<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0">	<channel>		<title>[arteblog.com.br] letraslucilene : <![CDATA[Letras! Minha vida!]]></title>		<link>http://letraslucilene.arteblog.com.br</link>		<description><![CDATA[Letras! Minha vida!]]></description>		<language>br</language>		<copyright>Copyright (c) 2006, Hi-pi</copyright>		<generator>Hi-pi RSS 2.0 generator</generator>		<docs>http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss</docs>		<pubDate>Tue, 30 Sep 2008 19:44:05 +0200</pubDate>		<item>			<title><![CDATA[existencialismo]]></title>			<description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 27pt; line-height: 150%; text-align: justify;">
<em><span style=
"font-style: normal; font-family: "Bodoni MT"; mso-bidi-font-family: Tunga; mso-bidi-font-style: italic;">
O existencialismo seria das correntes filosóficas
contemporâneas a única que se apresenta como um clima
cultural.</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 27pt; line-height: 150%; text-align: justify;">
<span style=
"font-family: "Bodoni MT"; mso-bidi-font-family: Tunga;">
O existencialismo se apresenta também
como um modismo. <span style=
"text-transform: uppercase;">A</span>lastrando-se pelo mundo nas
décadas de 40 e 50 do século XX, atingindo tal
amplitude que, de teoria filosófica, passou a se opor aos
que mergulhavam na filosofia do movimento (divergindo com a
idéia original, inaugural); os mais levianos apelavam para o
que o existencialismo tinha de mais óbvio: a
moda.</span></p>
<p class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 27pt; line-height: 150%; text-align: justify;">
<span style=
"font-family: "Bodoni MT"; mso-bidi-font-family: Tunga;">
Após este pensamento, foi criada uma
imagem distorcida sobre esta corrente, pois, agora, passara a ser
vista como uma fuga às regras impostas pela sociedade,
criando tal amplitude e extensão que já não
significa[va] absolutamente nada.</span></p>
<p class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 27pt; line-height: 150%; text-align: justify;">
<span style=
"font-family: "Bodoni MT"; mso-bidi-font-family: Tunga;">
O existencialismo foi representado por
grandes pensadores, que defendiam idéias que divergiam entre
si:</span></p>
<p class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 27pt; line-height: 150%; text-align: justify;">
<span style=
"font-family: "Bodoni MT"; mso-bidi-font-family: Tunga;">
O filósofo alemão
<strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><em style=
"mso-bidi-font-style: normal;">Martin</em> <em style=
"mso-bidi-font-style: normal;">Heidegger</em></strong> contribuiu
com seu pensamento sobre o ser e a existência, de onde o nome
dado à corrente filosófica de
&ldquo;Existencialismo&rdquo;. Declarou-se investigador da natureza
do Ser. Apresenta um pensamento em que a
&ldquo;existência&rdquo; do homem é algo
temporário, que paira entre o seu nascimento e a morte que
ele não pode evitar.</span></p>
<p class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 27pt; line-height: 150%; text-align: justify;">
<strong style=
"mso-bidi-font-weight: normal;"><em style=
"mso-bidi-font-style: normal;"><span style=
"font-family: "Bodoni MT"; mso-bidi-font-family: Tunga;">Fiódor
Dostoievski</span></em></strong> <span style=
"font-family: "Bodoni MT"; mso-bidi-font-family: Tunga;">(1821-1881)
e <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Franz
Kafka</strong> (1824-1883) destacam-se na literatura com elementos
que marcam o pensamento existencialista;</span></p>
<p class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 27pt; line-height: 150%; text-align: justify;">
<strong style=
"mso-bidi-font-weight: normal;"><em style=
"mso-bidi-font-style: normal;"><span style=
"font-family: "Bodoni MT"; mso-bidi-font-family: Tunga;">Albert
Camus</span></em></strong> <span style=
"font-family: "Bodoni MT"; mso-bidi-font-family: Tunga;">(1912-1960)
e <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Jean-Paul
Sartre</strong>, em suas obras literárias, divulgam uma nova
maneira de perceber sua existência onde o homem estaria
lançado à própria sorte testando suas
possibilidades;</span></p>
<p class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 27pt; line-height: 150%; text-align: justify;">
<span style=
"font-family: "Bodoni MT"; mso-bidi-font-family: Tunga;">
O &ldquo;new look&rdquo; surge com a
assinatura do francês <strong style=
"mso-bidi-font-weight: normal;"><em style=
"mso-bidi-font-style: normal;">Cristiane Dior</em>,</strong> que
usa a Moda para expressar uma forma de vestir marcada por cores
opacas e tonalidades escuras, tentando traduzir o despojamento, o
estar jogado/lançado, da filosofia
existencialista;</span></p>
<p class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 27pt; line-height: 150%; text-align: justify;">
<span style=
"font-family: "Bodoni MT"; mso-bidi-font-family: Tunga;">
A angústia fundamental descrita pelo
pensador dinamarquês <strong style=
"mso-bidi-font-weight: normal;"><em style=
"mso-bidi-font-style: normal;">Soren Kierkggard</em></strong>
destaca o desespero e o desamparo do homem diante da
liberdade/necessidade da liberdade de escolher.<span style=
"mso-spacerun: yes;"> </span> Concordando com <strong style=
"mso-bidi-font-weight: normal;"><em style=
"mso-bidi-font-style: normal;">Friendrich</em> <em style=
"mso-bidi-font-style: normal;">Nietzche</em></strong> que
não acredita na existência de Deus, portanto, o homem
é o único responsável por sua
existência;</span></p>
<p class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 27pt; line-height: 150%; text-align: justify;">
<span style=
"font-family: "Bodoni MT"; mso-bidi-font-family: Tunga;">
Outro elemento que serviu como base para o
existencialismo foi a fenomenologia de <strong style=
"mso-bidi-font-weight: normal;"><em style=
"mso-bidi-font-style: normal;">Edmund Hussel</em></strong>, que
propõe a descrição de fenômenos tal como
eles parecem ser, sem nenhum pressuposto de como eles sejam na
verdade. Para o existencialismo, a fenomenologia de <strong style=
"mso-bidi-font-weight: normal;"><em style=
"mso-bidi-font-style: normal;">Husserl</em></strong> significou um
interesse novo no fenômeno da
consciência.</span></p>
<p class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 27pt; line-height: 150%; text-align: justify;">
<span style=
"font-family: "Bodoni MT"; mso-bidi-font-family: Tunga;">
Reunindo as sínteses dos pensamentos
de cada um desses filósofos, pode se afirmar que: o homem se
faz em sua própria existência; o mundo como nós
o conhecemos é irracional e absurdo, está além
da nossa compreensão; em certo sentido, o mal-estar é
causado pela própria liberdade de ter de decidir sobre o seu
ser: o homem para <em style="mso-bidi-font-style: normal;">Sartre
s</em>e não é definível, é porque
primeiramente não é nada. Só depois
será alguma coisa e tal como a si próprio se
fizer.</span></p>
<p class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 27pt; line-height: 150%; text-align: justify;">
<span style=
"font-family: "Bodoni MT"; mso-bidi-font-family: Tunga;">
<span style=
"mso-spacerun: yes;"> </span>Assim, não há
natureza humana, visto que não há Deus para conceber.
O homem é, não apenas como ele se concebe, mas como
ele quer que seja, como ele se concebe depois da existência,
como ele se deseja após este impulso para a
existência; o homem não é mais do que o que ele
faz. Essa ênfase ao fazer do homem não simplesmente
traz a filosofia do céu à terra, como a joga no
cotidiano. Na visão existencialista, a dor, o fracasso, a
morte, a angústia, o sexo, elementos que fazem parte da
mundanidade antes desprezados pela filosofia, passam a ser aspectos
de grande interesse. Por isso mesmo, (essa) filosofia entra no
cotidiano.</span></p>
<p class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 12pt; text-indent: 27pt; line-height: 150%; text-align: justify;">
<span style="font-family: "Bodoni MT";">A angústia funciona para revelar o
ser autêntico, e a liberdade (Frei-sein) enseja o homem a
escolher a si mesmo e governar a si mesmo. E por mexer
profundamente como psicológico humano, definindo causas de
estados mentais como a angústia e o desespero, o
existencialismo também teve influencia na psiquiatria e na
terapia existencialista.</span></p>
<p class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 12pt; text-indent: 27pt; line-height: 150%; text-align: justify;">
<span style="font-family: "Bodoni MT";">Como uma filosofia do tempo, o
existencialismo exorta o homem a existir inteiramente "aqui" e
"agora", para aceitar sua intensa "realidade humana" do momento
presente. O passado representa arquivos de experiências a
serem usadas no serviço do presente, e o futuro não
é outra coisa que visões e ilusões para dar ao
nosso presente direção e
propósito.</span></p>
<p class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 27pt; line-height: 150%; text-align: justify;">
 </p>
]]></description>			<link>http://letraslucilene.arteblog.com.br/83690/existencialismo/</link>			<comments>http://letraslucilene.arteblog.com.br/existencialismo-23082008-055417-lp-83690.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://letraslucilene.arteblog.com.br/83690/existencialismo/</guid>			<pubDate>Sat, 23 Aug 2008 05:54:17 +0200</pubDate>		</item>	</channel></rss>