<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0">	<channel>		<title>[arteblog.com.br] cadarcia : <![CDATA[DIVERSIDADE]]></title>		<link>http://cadarcia.arteblog.com.br</link>		<description><![CDATA[DIVERSIDADE]]></description>		<language>br</language>		<copyright>Copyright (c) 2006, Hi-pi</copyright>		<generator>Hi-pi RSS 2.0 generator</generator>		<docs>http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss</docs>		<pubDate>Tue, 25 Nov 2008 21:47:48 +0200</pubDate>		<item>			<title><![CDATA[KANT]]></title>			<description><![CDATA[<p align="justify">...</p>
<p align="justify">"As idéias éticas de Kant são um resultado lógico de sua crença na liberdade fundamental do indivíduo como afirmada na sua "Crítica da Razão Prática" (1788). Esta liberdade ele não olhava como a liberdade sem leis da anarquia, mas mais como a liberdade de autogoverno, a liberdade para obedecer conscientemente as leis do universo como reveladas pela razão.</p>
<p align="justify">A vontade é autônoma quando dá a si mesma sua própria lei; é heterônoma se recebe passivamente a lei. Se a vontade é autônoma, isto implica no postulado da liberdade da vontade. Como poderia ser a vontade meritória, boa ou má, se estivesse sujeita à lei de causas e efeitos, à determinação natural dos fenômenos?</p>
<p align="justify">De outra parte, Kant concebe a liberdade da vontade de duas maneiras. Considerada como um fenômeno que se efetua no mundo sensível dos fenômenos, onde cada uma de nossas ações tem suas causas e está integralmente determinada (Vontade psicológica) a vontade não é absolutamente livre. No mundo inteligível manifesta-se a vontade livre, que não está sob aspectos de causa, de determinação, mas sob o aspecto do dever. Visa a prática do bem. Este é o efeito possível da liberdade, do ponto de vista moral, segundo Kant.</p>
<p align="justify">Kant faz distinção entre as máximas e as leis morais. As primeiras, as máximas, seriam subjetivas, contendo uma condição considerada pelo sujeito como válida somente para sua vontade, condição de alcançar sua felicidade pessoal, e portanto sua vontade está condicionada. As leis morais, ao contrário, seriam objetivas, contendo uma condição válida para a vontade de qualquer ser racional. Ambas derivam puramente da razão, mas apenas a vontade determinada apenas pela forma da lei e, por conseqüência independente de todo estímulo empírico é livre"...</p>]]></description>			<link>http://cadarcia.arteblog.com.br/89652/KANT/</link>			<comments>http://cadarcia.arteblog.com.br/KANT-20092008-174302-lp-89652.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://cadarcia.arteblog.com.br/89652/KANT/</guid>			<pubDate>Sat, 20 Sep 2008 17:43:02 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA["A beleza das coisas existe no espírito de quem as contempla" (David Hume).]]></title>			<description><![CDATA[<p align="center"><strong><span style="text-decoration: underline;">HUME</span></strong></p>
<p align="center"><a name="Teoria"></a><em>Teoria do conhecimento</em></p>
<p align="justify">O "Investigação concernente ao entendimento humano" é uma tentativa de definir os princípios do conhecimento humano. O livro apresenta de forma lógica as importantes questões sobre a natureza de todo raciocínio com respeito a matérias de fato e experiência, e resolve os problemas recorrendo à associação.</p>
<p align="justify">A base de sua exposição é uma classificação binária dos objetos da consciência: impressões e idéias.</p>
<p align="justify">Conhecimento divide-se em "impressões" (dados fornecidos pelos sentidos tanto internos, como a percepção de um estado de tristeza, quanto externos, como a visão de uma paisagem) e "idéias" (representações da memória das impressões).</p>
<p align="justify">As impressões: O que tenho de mais vívido em minha mente são as impressões dos sentidos no momento em que ocorrem, isto é, aquilo que vejo, aquilo que ouço, e tudo aquilo que os sentidos produzem em mim é o que é mais forte em minha mente. São os prazeres e as dores.</p>
<p align="justify">As idéias: São reproduções, são cópias das impressões. Se penso no sabor da maçã, essa idéia não é tão forte quanto saborear a maçã e ter a "impressão" viva do seu sabor. Não encontro impressões complexas, mas idéias, sim, existem simples e complexas. Minha idéia de uma maçã é uma idéia complexa cujas idéias simples são o vermelho, sua textura crespa, sabor doce, etc. A idéia do triângulo plano, por exemplo, inclui a igualdade dos seus ângulos internos a dois ângulos retos, e a ideia de movimento contem a idéias de espaço e tempo, não importando se realmente existe tais coisas como triângulos e movimentos.</p>
<p align="justify">Hume ressalta que cegos e surdos de nascença não possuem esses caracteres, ou seja, não têm idéias correspondentes às cores ou aos sons, e para ele um ser completamente desprovido dos sentidos jamais seria capaz de qualquer conhecimento.</p>
<p align="justify">As idéias podem associar-se por semelhança (entre as impressões que representam), contigüidade espacial e temporal, e causalidade.</p>
<p align="justify">As coisas não são como queria Aristóteles, possuidoras de uma essência, mas cada coisa é composta de outras coisas. De acordo com Hume, quando examinamos nossa idéia de uma coisa individual, tudo que encontramos são as idéias simples que se juntam para formar uma idéia complexa. Ele mudou a atenção da filosofia das "substâncias" e "propriedades" próprias, para as "relações". Tomando, por exemplo, duas maçãs, uma é mais vermelha que a outra, uma está mais próxima de mim, provando as duas uma é doce, a outra menos, maior e menor, etc.</p>
<p align="justify">Teoria do significado. Tudo que a mente contem são, em primeiro lugar, ou "impressões", dados finais da sensação ou da consciência interna, ou idéias, derivadas dos dados por composição, transposição, aumento ou diminuição. Isto equivale a dizer que o homem não cria qualquer idéia. Disto Hume infere uma teoria do significado: uma palavra que não corresponde diretamente a uma impressão só tem significado se ela traz à mente um objeto que pode ser apreendido de uma impressão por um dos processos mentais mencionados (processos associativos).</p>
<p align="justify">Note-se que Hume não distingue o sentimento como uma forma particular de conhecimento. Todos os objetos de consciência são ou "relações de idéias" ou "matérias de fato" como impressões.</p>
<p align="justify"> </p>
<p style="text-align: center;">"<strong>A beleza das coisas existe no espírito de quem as contempla" </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>(David Hume). </strong></p>]]></description>			<link>http://cadarcia.arteblog.com.br/89647/A-beleza-das-coisas-existe-no-espirito-de-quem-as-contempla-David-Hume/</link>			<comments>http://cadarcia.arteblog.com.br/-A-beleza-das-coisas-existe-no-espirito-de-quem-as-contempla---David-Hume---20092008-173651-lp-89647.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://cadarcia.arteblog.com.br/89647/A-beleza-das-coisas-existe-no-espirito-de-quem-as-contempla-David-Hume/</guid>			<pubDate>Sat, 20 Sep 2008 17:36:51 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[thejokershirt_004]]></title>			<description><![CDATA[]]></description>			<link>http://cadarcia.arteblog.com.br/78546/thejokershirt-004/</link>			<comments>http://cadarcia.arteblog.com.br/thejokershirt-004-25072008-193707-lp-78546.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://cadarcia.arteblog.com.br/78546/thejokershirt-004/</guid>			<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 19:37:07 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[CrystalSprayPaintHalo]]></title>			<description><![CDATA[]]></description>			<link>http://cadarcia.arteblog.com.br/78481/CrystalSprayPaintHalo/</link>			<comments>http://cadarcia.arteblog.com.br/CrystalSprayPaintHalo-25072008-192842-lp-78481.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://cadarcia.arteblog.com.br/78481/CrystalSprayPaintHalo/</guid>			<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 19:28:42 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[direito de se expressar, fça vc mesmo!]]></title>			<description><![CDATA[<p>Repassanddo...</p>
<p>Vale a pena conferir</p>
<p> vinil.org</p>
<p><strong>UNIVERSIDADE DO GRAFITE</strong>Por
Cláudio Brasil &ndash; <a href=
"http://mundofabuloso.blogspot.com/" target="_blank">http://mundofabuloso.blogspot.com</a>

<strong>Com
a proposta de familiarizar cada vez mais o público
jovem</strong> com a Arte Urbana e evidenciar as principais
vertentes da cultura de rua, é que surge, através de
uma linguagem dinâmica e irreverente o projeto educacional
Universidade do Grafite. Um filme que apresenta a Arte de Rua
Contemporânea de maneira didática, por um ângulo
totalmente diferenciado, mostrando técnicas e
criações do grafite em intervenções
usando spray, estêncil, adesivos, lambe-lambe e
aerosolgrafia.

</p>
<p><strong>Idealizado e realizado pelo multimídia e
professor universitário</strong> santista Vlaidner S. Lima,
o filme faz um passeio pelos novos segmentos do expressionismo
urbano, evidenciando o processo de criação de maneira
descontraída, desde a idéia até a
execução final da obra. Uma visão inovadora
que divulga uma tendência que ganha, cada vez mais,
fôlego nos meios de comunicação, deixando para
trás uma barreira que não condiz mais com a atual
realidade cultural: a arte urbana está ganhando
espaço em museus, em galerias de exposições e,
agora, invade as universidades, propondo novas
percepções criativas e uma maior
identificação com o pensamento juvenil.

</p>
<p><strong>Totalmente produzido com a
participação de voluntários</strong>, alunos e
acadêmicos da área de comunicação
social, Universidade do Grafite mescla, harmoniosamente, signos
auditivos e visuais. Segundo Vlaidner, esse vídeo faz parte
de um processo ainda maior. Representa apenas uma pequena
introdução à Arte de Rua. Uma ferramenta que
vêm com a sugestão de aproximar os jovens, servir de
entretenimento e passar a idéia de que a Arte pode
transformar quando associada com cidadania. Por fim passar
lições de vida. &ldquo;A arte de rua está
aí. Ela existe e nunca vai acabar. E nada melhor do que
plantar a consciência de que pode ser feita de uma maneira
limpa, que não agride e nem deixa feio quando colocadas em
lugares apropriados&rdquo;. - explica o autor.</p>
<p><strong>A trilha sonora dessa produção
audiovisual é um outro diferencial</strong> que dá
autenticidade a essa emergente cultura do asfalto. Composta por
bandas e produtores de Santos e Guarujá, a musicalidade
percorre desde o rap metal passando pelo som regional com poesias
caiçara, até a alternativa e mundial música
eletrônica, como consta na faixa &ldquo;Poseidon&rdquo;, do
produtor musical Ricardo Lara, mais conhecido como VJ
Spetto.</p>
<p>

<strong>Vinhetas, tomadas de câmera e a criação
de personagens coloridos</strong> desenhados em caixas de
papelão, feitos exclusivamente para esse projeto, completam
a atmosfera do vídeo, que contou com a
participação da artista e produtora Aline Benedito.
&ldquo;O filme apresenta um conjunto. Na verdade nós
não queríamos mostrar simplesmente o Grafite. Porque
hoje em dia, ele se desmembrou, acabou virando apenas um dos itens
da chamada Arte de Rua, que envolve várias outras
linguagens. Queríamos mostrar como ela é feita e como
ela é apresentada. Dar referências positivas deste
tipo de manifestação&rdquo;. &ndash; complementa
Aline.</p>
<p><strong>A aplicação de conhecimentos
gráficos</strong>, de edição e sonoplastia, as
entrevistas e contato com os músicos das bandas e os
artistas convidados se convergiram numa apresentação
que pretende desmistificar o lado negro atribuído a Arte
Urbana, lado negro este que não existe, fato já
percebido há tempos pelos muitos expoentes dessa forma de
expressão.</p>
<p> </p>
]]></description>			<link>http://cadarcia.arteblog.com.br/78140/direito-de-se-expressar-fca-vc-mesmo/</link>			<comments>http://cadarcia.arteblog.com.br/direito-de-se-expressar--fca-vc-mesmo--24072008-225619-lp-78140.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://cadarcia.arteblog.com.br/78140/direito-de-se-expressar-fca-vc-mesmo/</guid>			<pubDate>Thu, 24 Jul 2008 22:56:19 +0200</pubDate>		</item>	</channel></rss>