<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0">	<channel>		<title>[arteblog.com.br] pre-vestibular : <![CDATA[SÓ PARA AJUDAR O PESSOAL DO PRÉ-VESTIBULAR]]></title>		<link>http://pre-vestibular.arteblog.com.br</link>		<description><![CDATA[SÓ PARA AJUDAR O PESSOAL DO PRÉ-VESTIBULAR]]></description>		<language>br</language>		<copyright>Copyright (c) 2006, Hi-pi</copyright>		<generator>Hi-pi RSS 2.0 generator</generator>		<docs>http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss</docs>		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 10:33:36 +0200</pubDate>		<image>			<title>pre-vestibular.arteblog.com.br</title>			<link>http://pre-vestibular.arteblog.com.br</link>			<url>http://static.blogstorage.hi-pi.com/arteblog.com.br/p/pr/pre-vestibular/images/mn/1211988437_regular.jpg</url>		</image>		<item>			<title><![CDATA[SÍMBOLOS MATEMÁTICOS]]></title>			<description><![CDATA[<p style="text-align: center;">Extraído de WebCalc, em:
 http://www.webcalc.com.br/matematica/simbolos.html</p>
]]></description>			<link>http://pre-vestibular.arteblog.com.br/226648/S-MBOLOS-MATEM-TICOS/</link>			<comments>http://pre-vestibular.arteblog.com.br/SiMBOLOS-MATEMaTICOS-03112009-003528-lp-226648.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://pre-vestibular.arteblog.com.br/226648/S-MBOLOS-MATEM-TICOS/</guid>			<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 00:35:28 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Belzebú e a invenção da Escola: Uma história de Adolphe Ferrière]]></title>			<description><![CDATA[<p style="text-align: center;">Tela
do Artista Plástico Eduardo Lima</p>
<p> </p>
<p style="text-align: center;"><strong>Belzebú e</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>a invenção</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>da Escola</strong></p>
<p style="text-align: center;">
Desenho de Jacob
Ritch</p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p style="text-align: center;"><strong>Uma história de</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Adolphe Ferrière*</strong></p>
<p style="text-align: center;">
www.demainlecole.org</p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p style="text-align: center;">
Desenho de Sandro
Castelli</p>
<p>&ldquo;Queiram ouvir esta
história.</p>
<p>Um belo dia, deu o diabo
uma saltada à terra, e verificou, não sem despeito, que ainda cá se
encontravam homens que acreditassem no bem. Como não falta a
Belzebú um fino espírito de observação, pouco tardou em se
aperceber que essas criaturas apresentavam caracteres comuns: eram
boas, e por isso acreditavam no bem; eram felizes, e por
conseqüências boas; viviam tranqüilas, e por isso eram felizes. O
diabo concluiu, do seu ponto de vista, que as coisas não iam bem, e
que se tornava necessário modificar isto.</p>
<p>E disse consigo: &lsquo;A infância é o porvir da raça;
comecemos, pois, pela infância.'</p>
<p>E apresentou-se perante os
homens como enviado de Deus, como reformador da sociedade.
&lsquo;Deus', disse Belzebú, &lsquo;exige a mortificação da
carne, e é mister começar desde criança. A alegria é pecado. Rir é
uma blasfemia. As crianças não devem conhecer alegrias nem risos. O
amor de mãe é um perigo: afemina a alma dum rapaz; é preciso
separar mãe e filho, para que coisa alguma se oponha à sua comunhão
com Deus. Torna-se necessário que a juventude saiba que a vida é
esforço. Façam-na trabalhar (...); encham-na de aborrecimento. Que
seja banido tudo quanto possa despertar-lhe interesse: só é
proveitoso o trabalho desinteressado; se nele se mistura prazer,
está tudo perdido!'</p>
<p>Eis o que disse o diabo. A
multidão, beijando a terra, exclamou:</p>
<p>- Queremos-nos salvar! Que
devemos fazer?</p>
<p>- Criem a escola.&rdquo;
(...)</p>
<p style="text-align: center;"></p>
<p style="text-align: justify;">* O pedagogo suíço Adolphe Ferrière (1879-1960), foi um
dos nomes mais expressivos do movimento da Educação Nova. Foi
fundador do Bureau International d´Éducation Nouvelle (1899) e um
dos fundadores, juntamente com Pierre Bovet e Edouard Claparède, do
Institut Jean Jacques Rousseau (1912), em Genève. Ajudou a criar,
em 1921, durante o I Congrès Internacional de l´Éducation Nouvelle,
em Calais, na França, a Ligue Internacional pour l`Éducation
Nouvelle. Foi, durante muito tempo, diretor e colaborador da
revista da Ligue, Pour l´ere nouvelle. Esteve, também, a frente dos
trabalhos do Bureau Internacional d´Éducation (criado em 1925).
Ficou conhecido, ainda, por ser o redator dos 30 pontos da Educação
Nova, publicado pela primeira vez no livro de Faria Vasconcelos,
Une École Nouvelle em Bélgique (1915). Escritor de vários ensaios
sobre a Escola Ativa, Ferrière foi, sem dúvida, um sujeito
polêmico, crítico da escola de seu tempo e, também, convicto
defensor dos princípios da Escola Ativa.</p>
<p style="text-align: center;"></p>
<p>Esse texto foi extraído do
trabalho <em>O diabo inventou a
escola? A escola ativa na visão de Adolphe
Ferrière</em>, de Eliane Teresinha
Peres. </p>
<p style="text-align: center;">~~~~~~~~~~~~~~~~~~</p>
<p style="text-align: center;">Apoio
 </p>
]]></description>			<link>http://pre-vestibular.arteblog.com.br/222020/Belzeb-e-a-inven-o-da-Escola-Uma-hist-ria-de-Adolphe-Ferri-re/</link>			<comments>http://pre-vestibular.arteblog.com.br/Belzeb--e-a-invenc-o-da-Escola--Uma-hist-ria-de-Adolphe-Ferriere-22102009-162743-lp-222020.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://pre-vestibular.arteblog.com.br/222020/Belzeb-e-a-inven-o-da-Escola-Uma-hist-ria-de-Adolphe-Ferri-re/</guid>			<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 16:27:43 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[INTERPRETAÇÃO: Governador do Estado de São Paulo deu ordem ilegal para prender?]]></title>			<description><![CDATA[<p class="MsoNormal" align="center"> </p>
<p class="MsoNormal" align="center"><strong>PENSE NISSO!</strong></p>
<p class="MsoNormal" align="center"><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Ao ler, assistir ou ouvir uma informação veiculada pela
"grande" imprensa é preciso manter muito afiado o senso
interpretativo e, às vezes, até apelar para a capacidade de
dedução.</p>
<p class="MsoNormal" align="center"></p>
<p class="MsoNormal" align="center">Só a boa interpretação do
texto  é que pode nos levar, de
fato,  a informação correta, tão distorcida
e,  por vezes, mutilada,  pela "grande" imprensa.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"></p>
<p class="MsoNormal" align="left"><strong>Por exemplo:</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>como afirma o Professor de Direito
Penal da Pontifícia Universidade Católica de Minas
Gerais, Túlio Vianna,</li>
<li>assistindo ao vídeo acima, que noticia o
ataque da Polícia Militar à USP, é possível observar a declaração
do comandante Cláudio Lobo de que haviam duas ordens que motivaram
a operação:</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>uma ordem de
reintegração de posse &mdash; de natureza civil (portanto sem
competência para ordenar qualquer tipo de prisão salvo a de
natureza alimentícia), e</strong></li>
<li><strong>uma ordem de
prisão a alguns "líderes" que estariam incitando a
greve</strong></li>
</ul>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Observe a fala do capitão da polícia
militar, Cláudio Lobo, aos 2 minutos do
vídeo:</p>
<p class="MsoNormal" align="center">&ldquo;Existe uma ordem para
prender  alguns líderes que estão  incitando esta
greve.   A juíza expediu uma ordem  de reintegração de
posse  e liberdade de ir e vir.  Eles não estão
acatando.&rdquo;</p>
<p class="MsoNormal" align="center"></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>a 1ª ordem, a da reintegração de
posse, foi ordenada pela juíza civil que é incompetente para
ordenar prisões,</strong></li>
<li><strong>a 2ª ordem, a de prisão, não se
sabe por quem foi ordenada, pois a deprimente repórter da globo se
"esqueceu" de perguntar.</strong></li>
</ul>
<p class="MsoNormal" align="left"> Sobre esta, o Professor Túlio Vianna
explica:</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"></p>
<p class="MsoNormal" align="center">"A Constituição da
República  garante em seu art.5º, LVII,
que:  'ninguém será preso senão
em  flagrante delito ou por
ordem  escrita e fundamentada de
autoridade  judiciária competente,
salvo  nos casos de transgressão
militar  ou crime propriamente
militar,  definidos em lei.'&rdquo;</p>
<p class="MsoNormal" align="center"><strong>Por isso:</strong></p>
<p class="MsoNormal" align="center">"uma eventual ordem de prisão
dada  por quem quer que seja na
polícia  ou no governo do estado
para  prender líderes de uma
manifestação  política é absolutamente ilegal"</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Mas nosso esforço de interpretação
torna-se inútil, quando percebemos que não só a da globo, mas
nenhum outro repórter de qualquer outra "grande" mídia paulista
teve "interesse" em saber quem deu tão grave ordem e de forma
ILEGAL.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Sendo assim, devemos apelar para a nossa
capacidade de dedução buscando, no mínimo, um
palpite. </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Para isso, precisamos desconstruir a
hierarquia:</p>
<p class="MsoNormal" align="center">"É claro que nenhum coronel da 
polícia militar em sã consciência 
daria uma ordem desta 
repercussão sem consultar 
antes o Secretário de Segurança, 
que por sua vez certamente 
consultaria o Governador do Estado"</p>
<p class="MsoNormal" align="center"></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Deduz-se, então, que o mandante deste ato
ilegal &mdash; a ordem de prisão &mdash; é ninguém menos que o
ex presidente da UNE - União Nacional dos Estudantes, o então
governador José Serra que vem fazendo, pelo visto a
qualquer custo, uma ferrenha campanha para futuro presidente deste
País.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Em vista de tais deduções já impressas em
grande parte da população de meros mortais paulista, seria mais
respeitoso se a "grande" imprensa "lembrasse", ou ao menos se
interessasse em esclarecer essa dúvida.</p>
<p class="MsoNormal" align="center">Afinal de contas, será que ainda
háquem não
saiba que o comunismo não  é uma ameaça para o
Brasil nos
nossos dias,  e que
a politicagem eleitoreira é?   </p>
<p class="MsoNormal" align="center"></p>
<p class="MsoNormal" align="center"><strong>Pense
nisso!</strong></p>
<p class="MsoNormal" align="center">~~~~~~~~~~</p>
<p class="MsoNormal">Segue, na
íntegra, a interpretação do Professor Hariovaldo Almeida
Prado, sobre a versão de José Serra (suspeito de ser mandante de
ato ilegal), a respeito do mesmo evento:</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"></p>
<p class="MsoNormal" align="center"><strong>Debelado</strong></p>
<p class="MsoNormal" align="center"><strong>foco guerrilheiro</strong></p>
<p class="MsoNormal" align="center"><strong>na USP</strong></p>
<p class="MsoNormal" align="center"><strong>Por Professor Hariovaldo Almeida Prado
(9/06/09)</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><strong>Em primeiro plano:
guerrilheiro comunista se prepara para desferir 
um ataque cruel contra os soldados.</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">A Força Pública de São Paulo em um ato de
bravura e dedicação ímpar a Pátria, venceu com brilhantismo e
galhardia a feroz batalha contra os guerrilheiros comunistas que
haviam tomado de assalto a USP e lá estabelecido um núcleo
guerrilheiro em pleno território da prosperidade e do altivo
progresso econômico que é essa verdadeira Suíça
brasileira.</p>
<p class="MsoNormal" align="center"></p>
<p class="MsoNormal" align="center"><strong>Combatente comunista desferindo
cabeçadas
covardemente contra </strong><strong>as mãos dos soldados
quase lhes causando fraturas no pulso.</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">A ação comunista começou quando um grupo
de guerrilheiros fortemente armados tentou emboscar alguns soldados
que apesar de estarem em menor número resistiram bravamente,
impondo forte baixas aos inimigos vermelhos.</p>
<p class="MsoNormal" align="center"></p>
<p class="MsoNormal" align="center"><strong>Guerrilheiro pesadamente armado com um
caderno </strong><strong></strong>
<strong>recheado de explosivo
plástico se prepara
para atirá-lo nos PMs.</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Logo, voluntários patriotas da Força
Pública que defende São Paulo cerraram fileiras na luta contra os
combatentes marxistas e mesmo com seu armamento modesto, mas com
muita bravura, fora derrotando pouco a pouco os subversivos e
graças a sagacidade de seus comandantes, os policiais lograram
êxito em capturar um dos líderes de guerrilha, elemento
extremamente perigoso.</p>
<p class="MsoNormal" align="center"></p>
<p class="MsoNormal" align="center"><strong>Um dos principais líderes da
guerrilha
capturado pelas forças
de </strong><strong></strong> <strong>seguranças sendo levado
para interrogatório. A CIA já
enviou </strong><strong></strong>
<strong>um representante para
obter mais
informações sobre o grupo.</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"></p>
<p class="MsoNormal">Com muita
tenacidade, os representantes da Lei e da Ordem, foram conseguindo
virar o jogo, apesar de terem começado o combate em situação
inferior.</p>
<p class="MsoNormal" align="center"></p>
<p class="MsoNormal" align="center"><strong>Desesperados, os comunistas
arremessavam
flores envenenadas </strong><strong>na tentativa de matarem
os soldados de alergia ou choque
anafilático.</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Já em fuga, os combatentes ilegais
marxistas tentaram se refugiar
na <em>FFLCH mas foram sitiados e derrotados e o triunfo coube
aos leais defensores dos homens bons aos quais parabenizamos e
emocionados agradecemos.</em></p>
<p class="MsoNormal" align="center"></p>
<p class="MsoNormal" align="center"><strong>Além de perigosos os comunistas
eram
mal educados e
soltavam </strong><strong></strong>
<strong>pum em grande
quantidade obrigando
os soldados e espargir</strong><strong></strong>
<strong>em Bom Ar no ambiente
para
poderem respirar melhor.</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Avantes irmãos soldados do bem com fé
suprema em São Serapião, aqui não há quem vos derrote  e nem
quem desafie vossa galhardia! Alvíssaras!!!</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"></p>
<p class="MsoNormal" align="center">~~~~~~~~~~</p>
<p class="MsoNormal" align="center">Mas só fazendo piada mesmo, né? </p>
<p class="MsoNormal" align="center"></p>
<p class="MsoNormal" align="center">Será que tem ainda alguém  que ainda acredita nessa  história de arruaceiros
comunistas? Será que tem gente que ainda não sabe por que às vezes a imprensa se
cala?</p>
<p class="MsoNormal" align="center"></p>
<p class="MsoNormal" align="center">Será que tem alguém que ainda
  não entendeu porque a "grande"
imprensa não entrevistou 
ainda os grevistas para nos levar
a
entender as suas reivindicações? </p>
<p class="MsoNormal" align="center"></p>
<p class="MsoNormal" align="center"><strong>PENSE
NISSO!</strong></p>
<p class="MsoNormal" align="center"><strong>
O pensador, obra
de Auguste Rodin, museu de
Paris</strong></p>
<p><strong>Agradecemos:</strong> </p>
<ul style="text-align: left;">
<li>ao ilustrador checoslovaco Heinz Edelmann, responsável
pela arte da animação <em>Submarino
Amarelo</em>, dos Beatles, filmado em
1968, pelos desenhos que tanto combinaram com esta
matéria.</li>
<li>ao Professor Tulio Vianna pelos esclarecimentos legais
postados em seu
blog: http://www.tuliovianna.org/</li>
<li>e ao Professor Hariovaldo Almeida Prado pela
excelente interpretação dos nobres sentimentos da Força "Pública"
de São Paulo. Disponível em:
http://hariprado.wordpress.com/2009/06/09/debelado-foco-guerrilheiro-na-usp/</li>
</ul>
<p class="MsoNormal" align="center"><strong>~~~~~~~~~~</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"> Colaboração:
<strong><a href=
"http://tlconsultoria.wordpress.com/" target="_blank">Consultoria Acadêmica</a><a style=
"text-decoration: none;" href="http://tlconsultoria.wordpress.com/"
target="_blank"></a></strong></p>
]]></description>			<link>http://pre-vestibular.arteblog.com.br/167322/INTERPRETA-O-Governador-do-Estado-de-S-o-Paulo-deu-ordem-ilegal-para-prender/</link>			<comments>http://pre-vestibular.arteblog.com.br/INTERPRETAcaO--Governador-do-Estado-de-S-o-Paulo-deu-ordem-ilegal-para-prender--14062009-211903-lp-167322.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://pre-vestibular.arteblog.com.br/167322/INTERPRETA-O-Governador-do-Estado-de-S-o-Paulo-deu-ordem-ilegal-para-prender/</guid>			<pubDate>Sun, 14 Jun 2009 21:19:03 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[PLEONASMO ou TAUTOLOGIA: NNF - Nóis Na Fita]]></title>			<description><![CDATA[<p style="text-align: center;">HILÁRIO!</p>
<p style="text-align: center;">MUITO BOM!</p>
<p style="text-align: center;">é para não esquecer mais...</p>
<p style="text-align: center;"><strong>PLEONASMO E
TAUTOLOGIA</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Por Ana
A.S.César</strong></p>
<p style="text-align: justify;">1) <strong>Pleonasmo</strong> - [Do
gr. pleonasmós, &lsquo;superabundância', pelo lat. tard.
pleonasmu.] </p>
<p style="padding-left: 30px; text-align: justify;">1.E. Ling. Redundância de termos que em
certos casos têm emprego legítimo, para conferir à expressão mais
vigor, ou clareza. Ex.: Vi com estes olhos que a terra há de
comer.</p>
<p style="text-align: justify;">2) Trata-se de termo genérico, que tanto pode adornar a
linguagem, como torná-la feia e sem encanto. No primeiro caso, em
que se busca dar força à expressão, chama-se pleonasmo de estilo.
Ex.: "Vi com meus próprios olhos". No segundo caso, caracteriza
vício da linguagem e chama-se pleonasmo vicioso, porquanto, longe
de enfeitar o estilo, apenas repete desnecessariamente idéia já
referida. Ex.: "Subir para cima".</p>
<p style="text-align: justify;">3) Expressões com pleonasmo de estilo trata-se de
construção irrepreensível, porque "o pleonasmo deixa de
considerar-se vício para classificar-se como figura desde que, sem
tornar deselegante a frase, contribua para dar maior relevo à
idéia".1</p>
<p style="text-align: justify;">4) Quanto à <strong>Tautologia</strong> (de tautos, em grego, que exprime a
idéia de mesmo, de idêntico), trata-se de outra denominação que
recebe o pleonasmo vicioso e se caracteriza pela seguida repetição,
por meio de palavras diferentes, de um pensamento anteriormente
enunciado, baseando-se "no desconhecimento da verdadeira
significação dos termos empregados, provocando redundância ou
condenável demasia verbal".2</p>
<p style="text-align: justify;">5) Além dos lapsos mais comuns nesse campo (subir para
cima, descer para baixo, entrar para dentro, sair para fora, menino
homem...) e verificáveis até com perfunctório cuidado, há outros de
identificação mais difícil, mas que, de igual modo, devem ser
evitados, ainda que à custa de maior atenção: breve alocução
(alocução já significa um discurso breve), monopólio exclusivo
(está ínsita em monopólio a idéia de exclusividade), principal
protagonista (protagonista já é o personagem principal), manusear
com as mãos (manusear já tem por radical, em latim, a idéia de
atuar com as mãos), preparar de antemão (por força do prefixo
latino pre, preparar já tem em si a idéia de anterioridade),
prosseguir adiante (não há como prosseguir para trás, já que o
prefixo latino pro tem o significado de movimento para a frente),
prever antes (por força do prefixo latino pré, significando
anterioridade, prever depois não é prever), prevenir
antecipadamente (o prefixo latino pre já traz em si a idéia de
anterioridade), repetir de novo (em razão do prefixo latino re,
repetir já significa atuar de novo), boato falso (boato já
significa um relato sem correspondência com a
verdade).</p>
<p>Mas há outros, como você
pode ver na lista a seguir: </p>




<p><span><span> </span>elo de ligação </span></p>


<p> encarar de
frente </p>




<p> acabamento
final </p>


<p> multidão de
pessoas </p>




<p> certeza
absoluta </p>


<p> amanhecer o
dia </p>




<p> quantia
exata </p>


<p> criação
nova </p>




<p> nos dias 8, 9 e 10,
inclusive </p>


<p> retornar de
novo </p>




<p> juntamente
com </p>


<p> empréstimo
temporário </p>




<p> expressamente
proibido </p>


<p> surpresa
inesperada </p>




<p> em duas metades
iguais </p>


<p> escolha
opcional </p>




<p> sintomas
indicativos </p>


<p> planejar
antecipadamente </p>




<p> há anos
atrás </p>


<p> abertura
inaugural </p>




<p> vereador da
cidade </p>


<p> continua a
permanecer </p>




<p> outra
alternativa </p>


<p> a última versão
definitiva </p>




<p> detalhes
minuciosos </p>


<p> possivelmente poderá
ocorrer </p>




<p> a razão é
porque </p>


<p> comparecer em
pessoa </p>




<p> anexo junto à
carta </p>


<p> gritar bem
alto </p>




<p> de sua livre
escolha </p>


<p> propriedade
característica </p>




<p> superávit
positivo </p>


<p> demasiadamente
excessivo </p>




<p> todos foram
unânimes </p>


<p> a seu critério
pessoal </p>




<p> conviver
junto </p>


<p> exceder em
muito</p>




<p> fato
real </p>


<p> </p>




<p>
Note que todas essas repetições são dispensáveis.</p>
<p>Por exemplo, 'surpresa
inesperada'. Existe alguma surpresa esperada?  É óbvio que
não. </p>
<p>Devemos evitar o uso das
repetições desnecessárias. Fique atento às expressões que utiliza
no seu dia-a-dia. Verifique se não está caindo nesta
armadilha.</p>
<p>6) Nem sempre é fácil
identificar tautologias, quer por desconhecimento do real
significado das palavras, quer porque há expressões que estão
enraizadas no uso e são de difícil expurgo: abertura inaugural,
acabamento final, detalhes minuciosos, metades iguais, empréstimo
temporário, encarar de frente, planejar antecipadamente, superávit
positivo, vereador da cidade.</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Fonte:
http://stoa.usp.br/anacesar/weblog/44709.html</strong></p>
<p style="text-align: center;">Pleonasmo: </p>
<p style="text-align: center;">"vício" ou estilo?</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Por Thaís Nicoleti de Camargo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Não é raro ouvirmos que alguém "subiu lá em cima" ou "saiu lá
fora". Certamente, reconhecemos tais formas como viciosas, e,
muitas vezes, elas se transformam em motivo de riso. No nível culto
da língua, são inadmissíveis. Que pensar de alguém que tenha
sofrido uma "hemorragia de sangue" ou participado de um "plebiscito
popular"? A esse tipo de construção chamamos pleonasmo, palavra
grega que significa superabundância.</p>
<p style="text-align: justify;">Quantas vezes já ouvimos alguém dizer que houve um "consenso
geral"? Ora, consenso é a opinião geral. É o mesmo problema que
ocorre com a "opinião individual de cada um" e com a "unanimidade
de todos". "Encarar cara a cara", "repetir de novo", "enfrentar de
frente" são tão redundantes quanto o "erário público" e o "vereador
municipal".</p>
<p style="text-align: justify;">Se esses pleonasmos beiram o ridículo, outros há no idioma
perfeitamente aceitáveis. São comuns, em bons escritores,
construções com duplo objeto, de grande poder expressivo. Em uma
frase como: "A carta, não a recebi", o objeto direto é anteposto (a
carta) e repetido depois como pronome oblíquo ("a"). A este
chamamos objeto direto pleonástico. A frase ficou muito mais
enfática que: "Não recebi a carta". </p>
<p style="text-align: justify;">Quem já não ouviu falar que alguém "viveu uma vida de cão" ou
"dormiu o sono dos justos"? Nessas frases, ocorre o que se conhece,
gramaticalmente, como objeto direto interno. Um verbo intransitivo
adquire transitividade e tem o seu objeto direto representado por
um núcleo semanticamente ligado a ele, acrescido de um
qualificativo. O uso do adjetivo ou da locução adjetiva torna único
aquilo que pareceria óbvio. </p>
<p style="text-align: justify;">Há outras construções pleonásticas também aceitas, como é o
caso da dupla negativa, em frases do tipo: "Não disse nada" ou "Não
havia nenhuma pessoa lá". Mais elegantes, entretanto, soam as
formas: "Nada disse" ou "Não havia pessoa alguma lá". Note que o
pronome indefinido "algum", posposto ao substantivo, assume valor
negativo.</p>
<p style="text-align: justify;">Como você pode perceber, nem sempre o pleonasmo é um vício de
linguagem. Vezes há em que é um poderoso recurso de estilo. No belo
"Soneto da Fidelidade", diz Vinicius de Morais: "De tudo, ao meu
amor serei atento/ Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto/ (...)
E em seu louvor hei de espalhar meu canto/ E rir meu riso e
derramar meu pranto (...)".</p>
<p style="text-align: justify;">Em Manuel Bandeira, no "Poema Só para Jaime Ovalle", lemos:
<strong>"Chovia uma triste chuva de
resignação"</strong>. O limite entre o "defeito" e o estilo
pode parecer tênue. Mas, com um pouco de sensibilidade, fica fácil
distinguir um do outro.</p>
<p style="padding-left: 30px; text-align: right;">Thaís Nicoleti de Camargo é consultora
de
língua portuguesa da Folha e apresentadora
das aulas de gramática do programa "Vestibulando",
da TV Cultura.</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Fonte:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u197.shtml</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>~~~~~~~~~~~~~</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><strong><strong>Colaboração<span style=
"line-height: 43px; text-decoration: none;"><a href=
"http://tlconsultoria.wordpress.com/" target="_blank">Consultoria Acadêmica</a></span></strong></strong></p>
]]></description>			<link>http://pre-vestibular.arteblog.com.br/164318/PLEONASMO-ou-TAUTOLOGIA-NNF-N-is-Na-Fita/</link>			<comments>http://pre-vestibular.arteblog.com.br/PLEONASMO-ou-TAUTOLOGIA--NNF---N-is-Na-Fita-07062009-021851-lp-164318.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://pre-vestibular.arteblog.com.br/164318/PLEONASMO-ou-TAUTOLOGIA-NNF-N-is-Na-Fita/</guid>			<pubDate>Sun, 07 Jun 2009 02:18:51 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[4º HISTÓRIA DO BRASIL por Boris Fausto: Brasil Império - parte 1]]></title>			<description><![CDATA[<p style="text-align: center;">Vídeo
do Ministério da Educação</p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p style=
"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px; color: #666666; padding-top: 14px; padding-right: 0px; padding-bottom: 14px; padding-left: 0px; line-height: 1.8em; text-align: center; margin: 0px;">
  HISTÓRIA DO</p>
<p style=
"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px; color: #666666; padding-top: 14px; padding-right: 0px; padding-bottom: 14px; padding-left: 0px; line-height: 1.8em; text-align: center; margin: 0px;">
BRASIL</p>
<p style="text-align: center;">
Bandeira do período do
Império </p>
<p style="text-align: center;"><strong>BRASIL IMPÉRIO</strong></p>
<p style=
"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; padding-top: 14px; padding-right: 0px; padding-bottom: 14px; padding-left: 0px; line-height: 1.8em; text-align: justify; margin: 0px;">
<strong>Lembrando que a
História é vital para a formação da cidadania, pois, para
compreender o que está acontecendo hoje na nossa sociedade, é
preciso entender quais foram os caminhos percorridos pela sociedade
no passado, caso contrário, pode parecer que tudo começou quando
tomamos consciência das nossas vidas.</strong></p>
<p style=
"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; padding-top: 14px; padding-right: 0px; padding-bottom: 14px; padding-left: 0px; line-height: 1.8em; text-align: center; margin: 0px;">

Bandeira do período do
Império </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Do ponto de vista político, comumente o período do
império brasileiro é dividido em três
fases:</strong></p>
<ul>
<li><strong>1º Reinado: com D.
Pedro I como imperador;</strong></li>
<li><strong>Período da
regência: até 1840; e</strong></li>
<li><strong>2º Reinado: com D.
Pedro II como governante, terminando em 1889 com a proclamação da
República.</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: center;">
D. Pedro II, imperador do Brasil</p>
<p style="text-align: center;"><strong>A
independência</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>não saiu de
graça</strong></p>
<p style="text-align: center;">
Cédula com valor facial de 500 réis, emitida
em 1874, que mostra a
efígie de D. Pedro II e o Brasão do Império.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>O novo País, o Brasil, precisou pagar uma indenização
para Portugal</strong></p>
<p style="text-align: center;"></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A indenização destinava-se a compensar Portugal pela
perda de sua colônia.</strong></p>
<p style="text-align: center;"></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mas não havia recursos brasileiros para atender tal
negociação, fez-se a:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>1ª dívida externa do Brasil</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Independente com a
Inglaterra </strong></p>
<p style="text-align: center;"></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Foi como se ao Brasil tivesse</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>simplesmente trocado de dono</strong></p>
<p style="text-align: center;"></p>
<div style="text-align: left;">Com uma
economia subdesenvolvida, no sentido estrito do termo, Portugal é
dependente da Inglaterra, dependência esta declarada na prática
pelo Tratado de Methuen, assinado em 27 de dezembro de 1703.
Segundo ele, a Inglaterra se comprometia a adquirir os vinhos de
Portugal (com taxas alfandegárias reduzidas), enquanto os
portugueses se comprometiam a adquirir os tecidos ingleses. Isto
gerava, além de outras seqüelas, um crônico déficit comercial que
devia ser coberto com crescentes remessas do ouro de Minas Gerais
para Londres.</div>
<div style="text-align: left;">Diante da
pressão do Imperador, Portugal tenta manter-se neutro, mas esta
neutralidade é vista como um mero ardil para conservar intactos
seus laços com a Inglaterra. Diante da relutância portuguesa em
aderir ao Bloqueio, Napoleão solicita à Espanha permissão para que
suas tropas transitem por seu território para chegar a Lisboa, o
que lhe é negado. Os acontecimentos se precipitaram: Napoleão ocupa
a Espanha, destronando Carlos IV de Bourbon e substituindo-o por
seu irmão José; Junot invade Portugal, mas o aparato governamental
português fuge a tempo para sua maior colônia, o Brasil. Fonte:
http://www.portalsaofrancisco.com.</div>
<p> </p>
<p style="text-align: center;"><strong>A Inglaterra, nesse
caso,</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>passou a ser o novo dono do
Brasil</strong></p>
<p style="text-align: center;">
Verso de moeda de 2000 Réis Brasil Império
1851 SOB, prata 25 g,</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Mas a Independência não foi</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>apenas uma troca de dono</strong></p>
<p style="text-align: center;"> 
Imperador Dom Pedro II do
Brasil,1873 </p>
<p style="text-align: center;"><strong>A independência:</strong></p>
<ul>
<li><strong>obrigou a
instituição de uma nação brasileira, um estado brasileiro,
e,</strong></li>
<li><strong>com isso, o
estabelecimento de:</strong></li>
<li><strong>seus órgãos
representativos;</strong></li>
<li><strong>suas
instituições;</strong></li>
<li><strong>seus
poderes;</strong></li>
<li><strong>suas relações como
o mundo externo</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: center;"> 
Batalha do Passo do Rosário - Guerra da
Cisplatina - 20/02/1827 - às Margens do 
rio Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brasil - Resultado Vitória
tática do exército 
republicano. Sem resultados estratégicos para o
conflito. Combatentes: Império do 
Brasil  X  Províncias Unidas do Rio da Prata
- Comandantes: Marquês 
de Barbacena X General Carlos Maria de Alvear
- Forças: 6.000 a 10.500 homens 
X 6.200 a 9.000 homens - Baixas: 800 a 1.300 (200 mortos)
X 400 a 560 (141 mortos).
A Batalha do Passo do Rosário ou Batalha de Ituzaingó foi a maior
batalha 
campal ocorrida em solo brasileiro. Fonte: wikipédia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>E nem tudo foram flores:</strong></p>
<ul>
<li><strong>houve luta
(principalmente na Bahia)</strong></li>
<li><strong>mas, de modo
geral, ao processo de independência no Brasil foi mais pacífico do
que nos outros países da América
Latina.</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: center;"></p>
<p style="text-align: center;">Alto Amazonas
(1865). O alemão Albert Frisch foi o primeiro fotógrafo
a 
realizar imagens de indíos no Amazonas. Ele foi contratado pelo
litógrafo 
suíço Georges Leuzinger para realizar uma grande reportagem sobre a
região. 
As imagens receberam uma menção de honra na Exposição
Universal 
de Paris, em 1867. Copyright: Fundação Biblioteca Nacional. Fonte:
www.bbc.co.uk/.../1450_imperio/page7.shtml</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Diferentemente do que aconteceu nas antigas colônias
espanholas da América do Sul, o Brasil se manteve em um único bloco
geográfico.</strong></p>
<p style="text-align: center;"></p>
<p style="text-align: center;">Cachoeira de
Piabanha (1865). O paisagista francês Auguste Stahl é
considerado o maior talento da fotografia brasileira do século
19.
Stahl se instalou inicialmente em Recife, em 1853, mudando-se
depois
para o Rio. Ele realizou também perfis etnográficos a pedido
do
pesquisador Louis Agassiz. Copyright: Instituto Moreira
Salles.
Fonte: www.bbc.co.uk/.../1450_imperio/page7.shtml</p>
<p style="text-align: center;"><strong>POR QUE O  BLOCO
GEOGRÁFICO</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>BRASILEIRO SE MANTEVE
UNIDO?</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Porque:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Para a ELITE do império era muito importante manter a
escravidão, afinal, o Brasil se mantinha por meio de monocultura,
um trabalho que a elite não gostaria de ter de
fazer;</strong></p>
<ul>
<li><strong>essa foi uma dos
mais importantes fatores que fez com que o Brasil mantivesse sua
unidade:</strong></li>
<li><strong>a elite brasileira
se esforçou ao máximo para manter as terras brasileiras unidas, de
modo a facilitar a continuidade da
escravidão</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: center;"></p>
<p style="text-align: center;">Mulher com
dois escravos, Bahia (1860). Esta é a primeira vez que
fotos 
antigas do Brasil são expostas na França. Os 58 anos do reinado
de 
Dom Pedro 2º (1841-1889) coincidiram com o desenvolvimento da
fotografia 
no Brasil. O imperador reuniu uma coleção pessoal de mais de 20 mil
imagens, 
que ele deixou à Biblioteca Nacional. O autor desta foto é
desconhecido. 
Fonte: www.bbc.co.uk/.../1450_imperio/page7.shtml</p>
<ul>
<li><strong>o território
brasileiro manteve-se unido de ponta a ponta, em um único país, a
gosto dos escravagistas, Desde o Norte até o Rio Grande do
Sul.</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: center;"></p>
<p style="text-align: center;">Escravos em
São Paulo (1885). Os primeiros fotógrafos paisagistas
começaram
a chegar ao Brasil por volta de 1850.  O brasileiro de origem
francesa
Marc Ferrez trabalhou no país entre 1870 e 80, registrando estradas
de ferro e
os índios da Amazônia para o Museu de Antropologia do Rio. Esta
foto mostra
escravos se encaminhando para a colheita de café. Copyright:
Instituto 
Moreira Salles. Fonte:
www.bbc.co.uk/.../1450_imperio/page7.shtml</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Mas quem era essa
elite?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Boa
pergunta.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quando a família real veio para o
Brasil:</strong></p>
<p style="text-align: center;">
Teresa Cristina Maria, Imperatriz, Consorte
de Pedro II, Imperador do Brasil.
Fonte: Biblioteca Digital MUNDIAL, em:
http://www.wdl.org/pt/ </p>
<ul>
<li><strong>passou a existir
aqui um Império, </strong></li>
<li><strong>mas não como os
impérios europeus nos quais a aristocracia era hereditária, de
sangue e atravessava os tempos. </strong></li>
</ul>
<p style="text-align: center;"></p>
<p style="text-align: center;">Confeitaria em
Petrópolis (1874). O alemão Revert Henrique Klumb
chegou 
ao Brasil em 1852. Professor da princesa Isabel, Klumb se tornou
o 
fotógrafo oficial da família imperial brasileira. Em 1865,
instalou-se em Petrópolis, 
onde amadurece as experiências técnicas que lhe permitem
colocar 
"efeitos especiais" nas fotos. Copyright: Instituto Moreira
Salles.
Fonte: www.bbc.co.uk/.../1450_imperio/page7.shtml </p>
<ul>
<li><strong>a aristocracia
brasileira inexistia até a vinda da família
real,</strong></li>
<li><strong>mas, como todo
império precisa de aristocracia para lhe ser
cúmplice,</strong></li>
<li><strong>o imperador
distribuiu os títulos conforme lhe
convinha, </strong></li>
<li><strong>concedeu títulos
àqueles que queria homenagear,</strong></li>
<li><strong>concedendo poder
às pessoas que lhe seriam fiéis</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: center;">
Rua das Casinhas, SP (1862). O carioca
Militão Augusto de Azevedo é o
único brasileiro entre os melhores fotógrafos do Império. Em apenas
alguns
meses de 1862, Azevedo fez mais de cem fotos de uma São Paulo de
apenas
25 mil habitantes, onde a presença de um fotógrafo nas ruas
causava
espanto à população. Copyright: Instituto Moreira
Salles. Fonte:
www.bbc.co.uk/.../1450_imperio/page7.shtml</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Assim foi gerada a elite
brasileira</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A concessão desses títulos:</strong></p>
<ul>
<li><strong>agradava a vaidade
das pessoas</strong></li>
<li><strong>dava poder às
pessoas</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: center;">
Vista do Jardim Botânico (1875). O Museu
d'Orsay, em Paris, realiza a exposição
<em>O Império Brasileiro e seus Fotógrafos</em>, que reúne cerca de
cem fotos
de 26 artistas do século 19, a maioria europeus. O alemão Albert
Henschel
é um deles: especializou-se em retratos, mas registrou esta
paisagem do Rio.
Copyright: Fundação Biblioteca Nacional/Texto: Daniela
Fernandes. 
Fonte: www.bbc.co.uk/.../1450_imperio/page7.shtml</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Assim o imperador, a quem
chamavam de tolo ou de burro, criou uma corte que ficava ao seu
serviço.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>ESSA É A ELITE
BRASILEIRA</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>E essa elite foi muito útil
para que o Brasil permanecesse como império dando início
a uma grande dívida externa e continuidade
ao regime de escravidão no País.</strong></p>
<p style="text-align: center;">^^^^^^^^^^^^^^^^^^^</p>
<p style=
"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px; color: #666666; padding-top: 14px; padding-right: 0px; padding-bottom: 14px; padding-left: 0px; line-height: 1.8em; text-align: center; margin: 0px;">
Uma produção</p>
<p style=
"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px; color: #666666; padding-top: 14px; padding-right: 0px; padding-bottom: 14px; padding-left: 0px; line-height: 1.8em; text-align: center; margin: 0px;">
</p>
]]></description>			<link>http://pre-vestibular.arteblog.com.br/164069/4-HIST-RIA-DO-BRASIL-por-Boris-Fausto-Brasil-Imp-rio-parte-1/</link>			<comments>http://pre-vestibular.arteblog.com.br/4--HISTiRIA-DO-BRASIL-por-Boris-Fausto--Brasil-Imperio---parte-1-06062009-165438-lp-164069.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://pre-vestibular.arteblog.com.br/164069/4-HIST-RIA-DO-BRASIL-por-Boris-Fausto-Brasil-Imp-rio-parte-1/</guid>			<pubDate>Sat, 06 Jun 2009 16:54:38 +0200</pubDate>		</item>	</channel></rss>