembre-se que o seu calor e para todos.</span></p>
<p><span>Sonhe com as estrelas; apenas sonhe, elas so podem brilhar no ceu.</span></p>
<p><span>No tente deter o vento, ele precisa correr por toda parte, ele tem pressa de chegar sabe-se la onde.</span></p>
<p><span>No pode molhar so o seu.</span></p>
<p><span>As lagrimas? No as seque, elas precisam correr na minha, na sua, em todas as faces.</span></p>
<p><span>O sorriso! Esse voce deve segurar, no deixe-o ir embora, agarre-o!</span></p>
<p><span>Quem voce ama? Guarde dentro de um porta joias, tranque, perca a chave!</span></p>
<p><span>Quem voce ama e a maior joia que voce possui, a mais valiosa.</span></p>
<p><span>No
importa se a estao do ano muda, se o seculo vira e se o milenio e
outro, se a idade aumenta; conserve a vontade de viver, no se chega a
parte alguma sem ela.</span></p>
<p><span>Abra todas as janelas que encontrar e as portas tambem.</span></p>
<p><span>Persiga um sonho, mas no deixe ele viver sozinho.</span></p>
<p><span>Alimente sua alma com amor, cure suas feridas com carinho.</span></p>
<p><span>Descubra-se todos os dias, deixe-se levar pelas vontades, mas na por elas.</span></p>
<p><span>Procure, sempre procure o fim de uma historia, seja ela qual for.</span></p>
<p><span>De um sorriso para quem esqueceu como se faz isso.</span></p>
<p><span>Acelere seus pensamentos, mas no permita que eles te consumam.</span></p>
<p><span>Olhe para o lado, alguem precisa de voce.</span></p>
<p><span>Abasteo a perca nunca.</span></p>
<p><span>Mergulhe de cabea-os.</span></p>
<p><span>Agonize de dor por um amigo, so saia dessa agonia se conseguir tira-lo tambem.</span></p>
<p><span>Procure os seus caminhos, mas no magoe ninguem nessa procura.</span></p>
<p><span>Arrependa-se, volte atras, peo!</span></p>
<p><span>No o faz feliz, revolte-se quando julgar necessario.</span></p>
<p><span>Alague seu corao deixe que ele se afogue nelas.</span></p>
<p><span>Se achar que precisa voltar, volte!</span></p>
<p><span>Se perceber que precisa seguir, siga!</span></p>
<p><span>Se estiver tudo errado, comece novamente.</span></p>
<p><span>Se estiver tudo certo, continue.</span></p>
<p><span>Se sentir saudades, mate-a.</span></p>
<p><span>Se perder um amor, no se perca!</span></p>
<p><span>Se acha-lo, segure-o!</span></p>
<p><span>Circunda-te de rosas, ama, bebe e cala. O mais e nada'.</span></p>
</div>				</div>			</content>			<id>http://gregory.bebeblog.com.br/20165/Navegue-Fernando-Pessoa/</id>			<link href="http://gregory.bebeblog.com.br/20165/Navegue-Fernando-Pessoa/" />			<author>				<name>gregory</name>				<uri>http://gregory.bebeblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-09-11T05:16:36+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Hora do soninho....</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Sempre procure colocar um som ambiente para seu bebezinho ir se acostumando com musicas.</p>				</div>			</content>			<id>http://gregory.bebeblog.com.br/20114/Hora-do-soninho/</id>			<link href="http://gregory.bebeblog.com.br/20114/Hora-do-soninho/" />			<author>				<name>gregory</name>				<uri>http://gregory.bebeblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-09-10T15:08:52+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Sem nome</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">								</div>			</content>			<id>http://gregory.bebeblog.com.br/20113/Sem-nome/</id>			<link href="http://gregory.bebeblog.com.br/20113/Sem-nome/" />			<author>				<name>gregory</name>				<uri>http://gregory.bebeblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-09-10T15:02:50+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>CATAPORA</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<h1>CATAPORA</h1>
<p>Durante o periodo de chuvas, evite dividir ambientes
fechados com pessoas contaminadas pela doena.</p>
<h3>O que e?</h3>
<p>Uma doena altamente contagiosa provocada por um
virus. Com nome cientifico de varicela, costuma
atingir principalmente as crianas. Em geral, e
benigna e costuma incomodar principalmente pelas manchas vermelhas
e pela coceira intensa.</p>
<h3>Imunidade</h3>
<p>Quem ja teve varicela uma vez na vida, no corre
mais o risco de desenvolve-la. No entanto, como o
virus da catapora e o mesmo do herpes zoster (ou
cobreiro), existe o risco de um individuo com defesa baixa
desenvolver uma nova doena depois de entrar em contato com
doentes em fase de ontagio. Quem tem doenas
imunodepressivas, como Aids, deve manter distancia do
virus.</p>
<h3>Vacina</h3>
<p>Existe uma vacina que previne a doena. Em
Brasilia, esta disponivel em centros de
vacinao ou clinicas particulares de
pediatras ou dermatologistas. O preo medio e
de R$ 65,00. E indicada para todas as crianas com
mais de um ano e para adolescentes e adultos que ainda no
foram contagiados pela varicela.</p>
<h3>Transmisso</h3>
<p>E muito comum em epoca de chuva e frio, quando as
pessoas se juntam em locais fechados com maior
frequencia. Crianas em fase escolar tem
maiores chances de se contagiar pelo virus.
A transmissa ou
um adulto que nunca teve catapora entrar em contato com
alguem contagiado, a contaminao e
quase certa.</p>
<h3>Incubao</h3>
<p>Depois de entrar em contato com o virus da catapora, o
individuo permanece entre 14 e 21 dias sem apresentar
sintomas. E o que se conhece como tempo de
incubao.</p>
<h3>Sintomas</h3>
<p>Comeam com pontinhos vermelhos espalhados pelo corpo que
se parecem com picadas de inseto. Nessa fase, a doena
no costuma ser detectada facilmente.</p>
<p>Essas manchas , depois de dois ou tres dias, crescem e
mudam de aspecto. Tornam-se vesiculas (folhas cheias de um
liquido transparente). As bolhas podem aparecer em
regies delimitadas do corpo ou nele inteiro. Muitas vezes,
os sinais aparecem tambem nas mucosas da boca, do nariz, dos
olhos, entre outras.</p>
<p>Alem da coceira intensa, o contagiado pode apresentar
febre baixa, dor de cabea que
pede repouso durante os primeiros dias depois de surgirem os
primeiros sintomas.</p>
<p>O estagio no qual o corpo fica com sinais variados
 desde as manchinhas parecidas com picadas de inseto,
bolhas, ate as feridas e crostas ressecadas  e
o mais caracteristico da doena. Nessa fase,
no ha como confundir a catapora com qualquer outro
problema. Enquanto as feridas no cicatrizarem, e
preciso manter o doente isolado, pois ha risco de
contaminao.</p>
<h3>Complicaes</h3>
<p>A catapora e um problema pouco grave, desde que bem
tratado. No entanto, se a doena se manifestar em
criano
for cuidada devidamente, podem apresentar
complicaes como:</p>
<p>Infeco bacteriana secundaria: muitas
vezes, a crianos com unhas
sujas, que podem estar contaminadas por bacterias. Se as
bolhas contiverem liquido amarelo, e sinal de
infec</p>
<p>Pneumonia: o virus da doena pode entrar no
organismo e provocar doenas mais serias em outros
org</p>
<p>Encefalite: e uma inflamao no
cerebro. Se esta complicao for detectada
rapidamente, as sequelas podem ser evitadas. Mas se o
tratamento for displicente, a doena pode ate
matar.</p>
<h3>Tratamento</h3>
<p>Antes de qualquer remedio, uma
determinao: nunca coce. As bacterias
so invisiveis e podem infeccionar as feridas.
Normalmente, as cicatrizes escuras da catapora so
decorrentes de infeces secundarias.</p>
<p>Cuidados locais. Banhos com permanganato de potassio
so sempre aconselhados para aliviar a coceira e cicatrizar
rapidamente as feridas. Importante: dissolva um pacote ou um
comprimido em cinco litros d'agua.</p>
<p>Se houver inicio de infeco,
antibioticos podem ser receitados. Procure sempre o
medico antes de tomar qualquer remedio. Se as dores
de cabea ficarem fortes, e possivel que tenha
surgido alguma complicao.</p>
<h3>Dicas para o paciente</h3>
<p>Corte sempre as unhas e deixe-as limpas;
Evite contato com pessoas com baixa capacidade de defesa;
Use roupas leves, para evitar calor e aliviar as coceiras;
Use luvas na hora de dormir, se a coceira incomodar muito;
Tente aliviar o prurido com talcos mentolados ou banhos com
maisena.</p>
<p><span>Fonte:</span> www.santalucia.com.br</p>
<h1>CATAPORA</h1>
<h3></h3>
<h3>O que e varicela (catapora)?</h3>
<p>A varicela (ou catapora) e uma doena comum em
crianas, que pode causar problemas graves.</p>
<p>A catapora ocorre em todo o mundo - estima-se que 60
milhas) contraiam
catapora todos os anos.1</p>
<p>A catapora e causada por um virus que e
transmitido com muita facilidade de uma pessoa para a outra.2</p>
<p>A catapora pode causar problemas graves e, em alguns casos,
ate a morte. 1,2</p>
<h3>Quais so os sintomas da catapora?</h3>
<h5>Os sintomas de catapora geralmente so:</h5>
<p>Cansao.</p>
<p>Cefaleia.</p>
<p>Erupo cutanea.</p>
<p>Febre: Temperaturas de ate 40,6oC (105oF) no
so raras nos casos graves de catapora, nos quais o corpo
fica coberto de erupes.</p>
<p>Perda de apetite</p>
<p>O sintoma mais visivel da catapora e a
erupo cutanea.</p>
<p>A erupa no tronco da
criana, espalhando-se rapidamente para o rosto,
braos e pernas. 3,4</p>
<p>A erupo pode se espalhar para dentro da boca, do
nariz, das orelhas e de outros orificios do corpo da
criana.3,4</p>
<p>A erupo forma cerca de 250 a 500
vesiculas pruriginosas, que comeam a cicatrizar em
aproximadamente 4 ou 5 dias.2</p>
<h3>Quais so os problemas graves que a catapora pode causar
em crianas?</h3>
<p>O problema grave mais comum observado em crianas com
catapora e a infeco cutanea, que pode
resultar em cicatrizes permanentes.3,4</p>
<p>Se seu filho coar as vesiculas da catapora antes
da cicatrizao, elas podem ficar infeccionadas.</p>
<p>Quando ficam infeccionadas, essas vesiculas
transformam-se em pequenas ulceraes, que podem
deixar cicatrizes permanentes na pele:</p>
<h5>Entre outros problemas graves que a catapora pode causar,
incluem-se:</h5>
<p>Edema cerebral.4,5</p>
<p>Perda de coordenao muscular. 4,5</p>
<p>Pneumonia. 5</p>
<p>Infeco de ouvido.5</p>
<p>Herpes zoster (erupo cutanea dolorosa, que
pode ocorrer anos mais tarde).2</p>
<p>Sindrome de Reye - doena rara, que pode surgir em
decorrencia do uso de aspirina durante a
infeco da catapora (entre os sintomas incluem-se
nausea, vomito, cefaleia, cansao e
convulses) .3,4</p>
<p>A CRIANA QUE CONTRAI CATAPORA DEVE SER ORIENTADA NO
SENTIDO DE NAR AS VESICULAS.</p>
<h3>Como as crianas contraem catapora?</h3>
<p></p>
<h5>A propagao da catapora e muito
facil, podendo espalhar-se de uma pessoa infectada para
outra das seguintes formas:</h5>
<p>Pelo ar, quando uma pessoa infectada tossir ou espirrar.2</p>
<p>Pelo contato direto com uma pessoa infectada, geralmente
atraves da secreo das vesiculas.2</p>
<p>Antes de as pessoas infectadas apresentarem
erupo com catapora,
elas espalham a doena para outras pessoas.2,3</p>
<p>Uma pessoa com catapora pode espalhar a doena para
outras pessoas 1 a 2 dias antes do surgimento da
erupo, ou ate que todas as bolhas tenham
secado, possivelmente depois de 10 dias.2,3</p>
<p>Se alguma pessoa em sua casa contrair catapora e houver outra
que nunca tenha tido catapora, ha uma chance de 9 em 10 de
que esta ultima contraia a doena.2,6</p>
<h3>Como posso proteger meu filho contra a catapora e os problemas
graves que ela pode causar?</h3>
<p>A vacinao com uma vacina eficaz, bem tolerada e
de alta qualidade contra a catapora e uma das melhores
formas de se proteger contra a doena.</p>
<p>Aproximadamente 9 entre 10 pessoas que tomam a vacina ficam
protegidas contra a doena.2,7</p>
<p>Se uma criana que tiver sido vacinada contrair catapora,
a doena geralmente vai se manifestar de forma muito mais
leve, com poucas vesiculas, febre mais baixa e
recuperao mais rapida.2,6</p>
<h3>A vacinao contra a catapora traz outros
beneficios para meu filho?</h3>
<p>Sim. A proteo contra a catapora tambem
pode ajudar a evitar outros problemas que ocorrem quando a
criana.</p>
<p>A criana a
outras pessoas.2 Portanto, deve ficar em casa, sem frequentar
a creche ou a escola, por no minimo uma semana, ou
mais.8</p>
<p>A criana a
outros membros da familia (tanto crianas como
adultos) que no
tiveram a doena.2,6</p>
<p>A criana com catapora pode representar perda de dias
uteis de trabalho de um dos pais.8</p>
<p>A criana com catapora pode representar maiores gastos
com consultas medicas e remedios.8</p>
<h3>A vacinao contra a catapora e bem
tolerada?</h3>
<p>A vacinao contra a catapora e geralmente
bem tolerada.</p>
<p>As vacinas contra catapora foram testadas em muitas
crianas, adolescentes e adultos sadios.3,9</p>
<p>A maioria das pessoas vacinadas no apresenta efeitos
colaterais.3,9</p>
<p>Os riscos da vacina geralmente so menores que os riscos
associados a doena.6</p>
<h3>Quais os tipos de reao que meu filho pode ter
a vacina?</h3>
<p>As reaes adversas da vacina contra a catapora
geralmente so leves e podem incluir:</p>
<p>Vermeilhido no local
onde foi aplicada.</p>
<p>Cansao.</p>
<p>Mau humor.</p>
<p>Febre (no utilize aspirina para baixar a febre -
pergunte ao medico ou a alguma enfermeira quais
remedios podem ser utilizados). 2</p>
<h5>Alem disso, ate 1 mes apos a
vacinao2:</h5>
<p>Podem surgir pequenos nodulos no local onde a vacina foi
aplicada; esses pequenos nodulos podem surgir tambem
em outros lugares de corpo.</p>
<h3>Quando uma criana deve ser vacinada contra a
catapora?</h3>
<p>Seu medico pode lhe dizer se, e quando, seu filho deve
ser vacinado.</p>
<p>Qualquer criano
tenha tido catapora deve ser vacinado. Os especialistas
medicos recomendam a vacinao contra a
catapora para os seguintes individuos:</p>
<p>Crianas sadias com 12 meses a 12 anos de idade devem
receber uma dose da vacina:2
Recomenda-se a vacinao de rotina contra catapora
para crianas com 12 a 18 meses de idade.2</p>
<p>
Individuos a partir dos 13 anos de idade devem receber duas
doses da vacina, separados por um intervalo de 4 a 8 semanas.2</p>
<h3></h3>
<h3>A vacina contra a catapora pode ser administrada junto com
outras vacinas?</h3>
<p>Sim. A vacina contra a catapora pode ser administrada
concomitantemente a outras vacinas pediatricas, tais
como:2,6</p>
<p>Sarampo, cachumba e rubeola.
DTP (difteria, tetano, coqueluche).
HIB (Haemophilus influenzae tipo B).
Hepatite B.
Vacina contra o virus da polio.</p>
<h3>A vacina pode ser administrada a todas as crianas?</h3>
<p>Certos grupos de criano devem receber a
vacina contra a catapora, entre os quais incluem-se:2,6</p>
<p>Crianas com sistema imunologico enfraquecido
(devido a doeno).</p>
<p>Crianas com alergias a qualquer componente da
vacina.</p>
<p>Crianas que estejam tomando certos medicamentos.</p>
<p>Crianas graves
especificas.</p>
<p>SEU MEDICO LHE DIRA SE SEU FILHO NO DEVE
TOMAR A VACINA CONTRA A CATAPORA. QUALQUER CONSULTA MEDICA
E UM BOM MOMENTO PARA FICAR SABENDO SE A
VACINAO COM UMA VACINA EFICAZ, BEM TOLERADA E DE
ALTA QUALIDADE CONTRA A CATAPORA E ADEQUADA PARA SEU
FILHO!</p>
<p><span>Fonte:</span> www.msd-brazil.com</p>
<h1>catapora</h1>
<h3>VARICELA</h3>
<p>A varicela (catapora) e uma doena
infecciosa aguda, altamente transmissivel, causada pelo
virus varicela-zoster. A doena e mais
comum em crianas entre um e dez anos, porem pode
ocorrer em pessoas susceptiveis (no imunes) de
qualquer idade. Na maioria das vezes, principalmente em
criana evolui sem
consequencias mais serias. Contudo, a varicela
pode ter evoluo grave e ate causar o
obito, sendo consideravelmente maior o risco quando ocorre
em adultos e pessoas com imunodeficiencia. A taxa de
letalidade, que em crianas saudaveis e de 2
para cada 100.000 casos, e de 15 a 40 vezes maior em
adultos. A infeco confere imunidade permanente,
embora o sistema imunologico no seja capaz de
eliminar o virus.</p>
<h3>Transmisso</h3>
<p>O ser humano e o unico hospedeiro natural do
virus varicela-zoster. A infeco, em
geral, ocorre atraves da mucosa do trato respiratorio
superior (porta de entrada). A transmisso do virus
ocorre, principalmente, pela secreo
respiratoria (goticulas de saliva, espirro, tosse) de
um individuo infectado ou pelo contato direto com o
liquido das vesiculas. Mais raramente, a
transmisso se da forma indireta, pelo contato com
objetos recem-contaminados com secreo das
vesiculas. E possivel ainda a
transmisso,
atraves da placenta.</p>
<p>O periodo de maior risco de transmisso
comea 48 horas antes do aparecimento das vesiculas e
vai ate a formao de crostas em todas as
lesas previamente saudaveis este
periodo e de geralmente 6 a 8 dias (4 a 6 dias
apos o surgimento das leses na pele), porem
pode ser mais prolongado (ate meses) em individuos
com imunodeficiencia, perdurando por todo o periodo de
surgimento de novas leses (vesiculas).</p>
<p>A varicela e uma doena altamente
transmissivel. Cerca de 90 % dos contactantes domiciliares
susceptiveis de um pessoa com varicela podem adquirir a
doenes
de contato proximo (como o namoro) e de permanencia em
um mesmo ambiente (fechado) por mais de 1 hora, como comumente
ocorre em creches e salas de aulae, eventualmente, em
enfermarias e salas de espera de consultorios.</p>
<p>O periodo de incubao da varicela varia de
10 a 21 dias (comumente entre 14 e 16). Apos a
infeco, a maioria das pessoas apresenta
manifestaes clinicas. Algumas vezes, no
entanto, as manifestao muito discretas
e a infeco pode passar desapercebida. Os
individuos infectados, mesmo aqueles que apresentaram
doeno (imunidade)
permanente. O sistema imunologico controla a
replicao viral e, na maioria das vezes, o
individuo evolui para a cura da doena, mesmo sem
tratamento especifico. Contudo, os mecanismos de defesa
no suficientes para eliminar completamente o
virus, e o agente infeccioso permanece latente no organismo
por toda a vida e pode ser transmitido durante os episodios
de reativao (herpes zoster).</p>
<h3>Riscos</h3>
<p>O risco de transmisso de varicela existe em qualquer
lugar do mundo, especialmente nas areas urbanas com grandes
aglomerados populacionais. E uma doena altamente
transmissivel, comum em crianas. A varicela pode
ocorrer durante o ano todo, porem observa-se um aumento do
numero de casos no periodo que se estende do fim do
inverno ate a primavera (agosto a novembro), sendo comum,
neste periodo, a ocorrencia de surtos em creches e
escolas.</p>
<p>A maioria da populao de adultos em areas
urbanas e imune (geralmente mais de 90% nos grandes
centros), uma vez que teve a doena na infancia. A
ocorrencia de varicela, no entanto, tende a ser menor em
areas rurais, resultando numa maior proporo
de adultos que na na infancia
(susceptiveis), sendo particularmente preocupante a
possibilidade de que estes individuos adquiram a
doena (com maior risco de formas graves nesta faixa
etaria) ao migrarem ou viajarem para areas
urbanas.</p>
<h3>Medidas de proteo</h3>
<p>A doena pode ser evitada atraves da
utilizao da vacina contra a varicela. Os
paises que adotaram a vacinao
sistematica das crianas contra a varicela observaram
uma queda significativa do numero de casos e de
obitos. Nos Estados Unidos, antes da vacina estar
disponivel, ocorriam por ano aproximadamente 11 mil
hospitalizaes e cerca de 100 obitos devido
a varicela. No Brasil, a varicela no e uma
doeno compulsoria e os
dados existentes so esparsos e pouco representativos.</p>
<p>Como no
os individuos que va grave
ou com infeces secundarias, e
desejavel que as pessoas estejam protegidas, atraves
da utilizao da vacina contra a varicela. Embora
ainda seja uma pratica comum em algumas culturas, e
inaceitavel, pelo potencial de gravidade da varicela, que
crianas sejam deliberadamente expostas a pessoas infectadas
para que adquiram a doena.</p>
<p>A vacina contra a varicela esta indicada para todas as
crianas acima de 1 ano de idade e os adolescentes e adultos
susceptiveis, que no tiverem
contra-indicao. A vacina esta
contra-indicada em individuos que tenham apresentado
reao alergica grave a uma dose previa
ou a qualquer um de seus componentes. Alem disto, assim como
todas as vacinas de virus atenuado, tambem
esta contra-indicada durante a gravidez e em pessoas com
imunodeficiencia. A vacina no esta indicada em
menores de 1 ano em funo da baixa eficacia
nesta faixa etaria (interferencia dos anticorpos
maternos transferidos pela placenta) e pela falta de
informaa de uso
neste grupo.</p>
<p>Adicionalmente, a vacina contra a varicela e util
para evitar ou atenuar a infeco natural pelo
virus selvagem em individuo susceptivel que
tenha entrado em contato com um caso de varicela, desde que feita
ate 72 horas apos a exposio. Nos
individuos que tenham, simultaneamente, maior risco de
evoluo grave e criterios de
contra-indicao a vacina (gestantes,
prematuros, recem-nascidos de mes que tiveram
varicela 5 dias antes ate 2 dias depois do parto e
imunodeficientes) esta indicado o uso de imunoglobulina
especifica para a varicela (VZIG), que deve ser administrada
(via intramuscular) ate 96 horas da exposio.
A VZIG quando no impede o surgimento da varicela,
geralmente prolonga o periodo de incubao e
atenua as manifestao
existe comprovao de beneficio do emprego de
drogas quimioprofilaticas (como o aciclovir) na
preveno da varicela em contactantes.</p>
<p>As pessoas com varicela devem ser afastadas da escola ou do
trabalho, para diminuir o risco de transmisso para os
susceptiveis. Alem disso, devem evitar ao
maximo o contato com pessoas
susceptiveis com maior risco de desenvolver varicela grave
(adultos, gestantes, imunodeficentes e prematuros).O periodo
de risco vai ate a formao de crostas em
todas as leses, o que em individuos previamente
saudaveis geralmente ocorre em ate uma semana. Para
os imunodeficientes com varicela, o afastamento das atividades
podera ser mais longo, pois e comum a
formaes (vesiculas)
por um periodo mais prolongado, eventualmente de meses.</p>
<p>Os contactantes susceptiveis de casos de varicela
tem risco de terem sido infectados. E importante que
procurem assistencia medica imediatamente apos
o contato, no intuito de que as medidas de profilaxia
cabiveis - em bases individuais e coletivas - possam ser
adotadas precocemente. Considerando que nenhuma medida de
profilaxia pos exposio (incluindo o uso de
vacina e imunoglobulina) e 100% eficaz em evitar o
desenvolvimento da infeco, estes individuos
podero vir a transmitir varicela. Parece prudente,
portanto, que todos os contactantes susceptiveis sejam
mantidos afastados de individuos no imunes que
apresentem maior risco de desenvolver formas graves de varicela
(como imunodeficientes e gestantes). O risco de transmisso
comeo
minimo, ou seja, a partir do decimo dia e vai
ate o 21 dia apos o contato. Para as pessoas que
receberam VZIG, que pode aumentar o periodo de
incubao, o afastamento deve ser prolongado
ate, pelo menos, o 28 dia. No caso de profissionais de
saude esta recomendao geralmente implica em
afastamento das atividades assistenciais durante o periodo
de risco.</p>
<p>As pessoas com varicela podem necessitar
internao hospitalar, seja por agravamento da
doena (pneumonite, encefalite) ou por
complicaes bacterianas
secundarias) da propria varicela ou, adicionalmente,
por intercorrencias medicas (trabalho de parto,
emergencia cirurgica, terapia de doena de
base). Como a varicela e altamente transmissivel para
os contactantes (familiares, pessoal da area da
saude, pessoas hospitalizadas) que no tiveram a
doeno imunes) e necessario que o
servio tenha recursos tecnicos adequados para
isolamento no intuito de impedir a disseminao
intra-hospitalar da varicela, visto que uma vez iniciado um surto,
o controle podera ser dificil e demorado e as
consequencias desastrosas. O fato de um hospital ter quartos
para "isolamento", no significa que estes sejam adequados
para doeno respiratoria, como
a tuberculose, a Sindrome Respiratoria Aguda Grave e
a propria varicela. Alem de isolamento adequado para
pessoas com varicela, o que inclui quartos preferencialmente com
presso negativa, e necessario que estejam
disponiveis equipamentos de proteo
individual tecnicamente indicados para doenas de
transmisso respiratoria e de contato.</p>
<p>Apenas pessoas no susceptiveis (que tenham tido a
infeco ou que sejam vacinados) devem ter acesso aos
quartos de isolamento de varicela, o que inclui os profissionais
que sejam essenciais ao atendimento, estudantes, pessoal em
treinamento, estagiarios e visitantes. As visitas de pessoas
no imunes devem ser limitadas ao maximo e, quando
eventualmente ocorrerem, o visitante deve estar usando, sob
superviso
individual adequados.</p>
<h3>Manifestaes</h3>
<p>Em crianes
iniciais da varicela ses de pele. Em
algumas pessoas (mais comum em adultos) pode ocorrer febre e
prostrao, um a dois dias antes do aparecimento das
leses de pele surgem como
pequenas maculo-papulas ("pequenas manchas vermelhas
elevadas"), que em algumas horas tornam-se vesiculas
("pequenas bolhas com conteudo liquido claro"), das
quais algumas se rompem e outras evoluem para
formao de pustulas ("bolhas com pus") e
posteriormente (em 1 a 3 dias) formam-se crostas. Em geral, ocorrem
2 a 4 ciclos de novas leses, resultando em cerca de 200 a
500 leses, que causam intenso prurido ("coceira"). As
primeiras lesa ou
pescoo, mas a medida que estas evoluem, rapidamente
ves em tronco e membros e
tambem em mucosas (oral, genital, respiratoria e
conjuntival), sendo frequente que os diferentes
estagios evolutivos (papulas, vesiculas,
pustulas e crostas) estejam presentes simultaneamente. A
evoluo para a cura, comumente, ocorre em ate
uma semana, embora leses crostosas residuais possam
persistir por 2 a 3 semanas e algumas pequenas cicatrizes
permaneam indefinidamente.</p>
<p>Na maioria das criana
geralmente evolui sem gravidade. Algumas vezes, no entanto, pode
ocorrer comprometimento de orgos internos
(principalmente do sistema nervoso central) ,
infeces bacterianas superpostas (comumente na pele)
e, mais raramente, manifestaes hemorragicas
(sangramentos espontaneos). Em adultos, pessoas com
imunodeficiencia (decorrente de doenas ou induzida
por drogas, como os corticosteroides) e
recem-nascidos, o risco de desenvolvimento de varicela grave
e consideravelmente maior. A varicela tende a ser mais grave
tambem nos casos secundarios intra-domiciliares
(inclusive crianas), quando comparado aos casos adquiridos
por contato casual extra-domiciliar, possivelmente porque o tempo
de exposio prolongado no domicilio favorece
a transmisso de uma maior quantidade de virus
(inoculo) para o individuo susceptivel. Estas
pessoas geralmente desenvolvem um numero maior de
leses cutaneas e tem risco mais elevado de
comprometimento pulmonar, hepatico (figado) e do
sistema nervoso central.</p>
<p>O comprometimento pulmonar pelo virus
varicela-zoster (pneumonite) e mais comum em adultos.
Na maioria das vezes ocorre entre 3 e 5 dias apos o
inicio da varicela e se caracteriza pelo aumento da
frequencia respiratoria, tosse, falta de ar e
febre. Em geral, nos casos leves, a pneumonite tem
resoluo espontanea em 24 a 72 horas.
Entretanto, ate 30% dos casos com
manifestaes mais exuberantes podem evoluir de forma
grave, progredindo rapidamente para insuficiencia
respiratoria e obito.</p>
<p>As manifestaes neurologicas (ataxia
cerebelar e encefalite), embora no sejam comuns, podem
estar associadas com sequelas. A ataxia cerebelar e a
apresentaas,
ocorrendo em aproximadamente 1 em cada 4000 crianas
infectadas com menos de 15 anos de idade. E caracterizada
por perda de coordenao dos movimentos,
vomitos, alterao da fala, tonteira e
tremores. As manifestaes surgem cerca de uma semana
apos o inicio das leses cutaneas, mas
podem aparecer ate 21 dias depois. Em geral, tem
resoluo espontanea em 2 a 4 semanas. A
encefalite, que e um acometimento mais difuso e grave,
ocorre mais em adultos, em cerca de 4 a cada 10000 infectados, com
letalidade de ate 37%. E caracterizada por
diminuio do nivel de consciencia, dor
de cabeo. Dos
individuos que sobrevivem, cerca de 15% permanecem com algum
grau de sequela neurologica.</p>
<p>A varicela, a semelhanas
virais (como o dengue, o sarampo e a rubeola), pode cursar
com alguma reduo do numero de plaquetas
(plaquetopenia), elementos que exercem papel fundamental nos
mecanismos de coagulao sanguinea. A
ocorrencia de manifestaes hemorragicas
na varicela, assim como no dengue), no entanto, e
relativamente incomum. Contudo, em alguns casos raros (forma
conhecida como "varicela hemorragica"), a ocorrencia
de plaquetopenia pronunciada e persistente, pode resultar em
sangramentos e ate ter curso fulminante. As
manifestaes hemorragicas surgem de forma
subita, geralmente no segundo ou terceiro dia apos o
aparecimento das leso marcadas
por um agravamento do estado geral. Inicialmente, observam-se
sangramentos espontaneos pelas leses da pele e
tambem atraves da mucosa nasal (epistaxe), oral
(gengivorragia) e do trato urinario (hematuria),
podendo evoluir com perdas sanguineas mais intensas pelas
fezes (melena) e pelo trato respiratorio (hemoptise).</p>
<p>A varicela, quando ocorre durante o primeiro trimestre da
gestao pode, raramente, resultar em ma
formao fetal (membros atrofiados, cicatriz na pele,
alteraes oculares e dano cerebral). Quando surge no
final da gravidez ou logo apos o parto, o
recem-nascido pode vir a desenvolver doena
disseminada, com ate 30% de letalidade.O periodo
critico ocorre quando a infeco materna se
manifesta entre 5 dias antes e 2 dias depois do parto, uma vez que
nestas circunstancias e mais provavel que
ocorra passagem do virus atraves da placenta, mas
no de anticorpos maternos, que ainda estariam sendo
produzidos.</p>
<p>As infeces bacterianas secundarias
so de
pessoas com varicela. A complicao mais
frequente e a infeco da pele, em geral
devido a inoculao de bacterias
(Streptococcus pyogenes, Staphylococcus aureus) durante a
coo bacteriana
geralmente fique limitada a pele e tecidos subcutaneos
(celulite), pode haver disseminao atraves da
corrente sanguinea para outros orgos
(principalmente pulmo
generalizada). Em crianas com menos que 1 ano de idade, a
ocorrencia de pneumonia bacteriana secundaria e
particularmente comum.</p>
<p>Apos a infeco, os virus
varicela-zoster habitualmente permanecem latentes no
organismo (ganglios das raizes nervosas dorsais e do
nervo trigemio) por toda a vida, por no terem sido
eliminados pelo sistema imununologico, sem causar qualquer
dano. Em cerca de 10 a 20% dos individuos que tiveram a
doena, principalmente em idosos e em imunodeficientes, pode
ocorrer - geralmente varios anos apos a doena
- reativao do virus levando ao aparecimento
do herpes zoster ("cobreiro"). O herpes
zostere caracterizado pelo aparecimento de pequenas
vesiculas dolorosas em uma regio limitada da pele
(geralmente no tronco, mas pode acometer face e membros). A
principal complicao do herpes zoster
e a dor no local que pode permanecer mesmo apos a
cicatrizaes. O herpes
zoster facial pode estar associado com comprometimento
ocular e levar a cegueira, se no for adequadamente
tratado.</p>
<h3>Tratamento</h3>
<p>Todas as pessoas que apresentam manifestaes
clinicas compativeis com varicela devem ser avaliadas
por medico to logo possivel. A consulta
inicial, alem de possibilitar a confirmao
(ou no) da suspeita clinica por profissional
habilitado, permite avaliar a necessidade de
interveno terapeutica especifica,
esclarecer quanto as medidas importantes para evitar
complicaes e orientar corretamente para o
reconhecimento dos indicios de gravidade que exijam
reavaliao medica.</p>
<p>Diversas drogas antivirais (aciclovir, valaciclovir,
famciclovir) possuem ao sobre o virus
varicela-zoster e esto disponiveis para o
tratamento especifico da varicela, embora somente o
aciclovir esteja, ate o momento, liberado para uso em
criano capazes de
eliminar o virus varicela-zoster, porem podem
reduzir a duraa e o numero
de leses cutaneas. Os beneficios do uso dos
antivirais parecem mais evidentes nas circunstancias em que o
risco de evoluo mais grave e
consideravel, como no caso de imunodeficientes. Podem
tambem ser uteis na varicela dos adultos e
adolescentes. A segurana do uso destas drogas em gestantes
no foi estabelecida de forma inequivoca,
restringindo-se sua utilizao (particularmente no
primeiro trimestre) aos casos com manifestaes
graves.</p>
<p>No parece haver beneficio suficiente para
justificar o emprego sistematico da terapeutica
especifica em crianas saudaveis (de 1 a 12
anos) acometidas por varicela e que no tenham
indicios de gravidade, desde que no sejam
contactantes intradomiciliares. O tratamento esta
particularmente indicado quando a varicela ocorre em adultos e
adolescentes (acima de treze anos), em individuos
imunodeficientes de qualquer idade, em recem-nascidos de
mes que desenvolveram varicela proximo ao parto e em
prematuros. A terapeutica antiviral deve ainda ser
considerada para os menores de 1 ano (faixa etaria para a
qual a vacina no pode ser indicada), para as
crianas de qualquer idade em uso cronico de
acido acetil-salicilico (AAS) ou
em tratamento com corticoides (ainda que intermitente ou
inalatorio), para as crianas portadoras de
doenas cutaneas e pulmonares cronicas e para os
casos secundarios intra-domiciliares de qualquer idade.</p>
<p>A eficacia da terapeutica antiviral esta
associada a atuao da droga sobre a
replicao do virus e , portanto, deve ser
iniciada precocemente, de preferencia nas primeiras 24 horas
apos o inicio das manifestaes. Em
pessoas saudaveis, a multiplicao do
virus se reduz progressivamente e tende a cessar apos
72 horas do aparecimento das leses cutaneas. Este
periodo, contudo, pode se prolongar nos individuos
com imunodeficiencia. Atrasos na introduo da
terapia antiviral so particularmente injustificaveis
na abordagem dos contactantes, que deveriam estar adequadamente
orientados para reconhecer as manifestaes iniciais
da varicela (incluindo febre) e procurar imediatamente atendimento
medico, o que viabilizaria, nos casos com
indicao da
terapeutica no momento correto.</p>
<p>A terapia especifica no caso de adolescentes e adultos
saudaveis podera ser feita por via oral, desde que as
doses e intervalos sejam adequadamente ajustados. No caso de
imunodeficientes e recomendavel que pelo menos o
inicio da terapeutica seja feita por via endovenosa.
Todas as pessoas (inclusive crianas e gestantes) com
comprometimento pulmonar, hepatico (figado) e do
sistema nervoso central devem ser internados e receber tratamento
endovenoso.</p>
<p>Os antitermicos (paracetamol, dipirona), caso sejam
necessarios, podem ser utilizados para controlar a febre. Os
medicamentos que contenham em sua formulao o
acido acetil-salicilico (AAS,
Dorilo devem ser usados em
crianas com varicela, pela possibilidade de Sindrome
de Reye (doena rara, de alta letalidade, caracterizada pelo
comprometimento do sistema nervoso central e do figado
associado ao uso deste medicamento durante infeces
virais em crianas). O uso do acido
acetil-salicilico, por provocar alteraes na
funo das plaquetas, pode ainda aumentar o risco de
episodios de sangramentoem pessoas de qualquer idade.</p>
<p>O prurido pode ser atenuado com banhos ou compressas frias e com
a aplicaes liquidas
contendo canfora ou mentol ou oxido de zinco. Quando
muito intenso, pode ser necessario utilizar medicamentos
(como a dexclorfeniramina ou a cetirizina), ajustando-se a dose
pelo peso do doente, para evitar sonolencia excessiva.</p>
<p>Para reduzir o risco de infeco bacteriana na
pele, principalmente em crianas, as unhas devem ser
cortadas para evitar traumatismo durante o ato de coar. A
higiene corporal deve ser observada, bastando para isto a limpeza
com agua e sabo existe
comprovao cientifica de beneficio do
uso de substancias como o permanganato de potassio e
solues de
pele. Esta pratica, pode ainda resultar em danos, incluindo
queimaduras e reaes alergicas. Quando
ocorrerem, as complicaes bacterianas
(infeco secundaria da pele, pneumonia e
sepse) devem ser tratadas com antibioticos adequados, que
devem visar as bacterias mais comumente envolvidas. O
emprego de penicilina benzatina (Benzetacil, Benzilpenicilina
Benzatinao se justifica, uma
vez que o Staphylococcus aureus, um dos principais agentes de
infeco secundaria na varicela, e
quase que sistematicamente resistente a este antibiotico.
Quando necessario, deve ser realizada a drenagem
cirurgica de colees purulentas.</p>
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