<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">		<title>http://escrivaninha.arteblog.com.br</title>		<id>http://arteblog.com.br/</id>		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://escrivaninha.arteblog.com.br/atom.xml" />		<subtitle><![CDATA[Delirose Ramos]]></subtitle>		<rights>Copyright (c) 2006, Hi-pi</rights>		<generator>Hi-pi ATOM generator</generator>		<author>			<name>Hi-pi</name>			<uri>http://escrivaninha.arteblog.com.br</uri>		</author>		<updated>2009-11-18T20:12:08+01:00</updated>		<entry>			<title>Harmonia</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><em>Salve, alegria,</em></p>
<p><em>Salve, salve,</em></p>
<p><em>Felicidade,</em></p>
<p><em>Salve, harmonia,</em></p>
<p><em>Salve, salve,</em></p>
<p><em>Essa liberdade!</em></p>
<p><em>Eu me sinto melhor,</em></p>
<p><em>Quando eu consigo</em></p>
<p><em>Enxergar o que há</em></p>
<p><em>De melhor em mim.</em></p>
<p><em>Eu me sinto melhor,</em></p>
<p><em>Quando eu não deixo</em></p>
<p><em>O
que há de pior</em></p>
<p><em>Se apossar de mim.</em></p>
<p><em>Na minha história,</em></p>
<p><em>Se hoje é baixo ou é alto,</em></p>
<p><em>Amanhã...</em></p>
<p><em>Quem vai saber?</em></p>
<p><em>Mas sou eu que escrevo,</em></p>
<p><em>Sou eu que planejo,</em></p>
<p><em>Sou eu que decido</em></p>
<p><em>Como vai ser!</em></p>
				</div>			</content>			<id>http://escrivaninha.arteblog.com.br/232535/Harmonia/</id>			<link href="http://escrivaninha.arteblog.com.br/232535/Harmonia/" />			<author>				<name>escrivaninha</name>				<uri>http://escrivaninha.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-11-18T20:11:49+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>O jovem poeta</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><em>Rilke me
escreveu,</em></p>
<p><em>O jovem poeta era
eu,</em></p>
<p><em>Ainda em verdes
sonhos,</em></p>
<p><em>Não poderia
falar</em></p>
<p><em>Sobre nada
além</em></p>
<p><em>Dos arroubos da
paixão,</em></p>
<p><em>Os mais
experientes,</em></p>
<p><em>Graças às
delongas</em></p>
<p><em>Dos muitos anos
vividos,</em></p>
<p><em>Poderiam dar-se ao
luxo</em></p>
<p><em>De compartilhar
histórias,</em></p>
<p><em>Aos pobres de
vivência,</em></p>
<p><em>Restava falar das
emoções.</em></p>
<p><em>Diante da
euforia</em></p>
<p><em>Da poesia
concretizada,</em></p>
<p><em>Eis que cedi ao
anseio</em></p>
<p><em>De ter um
julgamento</em></p>
<p><em>De sua nobre
alma.</em></p>
<p><em>Mas agora
vejo</em></p>
<p><em>Que ele estava
certo,</em></p>
<p><em>A arte
transcende,</em></p>
<p><em>E quem seria a
crítica</em></p>
<p><em>Para
alcançá-la?</em></p>
<p><em>E enquanto eu
acreditava</em></p>
<p><em>Que poesias
inventava,</em></p>
<p><em>Elas me
reinventavam</em></p>
<p><em>E sem elas eu sou
nada.</em></p>
<p><em>E a cada
hiato</em></p>
<p><em>Entre as
criações</em></p>
<p><em>Me sinto um pouco
morto</em></p>
<p><em>E só consigo voltar
a vida,</em></p>
<p><em>Quando
escrevo</em></p>
<p><em>Mais uma
palavra.</em></p>
				</div>			</content>			<id>http://escrivaninha.arteblog.com.br/231142/O-jovem-poeta/</id>			<link href="http://escrivaninha.arteblog.com.br/231142/O-jovem-poeta/" />			<author>				<name>escrivaninha</name>				<uri>http://escrivaninha.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-11-14T20:59:05+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Somos só números</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><em>Somos apenas
números</em></p>
<p><em>Desde a nossa
chegada</em></p>
<p><em>Até a finda
partida.</em></p>
<p><em>Sempre, reles
números,</em></p>
<p><em>Somos partes de
estatística,</em></p>
<p><em>Pobres, ricos,
negros,</em></p>
<p><em>Brancos, magros,
obesos,</em></p>
<p><em>Amantes de
Zazie,</em></p>
<p><em>Ou de coisa que
escutemos,</em></p>
<p><em>Números!</em></p>
<p><em>Nos inserimos em
grupos,</em></p>
<p><em>Doamos
personalidade</em></p>
<p><em>Para deles fazermos
parte.</em></p>
<p><em>Perdemos
individualidade,</em></p>
<p><em>Ganhamos
números.</em></p>
<p><em>A voz de um não
soa,</em></p>
<p><em>A voz do grupo
ecoa,</em></p>
<p><em>Vale o
número.</em></p>
<p><em>Ainda que nasçamos
sós,</em></p>
<p><em>Ainda que morramos
sós,</em></p>
<p><em>Não importa a
forma,</em></p>
<p><em>Morreremos
número.</em></p>
				</div>			</content>			<id>http://escrivaninha.arteblog.com.br/230081/Somos-s-n-meros/</id>			<link href="http://escrivaninha.arteblog.com.br/230081/Somos-s-n-meros/" />			<author>				<name>escrivaninha</name>				<uri>http://escrivaninha.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-11-12T14:41:10+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>O assunto da moda - Apagão</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Se tem uma coisa que me
irrita é a excessiva exploração jornalística sobre o assunto da
moda.</p>
<p><span></span>
Da hora que liguei a televisão hoje até o presente momento, tudo o
que vi foi APAGÃO.<span></span> Entendo a importância e a
magnitude do acontecimento, sei que a população precisa de
explicações sobre o ocorrido, uma vez que grande parte dela foi
afetada, mas, se não fosse o dito fato, o que os jornais
apresentariam hoje?<span></span></p>
<p><span></span>
Mas, já que todos resolveram dissertar sobre o assunto da moda, que
ao menos tivessem feito com qualidade.<span></span> Um milhão de
especulações.<span></span> O
problema ocorreu em linhas de transmissão de Furnas, mas um jornal
do meio-dia convidou profissionais da Ampla e da Light e nem
comentou se tinha ou não chamado alguém de Furnas para falar sobre
o assunto.<span></span> Um jornal
da noite mostrou uma reportagem em que um político comentava sobre
o assunto e dizia que é inadmissível que exista racionamento em um
país como o Brasil, o último apagão não tem nada a ver com
racionamento, não é problema de geração, foi um problema casual de
transmissão.<span></span> Depois
ouvi vários especialistas e políticos comentando sobre a
necessidade de campos de geração mais próximos dos centros de
consumo.<span></span> O tipo de
geração mais comum nas proximidades dos centros de consumo são as
usinas termelétricas, de fato é uma energia mais segura, que não
depende da sazonalidade, como é o caso das represas das
hidrelétricas, mas não vi em momento algum os programas comentarem
sobre o alto preço da energia gerada por usinas termelétricas,
quando comparadas com hidrelétricas.<span></span> Para fechar com chave de ouro, o
repórter chegou próximo à subestação no interior de São Paulo e
disse que para se ter uma idéia da potência que passava pelas
linhas de transmissão, era só ouvir o ronco próximo
às torres.<span></span> Amigos, o
ronco ao qual o nosso repórter se referia chama-se
efeito corona e não tem nada a ver com a quantidade de potência
transportada pelas linhas de transmissão.<span></span> Tudo bem, trata-se de um
jornalista, não de um engenheiro elétrico, mas nesses casos ainda
vale a máxima Só abra a boca quando tiver
certeza.</p>
				</div>			</content>			<id>http://escrivaninha.arteblog.com.br/229943/O-assunto-da-moda-Apag-o/</id>			<link href="http://escrivaninha.arteblog.com.br/229943/O-assunto-da-moda-Apag-o/" />			<author>				<name>escrivaninha</name>				<uri>http://escrivaninha.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-11-12T02:06:06+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Temos Pressa</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><em>No coração da
floresta,</em></p>
<p><em>No coração
da</em></p>
<p><em>Selva de
pedra</em></p>
<p><em>Estopim!</em></p>
<p><em>Ninguém mais
aguenta,</em></p>
<p><em>Não mais se
sustenta</em></p>
<p><em>Tanta falta de
amor.</em></p>
<p><em>Pra quê tanto
horror,</em></p>
<p><em>Como se
deixou</em></p>
<p><em>Que esta
guerra</em></p>
<p><em>Chegasse
aqui?</em></p>
<p><em>O que
cobiçou,</em></p>
<p><em>Que o
motivasse</em></p>
<p><em>A ser tão
infeliz?</em></p>
<p><em>Temos
pressa,</em></p>
<p><em>Não
sabemos</em></p>
<p><em>O que nos
espera,</em></p>
<p><em>Se a vida é só
essa,</em></p>
<p><em>Então só temos
agora</em></p>
<p><em>Para ser
feliz.</em></p>
<p><em>Chega de mãos ao
alto,</em></p>
<p><em>Eu quero armas no
chão.</em></p>
<p><em>Chega de choro no
asfalto,</em></p>
<p><em>Eu quero mais
compaixão.</em></p>
<p><em>Cansei de acender
vela,</em></p>
<p><em>De clamar aos
santos,</em></p>
<p><em>De fazer
rezas,</em></p>
<p><em>Como já
disse,</em></p>
<p><em>Eu tenho
pressa,</em></p>
<p><em>E só o que me
interessa</em></p>
<p><em>É viver em
paz.</em></p>
				</div>			</content>			<id>http://escrivaninha.arteblog.com.br/228747/Temos-Pressa/</id>			<link href="http://escrivaninha.arteblog.com.br/228747/Temos-Pressa/" />			<author>				<name>escrivaninha</name>				<uri>http://escrivaninha.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-11-09T00:38:19+01:00</updated>		</entry></feed>