<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0">	<channel>		<title>[arteblog.com.br] pricesa : <![CDATA[COISAS DE MENINAS!]]></title>		<link>http://pricesa.arteblog.com.br</link>		<description><![CDATA[COISAS DE MENINAS!]]></description>		<language>br</language>		<copyright>Copyright (c) 2006, Hi-pi</copyright>		<generator>Hi-pi RSS 2.0 generator</generator>		<docs>http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss</docs>		<pubDate>Thu, 21 May 2009 14:24:23 +0200</pubDate>		<image>			<title>pricesa.arteblog.com.br</title>			<link>http://pricesa.arteblog.com.br</link>			<url>http://static.blogstorage.hi-pi.com/arteblog.com.br/p/pr/pricesa/images/mn/1236964638_regular.jpg</url>		</image>		<item>			<title><![CDATA[Delírio]]></title>			<description><![CDATA[<p>Quatro e meia da manhã. Cheguei do Hermes Bar
onde fui com dois casais de amigos muitos simpáticos, que inclusive
me apresentaram pessoas novas, músicos e poetas e afins, com os
quais debatemos sobre Jazz, Blues, Samba e até, Beto Barbosa e os
caminhos da Lambada. Estava bêbado, como de costume, ou como havia
me acostumado a estar. Larguei a jaqueta no chão da sala; os
sapatos no corredor que leva ao banheiro; me olhei no espelho.
Havia sinais de uma maturidade que eu havia sido forçado a ter.
Havia olheiras; olhos baixos, sem alegria. A imagem no espelho me
disse que eu havia me perdido em mim mesmo, em mim no mundo que eu
criei. Mandei a imagem à merda e fui para o meu quarto, ainda tonto
de tanto whisky. Na parede algumas fotos em preto e branco me
fizeram lembrar de coisas que eu já não me lembrava mais. Fiz
questão de arrancá-las de lá. Por amor. Por amor a mim mesmo.
Guardei-as numa caixa, junto com mais um monte de quinquilharias
que fui recolhendo pelo quarto: mais fotos, cartas, objetos, coisas
e mais coisas que não faziam mais parte do que eu estava vivendo.
Lacrei a caixa com fita adesiva, coloquei um aviso de "FRÁGIL", e
arremessei pela janela. Do vigésimo quinto andar vi a caixa
espatifar no asfalto e deixar voar tudo o que eu havia guardado por
tantos anos e que não fazia mais sentido pra mim. O vento bateu e
levou embora um monte de lembranças... um monte de memórias... um
monte de saudades...</p>
]]></description>			<link>http://pricesa.arteblog.com.br/158044/Del-rio/</link>			<comments>http://pricesa.arteblog.com.br/Delirio-21052009-141904-lp-158044.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://pricesa.arteblog.com.br/158044/Del-rio/</guid>			<pubDate>Thu, 21 May 2009 14:19:04 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[SUTILMENTE]]></title>			<description><![CDATA[
E 


E quando eu estiver
Triste
Simplesmente
Me abrace

Quando eu estiver
Louco
Subitamente
Se afaste

Quando eu estiver
Fogo
Suavemente
Se encaixe

E quando eu estiver
Bobo
Sutilmente
Disfarce

Mas quando eu estiver
Morto
Suplico que não me mate não
Dentro de ti

Mesmo que o mundo
Acabe enfim
Dentro de tudo
Que cabe em ti



]]></description>			<link>http://pricesa.arteblog.com.br/141181/SUTILMENTE/</link>			<comments>http://pricesa.arteblog.com.br/SUTILMENTE-01042009-193848-lp-141181.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://pricesa.arteblog.com.br/141181/SUTILMENTE/</guid>			<pubDate>Wed, 01 Apr 2009 19:38:48 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[.]]></title>			<description><![CDATA[<p>Já perdoei erros quase imperdoáveis, tentei substituir pessoas
insubstituíveis e esquecer pessoas inesquecíveis.
Já fiz coisas por impulso, já me decepcionei com pessoas quando
nunca pensei me decepcionar, mas também decepcionei alguém.
Já abracei pra proteger, já dei risada quando não podia, fiz amigos
eternos, amei e fui amada, mas também já fui rejeitada, fui amada e
não amei.
Já gritei e pulei de tanta felicidade, já vivi de amor e fiz juras
eternas.
Quebrei a cara muitas vezes!
Já chorei ouvindo música e vendo fotos, já liguei só pra escutar
uma voz, me apaixonei por um sorriso...
Já pensei que fosse morrer de tanta saudade e tive medo de perder
alguém especial (e acabei perdendo)!
Mas vivi! E ainda vivo! Não passo pela vida...
Bom mesmo é ir a luta com determinação, abraçar a vida e viver com
paixão.
Perder com classe e vencer com ousadia, porque o mundo pertence a
quem se atreve e a vida é MUITO para ser insignificante.</p>
]]></description>			<link>http://pricesa.arteblog.com.br/138104/_/</link>			<comments>http://pricesa.arteblog.com.br/--20032009-153510-lp-138104.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://pricesa.arteblog.com.br/138104/_/</guid>			<pubDate>Fri, 20 Mar 2009 15:35:10 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Ao Amor Antigo]]></title>			<description><![CDATA[<p>O amor antigo vive de si mesmo,
não de cultivo alheio ou de presença.
Nada exige nem pede. Nada espera,
mas do destino vão nega a sentença.

[Carlos Drummond de Andrade]</p>
<p>1 ano e 5 meses</p>
<p>TE-AMOO</p>
]]></description>			<link>http://pricesa.arteblog.com.br/136379/Ao-Amor-Antigo/</link>			<comments>http://pricesa.arteblog.com.br/Ao-Amor-Antigo-14032009-130810-lp-136379.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://pricesa.arteblog.com.br/136379/Ao-Amor-Antigo/</guid>			<pubDate>Sat, 14 Mar 2009 13:08:10 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Mário Quintana]]></title>			<description><![CDATA[<p>Por favor, não me analise, não fique procurando
cada ponto fraco meu. Se ninguém resiste a uma análise profunda,
quanto mais eu.. ciumento, exigente, inseguro, carente todo cheio
de marcas que a vida deixou. Vejo em cada grito de exigência um
pedido de carência, um pedido de amor. Amor é síntese, é uma
integração de dados, não há que tirar nem pôr. Não me corte em
fatias, ninguém consegue abraçar um pedaço. Me envolva todo em seus
braços e eu serei o perfeito amor.</p>
]]></description>			<link>http://pricesa.arteblog.com.br/136222/M-rio-Quintana/</link>			<comments>http://pricesa.arteblog.com.br/M-rio-Quintana-13032009-182311-lp-136222.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://pricesa.arteblog.com.br/136222/M-rio-Quintana/</guid>			<pubDate>Fri, 13 Mar 2009 18:23:11 +0200</pubDate>		</item>	</channel></rss>