<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">		<title>http://ereoata.arteblog.com.br</title>		<id>http://arteblog.com.br/</id>		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://ereoata.arteblog.com.br/atom.xml" />		<subtitle><![CDATA[Ereoatá teatro de Bonecos agora é Ponto de Cultura]]></subtitle>		<rights>Copyright (c) 2006, Hi-pi</rights>		<generator>Hi-pi ATOM generator</generator>		<author>			<name>Hi-pi</name>			<uri>http://ereoata.arteblog.com.br</uri>		</author>		<updated>2009-08-04T02:02:08+02:00</updated>		<entry>			<title>TEATRO DE BONECOS NA EDUCAÇÃO</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>
<span><span></span>Do Anteparo à Percepção de Si e
do Mundo</span></p>
<p><span></span><span><span></span>
Desde 2004, com a implantação da última reforma curricular na
Escola de Teatro da Ufba, foi incluído, por enquanto apenas no
currículo da Licenciatura, o campo do Teatro de Animação, através
de quatro componentes: Teatro de Formas Animadas I, II, III e IV,
com duas horas semanais ao longo de quatro semestres letivos. Fui
convidada a ministrar esses componentes e dessa iniciativa
ampliou-se um campo de pesquisa-extensão já na graduação, através
do Núcleo de Plástica e Cena, que coordeno, e que tem gerado
produtos significativos, como o texto dramático do espetáculo
<strong>Ciranda de</strong>
<strong>Estórias,</strong> em
vias de publicação em 2008, pelos Cadernos do Programa de Pós
Graduação em Artes Cênicas. Este texto dramático, uma construção
coletiva de poesia e conhecimento, motivado como didática e práxis
pedagógica de dezoito alunos, integrou vários componentes do
currículo, além, é claro, de Teatro de Formas Animadas. Foi
apresentado com debates e outras atividades educativas para público
infanto-juvenil e educadores, durante o ano de 2007. Um outro
produto, também ligado à iniciação de pesquisadores e à extensão
universitária e ainda em andamento é o espetáculo <strong>Fragmento</strong>, animação com
bonecos de manipulação direta e adaptação de um texto de Samuel
Beckett. Pesquisas iniciais de Genifer Dimpério e Laura Franco,
além das duas, atualmente participam dele comigo em suas diversas
funções: Enjolras Matos, Rubenval Menezes, Bira Azevedo, Eliete
Teles, Emiliano Maximus, Ricardo dos Santos e Lico
Santana.</span></p>
<p><span><span></span>
Essa inserção na grade curricular da universidade, no meu entender,
tem colaborado efetivamente, junto com outros fatores, para mudar a
qualidade da produção e do conhecimento sobre este campo na cidade
de Salvador, ao mesmo tempo em que instaura um interesse renovado
pela pesquisa e pela extensão, com formação de artistas e arte
educadores interessados pelo estudo dessas práticas na graduação e
na pós-graduação em teatro. Como exemplo cito as pesquisas de
Urânia Maia e Diva Luiz da Silva, cujos mestrados concluídos na
Escola de Teatro, se vincularam diretamente a esse campo. E, na
graduação, da primeira turma da Licenciatura formada por este novo
formato curricular, cito as práticas e os trabalhos monográficos
para conclusão de curso, de Eliete Teles dos Santos, de Emiliano
Souza de Jesus e de Rubenval Lopes Menezes, entre outros, pelo
vínculo também direto com o campo do Teatro da Animação. Os
trabalhos destes alunos, da pós-graduação e da graduação, estão
disponíveis e podem ser consultados na biblioteca da Escola de
Teatro.</span></p>
<p><span></span><span><span></span><span></span><span></span>Como
ensino-pesquisa-extensão se faz necessário pensar o Teatro de
Bonecos integrante de um campo maior que se constitui como Teatro
de Animação, ou Teatro de Formas Animadas, forma contemporânea,
que, segundo a pesquisadora e Professora Ana Maria Amaral, uma
grande referência no Brasil do estudo dessa forma cênica,
configura-se a partir dos anos 80. Esse pensar contribuirá para a
pesquisa e a mudança do próprio modo de ensinar uma prática teatral
onde estão incluídos, além dos bonecos, objetos, formas, luzes,
máscaras, teatro de sombras, em multi-variadas formas de
performances e manipulação, e articulação com a presença visível ou
invisível do ator em cena.</span></p>
<p><span><span></span>
A prática mais contemporânea, com sua potência em multiplicidades
estéticas, poderá inspirar os artistas cênicos do teatro e da dança
em suas performances e, também, muito rapidamente se aproximar do
universo lúdico e poético para a iniciação teatral infantil, uma
brincadeira levada a sério pelo educador que percebe a profundidade
do seu alcance. Essa forma cênica ocupa um lugar privilegiado para
gerar a empatia lúdica com as crianças e com a criança dentro do
adulto em qualquer idade. Poesia, magia e encantamento que só a
pesquisa e o trabalho sério poderão facultar na dimensão do rigor
necessário às práticas tanto de educadores quanto de artistas da
cena.</span></p>
<p><span><span></span>
Além disto, por suas origens e articulações históricas, podemos
reconhecer, ampliar e estudar essa forma cênica no Brasil, em suas
tradições européias, africanas, indígenas e orientais, incluso
nessas tradições a poesia e a cultura da infância com todo o
repertório das estórias, das brincadeiras e dos brinquedos
tradicionais. Seu campo é tão complexo em suas origens e
articulações, confundindo-se com toda a história do próprio
Teatro.</span></p>
<p><span><span></span>
Finalmente, enfatizo a importância desse Teatro para a Educação,
assinalando <span></span>aqui sua
característica principal, a função dominante de
anteparo, inerente a todas as técnicas do Teatro de
Animação, função produtiva, projetiva e desinibidora que pode
rapidamente deflagrar pensamento e imaginação. Função eficaz,
exercida de forma natural pelas crianças nas suas brincadeiras, na
complexa percepção de si mesmo em interação com o mundo que as
cerca. O ato de perceber implica numa seleção, numa escolha de
foco, com maior ou menor grau de consciência do sujeito, mas na
percepção está a base do pensamento crítico-criativo. Sair da zona
de automação, flexibilizar registros, avançar para o novo. Romper a
lei do menor esforço, fazer teatro como educação da percepção, como
pensamento complexo, crítico-criativo. Somos muito mais passivos
frente à oferta que sacia nossa fome de imagens na atualidade.
Compreender como as imagens são produzidas, seus sistemas de
pensamento, desde a infância, produzindo-as. Esse o exercício da
imaginação como função ativa, função estética criadora pouco
solicitada na contemporaneidade e na escola de um modo geral, tão
necessária à formação de cidadãos.</span></p>
<p><span></span><span><span></span>
Bom pensar e repensar esse papel e lugar do artista e do professor
de teatro para conduzir melhor uma proposta de formação, sem
esquecer da fundamental pergunta: que pensamentos governam minhas
práticas? Pois o Teatro nos aproxima do outro por um aprendizado de
solidariedade e contágio, Teatro e Teatro na Educação pode
configurar um modo novo de estar junto. Compreender, fazer
perguntas, transformar, sondar o mistério, sonhar, compartilhar ou
suportar o que não podemos compreender sozinhos pela saga de
personagens comuns ou extraordinários, humanos ou inumanos,
animais, concretos ou abstratos, todas as infinitas vozes que num
Teatro de Formas Animadas pela via da poesia poderão
falar.</span></p>
<p><span></span></p>
<p><span><span></span>
<span></span>Sonia
Rangel</span></p>
<p><span>Artista plástica,
atriz</span></p>
<p><span>Mestre em Ates Visuais,
Doutora em Artes Cênicas</span></p>
<p><span>Professora da Escola de
Teatro e da Escola de Belas Artes da UFBA</span></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<span></span></p>
				</div>			</content>			<id>http://ereoata.arteblog.com.br/148707/TEATRO-DE-BONECOS-NA-EDUCA-O/</id>			<link href="http://ereoata.arteblog.com.br/148707/TEATRO-DE-BONECOS-NA-EDUCA-O/" />			<author>				<name>ereoata</name>				<uri>http://ereoata.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-04-25T04:48:19+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>CONTATOS DO GRUPO</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><strong>SEDE</strong>:
Jardim Centenário, quadra D, lote 26, bairro de
Itinga, Lauro de Freitas-BA</p>
<p><strong>E_mail</strong>:
<strong>ereoata@yahoo.com.br</strong>
<strong>Telefones</strong>: (71) 3251
3487<span></span> (71) 8813 5404
ou 8896 5404</p>
				</div>			</content>			<id>http://ereoata.arteblog.com.br/111502/CONTATOS-DO-GRUPO/</id>			<link href="http://ereoata.arteblog.com.br/111502/CONTATOS-DO-GRUPO/" />			<author>				<name>ereoata</name>				<uri>http://ereoata.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-12-05T13:10:14+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>História do Teatro de Bonecos na Bahia</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><strong><span></span></strong></p>
<p><strong><span>Historia do Teatro de Bonecos na
Bahia</span></strong></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<span>Existem algumas informações acerca do uso de
alguns tipos de bonecos pelo Padre José de Anchieta em seu trabalho
catequético, o que leva á suposição de que outros jesuítas,
inclusive aqueles que estiveram na Bahia de todos os santos e
recôncavo baiano. É provável que alguma forma teatral com bonecos
tenha vindo também com os africanos. Não se dispõe de dados
concretos sobre como jesuítas, ibéricos e escravos africanos
contribuíram para o surgimento do teatro de bonecos em Salvador, o
dado mais antigo que se tem, diz respeito a um teatro de coquinho,
que existiu na década de 30, no bairro da liberdade. Também há uma
referência de que o teatro acontecia dentro do ônibus. O teatro
recebia essa denominação pelo fato de serem feitos de casca de
coco.</span></p>
<p>
<span>Maria Manuela conta que na década de 60, nos
bairros da Graça e da Barra, muita gente ia assistir espetáculos
que realizados em residências, cuja as portas eram cerradas ao
meio, abrindo-se da metade para cima. Por trás da metade que
permanecia fechada, era feita a manipulação dos bonecos. Somente a
parti dos artistas Zilda Lins (1961), Maria Manuela (1975) e Alda
Brito (1975) é que se pode falar de registros dos espetáculos de
teatro de bonecos em Salvador.</span></p>
<p>
<span>No ano de 1975, Maria Amélia de Carvalho,
ministra o curso de extensão em teatro de bonecos promovido pela
escola de teatro da UFBA e convida o mamulengueiro Natanael
(bonequeiro pernambucano) para ensinar técnicas de confecção e
manipulação de bonecos de luva. Deste curso participam entre outros
Elias Bomfim que junto com a professora e outros alunos fundam o
grupo Mamulengo  as pessoas foram depois se desligando e
Elias mantêm <span></span>o grupo
até hoje, agora mais com bonecões que são mais bonecos de desfile
do que teatro de bonecos propriamente
dito.</span></p>
<p>
<span>Ismine Lima, Denise Santos e o Grupo Mamulengo de
Elias Bomfim, fundam juntos a Associação de Teatro de Bonecos da
Bahia  ATBB, (1986). ATBB, que no seu inicio tinham doze
grupos associados em atividade.</span></p>
<p>
<strong><span></span></strong></p>
<p>
<strong><span>Grupos de teatro de bonecos que atuaram e atuam
no estado da Bahia</span></strong></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<strong><span>Grupo
Mamulengo produções artística (1975</span></strong><span>)</span></p>
<p>
<span>Criado em julho de 1975, resultado do primeiro
curso de iniciação ao teatro de bonecos, na escola de Musica e
Artes cênica da UFBA. Durante algum tempo o grupo Mamulengo
representou a Universidade Federal da Bahia em vários eventos. As
pessoas do grupo aos poucos foram se separando e o único que
permaneceu foi Elias Bomfim, hoje presidente do Grupo. O grupo tem
cerca de trinta pessoas cadastradas que atuam conforme o evento
 manipulando ou vestindo bonecos. Trabalha com todos os
tipos de bonecos, é mais conhecido pelos bonecões que desfilam no
Pelourinho.</span></p>
<p>
<strong><span></span></strong></p>
<p>
<strong><span>Grupo
Ativo do SESC</span></strong></p>
<p>
<span>Fundado em 1980 por Denise dos Santos. As
primeiras apresentações eram de cunho didático com servidores da
entidade, atualmente o trabalho abrange crianças, adolescentes e
idosos.</span></p>
<p>
<strong><span></span></strong></p>
<p>
<strong><span>Grupo
Teatreco</span></strong></p>
<p>
<span>Não é só um grupo de teatro de bonecos trabalha
na área de animação, festas e eventos que é o que mantêm o
grupo.</span></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<strong><span>Grupo
Lambe-lambe da Bahia</span></strong></p>
<p>
<span>Surgiu em 1989, através da bonequeira Ismine Lima
e Denise Santos, é assistido por uma única pessoa por vez. O
espectador enfia a cabeça por de baixo do pano e o espetáculo
acontece. Participou de festivais no Brasil e nos Estados
Unidos.</span></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<strong><span>Grupo
de Bonecos Bahia  GETA</span></strong></p>
<p>
<span>Surgiu em 1990, ligado a Escola de Teatro da
UFBA. Atualmente os trabalhos são mais comerciais e oficinas em
colégios.</span></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<strong><span>Grupo
Circo de Papel</span></strong></p>
<p>
<span>Surgiu em 1996 por Ismine Lima, Elias Bomfim e
Denise di Santos, a parti de uma oficina que Ismine desenvolveu na
Fundação Cultural, desta oficina foi montado o Circo. Foi publicado
o livro Circo de Papel com poemas acompanhado de ilustrações com
variados tipos de bonecos, animais e
objetos.</span></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<strong><span>Grupo
Torda Bamba</span></strong></p>
<p>
<span>Surgiu em 1996 nos Alagados, com um projeto da
Fundação Viver com Arte, onde foi implantada uma oficina de teatro
de bonecos. A manipulação é direta e os espetáculos não tem texto
oral.</span></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<strong><span>Grupo A
Roda</span></strong></p>
<p>
<span>Criado por Olga Gómez e Marcos Sampaio. O grande
impulso para criar o grupo foi a participação dos seus membros no
curso de extensão da escola de Teatro da UFBA em 1997, sobre teatro
de bonecos ministrado pela professora Ana Maria Amaral. Os bonecos
são de madeira confeccionados por Olga
Gómez.</span></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<strong><span>Grupo
EREOATÁ</span></strong></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<span>Em junho de 1999, a partir de uma audição pública
para a formação de uma Cia. permanente de teatro, por iniciativa do
Diretor Teatral Hirton Fernandes Jr. Com o apoio da Prefeitura
Municipal de Lauro de Freitas e da Fundação Cultural do Estado da
Bahia, inicia-se o projeto Tupã de Teatro e Arte-Educação. O grupo
assim formado por jovens da comunidade de Lauro de Freitas, começou
então a trabalhar.</span></p>
<p>
<span>Cada ator/pesquisador, ou dupla de atores, assume
também o papel de multiplicador de sua própria experiência
artística em continuo processo de elaboração, formando e dirigindo
seu próprio grupo de atores, numa proposta de fortalecer o
desenvolvimento do teatro de grupo e formar novas companhias
direcionadas a pesquisa.</span></p>
<p>
<span>È neste contexto que no ano de 2001 nasce o grupo
EREOATÁ de Teatro de Bonecos, dirigido pelos atores/ pesquisadores
e coodiretores, Rubenval Meneses e Eliete Teles. O grupo
EREOATÁ<span></span> traz em seu
histórico os seguintes espetáculos: A Dominação do Brasil em 2001,
O ultimo Julgamento em 2003, Gigabobo em 2004,
O Presépio Animado em 2005 e <strong>Marama</strong> sua mais
recente montagem.</span></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<strong><span>Núcleo
de Teatro de Bonecos do SESI</span></strong></p>
<p>
<span>Formado por trinta jovens das comunidades do
entorno da unidade do SESI Rio Vermelho, em 2007 surge o Núcleo de
Teatro de Bonecos do SESI, grupo que é resultado de quatro oficinas
profissionalizantes nas técnicas de construção e manipulação de
bonecas oferecidas pelo SESI.</span></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<strong><span>Casa do
Boneco de Itacaré</span></strong></p>
<p>
<span>A Casa do Boneco de Itacaré é uma iniciativa para
o desenvolvimento de ações em educação, arte e cultura popular
através do teatro de bonecos.</span></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<strong><span>Cia das
Histórias</span></strong></p>
<p>
<span>Criada em 1996, na cidade de porto alegre, por
eloísa palaoro, a Cia. das Historias atua através do teatro de
formas animadas. Seu Primeiro trabalho, Manoelita e a Canoa
Virada, investigou o teatro de figuras e bonecos de luva. Em
1998, a companhia passa a atuar na cidade de Salvador, com a
direção da atriz-bonequeira Aline Busatto, que em 1999 monta o
espetáculo Pedro Malazarte.</span></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<strong><span>Gropo
Pinga Luz Teatro de Bonecos</span></strong></p>
<p>
<span>O grupo pinga luz nasceu com o objetivo de levar
ao publico infantil espetáculos de teatro de bonecos que promovam o
resgate de valores e questionamentos que acirram a consciência
critica da criança.</span></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<strong><span>Os
Imaginários Pesquisa em Teatro
Animação</span></strong></p>
<p>
<span>As pesquisas foram iniciadas em junho de 2005 por
Genifer Gerhardt, sem nenhum tipo de financiamento ou orientação.
Só em junho de 2006, após estudos ininterruptos, houve a
possibilidade de aperfeisoar o trabalho comoIniciação
Cientifica na UFBA, neste momento, a Dra. Sonia Rangel,
integrante do programa de pós graduação em artes cênicas da UFBA,
passou a orientar a pesquisa, e Laura franco participou ativamente
como voluntária da mesma.</span></p>
<p>
<span>Em março de 2007, mais pessoas se integram ao
trabalho como Rubenval Meneses e Eliete Teles do grupo Ereoatá,
Enjolras Matos, Ricardo Stewart, Emiliano Máximos, Bira Freitas e
Lico Santana.</span></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<strong><span>Grupo
Gota D'Agua</span></strong></p>
<p>
<span>O grupo tem como proposta de pesquisa a linguagem
teatral do boneco dentro do teatro de formas animadas, sendo um dos
focos da pesquisa a utilização do boneco como forte elemento
mediador na arte-educação, tendo em vista o potencial lúdico que o
boneco exerce sobre o espectador/educando.</span></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<strong><span>Mamu da
Bahia</span></strong></p>
<p>
<span>Atualmente o grupo é dirigido pelo arte-educador
Remídio Costa Soares, tambem manipulador formado pela
ATBB.</span></p>
<p>
<span>O repertorio do Grupo é bastante diversificado,
trabalhando temas como família, desigualdades sociais, educação
para o transito e ecologia.</span></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<strong><span>Neto
dos bonecos</span></strong></p>
<p>
<span>Nascido em junho de 1969, Neto dos Bonecos e
desenhista Técnico e ator desde 1976, o teatro de animação surgiu
logo em seguida através dos trabalhos como recreador e contador de
histórias nas escolas.</span></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<strong><span>Núcleo
Criaturas Cênicas</span></strong></p>
<p>
<span>O núcleo utiliza vários elementos da cultura
popular brasileira para criar o universo fantástico do teatro de
bonecos. As pesquisas direcionadas para o cancioneiro popular
compõem os espetáculos com vários bonecos de diferentes tamanhos e
diversas formas de manipulação.</span></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<strong><span>Cia
Zirigdum Borogodó</span></strong></p>
<p>
<span>A companhia apresenta um trabalho de excelência
dentro do seguimento de formas animadas. Tendo como diretores
Marconi Araponga e Luciana Gomid, a cia. promove um teatro
interativo, com uma estética própria, proporcionando o colorido e o
lúdico aos espetáculos.</span></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<strong><span>Teatro
Amador de Camaçari</span></strong></p>
<p>
<span>O teatro amador de camaçari é uma iniciativa de
Cilene Guedes, atriz, diretora teatral e bonequeira, que implantou
o teatro de bonecos em camaçari, região metropolitana de Salvador.
O grupo foi fundado em 15 de setembro de 1974, e nasceu com o
objetivo de desenvolver e incentivar a cultura popular no
município.</span></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<strong><span>Gesto
do boneco</span></strong></p>
<p>
<span>A trajetória da dupla tino e tina como
marionetistas começa no ano de 1986, quando então eles passaram a
desenvolver experimentos de fabricação e manipulação de bonecos com
bonequeiros argentinos.</span></p>
<p>
<span>Os bonecos são criados a partir de cabaças,
pedaços de madeira e material reaproveitado como canos de PVC,
garrafas pet, tecidos, etc.</span></p>
<p>
<span></span></p>
<p>
<strong><span></span></strong></p>
<p>
<span>.</span></p>
<p>
<span></span></p>
<p><span></span></p>
				</div>			</content>			<id>http://ereoata.arteblog.com.br/111308/Hist-ria-do-Teatro-de-Bonecos-na-Bahia/</id>			<link href="http://ereoata.arteblog.com.br/111308/Hist-ria-do-Teatro-de-Bonecos-na-Bahia/" />			<author>				<name>ereoata</name>				<uri>http://ereoata.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-12-04T14:35:52+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>A Morte</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">								</div>			</content>			<id>http://ereoata.arteblog.com.br/42655/A-Morte/</id>			<link href="http://ereoata.arteblog.com.br/42655/A-Morte/" />			<author>				<name>ereoata</name>				<uri>http://ereoata.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-01-23T19:50:54+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Espetáculo "Marama"</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><span><span><span></span></span></span><strong>Marama
a personagem-título, é uma menina que se mete nas mais inesperadas
aventuras quando a madrasta<span></span> lhe manda apanhar
água num riacho distante. Até chegar ao seu destino, a garotinha
esbarra-se com personagens inusitados, entre os quais estão Feras
lendárias que vivem na mata, um índio cego e ate mesmo a
morte, aqui representada por uma caveira falante.
Floresta adentro ela vai aprendendo lições importantes e fazendo
amigos, até encontrar o caminho do riacho, e<span></span> ao
cumprir corajosamente a ingrata tarefa, marama provoca
sua<span></span> auto-transformação e conseqüentemente o seu
destino. O texto foi inspirado no conto africano <em>Marama e o Rio
dos Crocodilos.</em></strong></p>
				</div>			</content>			<id>http://ereoata.arteblog.com.br/42652/Espet-culo-Marama/</id>			<link href="http://ereoata.arteblog.com.br/42652/Espet-culo-Marama/" />			<author>				<name>ereoata</name>				<uri>http://ereoata.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-12-04T02:53:00+01:00</updated>		</entry></feed>