<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0">	<channel>		<title>[arteblog.com.br] ulyssesdorego : <![CDATA[Ulysses do Rêgo -PODE ENTRAR]]></title>		<link>http://ulyssesdorego.arteblog.com.br</link>		<description><![CDATA[Ulysses do Rêgo -PODE ENTRAR]]></description>		<language>br</language>		<copyright>Copyright (c) 2006, Hi-pi</copyright>		<generator>Hi-pi RSS 2.0 generator</generator>		<docs>http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss</docs>		<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 01:53:18 +0200</pubDate>		<image>			<title>ulyssesdorego.arteblog.com.br</title>			<link>http://ulyssesdorego.arteblog.com.br</link>			<url>http://static.blogstorage.hi-pi.com/arteblog.com.br/u/ul/ulyssesdorego/images/mn/1256962273_regular.jpg</url>		</image>		<item>			<title><![CDATA[Grandes Nomes-Florbela Espanca]]></title>			<description><![CDATA[<p style="text-align: center;">Florbela Espanca, nascida Flor Bela Lobo, (Vila Viçosa, 8 de dezembro de 1894 &mdash; Matosinhos, 8 de dezembro de 1930) foi uma poetisa portuguesa, precursora do movimento feminista em seu país, teve uma vida tumultuada, inquieta, transformando seus sofrimentos íntimos em poesia da mais alta qualidade, carregada de erotização e feminilidade. Filha de Antónia da Conceição Lobo, empregada de João Maria Espanca, que não a reconheceu como filha. Porém com a morte de Antónia em 1908, João e sua mulher Maria Espanca criam a menina. O pai só reconheceria a paternidade muitos anos após a morte de Florbela. Em 1903 Florbela Espanca escreveu a primeira poesia de que temos conhecimento, A Vida e a Morte. Casou-se no dia de seu aniversário em 1913, com Alberto Moutinho. Concluiu um curso de Letras em 1917, inscrevendo-se a seguir para cursar Direito, sendo a primeira mulher a frequentar este curso na Universidade de Lisboa. Sofreu um aborto involuntário em 1919, ano em que publicaria o Livro de Mágoas. É nessa época que Florbela começa a apresentar sintomas mais sérios de desequilíbrio mental. Em 1921 separou-se de Alberto Moutinho, passando a encarar o preconceito social decorrente disso. No ano seguinte casou-se pela segunda vez, com António Guimarães. O Livro de Sóror Saudade é publicado em 1923. Florbela sofreu novo aborto, e seu marido pediu o divórcio. Em 1925 casou-se pela terceira vez, com Mário Lage. A morte do irmão, Apeles (num acidente de avião), abala-a gravemente e inspira-a para a escrita de As Máscaras do Destino. Tentou o suicídio por duas vezes em Outubro e Novembro de 1930, às vésperas da publicação de sua obra-prima, Charneca em Flor. Após o diagnóstico de um edema pulmonar, suicida-se no dia do seu aniversário, 8 de Dezembro de 1930. Charneca em Flor viria a ser publicado em janeiro de 1931.</p>]]></description>			<link>http://ulyssesdorego.arteblog.com.br/233242/Grandes-Nomes-Florbela-Espanca/</link>			<comments>http://ulyssesdorego.arteblog.com.br/Grandes-Nomes-Florbela-Espanca-22112009-015318-lp-233242.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://ulyssesdorego.arteblog.com.br/233242/Grandes-Nomes-Florbela-Espanca/</guid>			<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 01:53:18 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[O VERDADEIRO EU]]></title>			<description><![CDATA[<p>O Verdadeiro Eu Depois
de meditar por muitos anos, sem chegar a parte alguma, o discípulo
resolveu que era hora de tomar uma decisão. Assim, procurou o
mestre e lhe falou: - Por favor, mestre, eu já não sei mais o que
fazer. Medito, medito, medito, mas não consigo alcançar o meu eu.
Sinto que estou perdendo o meu tempo. Realmente, depois desses anos
todos, eu ainda não sei quem sou. - O senhor não poderia me ajudar
a ver o meu verdadeiro eu? O mestre não disse nada. Apenas olhou-o
com descaso e continuou a fazer o que estava fazendo. O discípulo
continuou a implorar a sua ajuda, mas o mestre continuou
completamente alheio, sem lhe dar a mínima atenção, como se ninguém
estivesse ali na sua presença. Depois de muitas tentativas
infrutíferas para que o mestre lhe ajudasse a descobrir o seu eu, o
monge finalmente decidiu que só lhe restava partir e, virando as
costas, foi saindo do local onde o mestre se encontrava. Nesse
exato momento, o mestre chamou-o pelo nome. - Sim, mestre! ,
respondeu o discípulo, prontamente virando-se de volta.
Tranquilamente o mestre exclamou: - Aí está o seu verdadeiro eu!
Tudo que há para ser descoberto a respeito de nós mesmos já está
descoberto, sempre esteve presente. Só é verdadeiro o que é óbvio,
simples e concreto. Iluminação nada mais é do que alcançar essa
evidência.</p>
]]></description>			<link>http://ulyssesdorego.arteblog.com.br/231592/O-VERDADEIRO-EU/</link>			<comments>http://ulyssesdorego.arteblog.com.br/O-VERDADEIRO-EU-16112009-004224-lp-231592.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://ulyssesdorego.arteblog.com.br/231592/O-VERDADEIRO-EU/</guid>			<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 00:42:24 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[DICIONÁRIO AURELIO COM ACORDO ORTOGRÁFICO(REPASSANDO)]]></title>			<description><![CDATA[<p>DICIONÁRIO AURELIO COM ACORDO
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]]></description>			<link>http://ulyssesdorego.arteblog.com.br/231586/DICION-RIO-AURELIO-COM-ACORDO-ORTOGR-FICO-REPASSANDO/</link>			<comments>http://ulyssesdorego.arteblog.com.br/DICIONaRIO-AURELIO-COM-ACORDO-ORTOGRaFICO-REPASSANDO--16112009-002911-lp-231586.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://ulyssesdorego.arteblog.com.br/231586/DICION-RIO-AURELIO-COM-ACORDO-ORTOGR-FICO-REPASSANDO/</guid>			<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 00:29:11 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[escute eassa canção ....raul seixas]]></title>			<description><![CDATA[<p></p>
]]></description>			<link>http://ulyssesdorego.arteblog.com.br/230410/escute-eassa-can-o-raul-seixas/</link>			<comments>http://ulyssesdorego.arteblog.com.br/escute-eassa-canc-o-----raul-seixas-13112009-033904-lp-230410.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://ulyssesdorego.arteblog.com.br/230410/escute-eassa-can-o-raul-seixas/</guid>			<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 03:39:04 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[GRANDES NOMES-DOLORES DURAM]]></title>			<description><![CDATA[<p>



</p>
<p style="background-color: #c0c0c0; text-align: center;">
<em>Dolores
Duran, nome artístico de Adiléia Silva da Rocha, (Rio de Janeiro, 7
de junho de 1930 &#8212; Rio de Janeiro, 24 de outubro de 1959) foi
uma cantora e compositora brasileira. Filha de um sargento da
Marinha, começou a cantar muito cedo e, aos dez anos de idade,
conquistou o primeiro prêmio no programa Calouros em Desfile, de
Ary Barroso. As apresentações no programa tornaram-se frequentes,
fixando-a na carreira artística. Quando Adiléia tinha 12 anos o pai
faleceu e, a partir de então, teve que sustentar a família,
cantando em programas de calouros e trabalhando no rádio como
atriz. A partir dos 16 anos adotou o nome artístico Dolores Duran.
Autodidata, cantava em inglês, francês, italiano e espanhol. Ella
Fitzgerald durante sua passagem pelo Rio de Janeiro, nos anos 1950,
foi à boate Baccarat especialmente para ouvir Dolores e
entusiasmou-se com a interpretação de Dolores para My Funny
Valentine - a melhor que já ouvira, declarou Fitzgerald. [2] No
final da década de 1940, Dolores estreou na Rádio Nacional, tendo
sido contratada para se apresentar ao lado de nomes como Chico
Anysio e Ângela Maria. Em 1951, teve um relacionamento amoroso com
João Donato, mas que não perdurou devido à oposição da família do
rapaz, então com 17 anos, enquanto Dolores tinha 21. O namoro
chegou ao fim, quando Donato foi morar no México. A estréia de
Dolores em disco foi em 1952, gravando dois sambas para o Carnaval
do ano seguinte: Que bom será (Alice Chaves, Salvador Miceli e
Paulo Márquez) e Já não interessa (Domício Costa e Roberto
Faissal). Em 1953, gravou Outono (Billy Blanco), e Lama (Paulo
Marquez e Alice Chaves). Dois anos depois, vieram as músicas Canção
da volta (Antonio Maria e Ismael Neto), Bom querer bem (Fernando
Lobo), Praça Mauá (Billy Blanco) e Carioca (Antonio Maria e Ismael
Neto). Em 1955, casou-se com o radioator e músico Macedo Neto. No
mesmo ano, foi vítima de um infarto, tendo passado trinta dias
internada em um hospital. Dolores resolveu não seguir as restrições
que os médicos lhe determinaram, agravando os problemas cardíacos
que trazia desde a infância, problemas que só se agravaram com o
tempo, pois abusava do cigarro (fumava mais de três carteiras por
dia) e da bebida, principalmente a vodca e o whisky. Com isso, a
depressão passou a marcar sua vida. Em 1956, fez sucesso com a
música Filha de Chico Brito, composta por Chico Anysio. No ano
seguinte, um jovem compositor apresentou a Dolores uma composição
dele e de Vinícius de Moraes. Tratava-se de Antônio Carlos Jobim em
início da carreira. Em três minutos, Dolores pegou um lápis e
compôs a letra da música "Por Causa de Você". Vinícius ficou
encantado com a letra e gentilmente cedeu o espaço a Dolores. Foi
revelado, a partir daí, o talento de Dolores para a composição e
grandes sucessos se sucederam, como Estrada do Sol, Idéias Erradas,
Minha Toada e A Noite do Meu Bem, entre outros. Dolores passou por
uma gravidez tubária (gravidez de alto risco que acarreta
esterilidade materna e perda do feto), interrompendo o sonho de ser
mãe. Em 1958, desquitou-se de Macedo Neto e passou meses na Europa
com o conjunto musical. De volta ao Brasil adotou uma menina negra,
Maria Fernanda Virgínia da Rocha Macedo, que foi registrada por
Macedo Neto, mesmo estando ele separado de Dolores e a menina não
ter com ele qualquer parentesco. A mãe biológica de Maria Fernanda
Virgínia havia falecido após o parto. O pai, por sua vez, foi uma
das vítimas da pior tragédia em trens suburbanos do Rio de Janeiro.
A partir daí, durante os dois últimos anos de vida, compôs algumas
das mais marcantes músicas da MPB, como Castigo, A Noite do Meu
Bem, Olha o Tempo Passando e Estrada do Sol, entre tantas outras.
Na madrugada de 23 de outubro de 1959, depois de um show na boate
Little Club, a cantora saiu com amigos para uma festa no Clube da
Aeronáutica. Ao sair da festa, resolveram 'esticar' no Kit Club. A
cantora chegou em casa às sete da manhã do dia 24. Brincou e beijou
muito a filha, já com 3 anos, na banheira. Em seguida, passou os
últimos cuidados à empregada Rita: "Não me acorde. Estou cansada.
Vou dormir até morrer", disse brincando. No quarto, sofreu um
infarto fulminante - que, à época, foi associado a uma dose
excessiva de barbitúricos e álcool. [3] A morte prematura de
Dolores Duran, aos 29 anos, interrompeu uma trajetória vivida
intensamente. A amiga Marisa Gata Mansa levou os últimos versos de
Dolores para Ribamar musicá-los. Carlos Lyra fez o mesmo sobre os
versos inéditos.</em></p>
<p style="background-color: #c0c0c0; text-align: center;">
<em>Samba-canção Dolores Duran foi um grande expoente, como
cantora e compositora, do gênero samba-canção, surgido na década de
1930. Além dela, destacam-se nesse gênero Maysa Matarazzo, Nora Ney
e Ângela Maria. O gênero samba-canção, pode ser comparado ao bolero
pela exaltação do amor-romântico ou pelo sofrimento por um amor não
realizado. O samba-canção antecedeu o movimento da bossa nova,
surgido ao final da década de 50. Mas este último, um amálgama do
jazz norte-americano com o samba do Rio de Janeiro, representou um
refinamento e uma maior leveza nas melodias e interpretações, que
substituíram o drama pessoal e as melodias
melancólicas.</em></p>
]]></description>			<link>http://ulyssesdorego.arteblog.com.br/228698/GRANDES-NOMES-DOLORES-DURAM/</link>			<comments>http://ulyssesdorego.arteblog.com.br/GRANDES-NOMES-DOLORES-DURAM-08112009-230616-lp-228698.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://ulyssesdorego.arteblog.com.br/228698/GRANDES-NOMES-DOLORES-DURAM/</guid>			<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 23:06:16 +0200</pubDate>		</item>	</channel></rss>