<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">		<title>http://poetaludiro.arteblog.com.br</title>		<id>http://arteblog.com.br/</id>		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://poetaludiro.arteblog.com.br/atom.xml" />		<subtitle><![CDATA[Vermelho da vida - A arte sustenta a alma assim como o pão sustenta o corpo e a fé o espírito!!]]></subtitle>		<rights>Copyright (c) 2006, Hi-pi</rights>		<generator>Hi-pi ATOM generator</generator>		<author>			<name>Hi-pi</name>			<uri>http://poetaludiro.arteblog.com.br</uri>		</author>		<updated>2008-07-08T19:17:44+02:00</updated>		<entry>			<title>POESIA GÓTICA</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><strong><em><span>Feito doce para os vermes!
O conto de um cadaver...</span></em></strong></p>
<p>O capuz no rubro negro da noite, assustador se fez morte
na noite silente na minha torpe tontura do medo que me veio aos
pes fazendo-me em doce aos vermes quando este se fez monstro
na escurido dando o fim na minha desordenada caminhada rumo
a uma velhice rompida pelo demonio do capuz aguado e
ferro cromado nas mos caladas, calidas e
severas!</p>
<p>Sem palavras, apenas adormeci e subia-me no corpo o frio
penetrava em meus pes e feito nevoa em meu corpo que
agora com as palpebras entre abertas com o restante das
foras desfalecida contemplava a fulga calma entre as
sombras caladas da noite em caladas e esquinas e assim
cerraram-se...</p>
<p>Com a polvora em minhas narinas, a boca do berro
no meu rosto, o sussurro em meus ouvidos em gritos calados em
lenos umedecidos do estampido e uma bala de caramelo com 9
mm atravessando meu macio cranio, meu corpo caia
desmoronando</p>
<p>por imagens que minavam em minhas vistas ja
lacradas pelo sangue brotado nas ventas empastando pela terra sob
meu nariz.</p>
<p>Ha quem pode sobreviver aos metodos de
Hitler e morrer nas mos de um bispo?</p>
<p>Haja fora para comover, movendo o intacto
corao duro humano nascido por apodrecer em fezes
ferteis...</p>
<p>Sou fera, ferido, fugindo de mim mesmo escondido entre
meus cabelos raspados e largados ao cho...</p>
<p>A alma canta... Parece cantarolar cantigas de ninar e
minh'alma vai...</p>
<p>Feito doce chocolate lambuzando meus labios
fetidos de palavras asperas enfadonhas, medonhas em
bocas de bueiros eu socorri um dia que sucumbi em botas sete
leguas no pantanos profundos onde mergulhava todos os
meus desejos.</p>
<p>Desperdicios de nada ter, assim dividiram minha
pobre loucura com o proprio eu fascinado pelo ego resplendor
da minha imagem refletida num espelho sem fundo onde tudo caia e
nada pairava em seu lugar. <span></span>Parado, absurdo na minha surdes
que nada ouvia os pedidos de socorro em agonia ao pedia para pular
do degrau de cima sem esborrachar no solo da musica de fundo
onde o defunto bailava sobre minha face oculta em meus transversos,
em versos enrustido de pobres cantigas por onde
iniciei!!</p>
<p>Pequena casa de campo, saida de um sonho, num
espanto, vermes malditos ebuliam da terra famintos pelo sangue de
quem morreu. Ali brotou a arvore vermelha de flores
azul-agua com perfume acre-doce onde seus frutos caiam no
cho e apodreciam o poder marginario de uma
populao de QI elevado a zero horas e meu
corpo estendido estava sendo devorado pelos vermes. Moscas
consumiam meus sangues onde deixavam suas larvas devoradoras do
nectar ferroso coagulado e passaros rapinas
sobrevoavam minha carcaa enquanto outros devoravam minha
carne abrindo buracos em minhas visceras, outros ja
introduzidos ao anus festejavam no meu interior, corvos
disputavam o penis ensanguentado por bicadas de famintos
sem nauseas!</p>
<p>Ali fiquei aos quatro ventos, e parti deixando-me
abandonado, onde arbustos escondiam o que ninguem queria
ver!</p>
<p></p>
<p><strong><em>-- Poeta Ludiro</em></strong></p>
				</div>			</content>			<id>http://poetaludiro.arteblog.com.br/74682/POESIA-GOTICA/</id>			<link href="http://poetaludiro.arteblog.com.br/74682/POESIA-GOTICA/" />			<author>				<name>poetaludiro</name>				<uri>http://poetaludiro.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-07-08T19:16:34+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Charlito</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>"Se tivesse acreditado na
minha brincadeira</p>
<p>de dizer verdades teria
ouvido verdades</p>
<p>que teimo em dizer
brincando.</p>
<p>Falei como um
palhao, mas jamais duvidei</p>
<p>da sinceridade da
plateia que sorria."--
<strong><em>Chales Chaplin</em></strong></p>
<p></p>
<p>"A coisa mais injusta sobre
a vida e a maneira como ela termina. Eu acho que o
verdadeiro ciclo da vida esta todo de tras pra
frente. Nos deveriamos morrer primeiro, nos livrar
logo disso. Dai viver num asilo, ate ser chutado pra
fora de la por estar muito novo. Ganhar um relogio de
ouro e ir trabalhar. Ento voce trabalha 40 anos
ate ficar novo o bastante pra poder aproveitar sua
aposentadoria.Ai voce curte tudo, bebe bastante
alcool, faz festas e se prepara pra faculdade. Voce
vai pro colegio, tem varios namorados, vira
criano tem nenhuma responsabilidade, se torna
um bebezinho de colo, volta pro utero da me, passa
seus ultimos nove meses de vida flutuando. E termina tudo
com um otimo orgasmo! No seria
perfeito?"-- <strong><em>Chales
Chaplin</em></strong></p>
				</div>			</content>			<id>http://poetaludiro.arteblog.com.br/4701/Charlito/</id>			<link href="http://poetaludiro.arteblog.com.br/4701/Charlito/" />			<author>				<name>poetaludiro</name>				<uri>http://poetaludiro.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2007-04-14T02:12:08+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Vermelho da vida</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>
<span><span><strong><em><span>Vermelho
da vida</span></em></strong>
</span><span>O vermelho se desfaz
escondendo em um pano
que, firme, mente outra cor
dissolvendo-se dentre o branco,
a sorte de poder fingir ser
a mesma gama de dor
deste vermelho de pranto
parte de mim, se vai
parte de voce se esvai
em sangues secos
na mistura quente,
outra pessoa sente a nossa fora
mas, na
na velocidade que
lentamente o rosa contornou!
Em curvas loucas de aromas
Brotos de esperanas
Petalas incolores,
ficou.
Rosa formou
o jardim das delicias provocadas
retraidas e apavoradas
por cores de malicias
vermelho de sangue, guerra
armadas como armadilhas
de frutos brotam sem razo
pensando ainda, boto
mas tambem de amor!
Segmento por sementes, se afloram
Puramente, no cho
Flor--
A brancura da paz, purificao...
Beno de cruz e luta
Deitados no solo,
Da nossa solido
pura luz--
que em outras cores
decorou um mundo todo
conduz!
Estendeu-se o rosa
Mais uma vez
Contamos com o outro
Momento lucido, separados
Somos
na mistura doida,
outra flora devassada
de outra vida
passada
rosa perfumada,
queremos a hora do cheiro
de todas as partes
do sistema
calma...
rosa da paz e do amor!
Que tem o breve recado
Obrigatorio
De trocar estes lugares
Com as palavras certas
Petalas com a nossa alma
E nosso sangue
Nas--
Petalas com nosso sangue
e nossa alma!</span></span>
</p>
<p>
<span><em><strong>-- Ludiro
 Angela Regina - AR</strong></em></span>
</p>
<p>

</p><span>* Link: Imagem no Blog</span>
<em><strong><span>"</span></strong></em><em><strong><span>
Escrevendo no
Tempo</span></strong></em><em><strong><span>
"</span></strong></em>				</div>			</content>			<id>http://poetaludiro.arteblog.com.br/2692/Vermelho-da-vida/</id>			<link href="http://poetaludiro.arteblog.com.br/2692/Vermelho-da-vida/" />			<author>				<name>poetaludiro</name>				<uri>http://poetaludiro.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2007-02-21T13:50:46+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Carregadores</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>
Eis o resultado do concurso "<em>Carregadores</em>", foram
belos trabalhos enviados por e-mail, foi dificil escolher
dentre eles o melhor, precisei de uma ajuda tecnica para
termos uma soluo, convidei uma equipe formada por
seis julgadores, dentre eles um jornalista, dois mestres em
portugues, um artista plastico, um escritor e
finalmente eu! Por isso no consegui o resultado no prazo
previsto! Grato aos amigos colaboradores da comitiva de
avaliao, quais fizeram por amor e
dedicao e sem interesses lucrativos,
agradeo aos 57 amigos participantes com os seus belos
trabalhos e a confiana depositada a este
evento!!</p>
<p> Foi
levado em carater de avaliao a criatividade,
a ligao perfeita com o tema e a foto, a escrita e
principalmente a sensibilidade. Cada trabalho levou uma
pontuao de cada membro da equipe avaliadora, a qual
pontuou de 0,0 a 10, apos feito isso houve a some e a
media. No houve caso de empate!</p>
<p>Apreciem os trabalhos
vencedores de BilaBernardes e Cristiane de
Angelo!!</p>
<p></p>
<p><em><strong>Carregadores</strong></em></p>
<p></p>
<p><strong><em>Q</em></strong>uando era criana</p>
<p>me indignava</p>
<p>com fotos e
fatos</p>
<p>de pessoas
humildes</p>
<p>transportando
liteiras</p>
<p>carregando a
elite</p>
<p>pelos caminhos</p>
<p></p>
<p>Meu corao
pequenino</p>
<p>questionava:</p>
<p>Como poderia
existir,</p>
<p>trabalho to
vil?</p>
<p>pessoas
obrigadas</p>
<p>transformadas em
instrumento</p>
<p>sem vontade</p>
<p>desejos
esquecidos</p>
<p>esquecerem que eram
gente?</p>
<p></p>
<p>Volto hoje a ver as
cenas</p>
<p>que a Historia me
assombrara</p>
<p>No
pessoas que carregam agora</p>
<p>E a dor do
desemprego</p>
<p>E o peso da
excluso</p>
<p>E a opresso
das cidades</p>
<p>E a limpeza do
mundo</p>
<p>em suas mos
calejadas</p>
<p>em seus corpos
cansados</p>
<p>esculpidos ainda
meninos</p>
<p>carregando
cargas</p>
<p>maiores que o peso
esperado</p>
<p></p>
<p>Hoje no
mais</p>
<p>escravos de
senhores</p>
<p>ainda carregam a
elite</p>
<p>so escravos de um
sistema</p>
<p>que arrebata
dignidade</p>
<p>e distribui</p>
<p>cada vez mais
dores.</p>
<p>Sera que
percebem</p>
<p>o
e opo?</p>
<p><em><strong>-- BilaBernardes</strong></em></p>
<p></p>
<p></p>
<p><strong><em>CARREGADORES.</em></strong></p>
<p>
<strong><em>S</em></strong>omos todos
carregadores. Destinados a carregar conosco o DNA de nossas
familias e com sorte o nome tambem. Por outro lado a
vida nos impes a captura de um emaranhado de
experiencias que acabam por construir o que somos, carregamos
ento o peso dos sonhos e das mazelas de nossas
vivencias.</p>
<p> A sociedade nos
leva e nos impe a medidas, preconceitos,
estatisticas, leis degradantes, induo ao
consumo... E para que no nos tornemos marginalizados por
ela, acumulamos mais pesos, sem percebermos que estamos empurrando,
arrastando, trocando de lugar a espera de um descanso, um
alivio, uma saida... Nossos dias de violencia
so "peso pesado", somos violentados e nos
violentamos.</p>
<p>Enfraquecemos as leis e queremos que elas
nos protejam. No respeitamos os limites da natureza e
no queremos o ar poluido, o calor excessivo, as
tsunamis, o efeito estufa... Esses so os pesos da
ignorancia e os carregamos sem nos darmos conta de nada.
Ha um paradoxo!</p>
<p> As guerras, a fome, as
desigualdades sociais e o proximo no
pesos e constantemente insistimos em ve-los como tal,
no chamamos pra nos as
responsabilidades, afinal esta acontecendo com o vizinho ao
lado e no conosco!</p>
<p> Talvez esteja
aqui a soluo, se cada um de nos nos
desembaraassemos de tudo que nos assedia e que nos
leva a carregarmos coisas desnecessarias, seria
possivel um novo olhar.</p>
<p>Contribuiriamos para a melhoria
mundial sem pensarmos que e obrigao ou culpa
deste ou daquele! Assim no carregariamos pesos,
levariamos fardos leves.</p>
<p> Seriamos
carregadores apenas de amor e paz, pois e o que o mundo
precisa... Chegariamos mais rapidamente ao lugar do
sonho.

 "Vinde a mim todos os que estais cansados
e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vos o meu
jugo, e aprendei de mim que sou manso e humilde de
cora e encontrareis descanso para as vossas
almas. Porque o meu jugo e suave e o meu fardo e
leve". Jesus Cristo.
</p>
<p>*Referencias: CRISTO, Jesus. Evangelho de
Mateus. <strong>Biblia Sagrada</strong>, cap.11, vers. 28,29
e 30.</p>
<p>-- <strong><em>Critiane de
Angelo</em></strong></p>
				</div>			</content>			<id>http://poetaludiro.arteblog.com.br/2385/Carregadores/</id>			<link href="http://poetaludiro.arteblog.com.br/2385/Carregadores/" />			<author>				<name>poetaludiro</name>				<uri>http://poetaludiro.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2007-03-21T20:27:22+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Coruja</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>
<span>Photo by Ludiro</span>
</p>
<p>

</p>
<p>
<span><strong><em><span>Coruja</span></em></strong>
<span></span></span>
</p>
<p>
<span><span>aconchegado em densas plumas</span></span>
</p>
<p>
<span><span>empoleirado nos galhos da vida</span></span>
</p>
<p>
<span><span>atravesso
mortos dias</span></span>
</p>
<p>
<span><span>esperando
a noite chegar</span></span>
</p>
<p>
<span><span>nenhum
pio apenas espio</span></span>
</p>
<p>
<span><span>o mundo
que dorme</span></span>
</p>
<p>
<span><span>grandes
olhos timidos</span></span>
</p>
<p>
<span><span>acostumados a
escurido</span></span>
</p>
<p>
<span><span>faz presa
poesia</span></span>
</p>
<p>
<span><span>nas
garras da emoo</span></span>
</p>
<p>
<span><span>corujo</span></span>
</p>
<p>
<span><span>cada
palavra</span></span>
</p>
<p>
<span><span>que
escapado silencio</span></span>
</p>
<p>
<span><span>Solido</span></span>
</p>
<p>
<span><strong><em><span>...Paulo.</span></em></strong></span>
</p>				</div>			</content>			<id>http://poetaludiro.arteblog.com.br/2222/Coruja/</id>			<link href="http://poetaludiro.arteblog.com.br/2222/Coruja/" />			<author>				<name>poetaludiro</name>				<uri>http://poetaludiro.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2007-02-09T02:44:49+02:00</updated>		</entry></feed>