<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">		<title>http://ciashivadeteatro.arteblog.com.br</title>		<id>http://arteblog.com.br/</id>		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://ciashivadeteatro.arteblog.com.br/atom.xml" />		<subtitle><![CDATA[CIA Shiva de Teatro]]></subtitle>		<rights>Copyright (c) 2006, Hi-pi</rights>		<generator>Hi-pi ATOM generator</generator>		<author>			<name>Hi-pi</name>			<uri>http://ciashivadeteatro.arteblog.com.br</uri>		</author>		<updated>2007-11-04T21:17:24+01:00</updated>		<entry>			<title>Evadro Cardoso</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><strong><em>Evandro Cardoso</em></strong></p>
<p></p>
<p><em>(Evandro
Cardoso faz teatro a 6 anos Dana Contemporanea a 3
fez aulas de canto coral e apresenta o programa Tv
Internauta).</em></p>
<p><em>14/07/2007</em></p>
<p>Amar, Verbo Ridiculo</p>
<p>Isquios Por Isquios</p>
<p>06/04/2007</p>
<p>A Paixo de Cristo(as sete
estaes)</p>
<p>Silvestre Guedes</p>
<p>08/03/2007</p>
<p>I Mostra Cac(Depertamento de arte cenicas
da USP)</p>
<p>Bailando Com a Peste</p>
<p>Katia Lazarini</p>
<p>09/12/2006</p>
<p>IV Mostra das oficinas de artes da casa da
cultura de Jandira</p>
<p>29/11/2006</p>
<p>Bailando Com aPeste</p>
<p>Katia Lazarini</p>
<p>03/09/2007</p>
<p>Leticia</p>
<p>Delp X-L4</p>
<p><em><span>08/07/2006</span></em></p>
<p><strong><em><span>III</span></em></strong>
<em><span>Mostra das
oficinas de arte do municipio de Jandira(Os sete pecados e
os sete caminhos)</span></em></p>
<p><em><span>04/12/2005</span></em></p>
<p><em><span>O Palhacinho de Triste e a Rosa (Maria Cecilia
Oliveira Marques Direo: Clovis Lima
Orienta Por: Telma
Viera).</span></em></p>
<p><em><span>03/12/2005</span></em></p>
<p><em><span>II Mostra das oficinas de artes do municipio de
Jandira (O Sacramento)</span></em></p>
<p></p>
<p><em><span>2004</span></em></p>
<p><em><span>Guerra dos Sexos</span></em></p>
<p></p>
<p></p>
<p></p>
<p></p>
<p></p>
<p></p>
<p></p>
				</div>			</content>			<id>http://ciashivadeteatro.arteblog.com.br/30221/Evadro-Cardoso/</id>			<link href="http://ciashivadeteatro.arteblog.com.br/30221/Evadro-Cardoso/" />			<author>				<name>ciashivadeteatro</name>				<uri>http://ciashivadeteatro.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2007-11-01T00:03:19+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Publicidade a força do consumo a serviço das imagens</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				









<p>
<em>Comerciais exibidos na
televiso recorrem a estereotipos para criar a
sensao de desejo no inconsciente do
telespectador.</em></p>
<p><em>A
linguagem da propaganda, em qualquer meio de
comunicao, e sempre a da
seduo, a do convencimento. Na TV, seu discurso
ganha um refora das
imagens em movimento. Assim, fica muito dificil resistir aos
seus apelos: o sanduiche cujos ingredientes quase saltam da
tela com sua promessa de sabor, o ultimo lanamento
automobilistico  que nenhum motorista inteligente
pode deixar de comprar  deslizando em uma rodovia perfeita
como um tapete, a roupa de grife moldando o corpo esguio de jovens
modelos. A publicidade funciona assim nas revistas, nos jornais, no
radio e nos outdoors, mas suas armas parecem mais poderosas
na televiso. Se e verdade, como dizem os
criticos, que a propaganda tenta criar necessidades que
no os que mais perto
chegam de nos fazer levantar imediatamente do sofa para
realizar algum desejo de consumo - e as vezes conseguem,
quando o objeto em questo pode ser encontrado na
cozinha.</em></p>
<p><em>Aprender a ler as peas
publicitarias veiculadas pela TV tem a mesma
importancia, na formao de um telespectador
critico, que saber analisar os noticiarios e as
telenovelas. A parte mais obvia desse trabalho de
conscientizao refere-se, claro, a
identificao das estrategias usadas para
criar o apelo ao consumo. Pea a seus alunos que mencionem
os comerciais de que mais gostam, explicando os motivos que os
atraem. E provavel que voce os oua
cantarolar jingles e repetir slogans. Procure mostrar a eles como
as frases publicitarias s em seguida,
proponha que eles criem material equivalente para tentar convencer
os colegas de classe de que outros produtos so
superiores, melhores. Ao tentar compor
musicas e redigir slogans, eles vo perceber que a
publicidade em torno de um produto as vezes guarda pouca
relao com suas utilidades e qualidades. E que,
portanto, produtos inferiores aos fabricados por concorrentes podem
ser mais vendidos porque seus comerciais so mais atraentes.
O exercicio permitira tambem que eles
identifiquem as peas publicitarias mais honestas:
so aquelas baseadas apenas em caracteristicas
inquestionaveis dos produtos e servios que
promovem.</em></p>
<p><em>Independente do apelo ao consumo, os comerciais exibidos
pela televiso tambem se prestam a analises
mais amplas de conteudo. Ao difundir modelos de
comportamento, exercem tanta influencia sobre os
telespectadores quanto os personagens de novelas. E, ao
reforas e
classes sociais, por exemplo, contribuem decisivamente para que
imagens distorcidas da sociedade continuem a ser propagadas.
Voce pode propor aos seus alunos que analisem diferentes
comerciais de um mesmo tipo de produto, em busca de
caracteristicas que se repitam: desde o perfil
socio-cultural das pessoas que o consomem ate as
situaes em que isso ocorre. A
mensagem e clara: quem usa aquele
servio ou produto pertence aquele mundo, e quem
julga pertencer aquele mundo deve, por
consequencia, consumir o que se anuncia. Esse
exercicio possibilita, por outro lado, que os alunos sejam
capazes de identificar os comerciais que evitam promover esse tipo
de distoro, acima de tudo,
cidados.</em></p>
				</div>			</content>			<id>http://ciashivadeteatro.arteblog.com.br/28913/Publicidade-a-forca-do-consumo-a-servico-das-imagens/</id>			<link href="http://ciashivadeteatro.arteblog.com.br/28913/Publicidade-a-forca-do-consumo-a-servico-das-imagens/" />			<author>				<name>ciashivadeteatro</name>				<uri>http://ciashivadeteatro.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2007-11-01T00:04:10+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Blusa Branca do Reverso</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><em>Ao longo
dos nossos encontros no Teatro do Reverso fizemos varios
exercicios de varias especies, todos -
ao meu ver focando a essencia das coisas(dos participantes,
dos objetos, das mascaras, dos sons, das musicas).
Apesar disso os resultados so diferentes.</em></p>
<p><em>Uma vez, fiz um exercicio com um
objeto branco. Estabeleci um contato visual com esse objeto por
causa da sua cor brnaca. Como eu estava com os olhos envesgados
no percebi que se tratava de uma blusa. Aos poucos foi me
aproximando desse objeto/ser, ate oder toca-lo. E
esse novo elemento - a textura da blusa - me causou outras
sensa que complementaram a ja
existente, ou seja, ao manipular o objeto/ser, foi como se ele se
transformasse na extenso do meu corpo/ser. Os movimentos
desse objeto/ser , remetiam aos movimentos do meu corpo/ser e
vice-versa: movimentos leves, freneticos circulares ou
simplismente espalhado solto e lento. Numa tentativa de
explicao, poderei dizer que foi meu corpo /ser
fosse uma alga marinha e o objeto/ser fosse as ondas do mar, onde
um interfere e atua com o outro.</em></p>
<p><em>Mas essa explicao
me e satisfatoria, e apenas uma tentativa para
no ficarmos somente no abstrato.</em></p>
<p><em>Num outro momento, fizemos exercicios
que consistiam em nos mascarar com o figuirino. O processo para se
chegar a isso era o mesmo exercicio anterior: estabelecer um
contato visual, dialogar com cores e formas, em seguida o toque e
por fim vestir esse figurino. Nesse momento acontece sim um
processo de mascaramento, e como se chegassemos um novo ser,
atraves de todos esses elementos. E uma persona,
e um ser mais definido, que caminha que se relaciona com os
outros elementos da sala e que facilmente, podemos atribuir - lhe
sentimentos e desejos.</em></p>
<p><em>Dessa forma, comparandoesses dois
momentos, percebo algo que e bastante instigante. No
primeiro momento, houve efetivamente uma quimica entre os
elementos , e como se fato as energias se
tocasseme formasse uma outra coisa/ser(por isso chamei de
objeto/ser e ator/ser. Ser no sentido de
essencia).E como se tivessemos
duasd'agua que se aproximam chegou o
momento que estavo atraidas uma
pelaoutra, que uma puxou a outra e vice-versa, ocorreu a
juno dessa nova gotinha .
O curioso e que essa coisa ser se transformou inexplicavel e
infindavel. Eu enquanto atriz, no momento do
exercicio tambem no sei decifrar o que
aconteceu efetivamente. Apenas segui impulsos que me pareciam
impostos por essa juno de energias.</em></p>
<p><em>Ja em relao ao segundo
exercicio, tudo parece ser mais definivel, e cmo se
chegasse um ser - e n. O
serja existia, precisou apenas de
condies para se manisfestar. Apropriou-se das
energias(do ator dos objetos) para se materializar, mas no
para existir , para se formar . As atitudes e movimentos eram
impulsivos sim poremconhecidas e reconhecidas po mim,
por serem mais proximas de um ser tambem conhecido e
reconhecido.</em></p>
<p><em>Tenho a impresso, portanto, que no
primeiro exercicio o que era multi(ator, objeto,som, cores,
etc), num dado momento tornou-se uno; no segundo exercicio o
que era multi tornou-se dois: ator e persona.</em></p>
<p><em>(Cintia Abreu,03 de agosto de
2002)</em></p>
				</div>			</content>			<id>http://ciashivadeteatro.arteblog.com.br/28847/Blusa-Branca-do-Reverso/</id>			<link href="http://ciashivadeteatro.arteblog.com.br/28847/Blusa-Branca-do-Reverso/" />			<author>				<name>ciashivadeteatro</name>				<uri>http://ciashivadeteatro.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2007-11-01T00:04:36+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Meu Anjo(lira dos Vinte Anos(Alváres de Azevedo))</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><em>II</em></p>
<p><em>Meu anjo</em></p>
<p></p>
<p><em>Meu anjo tem o encanto, a maravilha</em></p>
<p><em>Da espontanea cano dos
passarinhos;</em></p>
<p><em>Tem os seios to macios</em></p>
<p><em>Como o pelo sedoso dos arminhos.</em></p>
<p></p>
<p><em>Triste de noite da janela a vejo</em></p>
<p><em>E
de seus labios o gemido escuto.</em></p>
<p><em>E leve a criatura vaporosa</em></p>
<p><em>como frouxa a fumaa de um charuto</em></p>
<p></p>
<p><em>Parece ate que sobra a fornte
angelica</em></p>
<p><em>Um anjo lhe depos a coroa e nimbo...</em></p>
<p><em>Formosa a vejo assim entre os meus sonhos</em></p>
<p><em>Mais bela a vapor do meu cachimbo</em></p>
<p></p>
<p><em>Como o vinho espanhol, um beijo dela</em></p>
<p><em>Entorna ao sangue a luz do paraiso</em></p>
<p><em>Da morte um desdem, num beijo da
vida,</em></p>
<p><em>e
celestes desmaios num sorriso!</em></p>
<p></p>
<p><em>Mas quis a minha sina que seu peito</em></p>
<p><em>No batesse por mim nem um minuto,</em></p>
<p><em>E
que ela fosse leviana e bela</em></p>
<p><em>Como a leve fumaa de um charuto</em></p>
				</div>			</content>			<id>http://ciashivadeteatro.arteblog.com.br/28845/Meu-Anjo-lira-dos-Vinte-Anos-Alvares-de-Azevedo/</id>			<link href="http://ciashivadeteatro.arteblog.com.br/28845/Meu-Anjo-lira-dos-Vinte-Anos-Alvares-de-Azevedo/" />			<author>				<name>ciashivadeteatro</name>				<uri>http://ciashivadeteatro.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2007-11-01T00:05:08+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Cantiga(lira dos Vinte Anos(Alváres de Azevedo)</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>C...</p>
<p></p>
<p>Sim - coroemos as noites</p>
<p>Com as rosas do himeneu</p>
<p>Entre flores laranja</p>
<p>Seras minha e serei teu!</p>
<p></p>
<p>Sim - quero em leito flores</p>
<p>Tuas mos dentro das minhas...</p>
<p>Mas os cirios dos amores</p>
<p>Sejam so as estrelinhas.</p>
<p></p>
<p>Por incenso ou teus perfurmes,</p>
<p>Suspiro por orao,</p>
<p>E por lagrimas somente</p>
<p>As lagrimas da paixo!</p>
<p></p>
<p>Do veus da noiva so tenhas</p>
<p>Dos cilios o negro veu;</p>
<p>Basta colo de cetim</p>
<p>Para madonas do ceu!</p>
<p></p>
<p>Eu soltarei - te os cabelos...</p>
<p>Quero em teu colo sonhar!</p>
<p>Hei de embalar - te... do leito</p>
<p>Seja lampada laur!</p>
<p></p>
<p>Sim coroemos as noites</p>
<p>Da laranjeira co ' a flor;</p>
<p>Adormeamos num templo,</p>
<p>Mas seja o templo do amor.</p>
<p></p>
<p>E doce amar com os anjos</p>
<p>Da ventura no himeneu:</p>
<p>Minha noivas, ou minh 'amante,</p>
<p>Vem dormir no peito meu!</p>
<p></p>
<p>Da - me um beijo - abre teus olhos</p>
<p>Por entre esse umido veu:</p>
<p>Se na terra es minha amante,</p>
<p>Es minha alma no ceu</p>
<p></p>
<p>I</p>
<p></p>
<p>Em um castelo doirado</p>
<p>Dorme encantada donzela;</p>
<p>Nasceu - e vive dormindo</p>
<p></p>
<p>- Dorme tudo junto dela.</p>
<p></p>
<p>Adormeceu - a sonhando</p>
<p>Um feiticeiro condo</p>
<p>E dormem no seio dela</p>
<p>As rosas do corao.</p>
<p></p>
<p>Dorme lampada argentina</p>
<p>Defronte do leito seu:</p>
<p>Noite a noite a lua triste</p>
<p>Dorme palida no ceu.</p>
<p></p>
<p>Voam os sonhos errantes</p>
<p>Do leito sob o dossel,</p>
<p>E suspiram no alude</p>
<p>As notas menestrel.</p>
<p></p>
<p>E no castelo, sozinha,</p>
<p>Dorme encantada donzela:</p>
<p>Nasceu - vive dormindo</p>
<p>- Dorme junto dela.</p>
<p></p>
<p>Dorme cheirosas abrindo</p>
<p>As roseiras em boto,</p>
<p>E dormem no seio dela</p>
<p>As rosas do corao</p>
<p></p>
<p>II</p>
<p></p>
<p>A donzela adormecida</p>
<p>E a rua alma santinha,</p>
<p>Que no sonha nas saudades</p>
<p>E nos amores da minha.</p>
<p></p>
<p>-Nos meus amores que velar</p>
<p>Debaixo do teu dossel,</p>
<p>E suspiram no alude</p>
<p>As notas do menestrel!</p>
<p></p>
<p>Acorda, minha donzela!</p>
<p>Foi-se a lua - eis a manh</p>
<p>E nos ceus da primavera</p>
<p>A aurora de tua irm!</p>
<p></p>
<p>Abririam no vale as flores</p>
<p>Sorrindo na fresquido:</p>
<p>Entre as rosas da campina</p>
<p>Abram-se as do corao.</p>
<p></p>
<p>Acorda, minha donzela,</p>
<p>Soltemos da infancia do veu...</p>
<p>Se nos morremos, num beijo,</p>
<p>Acordemos no ceu.</p>
				</div>			</content>			<id>http://ciashivadeteatro.arteblog.com.br/28844/Cantiga-lira-dos-Vinte-Anos-Alvares-de-Azevedo/</id>			<link href="http://ciashivadeteatro.arteblog.com.br/28844/Cantiga-lira-dos-Vinte-Anos-Alvares-de-Azevedo/" />			<author>				<name>ciashivadeteatro</name>				<uri>http://ciashivadeteatro.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2007-11-01T00:05:48+01:00</updated>		</entry></feed>