<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">		<title>http://friends.arteblog.com.br</title>		<id>http://arteblog.com.br/</id>		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://friends.arteblog.com.br/atom.xml" />		<subtitle><![CDATA[Space' s Friends]]></subtitle>		<rights>Copyright (c) 2006, Hi-pi</rights>		<generator>Hi-pi ATOM generator</generator>		<author>			<name>Hi-pi</name>			<uri>http://friends.arteblog.com.br</uri>		</author>		<updated>2009-05-29T04:15:36+02:00</updated>		<entry>			<title>Sismógrafo</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><strong>Sismógrafo</strong> é um
aparelho que registra as ondas sísmicas, ou seja, a intensidade dos
terremotos, em sismologia. Detecta e mede as ondas sísmicas
naturais ou induzidas e permite determinar, principalmente se
organizado em rede, a posição exacta do foco (hipocentro) dessas
ondas e do ponto da sua chegada na superfície terrestre
(epicentro), para quantificar a energia desses terremotos expressa
na escala de Richter.</p>
<p>Existem vários tipos de sismógrafos, por exemplo, os que
registram os movimentos horizontais do solo, os que registram os
movimentos verticais, etc.</p>
<p>O gráfico obtido num sismógrafo, através do qual pode-se
observar características da propagação diferentes das ondas
sísmicas, designa-se sismograma.</p>
<p>Um sismograma, em período de calma sísmica, apresenta o
aspecto de uma linha reta com apenas algumas oscilações. Quando
ocorre um sismo, os registros tornam-se mais complexos e com
oscilações bastante acentuadas, evidenciando a amplitude das
diferentes ondas sísmicas.</p>
				</div>			</content>			<id>http://friends.arteblog.com.br/160957/Sism-grafo/</id>			<link href="http://friends.arteblog.com.br/160957/Sism-grafo/" />			<author>				<name>friends</name>				<uri>http://friends.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-05-29T04:15:26+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Taverna Musicalllll------ Guilherme e Santiago=== Só de você</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">								</div>			</content>			<id>http://friends.arteblog.com.br/160337/Taverna-Musicalllll-Guilherme-e-Santiago-S-de-voc/</id>			<link href="http://friends.arteblog.com.br/160337/Taverna-Musicalllll-Guilherme-e-Santiago-S-de-voc/" />			<author>				<name>friends</name>				<uri>http://friends.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-05-27T22:48:50+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Conte os pontos pretos</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">								</div>			</content>			<id>http://friends.arteblog.com.br/159782/Conte-os-pontos-pretos/</id>			<link href="http://friends.arteblog.com.br/159782/Conte-os-pontos-pretos/" />			<author>				<name>friends</name>				<uri>http://friends.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-05-26T04:08:04+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Taverna Musical====== Passos Escuros</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">								</div>			</content>			<id>http://friends.arteblog.com.br/159482/Taverna-Musical-Passos-Escuros/</id>			<link href="http://friends.arteblog.com.br/159482/Taverna-Musical-Passos-Escuros/" />			<author>				<name>friends</name>				<uri>http://friends.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-05-25T03:54:09+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Poema de André Luiz Moreira</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><strong>Quanto mais penso no
passado, começo a perceber que talvez não seja sábio o deixarmos
para trás, e simplesmente esquece-lo,</strong></p>
<p><strong>Não digo que devemos viver
dele, respirar dele, porém, acredito que o ser-humano sábio é
aquele que olha para seu passado sem por um pé nele e consegue,
assim mesmo, aprender com seus erros.</strong></p>
<p><strong>Então, espero que gostem
de meu poema.</strong></p>
<p><strong>Poema: A prenseça do passado.</strong></p>
<p></p>
<p><strong>Nunca me imaginei tão distante e tão perto do
passado,</strong></p>
<p><strong>Nem mesmo em meus maiores pesadelos ele me
atormentava,</strong></p>
<p><strong>Porém, agora faz parte do meu cotidiano o temor
enterrado,</strong></p>
<p><strong>O que esperava eu, mero mortal, desse túmulo que eu
odiava.</strong></p>
<p></p>
<p><strong>Olhemos todos para s mágoas que já se
passaram,</strong></p>
<p><strong>Nelas se escondem os monstros que devem
morrer.</strong></p>
<p><strong>Acreditemos nos pecados que nos
olharam,</strong></p>
<p><strong>Pois neles vivem as decisões que devemos
escolher.</strong></p>
<p></p>
<p><strong>Seguir em frente ou não</strong></p>
<p><strong>É nos que decidimos,</strong></p>
<p><strong>Basta agora, então,</strong></p>
<p><strong>Ser feliz ou nos disiludirmos.</strong></p>
<p></p>
<p><strong>Por: André Luiz Moreira</strong></p>
				</div>			</content>			<id>http://friends.arteblog.com.br/158882/Poema-de-Andr-Luiz-Moreira/</id>			<link href="http://friends.arteblog.com.br/158882/Poema-de-Andr-Luiz-Moreira/" />			<author>				<name>friends</name>				<uri>http://friends.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-05-23T16:15:06+02:00</updated>		</entry></feed>