<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">		<title>http://pre-vestibular.arteblog.com.br</title>		<id>http://arteblog.com.br/</id>		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://pre-vestibular.arteblog.com.br/atom.xml" />		<subtitle><![CDATA[SÓ PARA AJUDAR O PESSOAL DO PRÉ-VESTIBULAR]]></subtitle>		<rights>Copyright (c) 2006, Hi-pi</rights>		<generator>Hi-pi ATOM generator</generator>		<author>			<name>Hi-pi</name>			<uri>http://pre-vestibular.arteblog.com.br</uri>		</author>		<updated>2009-06-26T23:07:20+02:00</updated>		<entry>			<title>INTERPRETAÇÃO: Governador do Estado de São Paulo deu ordem ilegal para prender?</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p></p>
<p><strong>PENSE NISSO!</strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p></p>
<p>Ao ler, assistir ou ouvir uma informação veiculada pela
"grande" imprensa é preciso manter muito afiado o senso
interpretativo e, às vezes, até apelar para a capacidade de
dedução.</p>
<p></p>
<p>Só a boa interpretação do
texto é que pode nos levar, de
fato, a informação correta, tão distorcida
e, por vezes, mutilada, pela "grande" imprensa.</p>
<p></p>
<p><strong>Por exemplo:</strong></p>
<ul>
<li>como afirma o Professorde Direito
Penal da Pontifícia Universidade Católica de Minas
Gerais,Túlio Vianna,</li>
<li>assistindo ao vídeo acima, que noticia o
ataque da Polícia Militar à USP, é possível observar a declaração
do comandante Cláudio Lobo de que haviam duas ordens que motivaram
a operação:</li>
</ul>
<p></p>
<ul>
<li><strong>umaordem de
reintegração de posse  de natureza civil (portanto sem
competência para ordenar qualquer tipo de prisão salvo a de
natureza alimentícia), e</strong></li>
<li><strong>uma ordem de
prisão aalguns "líderes" que estariam incitando a
greve</strong></li>
</ul>
<p>Observe a fala do capitão da polícia
militar,aos 2 minutos do
vídeo:</p>
<p>Existeuma ordem para
prender alguns líderes que estão incitando esta
greve. A juíza expediu uma ordem de reintegração de
posse e liberdade de ir e vir. Eles não estão
acatando.</p>
<p></p>
<ul>
<li><strong>a 1ª ordem, a da reintegração de
posse, foi ordenada pela juíza civil que é incompetente para
ordenar prisões,</strong></li>
<li><strong>a 2ª ordem, a de prisão, não se
sabe por quem foi ordenada, pois a deprimente repórter da globo se
"esqueceu" de perguntar.</strong></li>
</ul>
<p>Túlio Vianna
explica:</p>
<p></p>
<p>"A Constituição da
República garante em seu art.5º, LVII,
que: 'ninguém será preso senão
em flagrante delito ou por
ordem escrita e fundamentada de
autoridade judiciária competente,
salvo nos casos de transgressão
militar ou crime propriamente
militar, definidos em lei.'</p>
<p><strong>Por isso:</strong></p>
<p>"uma eventual ordem de prisão
dada por quem quer que seja na
polícia ou no governo do estado
para prender líderes de uma
manifestação política é absolutamenteilegal"</p>
<p></p>
<p>Mas nosso esforço de interpretação
torna-se inútil, quando percebemos que não só a da globo, mas
nenhum outro repórter de qualquer outra "grande" mídia paulista
teve "interesse" em saber quem deu tão grave ordem e de forma
ILEGAL.</p>
<p></p>
<p>Sendo assim, devemos apelar para a nossa
capacidade de dedução buscando, no mínimo, um
palpite.</p>
<p>Para isso, precisamos desconstruir a
hierarquia:</p>
<p>"É claro que nenhum coronel da
polícia militar em sã consciência
daria uma ordem desta
repercussão sem consultar
antes o Secretário de Segurança,
que por sua vez certamente
consultaria oGovernador do Estado"</p>
<p></p>
<p>Deduz-se, então, que o mandante deste ato
ilegal  a ordem de prisão  é ninguém menos que o
expresidente da UNE - União Nacional dos Estudantes, o então
governador José Serra que vem fazendo,a
qualquer custo, uma ferrenha campanha para futuro presidente deste
País.</p>
<p>Em vista de tais deduções já impressas em
grande parte da população de meros mortais paulista, seria mais
respeitoso se a "grande" imprensa "lembrasse", ou ao menos se
interessasse em esclarecer essa dúvida.</p>
<p>Afinal de contas, será que ainda
háquem não
saiba que o comunismo não é uma ameaça para o
Brasilnos
nossos dias, e que
apoliticagem eleitoreira é?</p>
<p></p>
<p><strong>Pense
nisso!</strong></p>
<p>~~~~~~~~~~</p>
<p>Segue, na
íntegra, a interpretação doProfessor Hariovaldo Almeida
Prado, sobre a versão de José Serra (suspeito de ser mandante de
ato ilegal), a respeito do mesmo evento:</p>
<p></p>
<p><strong>Debelado</strong></p>
<p><strong>foco guerrilheiro</strong></p>
<p><strong>na USP</strong></p>
<p><strong>Por Professor Hariovaldo Almeida Prado
(9/06/09)</strong></p>
<p></p>
<p><strong>Em primeiro plano:
guerrilheiro comunista se prepara para desferir
um ataque cruel contra os soldados.</strong></p>
<p></p>
<p>A Força Pública de São Paulo em um ato de
bravura e dedicação ímpar a Pátria, venceu com brilhantismo e
galhardia a feroz batalha contra os guerrilheiros comunistas que
haviam tomado de assalto a USP e lá estabelecido um núcleo
guerrilheiro em pleno território da prosperidade e do altivo
progresso econômico que é essa verdadeira Suíça
brasileira.</p>
<p></p>
<p><strong>Combatente comunista desferindo
cabeçadas
covardemente contra</strong><strong>as mãos dos soldados
quase lhes causando fraturas no pulso.</strong></p>
<p></p>
<p>A ação comunista começou quando um grupo
de guerrilheiros fortemente armados tentou emboscar alguns soldados
que apesar de estarem em menor número resistiram bravamente,
impondo forte baixas aos inimigos vermelhos.</p>
<p></p>
<p><strong>Guerrilheiro pesadamente armado com um
caderno</strong><strong></strong>
<strong>recheado de explosivo
plástico se prepara
para atirá-lo nos PMs.</strong></p>
<p></p>
<p>Logo, voluntários patriotas da Força
Pública que defende São Paulo cerraram fileiras na luta contra os
combatentes marxistas e mesmo com seu armamento modesto, mas com
muita bravura, fora derrotando pouco a pouco os subversivos e
graças a sagacidade de seus comandantes, os policiais lograram
êxito em capturar um dos líderes de guerrilha, elemento
extremamente perigoso.</p>
<p></p>
<p><strong>Um dos principais líderes da
guerrilha
capturado pelas forças
de</strong><strong></strong> <strong>seguranças sendo levado
para interrogatório. A CIA já
enviou</strong><strong></strong>
<strong>um representante para
obter mais
informações sobre o grupo.</strong></p>
<p></p>
<p>Com muita
tenacidade, os representantes da Lei e da Ordem, foram conseguindo
virar o jogo, apesar de terem começado o combate em situação
inferior.</p>
<p></p>
<p><strong>Desesperados, os comunistas
arremessavam
flores envenenadas</strong><strong>na tentativa de matarem
os soldados de alergia ou choque
anafilático.</strong></p>
<p></p>
<p>Já em fuga, os combatentes ilegais
marxistas tentaram se refugiar
na<em>FFLCH mas foram sitiados e derrotados e o triunfo coube
aos leais defensores dos homens bons aos quais parabenizamos e
emocionados agradecemos.</em></p>
<p></p>
<p><strong>Além de perigosos os comunistas
eram
mal educados e
soltavam</strong><strong></strong>
<strong>pum em grande
quantidade obrigando
os soldados e espargir</strong><strong></strong>
<strong>em Bom Ar no ambiente
para
poderem respirar melhor.</strong></p>
<p></p>
<p>Avantes irmãos soldados do bem com fé
suprema em São Serapião, aqui não há quem vos derrote e nem
quem desafie vossa galhardia! Alvíssaras!!!</p>
<p></p>
<p>~~~~~~~~~~</p>
<p>Mas só fazendopiadamesmo, né?</p>
<p></p>
<p>Será que temaindaalguém queaindaacredita nessa história de arruaceiros
comunistas? Será que tem gente queaindasabe por que às vezes a imprensa se
cala?</p>
<p></p>
<p>Será que tem alguém que ainda
não entendeu porque a "grande"
imprensa não entrevistou
ainda os grevistas para nos levar
a
entender as suas reivindicações?</p>
<p></p>
<p><strong>PENSE
NISSO!</strong></p>
<p><strong>
O pensador, obra
deAuguste Rodin, museu de
Paris</strong></p>
<p><strong>Agradecemos:</strong></p>
<ul>
<li>ao ilustrador checoslovaco Heinz Edelmann, responsável
pela arte da animação <em>Submarino
Amarelo</em>, dos Beatles, filmado em
1968, pelos desenhos que tanto combinaram com esta
matéria.</li>
<li>ao Professor Tulio Vianna pelos esclarecimentos legais
postados em seu
blog:http://www.tuliovianna.org/</li>
<li>e ao ProfessorHariovaldo Almeida Prado pela
excelente interpretação dos nobres sentimentos da Força "Pública"
de São Paulo. Disponível em:
http://hariprado.wordpress.com/2009/06/09/debelado-foco-guerrilheiro-na-usp/</li>
</ul>
<p><strong>~~~~~~~~~~</strong></p>
<p>Colaboração:
<strong>Consultoria Acadêmica</strong></p>
				</div>			</content>			<id>http://pre-vestibular.arteblog.com.br/167322/INTERPRETA-O-Governador-do-Estado-de-S-o-Paulo-deu-ordem-ilegal-para-prender/</id>			<link href="http://pre-vestibular.arteblog.com.br/167322/INTERPRETA-O-Governador-do-Estado-de-S-o-Paulo-deu-ordem-ilegal-para-prender/" />			<author>				<name>pre-vestibular</name>				<uri>http://pre-vestibular.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-06-21T16:17:43+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>PLEONASMO ou TAUTOLOGIA: NNF - Nóis Na Fita</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>HILÁRIO!</p>
<p>MUITO BOM!</p>
<p>é para não esquecer mais...</p>
<p><strong>PLEONASMO E
TAUTOLOGIA</strong></p>
<p><strong>Por Ana
A.S.César</strong></p>
<p>1) <strong>Pleonasmo</strong> - [Do
gr. pleonasmós, superabundância', pelo lat. tard.
pleonasmu.]</p>
<p>1.E. Ling. Redundância de termos que em
certos casos têm emprego legítimo, para conferir à expressão mais
vigor, ou clareza. Ex.: Vi com estes olhos que a terra há de
comer.</p>
<p>2) Trata-se de termo genérico, que tanto pode adornar a
linguagem, como torná-la feia e sem encanto. No primeiro caso, em
que se busca dar força à expressão, chama-se pleonasmo de estilo.
Ex.: "Vi com meus próprios olhos". No segundo caso, caracteriza
vício da linguagem e chama-se pleonasmo vicioso, porquanto, longe
de enfeitar o estilo, apenas repete desnecessariamente idéia já
referida. Ex.: "Subir para cima".</p>
<p>3) Expressões com pleonasmo de estilo trata-se de
construção irrepreensível, porque "o pleonasmo deixa de
considerar-se vício para classificar-se como figura desde que, sem
tornar deselegante a frase, contribua para dar maior relevo à
idéia".1</p>
<p>4) Quanto à <strong>Tautologia</strong> (de tautos, em grego, que exprime a
idéia de mesmo, de idêntico), trata-se de outra denominação que
recebe o pleonasmo vicioso e se caracteriza pela seguida repetição,
por meio de palavras diferentes, de um pensamento anteriormente
enunciado, baseando-se "no desconhecimento da verdadeira
significação dos termos empregados, provocando redundância ou
condenável demasia verbal".2</p>
<p>5) Além dos lapsos mais comuns nesse campo (subir para
cima, descer para baixo, entrar para dentro, sair para fora, menino
homem...) e verificáveis até com perfunctório cuidado, há outros de
identificação mais difícil, mas que, de igual modo, devem ser
evitados, ainda que à custa de maior atenção: breve alocução
(alocução já significa um discurso breve), monopólio exclusivo
(está ínsita em monopólio a idéia de exclusividade), principal
protagonista (protagonista já é o personagem principal), manusear
com as mãos (manusear já tem por radical, em latim, a idéia de
atuar com as mãos), preparar de antemão (por força do prefixo
latino pre, preparar já tem em si a idéia de anterioridade),
prosseguir adiante (não há como prosseguir para trás, já que o
prefixo latino pro tem o significado de movimento para a frente),
prever antes (por força do prefixo latino pré, significando
anterioridade, prever depois não é prever), prevenir
antecipadamente (o prefixo latino pre já traz em si a idéia de
anterioridade), repetir de novo (em razão do prefixo latino re,
repetir já significa atuar de novo), boato falso (boato já
significa um relato sem correspondência com a
verdade).</p>
<p>Mas há outros, como você
pode ver na lista a seguir:</p>




<p><span><span></span>elo de ligação</span></p>


<p>encarar de
frente</p>




<p>acabamento
final</p>


<p>multidão de
pessoas</p>




<p>certeza
absoluta</p>


<p>amanhecer o
dia</p>




<p>quantia
exata</p>


<p>criação
nova</p>




<p>nos dias 8, 9 e 10,
inclusive</p>


<p>retornar de
novo</p>




<p>juntamente
com</p>


<p>empréstimo
temporário</p>




<p>expressamente
proibido</p>


<p>surpresa
inesperada</p>




<p>em duas metades
iguais</p>


<p>escolha
opcional</p>




<p>sintomas
indicativos</p>


<p>planejar
antecipadamente</p>




<p>há anos
atrás</p>


<p>abertura
inaugural</p>




<p>vereador da
cidade</p>


<p>continua a
permanecer</p>




<p>outra
alternativa</p>


<p>a última versão
definitiva</p>




<p>detalhes
minuciosos</p>


<p>possivelmente poderá
ocorrer</p>




<p>a razão é
porque</p>


<p>comparecer em
pessoa</p>




<p>anexo junto à
carta</p>


<p>gritar bem
alto</p>




<p>de sua livre
escolha</p>


<p>propriedade
característica</p>




<p>superávit
positivo</p>


<p>demasiadamente
excessivo</p>




<p>todos foram
unânimes</p>


<p>a seu critério
pessoal</p>




<p>conviver
junto</p>


<p>exceder em
muito</p>




<p>fato
real</p>


<p></p>




<p>
Note que todas essas repetições são dispensáveis.</p>
<p>Por exemplo, 'surpresa
inesperada'. Existe alguma surpresa esperada? É óbvio que
não.</p>
<p>Devemos evitar o uso das
repetições desnecessárias. Fique atento às expressões que utiliza
no seu dia-a-dia. Verifique se não está caindo nesta
armadilha.</p>
<p>6) Nem sempre é fácil
identificar tautologias, quer por desconhecimento do real
significado das palavras, quer porque há expressões que estão
enraizadas no uso e são de difícil expurgo: abertura inaugural,
acabamento final, detalhes minuciosos, metades iguais, empréstimo
temporário, encarar de frente, planejar antecipadamente, superávit
positivo, vereador da cidade.</p>
<p><strong>Fonte:
http://stoa.usp.br/anacesar/weblog/44709.html</strong></p>
<p>Pleonasmo:</p>
<p>"vício" ou estilo?</p>
<p><strong>Por Thaís Nicoleti de Camargo</strong></p>
<p>Não é raro ouvirmos que alguém "subiu lá em cima" ou "saiu lá
fora". Certamente, reconhecemos tais formas como viciosas, e,
muitas vezes, elas se transformam em motivo de riso. No nível culto
da língua, são inadmissíveis. Que pensar de alguém que tenha
sofrido uma "hemorragia de sangue" ou participado de um "plebiscito
popular"? A esse tipo de construção chamamos pleonasmo, palavra
grega que significa superabundância.</p>
<p>Quantas vezes já ouvimos alguém dizer que houve um "consenso
geral"? Ora, consenso é a opinião geral. É o mesmo problema que
ocorre com a "opinião individual de cada um" e com a "unanimidade
de todos". "Encarar cara a cara", "repetir de novo", "enfrentar de
frente" são tão redundantes quanto o "erário público" e o "vereador
municipal".</p>
<p>Se esses pleonasmos beiram o ridículo, outros há no idioma
perfeitamente aceitáveis. São comuns, em bons escritores,
construções com duplo objeto, de grande poder expressivo. Em uma
frase como: "A carta, não a recebi", o objeto direto é anteposto (a
carta) e repetido depois como pronome oblíquo ("a"). A este
chamamos objeto direto pleonástico. A frase ficou muito mais
enfática que: "Não recebi a carta".</p>
<p>Quem já não ouviu falar que alguém "viveu uma vida de cão" ou
"dormiu o sono dos justos"? Nessas frases, ocorre o que se conhece,
gramaticalmente, como objeto direto interno. Um verbo intransitivo
adquire transitividade e tem o seu objeto direto representado por
um núcleo semanticamente ligado a ele, acrescido de um
qualificativo. O uso do adjetivo ou da locução adjetiva torna único
aquilo que pareceria óbvio.</p>
<p>Há outras construções pleonásticas também aceitas, como é o
caso da dupla negativa, em frases do tipo: "Não disse nada" ou "Não
havia nenhuma pessoa lá". Mais elegantes, entretanto, soam as
formas: "Nada disse" ou "Não havia pessoa alguma lá". Note que o
pronome indefinido "algum", posposto ao substantivo, assume valor
negativo.</p>
<p>Como você pode perceber, nem sempre o pleonasmo é um vício de
linguagem. Vezes há em que é um poderoso recurso de estilo. No belo
"Soneto da Fidelidade", diz Vinicius de Morais: "De tudo, ao meu
amor serei atento/ Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto/ (...)
E em seu louvor hei de espalhar meu canto/ E rir meu riso e
derramar meu pranto (...)".</p>
<p>Em Manuel Bandeira, no "Poema Só para Jaime Ovalle", lemos:
<strong>"Chovia uma triste chuva de
resignação"</strong>. O limite entre o "defeito" e o estilo
pode parecer tênue. Mas, com um pouco de sensibilidade, fica fácil
distinguir um do outro.</p>
<p>Thaís Nicoleti de Camargo é consultora
de
língua portuguesa da Folha e apresentadora
das aulas de gramática do programa "Vestibulando",
da TV Cultura.</p>
<p><strong>Fonte:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u197.shtml</strong></p>
<p><strong>~~~~~~~~~~~~~</strong></p>
<p><strong><strong>Colaboração<span>Consultoria Acadêmica</span></strong></strong></p>
				</div>			</content>			<id>http://pre-vestibular.arteblog.com.br/164318/PLEONASMO-ou-TAUTOLOGIA-NNF-N-is-Na-Fita/</id>			<link href="http://pre-vestibular.arteblog.com.br/164318/PLEONASMO-ou-TAUTOLOGIA-NNF-N-is-Na-Fita/" />			<author>				<name>pre-vestibular</name>				<uri>http://pre-vestibular.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-06-08T02:49:18+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>2º HISTÓRIA DO BRASIL por Boris Fausto: Brasil Colônia - parte 2</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Vídeo do
Ministério da Educação</p>
<p></p>
<p>HISTÓRIA DO</p>
<p>BRASIL</p>
<p><strong>continuação</strong></p>
<p></p>
<p>Mapa histórico
do BRASIL: Capitanias Hereditárias (1686).
Fonte:
http://www.flickr.com/photos/thejourney1972/3389499118/</p>
<p><strong>1ª forma de governo do
Brasil colônia:</strong></p>
<p>- foi o
sistema de</p>
<p>CAPITANIAS
HEREDITÁRIAS</p>
<p>
Fonte:www.estanciasergipe.org/capitan1.html</p>
<p>- com exceção das de São
Vicente e Pernambuco,</p>
<p><strong>as capitanias
fracassaram</strong></p>
<p>
Acima, Capitania Hereditária Pernambuco,
abaixo, de São Vicente
</p>
<p>-
diante do fracasso das capitanias hereditárias, Portugal
estabeleceu um sistema centralizado de governo</p>
<p><strong>2ª forma de governo do
Brasil colônia:</strong></p>
<p>GOVERNO GERAL</p>
<p>- era preciso dar um meio
econômico para o Brasil</p>
<p>- os portugueses se
concentraram, principalmente, na produção de
açúcar</p>
<p>
Cana de açúcar</p>
<p>A MONOCULTURA</p>
<p>- a cana de açúcar era
vantagem:</p>
<p>- porque os portugueses já tinham experiência com essa
cultura:</p>
<p>- na costa da África, nas ilhas que já tinham
colonizado</p>
<p>- os portugueses conheciam muito bem o negócio do
açúcar</p>
<p>- para tocar uma grande
fazenda de cana era preciso de braços, mas:</p>
<p>- não era do gosto do povo
português atender a um trabalho dessa natureza</p>
<p>- configurava, inevitavelmente, um trabalho quase
escravo</p>
<p>
Moinho de cana de açúcar.
Fonte:imprimis.arteblog.com.br/r272/Aulas-de-Historia/</p>
<p>- então era preciso
encontrar outra saída para esse problema da
mão-de-obra</p>
<p>- por
isso:</p>
<p>- 1º tentaram a mão-de-obra indígena</p>
<p>
Escravidão do indígena -
representação</p>
<p>- depois a exploração do tráfico africano</p>
<p>
Fonte:
salvoconduto.blogs.sapo.pt/51783.html</p>
<p>OS ESCRAVOS</p>
<p>- Vieram em condição muito
penosa para o Brasil</p>
<p>- morria muita gente na viagem</p>
<p>
Do
blog:http://claudialeal.blogspot.com/</p>
<p>A
DIVERSIDADE DOS GRUPOS DIFICULTAVA A RESISTÊNCIA À
ESCRAVIDÃO</p>
<p>- Os escravos chegavam de
diferentes regiões da África,</p>
<p></p>
<p>- muitas vezes não se conheciam- chegavam totalmente desorganizados
- era o que o português queria:</p>
<p>- era muito difícil organizar uma resistência à escravidão por
causa da diversidade</p>
<p>A RESISTÊNCIA</p>
<p>- a forma mais conhecida de
resistência à escravidão no Brasil é a forma do
QUILOMBO</p>
<p>
Um quilombo Cuanhama, sudeste de Angola
Do belo trabalho da arquiteta Günter Weimer, disponível em:
http://www.ihgrgs.org.br/artigos/Gunter_Brasil_Africa.htm
</p>
<p>- o
Quilombo:</p>
<p>- reunia os negos fugidos
- mas se sabe também que outras pessoas se juntavam aos
negros,
- e tinham uma forma de vida própria</p>
<p>- o escravo era importante
para:</p>
<p>- a mão-de-obra
- o comércio dos escravos, que
- gerou muitas riquezas</p>
<p>
Senzala.Do belo trabalho da arquiteta
Günter Weimer, disponível em:
http://www.ihgrgs.org.br/artigos/Gunter_Brasil_Africa.htm</p>
<p>- tais riquezas chegavam,
por vezes, a ser maiores que a riqueza gerada pela produção da cana
de açúcar</p>
<p>OS HOLANDESES</p>
<p>- Além dos portugueses, a
presença mais importante no Brasil, naquela época, foi a dos
holandeses</p>
<p>
Esquadrão naval holandês comandado por
Hendrick Corneliszoon Lonck, na invasão de Pernambuco em 1630.
Fonte:
memory.loc.gov/intldl/brhtml/br-1/br-1-3-3.html</p>
<p>- vieram para a Bahia
- ocuparam Salvador
- foram obrigados a se retirar
- fizeram uma 2ª invasão
- permaneceram, dessa vez, por mais tempo em
Pernambuco</p>
<p>- os holandeses
vieram:</p>
<p>- tentar uma colonização
- ganhar postos no Brasil
- tentar controlar o comércio dos escravos
- ao mesmo tempo em que ocuparam postos no
Nordeste:</p>
<p>- ocuparam Pernambuco e
- avançaram sobre a costa ocidental da África</p>
<p></p>
<p>- os
holandeses travaram batalhas:</p>
<p>- com os portugueses e
- com os habitantes locais:</p>
<p>- índios
- negros
- colonos</p>
<p>- foram militarmente
derrotados</p>
<p>- foram expulsos
- se retiraram</p>
<p>BRASIL DO SÉCULO 17</p>
<p>
[Barroco Brasileiro] - óleo sobre madeira
século XVII - painel de decoração de igreja,
Pinacoteca do Estado de São Paulo. Fonte:
flickr.com/photos/artexplorer/3174499704/</p>
<p>- ainda era pouco
explorado</p>
<p>
Ilustração da Bahia de todos os Santos, no
século XVII. Fonte: www.utrecht.com.br</p>
<p>- um País atrasado
- um País mais indígena</p>
<p>
© Copyright 2003, Academia Horácio Berlinck
S/C Ltda.</p>
<p>SÃO PAULO, por
exemplo:</p>
<p>- era uma terra de gente
rústica
- onde viviam os famosos BANDEIRANTES</p>
<p></p>
<p>- que avançavam pelo
sertão
- apresavam os índios
- conquistavam territórios para a coroa
- desempenhavam um papel muito importante para os avanços no
interior do Brasil</p>
<p><strong>Ainda com as conquistas do
interior, a cidade
de São Paulo teve seu desempenho
político e cultural adormecido até
meados do século 19 com o ciclo do café.</strong></p>
<p>
Rua São Bento, século 19.</p>
<p>A FORMAÇÃO DO</p>
<p>POVO
BRASILEIRO</p>
<p>- uma grande miscigenação,
isto é,
- um grande cruzamento de raças</p>
<p>
Trabalho extraído do site Arte
Educa:análise realizada com base na obra
Operários,
obra de Tarsila do Amaral retratando as características
sociais
e multifacetadas do Brasil e de seu povo, suas origens e
miscigenação.
Disponível em:
www.arteduca.unb.br/.../pgv_sg_carousel_big_view</p>
<p>-
branco + índio + negro</p>
<p>
Operários, obra de Tarsila do Amaral,
1933,Acervo do Gov. Estado de São Paulo.</p>
<p>O OURO</p>
<p>- os espanhóis haviam
encontrado muito ouro desde o início de suas conquistas em suas
colônias
- mas no Brasil, só no século 18 é que foi encontrado
ouro</p>
<p></p>
<p>- as minas de ouro foram
descobertas em Minas Gerais</p>
<p>mineral metálico de
e
níquel na maior
do Mundo, e Minas Gerais é o
maior principalmente na
região de Lafaiete.</strong> Fonte: www.brasilcult.pro.br/</p>
<p>- região
que levou o nome por conta desse evento</p>
<p><strong>A produção de diamantes é muito
norte do Estado,
Diamantina, Serro e Grão Mogol, é o grande centro
surgido diamantes que
valem milhões de cruzeiro.</strong></p>
<p></p>
<p></p>
<p>Fonte:
www.brasilcult.pro.br/.../viajandobr08.htm</p>
<p></p>
<p>A FORMAÇÃO DA</p>
<p>SOCIEDADE
BRASILEIRA</p>
<p>- os portugueses não se
interessaram:</p>
<p>- pela produção do açúcar
- nem pelas bandeiras sertão a fora</p>
<p>
A morte de Fernão Dias Paes Leme, década de
40,
Raphael Gaspar Falco (Oran, 1885- São Paulo 1967), óleo sobre tela.
Fonte:peregrinacultural.wordpress.com</p>
<p>- mas, a descoberta do
ouro, metais preciosos, diamantes fez com que:</p>
<p>
Retrato de Dona Dominga e Seu Baptista, obra
de Cândido Portinari</p>
<p>- em meados do século 18:</p>
<p>- houvesse uma imensa corrida de imigrantes vindos de
Portugal
- foi a primeira experiência de grande imigração branca no
Brasil,
- os imigrantes vinham de Portugal</p>
<p>~~~~~~~~~~~~~~
<span><strong>Colaboração:</strong></span><strong>Consultoria Acadêmica</strong>
</p>
				</div>			</content>			<id>http://pre-vestibular.arteblog.com.br/164063/2-HIST-RIA-DO-BRASIL-por-Boris-Fausto-Brasil-Col-nia-parte-2/</id>			<link href="http://pre-vestibular.arteblog.com.br/164063/2-HIST-RIA-DO-BRASIL-por-Boris-Fausto-Brasil-Col-nia-parte-2/" />			<author>				<name>pre-vestibular</name>				<uri>http://pre-vestibular.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-06-07T19:49:14+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>1º HISTÓRIA DO BRASIL por Boris Fausto: Brasil Colônia - parte 1 (do Ministério da Educação)</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Vídeo do
Ministério da Educação</p>
<p></p>
<p>HISTÓRIA DO</p>
<p>BRASIL</p>
<p>
Imagem do Brasil delineada pela natureza de
Porto de Galinhas, Pernambuco, Brasil.
Desconheço o autor da foto.</p>
<p></p>
<p><strong>HISTÓRIA</strong></p>
<p><strong>=</strong></p>
<p><strong>ciência
humana</strong></p>
<p>
<strong>Criação do Mundo, obra de Hieronymus Bosch,
1504-1510.
Grisaille em painel. Museu do Prado, Madrid,
Espanha.</strong></p>
<p>- Depende em muito da visão
do historiador
- Tem lógica
- Tem normas
- Tem um processo
- Tem objetividade</p>
<p>
Mapa representando a Europa no século 15.
Observe Portugal
na ponta da Europa, banhado pelo oceano atlântico.</p>
<p></p>
<p>PORTUGAL NO</p>
<p>SÉCULO 15</p>
<p>- pioneiro na expansão
marítima
- havia aprendido as técnicas de navegação com os genoveses
(Itália) viajando pelo mar mediterrâneo
- monarquia centralizada
- a coroa possuía recursos suficientes para investir nas
navegações
- a posição geográfica facilitava:
- as terras eram banhadas pelo Atlântico</p>
<p><strong>As armas e os barões
assinalados [1]
Que, da Ocidental praia Lusitana [2]
Por mares nunca de antes navegados
Passaram ainda além da Taprobana [3],
Em perigos e guerras esforçados [4]
Mais do que prometia a força humana,
E entre gente remota edificaram
Novo Reino, que tanto sublimaram [5]
<span>Trecho de: Os lusíadas, de Luíz de
Camões.</span> <strong>Notas:<span>[1]
Barões eram os nobres que se dedicavam à guerra /[2]
Refere-se à Portugal (é uma metonímia) /[3] Taprobana é o
antigo Ceilão, atual Siri Lanka. /[4]
Elevaram</span></strong></strong></p>
<p>- Os portugueses foram
buscar:</p>
<p>- benefícios materiais</p>
<p>- ouro
- especiarias que serviam para disfarçar o mau gosto dos alimentos
que se mantinham, naquela época, sem refrigeração (não existia a
geladeira ainda)</p>
<p>- pimenta
- nós moscada
- cravo
- canela</p>
<p>- espírito de aventura</p>
<p>- desejo de conhecer novas terras</p>
<p>
Portugal e Espanha no período das grandes
navegações, o imaginário europeu.</p>
<p>- havia a fantasia do novo mundo povoada no
imaginário dos europeus:</p>
<p>
O imaginário europeu no período das grandes
navegações</p>
<p>desde a idade média por meio de lendas de animais
gigantescos, sereias que habitavam as novas
terras</p>
<p>
Tela de Tarsila do Amaral</p>
<p><strong>Os portugueses
inventaram a caravela</strong></p>
<p>
<strong>The Seducer - René
Magritte 1953.</strong></p>
<p>- as expedições eram muito
avançadas tecnicamente para as condições da
época</p>
<p>- um navio leve,
- extremamente eficiente
- de tecnologia muito avançada</p>
<p>- na caravela, Pedro
Alvarez Cabral avista a Terra Brasílica nas costas da
Bahia</p>
<p>- no dia 21 de abril = sinais de terra foram
percebidos
- no dia 22 de abril = a terra foi avistada</p>
<p><strong>E assim seguimos nosso
caminho, por este mar de longo, até que terça-feira das Oitavas de
Páscoa, que foram 21 dias de abril, topamos alguns sinais de terra,
estando da dita Ilha -- segundo os pilotos diziam, obra de 660 ou
670 léguas -- os quais eram muita quantidade de ervas compridas, a
que os mareantes chamam botelho, e assim mesmo outras a que dão o
nome de rabo-de-asno. E quarta-feira seguinte, pela manhã, topamos
aves a que chamam furabuchos.
Neste mesmo dia, a horas de véspera, houvemos vista de terra! A
saber, primeiramente de um grande monte, muito alto e redondo; e de
outras serras mais baixas ao sul dele; e de terra chã, com grandes
arvoredos; ao qual monte alto o capitão pôs o nome de O Monte
Pascoal e à terra A Terra de Vera
Cruz!</strong></p>
<p>Trecho da: CARTA de Pero Vaz de Caminha, in:
http://pre-vestibular.arteblog.com.br/30053/CARTA-de-Pero-Vaz-de-Caminha/</p>
<p></p>
<p>MOMENTO</p>
<p>MÁGICO</p>
<p>
Abaporu, obra de Tarsila do Amaral, 1928,
óleo sobre tela,
Colecção Eduardo Costantini, Buenos Aires, Argentina</p>
<p><strong>foi</strong> <strong>impressionante para os portugueses
que avistaram os índios naquela
terra totalmente nova</strong></p>
<p>
Iluminura do século XV retratando o amor
cortês:
grandes diferenças entre a vida das mulheres nobres e
camponesas</p>
<p><strong>foi impressionante</strong> <strong>para os
índios
queavistaram aquelas pessoas
estranhas,</strong></p>
<p>
Tupinambás, o Massacre de um povo</p>
<p><strong>com vestimentas incrivelmente
inadequadas para o clima praieiro do
Brasil,</strong></p>
<p></p>
<p><strong>naquelas caravelas nunca até
então imaginadas pelo índio</strong></p>
<p>
Descobrimento do Brasil, obra de Cândido
Portinari.
Imaginário do índio?</p>
<p>- as atitudes seguiram os
interesses:</p>
<p>- o clero estava interessado imediatamente na catequese,
em erguer a cruz</p>
<p>
Padre Anchieta, obra de Cândido
Portinari</p>
<p>- enquanto outros devem ter se maravilhado com as
mulheres indígenas nuas</p>
<p>
Antropofagia, obra de Tarsila do
Amaral</p>
<p><strong>- As obras
artísticas que falam sobre essa época não representam a
realidade</strong></p>
<p></p>
<p><strong>- mostram apenas a maneira de ver dos artistas do
século 19 já deturpada</strong></p>
<p>O Brasil
não</p>
<p>foidescoberto</p>
<p>nem achado</p>
<p>- os portugueses não vieram
para uma terra inteiramente vazia</p>
<p>
A Cuca, obra de Tarsila do Amaral, 1924, Óleo
sobre tela, Museu de Grenoble, França.</p>
<p>- esta era uma terra
ocupada pelos índios</p>
<p>
Índios - obra de Di Cavalcanti</p>
<p>A história do relacionamento entre os índios e
portugueses é uma história trágica</p>
<p>
Jean Baptiste Debret, "Botocudos, Puris
Patachos e Machacalis", litografia de 1834. In:
http://geosubversivos.blogspot.com/2008/08/jean-baptiste-debret-botocudos-puris.html</p>
<p>Os índios foram expulsos das terras que ocupavam, foram
escravizados nos primeiros tempos da colônia, e milhares deles
morreram vítimas de doenças trazidas pelos
portugueses</p>
<p>Boris Fausto.</p>
<p>
Índios atravessando um riacho de Jean
Baptiste Debret (1768-1848) (cromo).
© Museu de arte de São Paulo Assis Chateaubriand.</p>
<p><strong>O Brasil</strong></p>
<p><strong>de
1500-1600</strong></p>
<p><strong>foi bem
definido</strong></p>
<p><strong>pelo cronista
Frei</strong></p>
<p><strong>Vicente
Salvador</strong></p>
<p><strong>que dizia que:</strong></p>
<p>- os portugueses, a
princípio:</p>
<p>- se arrastavam pela praia como caranguejos, ou
seja, ficavam principalmente no litoral
- muito concentrados no litoral do nordeste
- estavam muito interessados no comércio com a Índia
- pensavam no Brasil como uma espécie de ponto de parada na rota
para as Índias</p>
<p>^^^^^^^^^x^^^^^^^^^
<strong>PATROCÍNIO<strong>Consultoria
Acadêmica</strong></strong></p>
				</div>			</content>			<id>http://pre-vestibular.arteblog.com.br/164060/1-HIST-RIA-DO-BRASIL-por-Boris-Fausto-Brasil-Col-nia-parte-1-do-Minist-rio-da-Educa-o/</id>			<link href="http://pre-vestibular.arteblog.com.br/164060/1-HIST-RIA-DO-BRASIL-por-Boris-Fausto-Brasil-Col-nia-parte-1-do-Minist-rio-da-Educa-o/" />			<author>				<name>pre-vestibular</name>				<uri>http://pre-vestibular.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-06-07T02:05:00+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>OS LINGUÍSTAS E O CARTUNISTA: Grump e o acordo ortográfico</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><strong>O ACORDO</strong></p>
<p><strong>ORTOGRÁFICO POR</strong></p>
<p><strong>ORLANDELI GRUMPI</strong></p>
<p></p>
<p> Vândalo, olha isso, já estão valendo as novas
regras do tal acordo ortográfico. Acentuação, hífen... mudou um
monte de coisa. Sabe o que significa? Precisamos de um novo
corretor ortográfico para essa máquina urgente.</p>
<p></p>
<p> Tive uma idéia. Vou pedir ajuda ao meu sobrinho
para entender o tal acordo. Pra essa
<strong>molecada</strong> é <strong>moleza.</strong>
Estão aprendendo agora, não
tem os vícios da gente, que já usa as antigas regras faz tempo.
Olá, sobrinho. Beleza? Por acaso você está por dentro do acordo
ortográfico?</p>
<p>
Falaaaa tiunnnnmm!! Blz???!!!! . Acho
q Naumm eh dificium naumm!!!! Passa aki em ksaaaaaa Q nois
aprendihh juntuuuuu!!!!!! :P hsuahuhuhshauhushuahushuah
 Melhor pensar em outra coisa.</p>
<p></p>
<p> No lugar de reclamação,
<strong>AÇÃO</strong>! Comprei um livro com tudo sobre a
<strong>reforma</strong><strong>orográfica</strong>. Vou <strong>estar lendo
diariamente</strong>. Vou <strong>estar aprendendo</strong> cada vez mais. Vou
<strong>estar
superando</strong> a cada dia.</p>
<p>
Bem que podiam ter aproveitado a reforma para
<strong>estarem
limando</strong> a gerúndio.</p>
<p></p>
<p></p>
<p></p>
<p></p>
<p></p>
<p></p>
<p></p>
<p></p>
				</div>			</content>			<id>http://pre-vestibular.arteblog.com.br/137025/OS-LINGU-STAS-E-O-CARTUNISTA-Grump-e-o-acordo-ortogr-fico/</id>			<link href="http://pre-vestibular.arteblog.com.br/137025/OS-LINGU-STAS-E-O-CARTUNISTA-Grump-e-o-acordo-ortogr-fico/" />			<author>				<name>pre-vestibular</name>				<uri>http://pre-vestibular.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-06-07T02:15:39+02:00</updated>		</entry></feed>