<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0">	<channel>		<title>[arteblog.com.br] manupensante : <![CDATA[Manu pensante]]></title>		<link>http://manupensante.arteblog.com.br</link>		<description><![CDATA[Manu pensante]]></description>		<language>br</language>		<copyright>Copyright (c) 2006, Hi-pi</copyright>		<generator>Hi-pi RSS 2.0 generator</generator>		<docs>http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss</docs>		<pubDate>Sun, 23 Aug 2009 23:30:45 +0200</pubDate>		<image>			<title>manupensante.arteblog.com.br</title>			<link>http://manupensante.arteblog.com.br</link>			<url>http://static.blogstorage.hi-pi.com/arteblog.com.br/m/ma/manupensante/images/mn/1191690932_regular.jpg</url>		</image>		<item>			<title><![CDATA[Pedido de desculpas e novidades...]]></title>			<description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; margin: 0cm 0cm 0pt;">Bom...</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style=
"mso-spacerun: yes;">   </span> Acho que devo
desculpas pelo abandono sem nenhum aviso.O por quê?!Primeiro foi
por falta de tempo mesmo, e quando tive não sabia mais o que
escrever, e fiquei esperando que viesse algo em mente, mas Jorge
Amado tinha suas razões quando disse que poesia não baixa. Enfim,
resolvi voltar a ativa postando coisas dos meus autores prediletos,
ao menos até ficar tão inspirada por eles a ponto de voltar a
escrever. Pretendo abordar também assuntos histórico-literários,
além de outros autores e assuntos da atualidade. Sim... Obrigada, a
todos que continuaram visitando e votando neste blog...</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style=
"mso-spacerun: yes;">  </span> E espero que gostem do
novo estilo proposto a partir de agora.</p>
]]></description>			<link>http://manupensante.arteblog.com.br/176486/Pedido-de-desculpas-e-novidades/</link>			<comments>http://manupensante.arteblog.com.br/Pedido-de-desculpas-e-novidades----07072009-215712-lp-176486.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://manupensante.arteblog.com.br/176486/Pedido-de-desculpas-e-novidades/</guid>			<pubDate>Tue, 07 Jul 2009 21:57:12 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[A outra versão]]></title>			<description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style=
"mso-spacerun: yes;">    </span> Aqui jaz uma
outra versão de uma estória bastante conhecida. No
entanto vista por outros olhos, olhos estes foram os mais
utópicos que já conheci, mas esta será
mostrada pelos oblíquos e dissimulados, aqueles de ressaca.
Então comecemos pela minha morte, que não foi
contada, mas apenas citada com frieza e descaso nos últimos
capítulos da outra versão. Lembrando também
que não sou uma autora defunta, mas defunta
autora.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;">Vamos à morte...</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style=
"mso-spacerun: yes;">    </span> <span style=
"mso-spacerun: yes;">  </span>Morri de tristeza e
desgosto ao não agüentar Ezequiel me perguntando
sandices após ler uma carta do pai cujo conteúdo era
a outra versão inacabada. Segui covardemente a idéia
de Bentinho, tomei um chá e morri. Mas essa idéia
não estava na carta, eu soube dessa com a perda de uma das
melhores negras, que tomou de uma só vez o café
deixado por Bentinho, que eu me lembro como se fosse hoje, antes
tivesse esquecido, foi um dos piores dias da minha
vida.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style=
"mso-spacerun: yes;">      </span>
Ouvir Bentinho negando ao filho ser seu pai foi como uma punhalada,
e mesmo assim tentei remediar tudo e guardar comigo, como vinha
fazendo desde pouco antes da morte de Escobar quando tudo
começou a acabar, mas ele insistiu...Insistiu na
idéia de renegar o filho, daí não pude mais
fingir que nada estava acontecendo, então perguntei a origem
de tal idéia e insisti também, até que ele
falou, e falou, falou absurdos, coisas totalmente fantasiosas.
Desconfiava que eu tivesse um caso com seu melhor
amigo...Não pude conter a risada, pois era quase
impossível, se ele às vezes passava mais tempo com o
amigo que com a família, ele, ele me acusando, me fez
lembrar certa vez em que, sentindo sua ausência cheguei a
pensar que algo pudesse ter acontecido entre os dois no tal
seminário, e porque não?! Não seria a primeira
vez, li um livro uma vez que contava uma estória
parecida.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style=
"mso-spacerun: yes;">        </span>
Então tudo começou a clarear...O modo que Bentinho
enlouqueceu após a morte do &ldquo;amigo&rdquo;, Escobar,
depois me acusar de adultério com base na semelhança
do filho quase inexistente entre o folho e o &ldquo;amigo&rdquo;,
na verdade só se pareciam os olhos que também se
pareciam com os meus. De fato, eu e Escobar éramos parecido,
ouve até quem dissesse que éramos irmãos, e eu
realmente o considerava um, ele me aproximava de Bentinho de
maneira inexplicável, e quando ele morreu tudo se foi, e por
falar em morte, essa foi a outra base da acusação que
me foi feita, tudo por que não tive nenhuma
reação na hora do enterro,mas o que ele queria que eu
fizesse?! Tivesse uma crise de choro?! Agisse como uma louca, como
as tantas que lá haviam?! Não...Não...Quando
vi todas aquelas mulheres olhei para a pobre Sancha, como ele
pôde?! Será? Será que...E olhava fixamente o
defunto como que esperando uma
resposta.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;">Mas voltando ao assunto...</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style=
"mso-spacerun: yes;">         </span>
Não...Nada disso foi o real motivo da desconfiança, e
de todo o fantástico &ldquo;teatro&rdquo; (como ele mesmo
trata na outra versão), o verdadeiro motivo era esse mesmo,
a necessidade do teatro, a fuga da realidade, da monotonia, da
&ldquo;perfeição&rdquo;. E foi exatamente essa
&ldquo;perfeição&rdquo;, pois nada perfeito é
perfeito, quer dizer...E os erros?! E todas essas coisas que a
gente lê. Só assim, teríamos um final
feliz.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style=
"mso-spacerun: yes;">                                                                                                   </span>
D. Capitolina <span style=
"mso-spacerun: yes;">                                                                                      </span></p>
]]></description>			<link>http://manupensante.arteblog.com.br/72572/A-outra-vers-o/</link>			<comments>http://manupensante.arteblog.com.br/A-outra-vers-o-27062008-233026-lp-72572.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://manupensante.arteblog.com.br/72572/A-outra-vers-o/</guid>			<pubDate>Fri, 27 Jun 2008 23:30:26 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[A Vida Segundo Charles Chaplin]]></title>			<description><![CDATA[<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal" align="center">
 </p>
<p align="center"><span style=
"font-size: 13.5pt; font-family: 'Times New Roman'">"A coisa mais injusta sobre a vida é a
maneira
como ela termina. Eu acho que o verdadeiro
ciclo da vida está todo de trás para a frente.
Nós deveríamos morrer primeiro e nos livrar
logo disso. Daí viver num asilo,até ser
chutado para fora de lá por estar muito novo.
Ganhar um relógio de ouro e ir trabalhar.
Então você trabalha 40 anos até ficar
novo
o bastante para poder aproveitar sua
aposentadoria. Aí você curte tudo, bebe
bastante álcool, faz festas e se prepara
para a faculdade. Você vai para o colégio, tem
várias namoradas, vira criança, não tem
nenhuma
responsabilidade, se torna um bebezinho de colo,
volta para o útero da mãe, passa seus últimos
nove
meses de vida flutuando...
E termina tudo com um ótimo orgasmo!!!
Não seria perfeito?"</span></p>
]]></description>			<link>http://manupensante.arteblog.com.br/43400/A-Vida-Segundo-Charles-Chaplin/</link>			<comments>http://manupensante.arteblog.com.br/A-Vida-Segundo-Charles-Chaplin-27012008-221014-lp-43400.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://manupensante.arteblog.com.br/43400/A-Vida-Segundo-Charles-Chaplin/</guid>			<pubDate>Sun, 27 Jan 2008 22:10:14 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Ao orgão responsável]]></title>			<description><![CDATA[<strong><span style="color: #666666">Caro Pênis
Tenho notado você olhando torto para mim. Às vezes,
basta eu chegar e você se levanta. Por acaso, você tem
algum problema pendente comigo?
O fato de nós estarmos em lados opostos não nos faz
inimigos. Ao contrário, guardo um espaço especial
para você, dentro de mim, e seria ótimo se
pudéssemos nos unir em prol de algumas novas conquistas. Os
atritos, como em qualquer relação, são normais
e bem-vindos.
Você me acusa de ser difícil, mas não
conheço personalidade mais instável que a sua. Quando
eu quero conversar, você se recolhe. Quando canso de tentar,
você se anima. Quando finalmente penso entender aonde
você quer chegar, você se coloca numa
posição diferente.
Sei que a vida talvez lhe pareça mais dura, já que
é de você que são cobrados rendimento e
desempenho. Mas o mundo não gira em torno da sua
existência como você pensa. Diria até que, nas
horas mais tensas, você sempre dá um jeito de ficar de
fora. Até no momento em que sua participação
se faz mais necessária, a continuidade da espécie,
você se limita a entrar com metade da matéria-prima e
deixa o resto para lá.
Dizem que eu tenho inveja de você - mas inveja de quê,
afinal? Você, desculpe, está longe de ser bonito.
Trabalha num ramo de atividade sem o mínimo charme: a
remoção de detritos. Mora num lugar abafado, onde o
sol nunca bate. Frequenta locais escusos, de
reputação duvidosa, em busca de um tipo de
divertimento que já se encontra à mão, em sua
própria casa.
E aquele seu melhor amigo, convenhamos, é um saco. Mesmo
assim, quero frisar, tenho por você imensa
consideração e simpatia. Mais que isso - sempre
busquei a sua aprovação de alguma forma, atrás
de sinais de que estaria lhe agradando. Você, por sua vez,
nem sequer disfarça seu completo egocentrismo. Fazendo-se de
sonso e sumindo após satisfazer as suas necessidades.
Você se diz sensível, porém jamais se preocupa
com o que o outro está sentindo. Quer apenas ocupar o seu
espaço e atingir as suas mesmas velhas metas de crescimento.
Deveria tentar aumentar suas expectativas, ampliar seus horizontes,
investir na sua cultura. Qual foi a última vez que
você viu um filme decente?
Sei que dificilmente vou conseguir abalar sua enorme auto-estima,
mas, sob o meu ponto de vista, você não passa de um
solitário, perdido em sonhos impossíveis e cercado
por uma situação bastante enrolada.
Acha-se o máximo, superextrovertido e revela-se um bobo
alegre com pinta de seboso. Um cabisbaixo baixinho carente, o tempo
todo em busca de qualquer carinho.
Disponho-me a ajudá-lo, colega, caso você
reconheça seus defeitos e fraquezas. Posso até te
indicar um bom analista. Somente recuso-me a continuar a ser
cúmplice na perpetuação de um
equívoco.
Você não é melhor do que ninguém, temos
o mesmo tamanho nesta história - de fato, se você cabe
em mim, sou necessariamente maior que você.
 
TEXTO ESCRITO POR FERNANDA YOUNG</span></strong>]]></description>			<link>http://manupensante.arteblog.com.br/38711/Ao-org-o-respons-vel/</link>			<comments>http://manupensante.arteblog.com.br/Ao-org-o-respons-vel-27122007-004539-lp-38711.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://manupensante.arteblog.com.br/38711/Ao-org-o-respons-vel/</guid>			<pubDate>Thu, 27 Dec 2007 00:45:39 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Sonhei, sonhei...]]></title>			<description><![CDATA[<p align="center">Sonhei que não sonhava
mais</p>
<p align="center">  E que minha vida era sem
cor,</p>
<p align="center">sem graça, sem
sonhos.</p>
<p align="center">Então acordei
apavorada</p>
<p align="center">e ao mesmo tempo
aliviada</p>
<p align="center">e tratei logo de sonhar
acordada</p>
<p align="center">que era uma sonhadora
eterna</p>
<p align="center">sonhei sonhando</p>
<p align="center">sonhei que sonhava</p>
<p align="center">sonhei, sonhei...</p>
]]></description>			<link>http://manupensante.arteblog.com.br/38709/Sonhei-sonhei/</link>			<comments>http://manupensante.arteblog.com.br/Sonhei--sonhei----26122007-000131-lp-38709.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://manupensante.arteblog.com.br/38709/Sonhei-sonhei/</guid>			<pubDate>Wed, 26 Dec 2007 00:01:31 +0200</pubDate>		</item>	</channel></rss>