<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0">	<channel>		<title>[arteblog.com.br] cristianribas : <![CDATA[O Sentido dos Ventos]]></title>		<link>http://cristianribas.arteblog.com.br</link>		<description><![CDATA[O Sentido dos Ventos]]></description>		<language>br</language>		<copyright>Copyright (c) 2006, Hi-pi</copyright>		<generator>Hi-pi RSS 2.0 generator</generator>		<docs>http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss</docs>		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 18:39:06 +0200</pubDate>		<image>			<title>cristianribas.arteblog.com.br</title>			<link>http://cristianribas.arteblog.com.br</link>			<url>http://static.blogstorage.hi-pi.com/arteblog.com.br/c/cr/cristianribas/images/mn/1205974581_regular.jpg</url>		</image>		<item>			<title><![CDATA[Negro, Azul e Branco]]></title>			<description><![CDATA[<p>Fala, tigrada!</p>
<p>Pois é, estou com a cabeça inchada pela eliminação do
Grêmio para o Cruzeiro ontem na semifinal da Copa
Libertadores de América. O tricolor lutou muito mas a
qualidade técnica do time mineiro foi muito superior e mereceram
com sobras a classificação.</p>
<p>Nesse instante, lembro de um trecho do livro "Até a Pé Nós
Iremos", do genial e hilário historiador Eduardo "Peninha" Bueno,
de quando o Grêmio foi campeão gaúcho de 1977, ele encontrou
Gilberto Gil nos véstiários, comemorando aquela vitória após oito
títulos consecutivos do Inter. Peninha perguntou ao músico baiano
se ele estava lá por ser conterrâneo do centroavante do time e
autor do gol decisivo, André Catimba. E Gilberto Gil, disse que
não, pois ele era gremista. Inquieto, o Peninha perguntou para o
Gilberto Gil porque, sendo baiano, ele era torcedor do tricolor
gaúcho. E numa resposta genial, o ex-ministro da Cultura disse,
fazendo referência às cores do clube: "Porque o céu é azul, a paz é
branca e eu sou negro".</p>
<p>Comentei esse trecho porque esse confronto entre Grêmio e
Cruzeiro levantou o debate sobre o que todo mundo sabe que existe e
poucos assumem: o racismo. Devido a confusão  no primeiro
jogo, no Mineirão, entre o argentino Maxi Lopez e o jogador
Elicarlos, alguns torcedores do meu amado time, na entrada em
campo, no segundo tempo, do jogador cruzeirense, acabaram fazendo
sons e o xingando de "macaco", conforme matéria publicada
no site do Terra no dia de hoje. <a href=
"http://esportes.terra.com.br/futebol/libertadores/2009/interna/0,,OI3856363-EI12949,00.html">
http://esportes.terra.com.br/futebol/libertadores/2009/interna/0,,OI3856363-EI12949,00.html</a></p>
<p>Quero aqui, conforme me manifestei contra a declaração de um
jornalista sobre o povo gaúcho e suas origens, exteriorizo minha
contrariedade com esse ato de alguns de meus conterrâneos e
torcedores de meu mesmo clube. Independente da camisa que
vista um atleta negro, pardo, amarelo ou de qualquer etnia,
jamais deverá sofrer o menor insulto racial. Tenho em meus
descendentes e amigos muitos negros. E sei que, por mais que
isso seja corriqueiro e, até mesmo, aceitado através de piadas, sei
quanto essas pessoas ficam chateadas com a ignorância e
imbecilidade desses que se consideram superiores.</p>
<p>O final de semana vem aí e o churrasco com meus amigos na noite
que promete ser muito fria, promete pegar fogo nas discussões
futebolísticas.   E principalmente, muito alegre e
descontraída. </p>
<p>Bjo no coração de todos e um ótimo final de semana!!</p>
<p>E não esqueçam o principal: ALMA NÃO TEM COR!</p>
<p> </p>
]]></description>			<link>http://cristianribas.arteblog.com.br/174827/Negro-Azul-e-Branco/</link>			<comments>http://cristianribas.arteblog.com.br/Negro--Azul-e-Branco-03072009-181001-lp-174827.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://cristianribas.arteblog.com.br/174827/Negro-Azul-e-Branco/</guid>			<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 18:10:01 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Muito a Evoluir]]></title>			<description><![CDATA[<p>Boa tarde, tigrada!!!</p>
<p>Estou aqui com meu companheiro das tardes de inverno, o
chimarrão, tentando libertar a mente, buscar idéias ou dar espaço
pra algo criativo e interessante.  E vendo Porto Alegre ao
fundo, daqui da minha janela, busco desvencilhar todos os
pensamentos sobre futebol. Ainda mais que a noite promete não ser
das mais promissoras para meu Grêmio...</p>
<p>Ontem à noite, eu estava conversando com um amigo que é, pra
mim, um verdadeiro irmão, Vinicius Ferreira, que é professor de
ducação física e está cursando a faculdade de direito. E que por um
desses detalhes da natureza, é negro. Comentei com ele sobre uma
coluna que li num blog de um jornalista que, inspirado pelo
futebol, acabou generalizando e ofendendo os gaúchos, suas
características de povo e sua história. Nem precso dizer a
quem me conhece, como fiquei chateado e indignado ao ler sobre
determinada visão limitada e ignorante. Mas, essa coluna, ao
conversar com meu irmão, me leva mais adiante no raciocínio.</p>
<p>Confesso que, em pleno século XXI, ainda me assusto com a
xenofobia. Essa visão deturbada que, por nascer num torrão de terra
diferente de onde nascemos, as pessoas têm um valor menor que o
nosso. Tive a felicidade de conhecer vários estados da federação,
amigos espalhados por todos os cantos, e mesmo eu sendo gaúcho, por
gostar do meu chão e de minhas tradições, sempre vi e aprendi com
as outras culturas, idéias, costumes e crenças.  </p>
<p>Infelizmente, as novas gerações não possuem ideais. Elas não têm
porque lutar. Vivemos num universo consumista, materialista e
individualista onde todos são "inimigos em potencial", e cada
característica ou detalhe, nesse mundo competitivo, parece se
transformar num motivo de ofensa, injúria ou desqualificação.
E, em vez das pessoas se unirem pelo amor, pelo belo, pelo justo,
se unem pra disseminar o ódio, a raiva e a desesperança.</p>
<p>O preconceito tem várias vítimas, seja de modo ostensivo ou
velado. Ele está em todos os cantos e, dependendo da localização
geográfica, se você é negro, ou índio, ou nordestino, ou
homossexual, ou dekassegui, ou gaúcho, ou gordo, ou cancerígeno, ou
umbandista, ou espirita, ou cabeludo, ou evangélico, ou
muçulmano, ou judeu, ou pobre, ou um elefante lilás com
pintinhas verdes, você, em vez de ser visto, respeitado, admirado,
amado pelas suas características e qualidades, você é rotulado,
ofendido ou, até mesmo, agredido.</p>
<p>Creio que temos muito a evoluir ainda. Infelizmente, não
lembro qual escritor francês que disse que "só as pessoas
inteligentes vêem qualidades nos outros, enquanto os mediocres
procuram os defeitos". Concordo com ele e cresci muitos com as
centenas de amigos que tenho. </p>
<p>O problema é encontrar qualidade no time atual do Grêmio.
 Mas "não tá morto quem
peleia".</p>
<p>Pra quem quiser ler o que esse senhor acabou escrevendo
sobre os gaúchos, o link é esse: <a href=
"http://www.gazetaesportiva.net/nota/2009/06/25/585664.html">http://www.gazetaesportiva.net/nota/2009/06/25/585664.html</a> </p>
<p>Beijo no coração de todos e até a próxima!!!</p>
<p> </p>
]]></description>			<link>http://cristianribas.arteblog.com.br/174484/Muito-a-Evoluir/</link>			<comments>http://cristianribas.arteblog.com.br/Muito-a-Evoluir-02072009-200000-lp-174484.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://cristianribas.arteblog.com.br/174484/Muito-a-Evoluir/</guid>			<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 20:00:00 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[Tempo Imperfeito]]></title>			<description><![CDATA[<div class="para">

Na folha estagnada
que o vento não sopra,
na onda que começa
onde termina o mar,
procuro confiança.
Sejam nas coisas que não sei,
nas tantas vezes que errei
e não senti
por ti
tuas sensações.
Sinto o tempo imperfeito,
de vôo rápido
e caminhar lento,
como um velho espírito amoroso
guardando remorso
por aquilo que não disse.
Você não vê
meus olhos fechados,
desenterrando pecados
pra me perdoar
e encontrando o amor
nas tuas feridas.
E, se teu coração
não está ao meu lado,
desejo ao longe
que ele ainda consiga
descobrir
como ainda sorrir.

Cristian Ribas


P.S.: Inspirado pela música "Confiança", da banda gaúcha Reação em
Cadeia.</div>
]]></description>			<link>http://cristianribas.arteblog.com.br/174372/Tempo-Imperfeito/</link>			<comments>http://cristianribas.arteblog.com.br/Tempo-Imperfeito-02072009-180556-lp-174372.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://cristianribas.arteblog.com.br/174372/Tempo-Imperfeito/</guid>			<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 18:05:56 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[A Nossa Bendita Noz]]></title>			<description><![CDATA[<p>Boa tarde, meu povo!!!</p>
<p>Olha eu aqui de novo, enquanto a água esquenta pro chimarrão,
tento aquecer meus dedos escrevendo um pouco e libertando minha
imaginação. E,o que é mais interessante nesse "libertar de
imaginação" é que, nem sempre o que planejamos é o que acaba
acontecendo.</p>
<p>Digo isso porque, ao vir pra cá hoje, em todo o caminho, ouvi
muitas vezes a música "Confiança", da banda gaúcha Reação em
Cadeia. Achei que, por isso, ela seria o tema dessa conversa
"monológica" (existe esse termo? ) de hoje. Mas, com o passar da manhã, algo
engraçado me chamou mais a atenção.</p>
<p>Ontem, falei sobre perseverança. Mas, nos tempos atuais, não
existe melhor exemplo de quem nunca desiste do que o Scratch,
aquele esquilo maluco de olhos saltados do filme "A Era do Gelo".
Me identifico muito com ele. Além dele ter um nariz grande e,
quando fica bravo, arregala os olhos,  ele é um apaixonado, louco,
persistente, atrapalhado, desastrado, determinado a conquistar o
grande desejo de sua vida: a bendita da noz. Se enfia em um monte
de roubadas, mas nunca desiste de sua luta solitária. Aliás, graças
a ele, descobri porque no desenho do "Papa-Léguas" eu sempre torci
pro Coiote.  Adorava aquelas armadilhas malucas e
suas invenções que nunca davam certo.</p>
<p>Vendo o Scratch e toda a sua disposição pra pegar a bendita noz,
vejo que nós (perdoem a cacofonia), em nosso dia-a-dia, também temos certos
frutos que, em alguns momentos, parecem inalcançáveis. Porém,
quando estamos tão "vidrados" em algo e buscamos de corpo e,
principalmente, alma, fazemos coisas tão incríveis eespetaculares
que, se nos falassem antes de acontecer, duvidaríamos.</p>
<p>Bom, eu vi o trailer do "A Era do Gelo 3" e dei muita risada
pois, além da luta feroz pela bendita noz, vai aparecer uma linda
fêmea pra deixar o Scratch mais doidinho e atrapalhado. Isso até
lembra uma frase que eu adoro do John Lennon, "vida é o que
acontece quando se está fazendo outros planos". </p>
<p>Confesso que estou curioso e louco pra ir no cinema só pra
torcer pro Scratch conseguir pegar essa bendita noz, da mesma força
que torço pra todos que, de coração puro e honesto,
procuram realizar seus sonhos.</p>
<p>Bjo no coração de todos e DALE SCRATCH!!!  </p>
<p> </p>
<p> </p>
]]></description>			<link>http://cristianribas.arteblog.com.br/173910/A-Nossa-Bendita-Noz/</link>			<comments>http://cristianribas.arteblog.com.br/A-Nossa-Bendita-Noz-01072009-182628-lp-173910.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://cristianribas.arteblog.com.br/173910/A-Nossa-Bendita-Noz/</guid>			<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 18:26:28 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[O Jogo da Vida]]></title>			<description><![CDATA[<p>Olha eu aqui, encarando esse espaço vazio ao mesmo tempo em que,
com minha mão esquerda, seguro o chimarrão e sorvo o mate com as
bochechas doloridas pela bomba estar levemente entupida.
  Mas a sede da tradição e a
necessidade de aquecer a tarde acabam mexendo com meus brios e
fazendo que eu insista nessa batalha.</p>
<p>Isso lembra certa vez, num passado levemente distante
numa partida de futebol que o nosso treinador, seu Augusto,
falou pra todo time e apontou pra mim seu dedo indicador de unhas
carcumidas, "quero que todo time corra atrás da bola e se entregue
no jogo como o Cristian". Aquilo ficou passeando por muito tempo em
minha mente pra que eu pudesse compreender, na síntese, aquilo que
ele tentara passar. E, conforme fui olhando pros lados durante
a partida, comecei a compreendê-lo.</p>
<p> Sempre fui um cara que nunca perdeu ou venceu de véspera,
que sempre batalhou por aquilo que desejou, que acreditava em cada
jogada, não fugia da dividida, procurava ser duro sem ser
desleal, lutador sem ser injusto e procurava não jogar
sozinho, mas fazer sua parte pro todo sair vencedor. E acima de
tudo, sempre fui apaixonado pelo jogo, independente da vitória ou
derrota. por isso, eu nunca desistia.</p>
<p>Sexta-feira passada, depois de muito tempo, voltei a jogar.
Condição física zero, mas consegui dar boas risadas com meus amigos
e relembrar a antiga paixão adormecida, mesmo com o corpo dolorido
até agora.  Porém, o mais importante disso tudo, é
resgatar esse espírito apaixonado, não só pelo futebol. Mas, pela
vida. Independente do resultado, de quem venceu ou se eu perdi nos
últimos tempos. O mais importante é amar cada segundo em que se
está vivo.</p>
<p>Bjo no coração e até o próximo texto.</p>
]]></description>			<link>http://cristianribas.arteblog.com.br/173538/O-Jogo-da-Vida/</link>			<comments>http://cristianribas.arteblog.com.br/O-Jogo-da-Vida-30062009-200725-lp-173538.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://cristianribas.arteblog.com.br/173538/O-Jogo-da-Vida/</guid>			<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 20:07:25 +0200</pubDate>		</item>	</channel></rss>