<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">		<title>http://galeriaharrison.arteblog.com.br</title>		<id>http://arteblog.com.br/</id>		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://galeriaharrison.arteblog.com.br/atom.xml" />		<subtitle><![CDATA[Galeria de Artes plásticas Harrison Gomez]]></subtitle>		<rights>Copyright (c) 2006, Hi-pi</rights>		<generator>Hi-pi ATOM generator</generator>		<author>			<name>Hi-pi</name>			<uri>http://galeriaharrison.arteblog.com.br</uri>		</author>		<updated>2009-07-05T05:12:40+02:00</updated>		<entry>			<title>NOVO SITE HARRISON</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>NOVO SITE DE ARTE E FILOSOFIA HARRISON
GOM</p>
<p>http://sites.google.com/site/harrisonartes</p>
				</div>			</content>			<id>http://galeriaharrison.arteblog.com.br/144572/NOVO-SITE-HARRISON/</id>			<link href="http://galeriaharrison.arteblog.com.br/144572/NOVO-SITE-HARRISON/" />			<author>				<name>galeriaharrison</name>				<uri>http://galeriaharrison.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-04-12T10:58:17+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Arte rupestre,</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><strong>Arte rupestre</strong>, <strong>pintura
rupestre</strong> ou ainda <strong>gravura rupestre</strong></p>
<p>Éo nome que se dá às mais
antigas representações pictóricas conhecidas, as mais antigas
datadas do período 
Paleolítico Superior (40.000 a.C.) gravadas em abrigos
ou cavernas, em suas paredes e tetos rochosos, ou também em
superfícies rochosas ao ar livre, mas em lugares protegidos,
normalmente datando de épocas 
pré-históricas.</p>
<p>Na vida do Homem pré-histórico
tinham lugar a Arte e o espírito de conservação daquilo de que
necessitava. Estudos arqueológicos demonstram que o Homem da
Pré-História (a fase da História que precede a escrita) já
conservava, além de cerâmicas, armas e utensílios trabalhados na
pedra, nos ossos dos animais que abatiam e no metal. Arqueólogos e antropólogos datando e
estudando peças extraídas em escavações conferem a estes vestígios
seu real valor como "documentos históricos", verdadeiros
testemunhos da vida do Homem em tempos remotos e de culturas
extintas.</p>
<p>Prospecções arqueológicas
realizadas na Europa, Ásia e África, entre outras, revelam em que meio
surgiram entre os primitivos homens caçadores os primeiros
artistas, que pintavam, esculpiam e gravavam, demonstrando que o
desejo de expressão através das artes é inerente ao ser humano. A
cor na pintura já era conhecida pelo Homem de Neandertal. As "Venus
Esteatopígicas", esculturas em pedra ou marfim de figuras femininas estilizadas, com
formas muito acentuadas, são manifestações artísticas das mais
primitivas do "Homo Sapiens" (Paleolítico Superior, início
40000a.C) e que demonstram sua capacidade de simbolizar. A estas
esculturas é atribuído um sentido mágico, propiciatório da
fertilidade feminina e ao primeiro registro de um sentimento
religioso ou de divindade, o qual convencionou-se denominar de
Deusa mãe, <em>Mãe Cósmica</em> ou
<em>Mãe-terra</em>.</p>
<p>Não é menos notável o
desenvolvimento da pintura na mesma época. Encontradas nos tetos e
paredes das escuras grutas, descobertas por acaso, situadas em
fundos de cavernas. São pinturas vibrantes realizadas em policromia
que causam grande impressão, com a firme determinação de imitar a
natureza com o máximo de realismo, a partir de observações feitas
durante a caçada. Na Caverna de Altamira (a chamada Capela Sistina
da Pré-História), na Espanha, a pintura rupestre do bisonte
impressiona pelo tamanho e pelo volume conseguido com a técnica
claro-escuro. Em outros locais e em outras grutas, pinturas que
impressionam pelo realismo. Em algumas, pontos vitais do animal
marcados por flechas. Para alguns, "a magia propiciatória"
destinada a garantir o êxito do caçador. Para outros estudiosos,
era a vontade de produzir arte.</p>
<p>Qualquer que seja a justificativa,
a arte preservada por milênios permitiu que as grutas
pré-históricas se transformassem nos primeiros museus da
humanidade.</p>
				</div>			</content>			<id>http://galeriaharrison.arteblog.com.br/142620/Arte-rupestre/</id>			<link href="http://galeriaharrison.arteblog.com.br/142620/Arte-rupestre/" />			<author>				<name>galeriaharrison</name>				<uri>http://galeriaharrison.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-04-05T20:59:15+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>A arte concreta,</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><span><strong><em><span>Arte Concreta</span></em></strong></span>
<span><span></span></span></p>
<p><strong><span>Definição</span></strong></p>
<p><span>O termo
arte concreta é usado por Theo van Doesburg (1883 - 1931), que
participa do grupo e revista homônimos fundados em 1930, em Paris.
No texto de introdução do primeiro número da revista
<em><span>Arte Concreta</span></em>,
pontua o que seria a base da pintura concreta: "1º A arte é
universal; 2º A obra de arte deve ser inteiramente concebida e
formada pelo espírito antes de sua execução [...]; 3º O quadro deve
ser inteiramente construído com elementos puramente plásticos, isto
é, planos e cores. Um elemento pictural só significa a 'si próprio'
e, conseqüentemente o quadro não tem outra significação que 'ele
mesmo'; 4º A construção do quadro, assim como seus elementos, deve
ser simples e controlável visualmente; 5º A técnica deve ser
mecânica, isto é, exata, antiimpressionista; 6º Esforço pela
clareza absoluta<em><span>".</span></em> Portanto, a arte
concretatenta abandonar qualquer aspecto nacional ou regional
e se afasta inteiramente da representação da natureza. E, negando
as correntes artísticas subjetivistas e líricas, recusa o
sensualismo e a arte como expressão de
sentimentos.</span></p>
<p><span>Sem
implicar uma 
<span>arte
figurativa</span>, a arte concreta nasce
também como oposição à 
<span>arte abstrata</span>, que pode trazer vestígios simbólicos por causa de sua
origem na abstração da representação do mundo. Linha, ponto, cor e
plano não figuram nada e são o que há de mais concreto numa
pintura. Segundo Van Doesburg, um 
<span>nu</span> feminino, uma árvore ou uma 
<span>natureza-morta</span>
pintados não são elementos concretos, mas
abstrações. O que há de concreto numa pintura são os elementos
formais. No entanto, Wassily Kandinsky (1866 - 1914) publica, em
1938, um artigo intitulado <em><span>Arte Concreta</span></em> para definir a
pintura abstrata e não figurativa.</span></p>
<p><span>A arte
concreta é herdeira das pesquisas do grupo <em><span>De Stijl</span></em> [O Estilo], 1917/1928,
de Piet Mondrian (1872 - 1944) e Van Doesburg, que busca a pureza e
o rigor formal na ordem harmônica do universo. Além disso, parte de
ideais da 
<span>Bauhaus</span>, 1919-1933,nos quais a racionalidade deve estar
presente em todos os âmbitos sociais e nas conquistas da arte
democratizadas pela indústria. O artista suíço Max Bill (1908 -
1994), nos anos 1950, com a 
<span>Hochschule für Gestaltung - HfG
[Escola Superior da Forma]</span>, em
Ulm, Alemanha, tenta levar adiante esse projeto. ParaBill -
um dos principais responsáveis pela divulgação da arte concreta na
América Latina -, a matemática é o meio mais eficiente para o
conhecimento da realidade objetiva e uma obra plástica deve ser
ordenada pela geometria e pela clareza da forma. Em 1948, o
argentino Tomás Maldonado (1922), que se torna professor da Escola
Superior da Forma, faz contato comBill. Antes disso, O
<em><span>Manifesto
Invencionista</span></em> publicado em 1946, na revista
<em><span>Arte
Concreto-Invención</span></em>, em Buenos Aires, reafirma o fim da
arte como representação e ilusão,e diz ainda que
<em><span>"</span></em>a estética
científica substituirá a milenar estética especulativa e
idealista<em><span>".</span></em></span></p>
<p><span>Após a
Segunda Guerra Mundial (1939-1945), a América Latina passa por um
forte surto desenvolvimentista e industrial. No Brasil, são
fundados o Museu de Arte Moderna do 
<span>Rio de Janeiro - MAM/RJ</span>
e de 
<span>São Paulo -
MAM/SP</span>, o 
<span>Museu de Arte de São Paulo Assis
Chateaubriand - Masp</span> e a

<span>Bienal Internacional de São
Paulo</span>. Em 1950, Max Bill realiza
exposição no Masp e, no ano seguinte, sua escultura
<em><span>Unidade
Tripartida</span></em> ganha o 1º prêmio na 1ª Bienal Internacional
de São Paulo, o que influencia os caminhos da arte feita no país.
Em 1952, o 
<span>Grupo Ruptura</span>, integrado por 
<span>Anatol Wladyslaw (1913 -
2004)</span>, 
<span>Lothar Charoux (1912 -
1987)</span>, 
<span>Féjer (1923 -
1989)</span>, 
<span>Geraldo de Barros (1923 -
1998)</span>, 
<span>Leopold Haar (1910 -
1954)</span>, 
<span>Luiz Sacilotto (1924 -
2003)</span>, liderado por

<span>Waldemar Cordeiro (1925 -
1973)</span>, realiza exposição no
MAM/SP. O grupo redige manifesto em que diz que a arte é
"<em><span>um meio de conhecimento
deduzível de conceitos"</span></em>, e reafirma seu conteúdo
objetivo.</span></p>
<p><span>A 
<span>Exposição Nacional de Arte
Concreta</span>, realizada em 1956/1957,
reúne, além dos artistas do Grupo Ruptura, alunos de

<span>Ivan Serpa (1923 -
1973)</span>, que leciona pintura no
MAM/RJ e de onde surge o 
<span>Grupo Frente</span>, formado por 
<span>Décio Vieira (1922 -
1988)</span>, 
<span>Rubem Ludolf
(1932)</span>, 
<span>César Oiticica (1939)</span>
e 
<span>Hélio Oiticica (1937 -
1980)</span>. Participam também, entre
outros, 
<span>Lygia Pape (1927 -
2004)</span>, 
<span>Lygia Clark (1920 -
1988)</span>, 
<span>Amilcar de Castro (1920 -
2002)</span> e 
<span>Franz Weissmann (1911 -
2005)</span>. O crítico 
<span>Mário Pedrosa (1900 -
1981)</span> - que em 1949escreve
tese pioneira sobre a relação entre arte e psicologia da gestalt,
que muito alimenta os artistas concretos - publica artigo sobre a
exposição e observa a diferença entre paulistas, que seriam mais
teóricos e dogmáticos, e cariocas, intuitivos e empíricos. Em 1959,
liderados por 
<span>Ferreira Gullar
(1930)</span>, os cariocasassinam o
<em><span>Manifesto
Neoconcreto</span></em>.</span></p>
<p>Fonte
Wikipédia</p>
				</div>			</content>			<id>http://galeriaharrison.arteblog.com.br/142615/A-arte-concreta/</id>			<link href="http://galeriaharrison.arteblog.com.br/142615/A-arte-concreta/" />			<author>				<name>galeriaharrison</name>				<uri>http://galeriaharrison.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-04-05T20:43:54+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>cartão</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">								</div>			</content>			<id>http://galeriaharrison.arteblog.com.br/142447/cart-o/</id>			<link href="http://galeriaharrison.arteblog.com.br/142447/cart-o/" />			<author>				<name>galeriaharrison</name>				<uri>http://galeriaharrison.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-04-05T07:43:15+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>O pescador de emoções, (oleo s/tela) 1,50 m x 0,90 cm R$ 1600,00</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><strong>O pescador de emoções,2006, oleo sobre
tela,</strong> <strong>Harrison
Gomez</strong></p>
				</div>			</content>			<id>http://galeriaharrison.arteblog.com.br/19893/O-pescador-de-emo-es-oleo-s-tela-1-50-m-x-0-90-cm-R-1600-00/</id>			<link href="http://galeriaharrison.arteblog.com.br/19893/O-pescador-de-emo-es-oleo-s-tela-1-50-m-x-0-90-cm-R-1600-00/" />			<author>				<name>galeriaharrison</name>				<uri>http://galeriaharrison.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-04-05T20:25:01+02:00</updated>		</entry></feed>