<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0">	<channel>		<title>[arteblog.com.br] mylife : <![CDATA[As certezas das incertezas]]></title>		<link>http://mylife.arteblog.com.br</link>		<description><![CDATA[As certezas das incertezas]]></description>		<language>br</language>		<copyright>Copyright (c) 2006, Hi-pi</copyright>		<generator>Hi-pi RSS 2.0 generator</generator>		<docs>http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss</docs>		<pubDate>Wed, 12 Nov 2008 11:08:06 +0200</pubDate>		<item>			<title><![CDATA[Realidade...]]></title>			<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Finalmente entendi o conceito de deixar as
memórias no passado...</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Custou-me perceber que há pessoas que
ultrapassam aquilo que viveram num ápice, deixando tudo
exageradamente longínquo para sequer porem a hipótese de tentar de
novo.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Hoje tive consciência que há coisas que já
não voltam e que o melhor a fazer é pensar no que vem e não no que
foi...</p>
<p style="text-align: justify;"></p>
<p style="text-align: justify;">Há
coisas que não se recuperam:</p>
<p style="text-align: justify;">a
pedra depois de atirada</p>
<p style="text-align: justify;">a
palavra depois de proferida</p>
<p style="text-align: justify;">a
ocasião depois de perdida</p>
<p style="text-align: justify;">e o
tempo depois de passado...</p>
<p style="text-align: justify;"></p>
<p style="text-align: justify;"></p>
]]></description>			<link>http://mylife.arteblog.com.br/104529/Realidade/</link>			<comments>http://mylife.arteblog.com.br/Realidade----12112008-110806-lp-104529.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://mylife.arteblog.com.br/104529/Realidade/</guid>			<pubDate>Wed, 12 Nov 2008 11:08:06 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Encruzilhadas]]></title>			<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Chego a um
ponto de saturação em que se pudesse fugia. Fugia de tudo até
encontrar um lugar onde pudesse respirar e conseguir entender quais
os atos errados. Não estou bem. Exagerada ambição? Crença ilusória
em relação às pessoas?</p>
<p style="text-align: justify;">Tudo me
escapa por entre os dedos. Aquilo que julguei realizar-me, as
pessoas que julguem serem permanentes pilares na minha vida. Tudo
se esvai. Nada fica o tempo suficiente para eu o contemplar e dizer
que sou feliz.</p>
<p style="text-align: justify;">Como é
possivel ter situações passadas mal resolvidas quando sou a
primeira a debater-me com a defesa do esclarecimento de
desentendimentos? Como é possível não ter direito a sentir sem que
tenha de passar por provas, por vezes incontornáaveis? Como é
possivel serem mais as vezes que vejo o fracasso naquilo que
quero?</p>
<p style="text-align: justify;"> Não entendo o porquê
da força de vontade nem sempre valer de nada. Não consigo lidar com
a incapacidade do "querer". Sinto saudade de quando limitava-me a
viver sem ter que me debater com a minha constante dispersão de
pensamentos.</p>
<p style="text-align: justify;"> Não adianta dizer que
não vou voltar a tentar o que quer que seja na minha vida. Não
servirá afirmar que não me envolverei emocionalmente com mais
ninguém. Não fará sentido ser convita aquando de um não
voltar a confiar em algo ou alguém.</p>
<p style="text-align: justify;"> Não.</p>
<p style="text-align: justify;">Conheço-me.</p>
<p style="text-align: justify;"> Continuarei, vezes sem
conta, a confiar, a tentar, a gostar, a viver, a voar mais alto do
que deveria e provavelmente a cair mais uma vez.</p>
]]></description>			<link>http://mylife.arteblog.com.br/99836/Encruzilhadas/</link>			<comments>http://mylife.arteblog.com.br/Encruzilhadas-30102008-123747-lp-99836.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://mylife.arteblog.com.br/99836/Encruzilhadas/</guid>			<pubDate>Thu, 30 Oct 2008 12:37:47 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Complexidade racional]]></title>			<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Será que a necessidade de escrita funciona
meramente como um processo de reflexão interior ou como tentativa
de um entendimento não conseguido no decorrer das reações diárias?
Ultimamente, tenho pensado acerca disso e da questão de escrever
para me descomplicar ou para complicar o
descomplicado...</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Uma coisa é certa, nem sempre o que é
escrito é bem exposto ou interpretado...por vezes há pensamentos de
tal forma inconstantes que até eu própria tenho diferentes formas
de os interpretar em diferentes alturas de uma
eventual leitura reflexiva.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Tudo muito complicado de fato, ou não
fosse eu uma eterna complicada...aquela que constantemente
confronta o pensar e o sentir... o agir e o refletir...o
simplificar e o complexificar. Incompreensivelmente, tão depressa
há a existência de sentimentos reconfortantes como repentinamente
há-os também insatisfeitos e incoerentes.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">No decorrer de tantas palavras
desenfreadas permanece sempre algo a dizer...uma incerteza sem
resposta clara, um tentar perceber simplesmente porque sim, porque
busco constantemente respostas para o inquestionável, luto por
coisas inalcançáveis, tento controlar o incontrolavelmente
irremediável, acabando por nem sempre fazer sentido para quem
eventualmente me tente compreender.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Conclusivamente, sou alguém que apenas vai
questionando os limites das idéias e maneiras de expressão...alguém
que inconscientemente, ou conscientemente tendo em conta que penso
nisso agora, tenta encontrar a segurança na insegurança com
que a vida se apresenta.</p>
]]></description>			<link>http://mylife.arteblog.com.br/94400/Complexidade-racional/</link>			<comments>http://mylife.arteblog.com.br/Complexidade-racional-09102008-182420-lp-94400.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://mylife.arteblog.com.br/94400/Complexidade-racional/</guid>			<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 18:24:20 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[A intensidade do que sentimos]]></title>			<description><![CDATA[<p>O que é afinal um relacionamento?</p>
<p> </p>
<p style="text-align: justify;">Por vezes, julgo ter uma idéia definida sobre este assunto. No meu entender, é das coisas mais trabalhosas que temos na vida mas das mais valorativas que algum dia viveremos. É algo que exige uma dedicação constante mas que nos retribui esplendorosamente.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes, não é fácil passar da ideologia de uma relacionamento correto para a prática de situações e vivências. No entanto, todos os dias aprendo, um ensinamento essencial à compreensão das melhores coisas da vida.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Para mim, viver algo assim é aprender a dar e a receber, dedicando-me a 100%. Sou assim. Dou tudo o plausível, mesmo correndo o risco de me magoar. Não importa. Saboreio preciosamente o processo de observar e reger-me por aquilo em que acredito...viver no entendimento de pensar num nós e não no eu. A essencialidade de ouvir e permanecer ao lado, mesmo que não concorde, o sentir que temos alguém que estará ali, nem que seja apoiando silenciosamente. O sentimento de haver sempre tempo para a outra pessoa. O relembrar, sempre, os primeiros momentos passados com essa pessoa...o cheiro...o local...o toque...a situação...tudo é importante. Seria capaz de enumerar cada pedaço do caminho que construo dias após dia.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Talvez por tudo isto, o que dou hoje tem exactamente a mesma intensidade do que dei no começo de tudo e será igualmente idêntico ao que darei, pois tudo muda mas quando o sentimento permanece não há razão para perder as pequenas coisas que fazem toda a diferença.</p>]]></description>			<link>http://mylife.arteblog.com.br/91860/A-intensidade-do-que-sentimos/</link>			<comments>http://mylife.arteblog.com.br/A-intensidade-do-que-sentimos-29092008-141333-lp-91860.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://mylife.arteblog.com.br/91860/A-intensidade-do-que-sentimos/</guid>			<pubDate>Mon, 29 Sep 2008 14:13:33 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Ações Desmedidas]]></title>			<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Debato-me com o fato das pessoas de quem mais gostamos serem aquelas a quem magoamos e nos magoam mais frequentemente.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Vezes sem conta, vejo-me a agir involutariamente, sem nunca pensar em as ferir, e no entanto....vejo-me a perder pessoas importantes devido à minha teimosa frontalidade desmedida. Intristece-me saber não ser capaz de remediar certos conflitos provenientes de expectativas criadas quando ainda não se conhece quem nos rodeia.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Caio de novo na tendência de viver tão de acordo com o que acho correto que volto a "prender-me" as pessoas de tal forma importantes que me magoa só a idéia de uma hipotética desilusão com que se deparam.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">É complicado constatar que não compreendem que muitas vezes ajo ou digo sem pensar, sendo por vezes bruta, mas sempre sem a intenção de magoar ninguém...principalmente aqueles de quem gosto realmente...</p>]]></description>			<link>http://mylife.arteblog.com.br/90504/Acoes-Desmedidas/</link>			<comments>http://mylife.arteblog.com.br/Acoes-Desmedidas-23092008-140001-lp-90504.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://mylife.arteblog.com.br/90504/Acoes-Desmedidas/</guid>			<pubDate>Tue, 23 Sep 2008 14:00:01 +0200</pubDate>		</item>	</channel></rss>