<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">		<title>http://observatorioskarlath.arteblog.com.br</title>		<id>http://arteblog.com.br/</id>		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://observatorioskarlath.arteblog.com.br/atom.xml" />		<subtitle><![CDATA[OBSERVATÓRIO Skarlath]]></subtitle>		<rights>Copyright (c) 2006, Hi-pi</rights>		<generator>Hi-pi ATOM generator</generator>		<author>			<name>Hi-pi</name>			<uri>http://observatorioskarlath.arteblog.com.br</uri>		</author>		<updated>2009-05-16T01:37:54+02:00</updated>		<entry>			<title>Depois de João e Maria.</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Agora eu quero ouvir a voz dos
desolados,
sem alma,
Que vivem o que lhes resta aos poucos...
Dando um passo à frente e vinte e um para trás

Pela destreza e coragem,
quero ouvir gritos de libertação
E quero que a liberdade
seja mais que uma bomba em nossas mãos...

Me olho no espelho, e posso te ver em mim: somos iguais
Em segredo, aprendizes da vitória que, em nós, foi capaz
De abrir os olhos e entender
Esta história é escrita por mim... por você!

Agora eu quero ouvir os nossos mitos,
construídos, outra vez desmentidos,
Braços abertos em um hino de paz...

Quero apenas ser jovem,
sentir a luz que envolve o teu olhar de irmã
E se há algo dentro de mim, clamando por um novo e bom
começo, 
tenha coragem de me deixar para trás.</p>
<p>Me olho no espelho, e posso te ver em mim:
somos iguais
Em segredo, aprendizes da vitória que, em nós, foi capaz
De abrir os olhos e entender
Esta história é escrita por mim... por você!</p>
<p>Agora.</p>
<p>Um poema com amor para :
Ana Gabriela</p>
<p>Skarlath.</p>
				</div>			</content>			<id>http://observatorioskarlath.arteblog.com.br/150796/Depois-de-Jo-o-e-Maria/</id>			<link href="http://observatorioskarlath.arteblog.com.br/150796/Depois-de-Jo-o-e-Maria/" />			<author>				<name>observatorioskarlath</name>				<uri>http://observatorioskarlath.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-05-16T01:37:39+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Aos loucos: O observador voltou ! Como se faz filosofia e poesia para loucos agora ?</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Inteligência é virtude de poucos,
dizem,
e ai de quem tentar aferi-la de pequenas coisas!
Não há mundaneidade, tampouco informalidade,
Nas belas invenções, rasuras e intervenções
(todas idealizadas por loucos);

Há mensagem, transgressão, anormalidade,
em suas pretensas invenções filosóficas;
há uma tradição em derrubar paradigmas rotos
e trazer a poucos a linguagem bela e sem retóricas
da subjetividade:

A verdade é que não dependem de fatos ou veracidade,
que jamais absorvem críticas,
jamais ouvem o que lhes deveria ser dito,
Uma total ausência de humildade:

É,
são frágeis, estes nossos belos artistas,
que de tão performistas e cheios de si,
de tão umbiguistas, pretensiosos e vis,
nos revelam a força de um vazio de ideias,
a atual fraqueza da outrora bela,
agora indesejável, arte.</p>
<p></p>
<p>Skarlath.</p>
<p>Poesiadedicada a
<strong>Friedrich</strong> <strong>Nietzsche. I</strong>nspirada da
primeira obra : <strong>Humano, demasiado humano</strong>, <em>um
livro para espíritos livres</em> .</p>
<p>Título extraido do livro :
<strong>Assim Falou Zaratrustra,</strong> <em>um livro para todos e
ninguém.</em></p>
				</div>			</content>			<id>http://observatorioskarlath.arteblog.com.br/150834/Aos-loucos-O-observador-voltou-Como-se-faz-filosofia-e-poesia-para-loucos-agora/</id>			<link href="http://observatorioskarlath.arteblog.com.br/150834/Aos-loucos-O-observador-voltou-Como-se-faz-filosofia-e-poesia-para-loucos-agora/" />			<author>				<name>observatorioskarlath</name>				<uri>http://observatorioskarlath.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-05-02T00:47:37+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Rasante.</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Foi tão bom quebrar o
silêncio
Tão bom lembrar de tantos dias
De quantas outras horas
De quantas outras memórias
Daquele absoluto carinho que ganhei por mim

É tão bom me sentir indefeso
Ao ver justo o que vejo
Esses passos errantes que me fazem imperfeito
Mas certo do que tenho em mãos
Certo do que sinto
Certo do espaço que ocupas em mim
Sim,nem mesmo anos
Nem mesmo a eternidade
Me tira do peito a lembrança
De dias lindos que vivi

E eu,
Que já me senti,por tantas vezes,revoltado
Em ter em mãos um amor acabado
De repente,percebi
Que sim,esse amor por horas renasce
Nesse sentimento de pura amizade
Em um amor em liberdade que sinto aqui
Dentro de mim

Foi tão bom sentir o que penso
Ouvir o que penso
Perdoar quem o disse a mim
Em nome das memórias
Da construção da história
Do que um dia senti

E eu,
Que já nem mais sonho acordado
Confesso que acho que não esteja errado
Em ter por ti afeto,paz,enfim...
Esse carinho,essa amizade
Dita perigosa,me parece verdade
Não quero ter mágoas,
Não quero ter esse peso
Quero dar asas a mim mesmo
Voar mais longe
E eu vôo,errante assim

Escrevendo outros versos
Lendo outros livros
Chorando por outros motivos
Sorrindo por outros ventos
Caindo em outras armadilhas
Quebrando outros encantos
Dizendo adeus a outros planos
Nunca mais aos prantos
Aprendendo a sorrir um pouco mais para mim
Aprendendo a ser a cada dia mais feliz,assim.</p>
<p>Certo de que o caminho da vida é
a morte</p>
<p>Que vou descer e precisar
subir</p>
<p>''Você vive hoje uma vida que
gostaria de viver por toda a eternidade?''</p>
<p>Skarlath</p>
				</div>			</content>			<id>http://observatorioskarlath.arteblog.com.br/150984/Rasante/</id>			<link href="http://observatorioskarlath.arteblog.com.br/150984/Rasante/" />			<author>				<name>observatorioskarlath</name>				<uri>http://observatorioskarlath.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-05-01T21:44:03+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>A Máscara da Circuncisão Poética - Parte I</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Todas as poesias têm algo a dizer ?
Prefiro não ter uma mensagem em cada linha
Ter um parágrafo silencioso em um ponto
A uma estrofe de verdades em cada mentira.</p>
<p>Não agrado aos metrilíneos
Aos obcecados, poetas de "pão e circo"
Sou Barroco em pleno Modernismo
Exagerado, porém sincero
O paradoxo eu reitero
Como o guia da mente que vos escreve.</p>
<p>E vêm à tona os lugares-comuns
O previsível? Não me peça originalidade!
Vou reciclar-te tal qual poesia Árcade
Te farei domínio
Serás fascínio
Obra pendurada na parede de qualquer bordel.</p>
<p>Sim, toda poesia tem seu significado
Mesmo eu sei disso - e tento dar-te asas
Achar em ti meus olhos e braços
Como se pudesse assim me eternizar</p>
<p>Por isso, sou um dito assassino
Aos obcecados,aqui está meu tiro às cegas
Sou louco, coringa rouco de tanto gritar poesia
Cansado de vomitar especulações, abstrações e teorias
Á métrica, ficam aqui as desculpas
Mas a mim sou guia e danço comigo mesmo
E os passos se renovam a cada dia.</p>
<p>Na gritaria,
ouço uns.
Batem palmas?
"Lá se vai mais um poeta!"
Vou entregar-me à fogueira
e à dor que me espera
Inquisidores, adeus!
Já vou tarde.
Continuo sem significado.
Sem mensagens e sem linhas.
Sem pontos, sem verdadescom mentiras, sem mentiras com
verdades
Quando ''uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra
coisa.''</p>
<p>Continuo nesse recíproco bem-estar
De morrer assim,
com a verdade nos punhos sozinhos.</p>
<p>Skarlath</p>
				</div>			</content>			<id>http://observatorioskarlath.arteblog.com.br/150962/A-M-scara-da-Circuncis-o-Po-tica-Parte-I/</id>			<link href="http://observatorioskarlath.arteblog.com.br/150962/A-M-scara-da-Circuncis-o-Po-tica-Parte-I/" />			<author>				<name>observatorioskarlath</name>				<uri>http://observatorioskarlath.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-05-02T00:13:37+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Do tempo perdido, margens de erro.</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Diz-se...
"Versos vazios"?
Opacos, carentes de nexo, decentes, por vez - ou seriam
decadentes?
Você, amigo, decide: crie-os e recrie-os em sua mente;

Pois se há algo que, por aqui, faz falta
são vozes dissidentes,
que, como em tudo o que tenha a ver com (pseudo) arte,
são poucas, inábeis e nada mais que intermitentes

[Pretensiosas, sim.]

Mesmo sem uma linha nova de poesia,
há quem implique, crie interpretações, decida
Que sim, há, por trás de versos e fracas rimas,
alguém que massageia o ego e se alucina
ouvindo ofensas e dores-de-cotovelo recorrentes;

Ah, mas se há algo que, aqui, faz falta,
são réplicas contidas, respostas tortas e discursos latentes:

Se há uma coisa que se pode chamar de (pseudo) quase-arte é esta
poesia frágil:
Esta linguagem ágil e traçoeira que sempre em nós se faz
presente.</p>
<p>Skarlath.</p>
				</div>			</content>			<id>http://observatorioskarlath.arteblog.com.br/150801/Do-tempo-perdido-margens-de-erro/</id>			<link href="http://observatorioskarlath.arteblog.com.br/150801/Do-tempo-perdido-margens-de-erro/" />			<author>				<name>observatorioskarlath</name>				<uri>http://observatorioskarlath.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-05-01T04:10:01+02:00</updated>		</entry></feed>