<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">		<title>http://digital.arteblog.com.br</title>		<id>http://arteblog.com.br/</id>		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://digital.arteblog.com.br/atom.xml" />		<subtitle><![CDATA[[in Pressões Digitais]]]></subtitle>		<rights>Copyright (c) 2006, Hi-pi</rights>		<generator>Hi-pi ATOM generator</generator>		<author>			<name>Hi-pi</name>			<uri>http://digital.arteblog.com.br</uri>		</author>		<updated>2008-11-17T03:52:12+01:00</updated>		<entry>			<title>TVs de Nam June Paik</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<div>Registro de algumas obras do
videoartista.</div>
<div>TV Buddha (1974) /TV Garden (1974-1978) / TV
Fish (1979), geral e em detalhe</div>
				</div>			</content>			<id>http://digital.arteblog.com.br/21885/TVs-de-Nam-June-Paik/</id>			<link href="http://digital.arteblog.com.br/21885/TVs-de-Nam-June-Paik/" />			<author>				<name>digital</name>				<uri>http://digital.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2007-09-01T06:37:01+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Videoarte :: a fisicalidade do vídeo como linguagem</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Em
meio as (quase) infinitas possibilidades do video
digital, trago a memoria a importante herana
de Nam June Paik. Musico de
formao
e na Alemanha, passou a investigar a musica eletronica
e, mais tarde, os sons cotidianos, influenciado pelo movimento
artistico Fluxus.</p>
<p>Em
suas pesquisas, Paik buscava associar a musica ao
video e a performance. Ficou conhecido por sua obra
"TV Magnet" (1965), que consistiu em televisores
distribuidos no ambiente da exposio com
ims proximos aos aparelhos, o que lhes
causava distores na imagem por interferencia
magnetica.</p>
<p>A
criatividade com que Paik desenvolveu a linguagem artistica
chamada "videoarte" e espantosa. Apropriando-se do
video como um suporte em si, o artista desenvolveu obras
visuais com o arranjo espacial de monitores de TV, estruturando
aquarios, jardins, torres, relogios, entre outros
objetos. Atentando para a temporalidade manipulavel dos
videos que eram exibidos nesses televisores minunciosamente
localizados, ele criava ambientaes e narrativas,
tornando suas obras ainda mais consistentes artisticamente.
</p>
<p>Acima, registro da obra "TV Clock" (Nam June Paik, 1982): 24
televisores.</p>
				</div>			</content>			<id>http://digital.arteblog.com.br/21548/Videoarte-a-fisicalidade-do-video-como-linguagem/</id>			<link href="http://digital.arteblog.com.br/21548/Videoarte-a-fisicalidade-do-video-como-linguagem/" />			<author>				<name>digital</name>				<uri>http://digital.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2007-08-29T22:43:16+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>TESTE INTERAÇÀO</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">								</div>			</content>			<id>http://digital.arteblog.com.br/20829/TESTE-INTERACAO/</id>			<link href="http://digital.arteblog.com.br/20829/TESTE-INTERACAO/" />			<author>				<name>digital</name>				<uri>http://digital.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2007-08-22T21:54:23+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>TESTE 3D</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">								</div>			</content>			<id>http://digital.arteblog.com.br/20828/TESTE-3D/</id>			<link href="http://digital.arteblog.com.br/20828/TESTE-3D/" />			<author>				<name>digital</name>				<uri>http://digital.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2007-08-22T21:53:56+02:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Glitch Art: "bugs" virão ferramenta de arte</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><em>Glitch Art,</em> assim vem sendo chamada uma nova
expresso artistica do meio digital. A tecnica
consiste em modificar uma imagem estatica (geralmente
fotografia) diretamente na sua codificao. Ou seja:
ao inves de utilizar os milagrosos programas editores de
imagem, que possuem inumeras ferramentas capazes de alterar
desde cores a textura e composio, os
<em>glitchers</em> modificam a "informao" da imagem
- aquela decrio cheia de simbolos e
abreviaes, familiar para quem conhece o
HTML.</p>
<p>A
iniciativa surgiu a partir dos erros computacionais no
planejados, os indesejados <em>bugs</em>, que, com certeza,
ja te fizeram querer "matar" seu computador! ao lado, passo
a passo da produo desse tipo de obra, esta feita
pelo artista stAllio.</p>
<p>Vale
ressaltar que a modificao e feita
no chamado "codigo-fonte" da imagem, como foi veiculado na
midia
oficial e vem sendo difundido por blogs. Segundo o especialista em
Computao, Orivaldo Vieira, este codigo
so existe em imagens construidas em camadas
editaveis, como e o caso dos arquivos do Photoshop,
Gimp, CorelDraw, Inkscape, Bitmap. As imagens em .jpg, .png, .giff,
.tiffo possuem essa propriedade, apesar de terem
uma informao codificada, que pode ser chamada
simplesmente de "codifica</p>
<p>Experimentaes artisticas a partir das
caracteristicas do suporte tecnologico foram feitas
tambem com o video por Nam June Paik, a partir da
decada de 60. Considerado o pai da videoarte, Paik explorou
artisticamente a materialidade do video aplicando-a
as artes visuais. leia mais neste blog</p>
<p></p>
				</div>			</content>			<id>http://digital.arteblog.com.br/20827/Glitch-Art-bugs-virao-ferramenta-de-arte/</id>			<link href="http://digital.arteblog.com.br/20827/Glitch-Art-bugs-virao-ferramenta-de-arte/" />			<author>				<name>digital</name>				<uri>http://digital.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2007-08-29T22:44:33+02:00</updated>		</entry></feed>