<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0">	<channel>		<title>[arteblog.com.br] lupalasadany : <![CDATA[Luana Palasadany Despindo - se de Si Mesma]]></title>		<link>http://lupalasadany.arteblog.com.br</link>		<description><![CDATA[Luana Palasadany Despindo - se de Si Mesma]]></description>		<language>br</language>		<copyright>Copyright (c) 2006, Hi-pi</copyright>		<generator>Hi-pi RSS 2.0 generator</generator>		<docs>http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss</docs>		<pubDate>Fri, 14 Aug 2009 23:58:30 +0200</pubDate>		<image>			<title>lupalasadany.arteblog.com.br</title>			<link>http://lupalasadany.arteblog.com.br</link>			<url>http://static.blogstorage.hi-pi.com/arteblog.com.br/l/lu/lupalasadany/images/mn/1248742984_regular.jpg</url>		</image>		<item>			<title><![CDATA[MUDANÇA DE ENDEREÇO]]></title>			<description><![CDATA[<p style="text-align: center;">Caros, por motivo de vaidade, mudei
de endereço</p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p style="text-align: center;"><a href=
"http://palasadanyblues.blogspot.com/">http://palasadanyblues.blogspot.com/</a></p>
<p style="text-align: center;">"Lu Palasadany Agarrada numa noite
em Si bemol"</p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p style="text-align: center;">Obrigada pelo carinho de todos que
vêm ate aqui prestigiar tais palavras, peço que façam suas malas e
embarquem para o outro endereço.</p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p style="text-align: center;">'obrigadinha'</p>
<p> </p>
<p> </p>
]]></description>			<link>http://lupalasadany.arteblog.com.br/192937/MUDAN-A-DE-ENDERE-O/</link>			<comments>http://lupalasadany.arteblog.com.br/MUDANcA-DE-ENDEREcO-14082009-214157-lp-192937.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://lupalasadany.arteblog.com.br/192937/MUDAN-A-DE-ENDERE-O/</guid>			<pubDate>Fri, 14 Aug 2009 21:41:57 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Peixe Voador]]></title>			<description><![CDATA[<p>Eu quero ir fundo nesse musgo, nesse caos ilusório. Quero ir no
magma dos sentimentos mais ardentes, que queimam como carbono em
brasa.</p>
<p>Olho nos seus olhos e logo o cerrar das tuas palpebras cantam
Don't go away lentamente, em cada piscadela sem jeito.</p>
<p>Você criou asas de plástico e vôou pra longe... Cuidado com as
buzinas! Elas assustam e te trazem a realidade... Pobre Voador.</p>
<p>Eu quero chafurdar nessa imundície de ossos e sangue que tem
dentro de mim.</p>
<p>Consegue perceber? Olha pra baixo, não dá tanto medo, só não
prestar atenção nas buzinas maiores, as pequenas, até alegram o
ambiente. Percebe? Olha principalmente para os pés de que vem, são
todos virados para a inocência perdida. Hei, eu disse pra olhar
para os pés de quem vem, os de quem foram estão em outras
buscas.</p>
<p>Ai como é incrédulo esse Voador!</p>
<p>Eu quero enterrar metade de mim na bagunça que minha mémoria faz
quando acorda.</p>
<p>Don't go away, don't go away... Forever and ever we'll go on...
Por favor, pare de piscar.</p>
<p>Aquele moço ali, vê? Claro que você vê! Daí do alto todos vêem
melhor. Olha lá. Ele tem os pés virados para a moça de amarelo. Não
pequeno Voador, é um interesse corpóreo: Ele a quer.</p>
<p>Eu quero deitar por cima dos ferros cinzentos que cautelosamente
colocam em mim.</p>
<p>Perto do sol não, caro protótipo de Icaro! Don't go away, don't
go away. There's no other place where you belong... Céus, Voador!
Pare de piscar!</p>
<p>A moça de amarelo distancia inconscientemente os seios do tórax
do moço com os pés virados para ela. O moço, com seu interesse
aparente, incomodado com a distância se aproxima dela. BINGO! Estás
ficando esperto meu caro. Ele a quer...</p>
<p>Eu quero afundar na imensidão úmida dos mais confusos
ideais.</p>
<p>Quer descer? Desculpe, não posso ajudá-lo. É que agora, eu tenho
asas e não quero descer.</p>
<p>Don't go away, don't go away. I've given to you, baby, all my
love. Desculpe, agora eu estou a piscar.</p>
<p>Eu quero lançar as flechas que penetram com envenenamento minha
própria ramificação.</p>
<p>Voadores, pobres Voadores.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
]]></description>			<link>http://lupalasadany.arteblog.com.br/192276/Peixe-Voador/</link>			<comments>http://lupalasadany.arteblog.com.br/Peixe-Voador-13082009-171618-lp-192276.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://lupalasadany.arteblog.com.br/192276/Peixe-Voador/</guid>			<pubDate>Thu, 13 Aug 2009 17:16:18 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Inverno]]></title>			<description><![CDATA[<p>No dia em que fui mais feliz</p>
<p>Eu vi um avião</p>
<p>Se espelhar no seu olhar até sumir</p>
<p>De lá pra cá não sei</p>
<p>Caminho ao longo do canal</p>
<p>Faço longas cartas pra ninguém</p>
<p>E o inverno no Leblon é quase glacial</p>
<p>Há algo que jamais se esclareceu</p>
<p>Onde foi exatamente que larguei</p>
<p>Naquele dia mesmo</p>
<p>O leão que sempre cavalguei</p>
<p>Lá mesmo esqueci que o destino</p>
<p>Sempre me quis só no deserto sem saudade, sem remorso só</p>
<p>Sem amarras, barco embriagado ao mar</p>
<p>Não sei o que em mim</p>
<p>Só quer me lembrar</p>
<p>Que um dia o céu reuniu-se à terra um instante por nós dois
pouco antes do ocidente se assombrar.</p>
<p>No dia em que fui mais feliz</p>
<p>Eu vi um avião</p>
<p>Se espelhar no seu olhar até sumir</p>
<p>De lá pra cá não sei</p>
<p> </p>
]]></description>			<link>http://lupalasadany.arteblog.com.br/191054/Inverno/</link>			<comments>http://lupalasadany.arteblog.com.br/Inverno-11082009-065647-lp-191054.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://lupalasadany.arteblog.com.br/191054/Inverno/</guid>			<pubDate>Tue, 11 Aug 2009 06:56:47 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Maria João, texto mínimo.]]></title>			<description><![CDATA[<p style="text-align: right;">Unhas vermelhas.</p>
<p>Pêlos loiros.</p>
<p style="text-align: center;">Boca rosada.</p>
<p>Nariz esbranquiçado.</p>
<p>É teu corpo que vislumbra a minha lente que, em zoom, percebe os
mecanismos da tua sedução.</p>
<p style="text-align: right;">Calei-me.</p>
]]></description>			<link>http://lupalasadany.arteblog.com.br/188113/Maria-Jo-o-texto-m-nimo/</link>			<comments>http://lupalasadany.arteblog.com.br/Maria-Jo-o--texto-minimo--04082009-182206-lp-188113.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://lupalasadany.arteblog.com.br/188113/Maria-Jo-o-texto-m-nimo/</guid>			<pubDate>Tue, 04 Aug 2009 18:22:06 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Chamando vôo 2.0]]></title>			<description><![CDATA[Seria essa, mais uma noite em aberto? Que seja. Mas dessa vez, ela
tem um claro diferente. Luz de velas. Quantas eram? 5, 9, 12... Não
importa. Eram (É) (São) velas. A luz acabou. Pergunta mais
estúpida! Por que estou com velas acesas. A luz acabou. ACABOU. E
junto com a vinda das velas, parafina histórica, vieram juntos
pensamentos de confusão. E de motim também, talvez. (Mas só
talvez). Simplesmente porque me pergunto - confusamente &ndash; Por
que não tenho um único Amor. Por que não posso escrever sobre ele
verdadeiramente, sem inventar estórias de paixão não correspondida,
de sexo não gozado, de beijos não roubados, de viagens não feitas.
Por quê? Por quê? Por quê? Porque amo a tudo! Porque quero a tudo.
Porque me abro como girassol ao sol do coletivo. Porque quero o
gosto de tudo, com exageros mil e com arrotos de satisfação da
alma. Me chega também, nesse momento, a pergunta mais intrometida
da noite: Sou feliz? Ora, ora! Que pergunta hidrófoba! Claro que
não. Se eu fosse feliz anjo, eu não estaria escrevendo tais
infortúnios, me ocuparia simplesmente, em existir. Que pergunta...
Inverno. Frio azul. Azul como borboleta da lua, de asas machucadas.
Feridas incicatrizáveis, fétidas, doloridas. O frio que grita bem
dentro do ouvido sujo, alfineta como ponta de seringa e injeta o
antídoto da sobre-vivência. Sub&ndash;vivência. Se me atirar, for
de encontro com a parede vizinha, engolir dois frascos de
pilulazinhas brancas, ou talvez azuis como o frio, sentirei calor?
Saltarei do inverno marinho para o verão alaranjado? Ora, vejam só!
Mais perguntas! Não senhor João, senhor José, senhor Puta que o
Pariu, não sou alegre nem tão pouco satisfeita! Sou humana. Quer
mais? Sou bicho sujo com asas machucadas, com feridas hereditárias.
Sou o verme e a erva danosa. Sou o micróbio que perambula pela sua
narina escaldante (porque vocês senhores, residem no calor, naquele
verão alaranjado). Sou bem-aventurada, então. Porque fico aqui,
demente e encolhida, no frio do inverno. Vendo o mundo girar bem na
ponta do meu nariz. Não preciso ser. Você me entende?]]></description>			<link>http://lupalasadany.arteblog.com.br/188109/Chamando-v-o-2-0/</link>			<comments>http://lupalasadany.arteblog.com.br/Chamando-voo-2-0-04082009-174220-lp-188109.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://lupalasadany.arteblog.com.br/188109/Chamando-v-o-2-0/</guid>			<pubDate>Tue, 04 Aug 2009 17:42:20 +0200</pubDate>		</item>	</channel></rss>