<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">		<title>http://mylife.arteblog.com.br</title>		<id>http://arteblog.com.br/</id>		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://mylife.arteblog.com.br/atom.xml" />		<subtitle><![CDATA[As certezas das incertezas]]></subtitle>		<rights>Copyright (c) 2006, Hi-pi</rights>		<generator>Hi-pi ATOM generator</generator>		<author>			<name>Hi-pi</name>			<uri>http://mylife.arteblog.com.br</uri>		</author>		<updated>2008-11-12T11:08:07+01:00</updated>		<entry>			<title>Realidade...</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Finalmente entendi o conceito de deixar as
memórias no passado...</p>
<p></p>
<p>Custou-me perceber que há pessoas que
ultrapassam aquilo que viveram num ápice, deixando tudo
exageradamente longínquo para sequer porem a hipótese de tentar de
novo.</p>
<p></p>
<p>Hoje tive consciência que há coisas que já
não voltam e que o melhor a fazer é pensar no que vem e não no que
foi...</p>
<p></p>
<p>Há
coisas que não se recuperam:</p>
<p>a
pedra depois de atirada</p>
<p>a
palavra depois de proferida</p>
<p>a
ocasião depois de perdida</p>
<p>e o
tempo depois de passado...</p>
<p></p>
<p></p>
				</div>			</content>			<id>http://mylife.arteblog.com.br/104529/Realidade/</id>			<link href="http://mylife.arteblog.com.br/104529/Realidade/" />			<author>				<name>mylife</name>				<uri>http://mylife.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-11-12T11:07:41+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Encruzilhadas</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Chego a um
ponto de saturação em que se pudesse fugia. Fugia de tudo até
encontrar um lugar onde pudesse respirar e conseguir entender quais
os atos errados. Não estou bem. Exagerada ambição? Crença ilusória
em relação às pessoas?</p>
<p>Tudo me
escapa por entre os dedos. Aquilo que julguei realizar-me, as
pessoas que julguem serem permanentes pilares na minha vida. Tudo
se esvai. Nada fica o tempo suficiente para eu o contemplar e dizer
que sou feliz.</p>
<p>Como é
possivel ter situações passadas mal resolvidas quando sou a
primeira a debater-me com a defesa do esclarecimento de
desentendimentos? Como é possível não ter direito a sentir sem que
tenha de passar por provas, por vezes incontornáaveis? Como é
possivel serem mais as vezes que vejo o fracasso naquilo que
quero?</p>
<p>Não entendo o porquê
da força de vontade nem sempre valer de nada. Não consigo lidar com
a incapacidade do "querer". Sinto saudade de quando limitava-me a
viver sem ter que me debater com a minha constante dispersão de
pensamentos.</p>
<p>Não adianta dizer que
não vou voltar a tentar o que quer que seja na minha vida. Não
servirá afirmar que não me envolverei emocionalmente com mais
ninguém. Nãosentido ser convita aquando de um não
voltara confiar em algo ou alguém.</p>
<p>Não.</p>
<p>Conheço-me.</p>
<p>Continuarei, vezes sem
conta, a confiar, a tentar, a gostar, a viver, a voar mais alto do
que deveria e provavelmente a cair mais uma vez.</p>
				</div>			</content>			<id>http://mylife.arteblog.com.br/99836/Encruzilhadas/</id>			<link href="http://mylife.arteblog.com.br/99836/Encruzilhadas/" />			<author>				<name>mylife</name>				<uri>http://mylife.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-10-30T12:37:35+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Complexidade racional</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Será que a necessidade de escrita funciona
meramente como um processo de reflexão interior ou como tentativa
de um entendimento não conseguido no decorrer das reações diárias?
Ultimamente, tenho pensado acerca disso e da questão de escrever
para me descomplicar ou para complicar o
descomplicado...</p>
<p></p>
<p>Uma coisa é certa, nem sempre o que é
escrito é bem exposto ou interpretado...por vezes há pensamentos de
tal forma inconstantes que até eu própria tenho diferentes formas
de os interpretar em diferentes alturas de uma
eventualleitura reflexiva.</p>
<p></p>
<p>Tudo muito complicado de fato, ou não
fosse eu uma eterna complicada...aquela que constantemente
confronta o pensar e o sentir... o agir e o refletir...o
simplificar e o complexificar. Incompreensivelmente, tão depressa
há a existência de sentimentos reconfortantes como repentinamente
há-os tambéminsatisfeitos e incoerentes.</p>
<p></p>
<p>No decorrer de tantas palavras
desenfreadas permanece sempre algo a dizer...uma incerteza sem
resposta clara, um tentar perceber simplesmente porque sim, porque
busco constantemente respostas para o inquestionável, luto por
coisas inalcançáveis, tento controlar o incontrolavelmente
irremediável, acabando por nem sempre fazer sentido para quem
eventualmente me tente compreender.</p>
<p></p>
<p>Conclusivamente, sou alguém que apenas vai
questionando os limites das idéias e maneiras de expressão...alguém
que inconscientemente, ou conscientemente tendo em conta que penso
nisso agora, tenta encontrar a segurança na insegurançacom
que a vida se apresenta.</p>
				</div>			</content>			<id>http://mylife.arteblog.com.br/94400/Complexidade-racional/</id>			<link href="http://mylife.arteblog.com.br/94400/Complexidade-racional/" />			<author>				<name>mylife</name>				<uri>http://mylife.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-10-09T18:24:11+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>A intensidade do que sentimos</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>O que e afinal um relacionamento?</p>
<p></p>
<p>Por vezes, julgo ter uma ideia definida sobre este assunto.o constante mas que nos retribui esplendorosamente.</p>
<p></p>
<p>Muitas vezes, no das melhores coisas da vida.</p>
<p></p>
<p>Para mim, viver algo assim e aprender a dar e a receber, dedicando-me a 100%. Sou assim. Dou tudo o plausivel, mesmo correndo o risco de me magoar. No do caminho que construo dias apos dia.</p>
<p></p>
<p>Talvez por tudo isto, o que dou hojea.</p>				</div>			</content>			<id>http://mylife.arteblog.com.br/91860/A-intensidade-do-que-sentimos/</id>			<link href="http://mylife.arteblog.com.br/91860/A-intensidade-do-que-sentimos/" />			<author>				<name>mylife</name>				<uri>http://mylife.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-09-29T14:13:09+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Ações Desmedidas</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Debato-me com o fato das pessoas de quem mais gostamos serem aquelas a quem magoamos e nos magoam mais frequentemente.</p>
<p></p>
<p>Vezes sem conta, vejo-me a agir involutariamente, sem nunca pensar em as ferir, e no entanto....vejo-me a perder pessoas importantes devido a minha teimosa frontalidade desmedida. Intristece-me saber no se conhece quem nos rodeia.</p>
<p></p>
<p>Caio de novo na tendencia de viver to com que se deparam.</p>
<p></p>
<p>E complicado constatar que no de magoar ninguem...principalmente aqueles de quem gosto realmente...</p>				</div>			</content>			<id>http://mylife.arteblog.com.br/90504/Acoes-Desmedidas/</id>			<link href="http://mylife.arteblog.com.br/90504/Acoes-Desmedidas/" />			<author>				<name>mylife</name>				<uri>http://mylife.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-09-23T13:59:53+02:00</updated>		</entry></feed>