<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">		<title>http://caminhodasborboletas74.arteblog.com.br</title>		<id>http://arteblog.com.br/</id>		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://caminhodasborboletas74.arteblog.com.br/atom.xml" />		<subtitle><![CDATA["Borboletas a caminho..."]]></subtitle>		<rights>Copyright (c) 2006, Hi-pi</rights>		<generator>Hi-pi ATOM generator</generator>		<author>			<name>Hi-pi</name>			<uri>http://caminhodasborboletas74.arteblog.com.br</uri>		</author>		<updated>2010-02-09T23:13:56+01:00</updated>		<entry>			<title>Saudade</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Saudade é o amor que fica...</p>
<p>Saudade do cheiro de uma cidade...</p>
<p>Saudade do gosto de um beijo...</p>
<p>Saudade daquela aula inesquecível...</p>
<p>Saudade de um abraço apertado...</p>
<p>Saudade do som de uma voz que não sai dos
nossos ouvidos...</p>
<p>Saudade do sorriso de um amigo...</p>
<p>Saudade das brigas com nossos
irmãos...</p>
<p>Saudade daquele mestre querido, que nos ensinou
além da matéria, experiências ricas a respeito da
vida...</p>
<p>Saudade de jogar conversa fora com os
amigos...</p>
<p>Saudade de sentir a mão um do
outro...</p>
<p>Saudade das conversas com aquela pessoa
especial...</p>
<p>Saudade de um lugar...</p>
<p>Saudade de uma pessoa...</p>
<p>Saudade de um tempo vivido, que faz falta, e
que não tem mais volta...</p>
<p>Saudade dos pais...</p>
<p>Saudade dos filhos...</p>
<p>Saudade daquele livro...</p>
<p>Saudade de uma música...</p>
<p>Saudade de um olhar...</p>
<p>Saudade da vida...</p>
<p>Saudade daquele amor que não volta, mas que
fica guardado dentro da gente...</p>
<p>Sente-se apenas, sem aviso, sem hora marcada.
Bate no coração e fica, às vezes como uma sensação gostosa de se
sentir, outras, apenas como uma dor, um peso por não poder
controlar os acontecimentos vindos do tempo.</p>
<p>Saudade não é uma "coisa" apenas dos
emocionais, até os mais racionais sente o peso e a delícia de uma
saudade.</p>
<p>Muitos poetas, cantores e até nós mesmos
buscamos uma definição para essa palavra carregada de um sentimento
tão forte: "Saudade".</p>
<p>Entretanto, foi por um e-mail, dia desses, que
recebi um texto que simplificava o tudo dessa palavra: Saudade é o
amor que fica. É nosso, ninguém nos tira, nos pertence de uma
maneira tão privativa, tão especial que ninguém ousa sentir
igual... Saudade pertence aquele que viveu e ficou ali, com aquele
amor latejante, pulsando por dentro, por algo que hoje, sem mais
nem menos sente-se falta.</p>
<p></p>
<p>Saudade é apenas o amor que fica... E nada
mais.</p>
<p></p>
<p>Léia Viana - fevereiro/2010.</p>
				</div>			</content>			<id>http://caminhodasborboletas74.arteblog.com.br/253127/Saudade/</id>			<link href="http://caminhodasborboletas74.arteblog.com.br/253127/Saudade/" />			<author>				<name>caminhodasborboletas74</name>				<uri>http://caminhodasborboletas74.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2010-02-07T15:28:16+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Desencontros amorosos</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><em>"Procedíamos
de galáxias diferentes, como dois cometas que se cruzam
efemeramente no espaço. Ele vinha da infância e nunca tivera uma
parceira estável, queria me viver até me esgotar, queria que
montássemos juntos uma casa, que sonhássemos um futuro, que nos
enchêssemos de compromissos de eternidade até as orelhas. Eu
provinha da fatigante travessia da idade madura e sabia que a
eternidade sempre se acaba, e tanto mais cedo quanto mais eterna. E
assim fui avarenta, me neguei a ele, afastei-o de mim. Quanto mais
ele me exigia, mais me sentia asfixiada; e, quanto mais me
regateava, mais ansiosamente ele queria me segurar. Dito isso, se
ele se retirava, eu avançava, e então o perseguia e o exigia:
porque o amor é um jogo perverso de vasos
comunicantes."</em></p>
<p></p>
<p><strong>A filha do
canibal - Rosa Montero</strong></p>
<p></p>
				</div>			</content>			<id>http://caminhodasborboletas74.arteblog.com.br/251156/Desencontros-amorosos/</id>			<link href="http://caminhodasborboletas74.arteblog.com.br/251156/Desencontros-amorosos/" />			<author>				<name>caminhodasborboletas74</name>				<uri>http://caminhodasborboletas74.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2010-02-05T00:27:24+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Janeiro sem Freio</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>
Foi tudo
muito de repente.</p>
<p>
Enquanto todos estavam concentrados em seus desejos para
a virada do ano, festejando uns com outros na distribuição de
abraços e na saudação de um ano melhor, eis que o ano se inicia
surpreendendo a todos.</p>
<p>
<span></span>Não bastasse
as nossas angústias e pequenos dramas internos, nos tornamos
espectadores de tragédias globais.</p>
<p>
<span></span>A
chuva, tão esperada por agricultores, tão aclamada pelos poetas e
desejada por nós, naqueles dias de calor insuportável, não dava
sinal de trégua e nos comprovou que seria uma das coadjuvantes do
cenário de horror que janeiro nos deixou.</p>
<p>
<span></span>O paraíso de
águas claras que reúne tanta gente bonita, transformou-se na
primeira hora do ano em um cenário de horror, a chuva que caia
fortemente na cidade de Angra, mais precisamente em Ilha Grande,
deixou registrado um dos piores acontecimentos: a morte de pessoas
que estavam lá, apenas de passagem curtindo o revellion em um lugar
bacana, cercados por amigos e parentes.</p>
<p>
Mas, o que parecia apenas um acidente isolado tomou
proporções globais, logo em seguida o mês de janeiro nos marcava
com mais um acontecimento desprezível: o terremoto em Porto
Príncipe - Haiti. Uma cidade tão atormentada com suas adversidades,
com tanta falta de perspectivas e órfã de si mesma, deixou ainda
mais marcados os seus habitantes e a nós que assistíamos a tudo,
com um nó enorme na garganta.</p>
<p>
<span></span>Quando
acreditávamos que já bastava de tanto horror, São Luiz do
Paraitinga foi mais uma vítima da enchente e teve sua igreja
destruída pela fúria da natureza.</p>
<p>
<span></span>E os
jogadores de Togo, na província Angolana, o terremoto da China que
deixou mais de 100 casas destruídas, e a tempestade de neve dos
EUA</p>
<p>
 A natureza em fúria nos deixou com tantos
sofrimentos, tantas angústias, tantos sonhos desmoronados, levados
pela chuva.</p>
<p>
 É foi realmente um janeiro sem
freio.</p>
<p>
</p>
<p>
Léia Viana -
fevereiro/2010</p>
				</div>			</content>			<id>http://caminhodasborboletas74.arteblog.com.br/251558/Janeiro-sem-Freio/</id>			<link href="http://caminhodasborboletas74.arteblog.com.br/251558/Janeiro-sem-Freio/" />			<author>				<name>caminhodasborboletas74</name>				<uri>http://caminhodasborboletas74.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2010-02-01T21:28:59+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Banana Split!</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><strong>É difícil
resistir.</strong></p>
<p><strong>Eu não consigo é bem mais forte o desejo
de devorar uma banana split
inteirinha.</strong></p>
<p><strong>Sim, eu consigo comer uma inteira e ainda
pedir bis! é uma das minhas sobremessas favoritas, não escolho uma
data certa para devorá-la, pode ser inverno, verão, primavera,
bateu vontade lá estou eu me deliciando com uma banana
split.</strong></p>
<p></p>
<p></p>
				</div>			</content>			<id>http://caminhodasborboletas74.arteblog.com.br/231383/Banana-Split/</id>			<link href="http://caminhodasborboletas74.arteblog.com.br/231383/Banana-Split/" />			<author>				<name>caminhodasborboletas74</name>				<uri>http://caminhodasborboletas74.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2010-01-31T15:59:34+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Uma carta à você.</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Te
escrevo...</p>
<p>Finalmente alguma
notícia!</p>
<p>Minhas... Claro, à
você.</p>
<p>Por favor, não me questione, não
me acuse pelas ausências, não reclame da minha falta de jeito em
não lhe avisar, bem como não me cobre os dias em que eu estive
assim... Tão longe de ti.</p>
<p>Fez-me
falta!</p>
<p>Mas, eu andei por aí, revendo
planos, contabilizando as perdas e ganhos, reconstruindo sonhos,
redescobrindo pessoas, valorizando algumas amizades importantes
para minha vida e olhando um pouco mais para mim
mesma.</p>
<p>Não deixei você de lado, apenas
precisava dessa fuga momentânea, para olhar melhor por aí e
deixar-me olhar por outros olhares.</p>
<p>Peço que me compreenda, que não me
faça perguntas, apenas me aceite de volta com o coração aberto e os
olhos vivos e ávidos por me ler tão qual eu me apresento para
ti.</p>
<p>Senti saudades, aquela sensação
boa, da falta que a gente sente por dentro de algo, e de pessoas,
que só nos faz bem.</p>
<p>Estou pronta para retornar e um
pouco menos ansiosa. Aos poucos vou aparecendo aqui, e, se você
permitir novamente, tudo será melhor dessa vez. Obrigada por me
esperar e voltar a me ler.</p>
<p>Um beijo enorme para
ti.</p>
<p></p>
<p>Léia Viana -
Janeiro/2010.</p>
<p></p>
<p></p>
<p></p>
<p></p>
				</div>			</content>			<id>http://caminhodasborboletas74.arteblog.com.br/250067/Uma-carta-voc/</id>			<link href="http://caminhodasborboletas74.arteblog.com.br/250067/Uma-carta-voc/" />			<author>				<name>caminhodasborboletas74</name>				<uri>http://caminhodasborboletas74.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2010-01-28T00:31:11+01:00</updated>		</entry></feed>