<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0">	<channel>		<title>[arteblog.com.br] imprimis : <![CDATA[IMPRIMIS]]></title>		<link>http://imprimis.arteblog.com.br</link>		<description><![CDATA[IMPRIMIS]]></description>		<language>br</language>		<copyright>Copyright (c) 2006, Hi-pi</copyright>		<generator>Hi-pi RSS 2.0 generator</generator>		<docs>http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss</docs>		<pubDate>Sat, 27 Jun 2009 21:08:56 +0200</pubDate>		<image>			<title>imprimis.arteblog.com.br</title>			<link>http://imprimis.arteblog.com.br</link>			<url>http://static.blogstorage.hi-pi.com/arteblog.com.br/i/im/imprimis/images/mn/1174762573_regular.jpg</url>		</image>		<item>			<title><![CDATA[BEMALAMOR]]></title>			<description><![CDATA[<h2 class="titulo" style="text-align: center;"></h2>
<h2 class="titulo" style="text-align: center;">PANDORA</h2>
<h2 class="titulo" style="text-align: center;">John William Waterhouse</h2>
<h2 class="titulo" style="text-align: center;"></h2>
<h2 class="titulo" style="text-align: center;"></h2>
<h2 class="titulo" style="text-align: center;">BEMALAMOR</h2>
<div class="tex" style="text-align: center;">

Pleno de emoção,
o facão açougueiro
crava fundo no liberto infinito,
na perpétua chaga.
Os silêncios dos infinitos interiores clamam em estertores.
O ego treme,
aterrorizado o superego geme
sob a força bruta do caos,
do repentino desmame.
A furiosa saga de Eros em erros,
ao impulso do fogo cruzado do bemalamor,
em ondas de fantasias libidinais,
ancora no cais dos mares do leite materno...
O sentimento oceânico se agita.
Sempiterno-apaixonado,
Édipo grita
a angústia da separação inaudita,
implora pela amamentação sanguinária,
abjura a tortura, a desleita, a castração, a sina maldita.
O coração pulsa louco
e eis, então, o broto da catástrofe e da reparação,
dê ao pai;
vence a mãe!
Homem e mulher anelados, alados.

<strong>PROF. DR. SÍLVIO MEDEIROS
Campinas, é inverno de 2009.</strong></div>
<div class="aut" style="text-align: center;">SÍLVIO MEDEIROS</div>
<div class="info">Publicado no Recanto das Letras em
27/06/2009
Código do texto: T1670333</div>
<p> </p>
<p>Creative Commons License--></p>



<a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/"
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Esta obra está licenciada sob uma <a href=
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"_blank">Licença Creative Commons</a>. Você pode copiar,
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original <em>(cite o nome do autor (Prof. Dr. Sílvio Medeiros) e o
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www.recantodasletras.com.br/autores/silviomedeiros)</em>. Você não
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<div class="tex" style="text-align: center;">

                 
<strong>                                 
Para a minha estimada Poetisa do Amor,
                 
                 
           
                                    
IRLENE CHAGAS.</strong>

Eu vejo a flor de lótus
espelhando nuvens em flocos.
Ardentes incensos,
e o perfume penetra na pele,
até os ossos,
pela fumaça que tudo abraça.
Vidraça versus embaçamento,
e passa o tempo,
tudo passa é passatempo...
Pela fresta olhar a festa do
'Amarysso'.
Ana é isto, buquê de lágrimas de cristo,
Helenas são lírios, grinaldas de linguagens...
miragens, delírios, guirlandas de angélicas,
Madalena-Musa,
Lanna-Lua-menina,
Valéria-Ninfa,
Rosana-Lua-indiana,
Irlene, 'nota bene', é Poetisa,
amorosas 'Nympahea' Lótus,
perfuMarias,
cores, flores, luzes:
'Angelus'!

 <strong>Prof. Dr. Sílvio
Medeiros
Campinas, é quase inverno de 2009.</strong>

</div>
<div class="aut">SÍLVIO MEDEIROS</div>
<div class="info">Publicado no Recanto das Letras em
02/06/2009
Código do texto: T1628851</div>
<p> </p>
<p>Creative Commons License--></p>



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<h2 class="titulo" style="text-align: center;"></h2>
<h2 class="titulo" style="text-align: center;"></h2>
<h2 class="titulo" style="text-align: center;">SOPHÍAS</h2>
<div class="tex" style="text-align: center;">ó musa fraturada
ó lei
a força da lei
a lei atura
a leitura à forca do real
e as letras na cilada
da escritura errante
amargurada agonizante gozoza
em voo rasante
lancinante ruma
ao buraco
e em pedaços
e em linhas quebradas
os registros das letras
bailarinas enlouquecidas à beira do abismo
embriagadas num balé báquico
passo falso
cadafalso
e as desvairadas sophías
num dos atos da peça Vida
tropeçam
desenhando no papel
zonas de sombras e zonas de luzes

<strong>Prof. Dr. Sílvio Medeiros.
Campinas, é outono de 2009.</strong></div>
<div class="aut">SÍLVIO MEDEIROS</div>
<div class="info">Publicado no Recanto das Letras em
10/05/2009
Código do texto: T1586708</div>

<div class="blklicencatexto">Creative Commons License-->



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MEDEIROSSÍLVIO MEDEIROStext/plain --></div>
</div>
]]></description>			<link>http://imprimis.arteblog.com.br/153861/SOPH-AS/</link>			<comments>http://imprimis.arteblog.com.br/SOPHiAS-11052009-022739-lp-153861.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://imprimis.arteblog.com.br/153861/SOPH-AS/</guid>			<pubDate>Mon, 11 May 2009 02:27:39 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[RECORTE]]></title>			<description><![CDATA[<div id="blkTexto" class="boxtexto">
<h2 class="titulo" style="text-align: center;"></h2>
<h2 class="titulo" style="text-align: center;">The
Lovesick Man</h2>
<h2 class="titulo" style="text-align: center;">George Grozs </h2>
<h2 class="titulo" style="text-align: center;"></h2>
<h2 class="titulo" style="text-align: center;"></h2>
<h2 class="titulo" style="text-align: center;"></h2>
<h2 class="titulo" style="text-align: center;">RECORTE</h2>
<div class="tex" style="text-align: center;">
Agora me visto de medo.
Não procuro mais nenhum brinquedo.
Agora me fantasio
procurando mistérios nas espumas.
A alma aos percalços se acostuma.
Agora me visto de indecência.
Não! Sempre há de haver em meus olhos
esta falência de histórias mentidas?
Sei que com isto não me importo.
Amanhã mesmo me vestirei de vidas.
Amanhã mesmo em mil pedaços me recorto,
e uma possibilidade
como a querer se libertar dos portos.
Furiosamente o vento,
doce possibilidade em que recorto,
volto timidamente,
amanhã prossigo,
que conflito, que jazigo,
que jazigo aberto!
Com tantos espaços verdes
além do cemitério-deserto.
Da revista eu recorto
figuras, fotos arrancadas de rostos
exprimindo vontade em suas doces expressões.

<strong>FERNANDO MEDEIROS
Campinas, é outono de 2009.</strong></div>
<div class="aut">FERNANDO MEDEIROS</div>
<div class="info">Publicado no Recanto das Letras em
07/04/2009
Código do texto: T1527330</div>

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<h2 class="titulo" style="text-align: center;"></h2>
<h2 class="titulo" style="text-align: center;"><strong>ROSA</strong></h2>
<div class="tex" style="text-align: center;">
                 
             
                             <strong>       
À pequena nina
                 
       
                                           
SOFIA RAVANINI MENDES</strong>

Serena Sofia
deixando-se ser
como a rosa é sem porquê.
Sofia aflora e floresce, floresce...
Jamais pergunta se alguém a vê,
ela é menina-bebê,
porque limpa de doutrinas
brilha como turmalinas rosas,
menina nina nina nina...
Eis a menina Sofia da Grécia antiga
que está-à-vista,
ela é presente sagrado
consagrado à flor-de-lis.
E a nina nana nana nana
num berço relvado de lírios
plantado entre as delícias
da ilha de Delos.

<strong>Prof. Dr. Sílvio Medeiros
Campinas, é outono de 2009.</strong></div>
<div class="aut" style="text-align: center;">SÍLVIO MEDEIROS</div>
<div class="info">Publicado no Recanto das Letras em
06/04/2009
Código do texto: T1524928</div>
<p> </p>
<p>Creative Commons License--></p>



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