<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">		<title>http://propagandaepop.arteblog.com.br</title>		<id>http://arteblog.com.br/</id>		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://propagandaepop.arteblog.com.br/atom.xml" />		<subtitle><![CDATA[POP ART, PROPAGANDA, ANOS 50]]></subtitle>		<rights>Copyright (c) 2006, Hi-pi</rights>		<generator>Hi-pi ATOM generator</generator>		<author>			<name>Hi-pi</name>			<uri>http://propagandaepop.arteblog.com.br</uri>		</author>		<updated>2008-10-14T04:20:42+02:00</updated>		<entry>			<title>coca-cola</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Anúncio: Coca-Cola</p>
<p>50's</p>
				</div>			</content>			<id>http://propagandaepop.arteblog.com.br/82164/coca-cola/</id>			<link href="http://propagandaepop.arteblog.com.br/82164/coca-cola/" />			<author>				<name>propagandaepop</name>				<uri>http://propagandaepop.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-10-14T04:20:31+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Andy Warhol Museum</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>http://www.warhol.org/</p>
<p>117 Sandusky Street</p>
<p>Pittsburgh/PA (USA)</p>
				</div>			</content>			<id>http://propagandaepop.arteblog.com.br/82162/Andy-Warhol-Museum/</id>			<link href="http://propagandaepop.arteblog.com.br/82162/Andy-Warhol-Museum/" />			<author>				<name>propagandaepop</name>				<uri>http://propagandaepop.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-10-14T04:19:38+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Livros</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Lista de alguns livros que abordam a temática
artee propaganda.</p>
<p></p>
<p><span>ARGAN, Giulio Carlo.
<strong>Arte moderna: do
iluminismo aos movimentos contemporâneos</strong><em>.</em> Trad. Denise Bottmann e
Frederico Carotti. 2ª ed. São Paulo: Companhia das Letras.
1993.</span></p>
<p><strong><span></span></strong></p>
<p><span>ARIAS, Maria José.
<strong>Os movimentos
pop</strong>. Rio de Janeiro: Salvat, 1979.</span></p>
<p>
<strong><span></span></strong></p>
<p>
<span>BIANCO, Bela Feldman;
<strong>LEITE</strong>,
Mirian L. Moreira. <strong>Desafios da imagem</strong>.
Campinas: Papirus, 1998.</span></p>
<p>
<strong><span></span></strong></p>
<p>
<span>BOCKRIS, Victor. <strong>Andy Warhol: a biografia</strong>.
Trad. Ana Deiró. Rio de Janeiro: Objetiva. 1990.</span></p>
<p>
<strong><span></span></strong></p>
<p>
<span>HEIMANN,
Jim.</span> <strong><span>
All american ads: 50's.</span></strong> <span>
Germany</span><span>:
Taschen, 2001.</span></p>
<p>
<strong><span>
</span></strong></p>
<p>
<span>HOFSTATTER, Hans H.
<strong>Arte moderna:
Pintura, Desenho e Gravura</strong><em>.</em> Trad. Mercedes Gallis Rufino.
Lisboa: 1984.</span></p>
<p>
<strong><span></span></strong></p>
<p>
<span>
HONNEF, Klaus. <strong>Andy
Warhol</strong>. Trad.</span> <span>Casa das Línguas,
Alemanha: Taschen, 2000.</span></p>
<p>
<strong><span></span></strong></p>
<p>
<span>HUYSSEN, Andréas. <em><span></span></em><strong>Memórias do
Modernismo</strong><em>.</em>
Trad. Patrícia Farias. Rio de Janeiro: UFRJ.
1997.</span></p>
<p><strong><span></span></strong></p>
<p><span>MARCONDES, Pry. <strong>Uma história da propaganda
brasileira.</strong> 2ª ed. Rio de Janeiro: Ediouro,
2003.</span></p>
<p><strong><span></span></strong></p>
<p><span>MARTINS, Zeca. <strong>Propaganda é isso aí!.</strong> 3ª
ed. São Paulo: Futura, 2002.</span></p>
<p><strong><span></span></strong></p>
<p><span>MCCARTHY, Davis. <strong>Arte Pop</strong>. Trad. Otacílio
Nunes. São Paulo: Cosac  Naify. 2002.</span></p>
<p><strong><span></span></strong></p>
<p><span>MONFORTE, Luiz Guimarães.
<strong>Fotografia
Pensante</strong><em>.</em>
<span></span>São Paulo, Editora
SENAC, 1997.</span></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<span>SANTAELLA, Lúcia, <strong>NÖTH</strong>, Winfried.
<strong>Imagem. Cognação,
Semiótica, Mídia</strong>. 3ª ed. São Paulo: Iluminuras,
2001.</span></p>
				</div>			</content>			<id>http://propagandaepop.arteblog.com.br/80010/Livros/</id>			<link href="http://propagandaepop.arteblog.com.br/80010/Livros/" />			<author>				<name>propagandaepop</name>				<uri>http://propagandaepop.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-10-14T04:18:37+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>DUCHAMP É POP</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><span><em>na foto: eu e a roda da
bicicleta de Duchamp</em></span></p>
<p></p>
<p>Foi durante o período em que ocorreu a 1ª
Guerra Mundial, no dadaísmo, que sugiram os primeiros indícios do
movimento <em>pop art.</em> O
dadaísmo foi um movimento artístico que passou a existir no período
de guerra, em 1916, na cidade de Zurique. O dadá, como também ficou
conhecido, teve Marcel Duchamp como seu principal
representante.<span></span>
<span>Mesmo com uma duração
consideravelmente curta, 1915-1922, o dadaísmo não só infundiu o
<em>pop art</em>, como também
serviu de forte inspiração para movimentos artísticos que o
sucederam. Neste contexto, cita-se por exemplo, o surrealismo,
movimento que representava um mundo fora do comum',
como sonhos e fantasias; a arte conceitual, que utilizava idéias
assim como textos, cinema ou fotografias; e, o expressionismo
abstrato, onde seus artistas por sua vez aplicavam tintas
rapidamente e com muita força, simulando uma realidade tangível ou
imaginária; todas características diretas e/ou indiretas da
vertente dadaísta.</span> <span>A vertente dos dadaístas era acreditar
que obras de artistas renomados da história da arte não poderiam
ser consideradas tão perfeitas'. Uma tela de Van Gogh
ou de Renoir, por exemplo, não tinham para eles a necessidade de
ser tão vangloriada pelos críticos e entendidos de arte da
época.</span> <span>Este fato
deu-se em virtude de os artistas desta vertente considerarem a
destruição' como uma forma de arte, visando assim
chocar a sociedade'. Pode-se dizer ainda que a vontade
de chocar' o público dos dadaístas foi remetida pelo
abalo criado através da 1ª Guerra Mundial. Já que nesse mesmo
período, o mundo passava por uma crise econômica ocasionada pela
primeira batalha, considerando que as telas expunham claramente,
como peculiaridade, o aniquilamento à arte'.</span>
<span>Para grande parte da
população nesta época, uma tela com tais características, não
poderia ser destruída' de tal maneira, sendo
considerada vulgar e pejorativa. Já para os dadaístas não haveria
problema algum banalizar obras de artistas renomados da história da
arte. Pondera-se que o dadaísmo surgiu para mudar' o
conceito de arte, considerando que para os representantes deste
movimento, por exemplo, a pintura de um ferro de passar roupas
podia ser considerada uma forma de arte, mantendo uma postura
niilista, a qual remetia que tudo era relativo a nada, gerando uma
descrença pela ética da sociedade. O dicionário HOLANDA (1994, p.
382) cita a definição niilista como <em>s.m.</em> 1. descrença absoluta 2.
Doutrina segundo a qual nada existe de absoluto. Niilista
<em>adj. E
s2g.</em>.<span></span></span></p>
<p><span>Como exemplo de
destruição a arte', pode-se citar a obra <em>Mona Lisa'</em> do
pintor renascentista Leonardo da Vinci. Nela, Marcel Duchamp, fez
uma reprodução da tela também conhecida como <em>La Gioconda',</em>
acrescentando bigodes na mesma. O reconhecimento da obra do artista
renascentista reproduzida por Duchamp, fez com que parte da
sociedade considerasse a pintura uma união de algo
clássico' com algo ridículo'. Na visão
desses indivíduos uma obra de arte tão conhecida não poderia ser
destruída de tal maneira. Para os críticos e
entendidos de arte da época, tal reprodução foi vista como uma
destruição. Já para os representantes desta vertente artística, a
banalização à arte foi uma forte inspiração.</span></p>
<p>É
interessante também destacar que, sendo considerado um
representante de bastante importância para o dadaísmo, Marcel
Duchamp criou os <em>ready-mades'</em>, objetos
insignificantes e relativamente baratos que o mesmo designava como
sendo uma obra de arte. Tais elementos ganharam esse título a
partir do momento em que Duchamp os retirou de um mundo anódino e
os levou para o mundo das artes. Para o artista, o simples olhar de
um admirador fazia com que um objeto sem valor, se tornasse uma
obra de arte. Nos <em>ready mades',</em> de
Duchamp, destaca-se um urinol; um secador de garrafas; entre
outros.</p>
<p><span>Além das
características intrínsecas quanto à popularização dos produtos de
consumo diário, é de grande valor salientar as técnicas utilizadas
pelos artistas deste movimento, uma vez que foram atribuídas pelos
representantes do movimento <em>pop.</em> Aqui se cita as montagens e
as colagens fotográficas<em>;</em> a utilização da sátira e da
banalização das obras ou do cotidiano; e, o emprego de objetos
populares.</span></p>
<p>
</p>
				</div>			</content>			<id>http://propagandaepop.arteblog.com.br/70473/DUCHAMP-E-POP/</id>			<link href="http://propagandaepop.arteblog.com.br/70473/DUCHAMP-E-POP/" />			<author>				<name>propagandaepop</name>				<uri>http://propagandaepop.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-10-14T04:17:19+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>artistas e obras</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><span>http://www.youtube.com/watch?v=qcZseTObbFU</span></p>
				</div>			</content>			<id>http://propagandaepop.arteblog.com.br/6160/artistas-e-obras/</id>			<link href="http://propagandaepop.arteblog.com.br/6160/artistas-e-obras/" />			<author>				<name>propagandaepop</name>				<uri>http://propagandaepop.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-10-14T04:13:19+02:00</updated>		</entry></feed>