<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">		<title>http://britto.arteblog.com.br</title>		<id>http://arteblog.com.br/</id>		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://britto.arteblog.com.br/atom.xml" />		<subtitle><![CDATA[Britto]]></subtitle>		<rights>Copyright (c) 2006, Hi-pi</rights>		<generator>Hi-pi ATOM generator</generator>		<author>			<name>Hi-pi</name>			<uri>http://britto.arteblog.com.br</uri>		</author>		<updated>2008-11-13T23:00:02+01:00</updated>		<entry>			<title>Grande Bosta.</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><span>
<span></span>Fraco, inspirações estão
limitadas. Estro, escondido, ou não existe</span></p>
<p><span>
Apenas um mesmo tema, apenas uma mesma fonte
de criação.</span></p>
<p><span>
<span></span>Duvidas, sou um romântico da
literatura? Como seria se a cultura me
falta?</span></p>
<p><span>
<span></span>Quem são os grandes? Qual deles
me inspira?</span></p>
<p><span>
Sou apenas um apaixonado que como outro
qualquer faz textos banais, medíocres.</span></p>
<p><span>
<span></span>Talvez deixasse de lado a cultura
literária e buscasse a cultura realista,</span></p>
<p><span>
talvez textos que retratem a realidade,
resumindo, um revolucionário.</span></p>
<p><span>
<span></span>Hahaha, grande bosta, prefiro o
romantismo.</span></p>
<p><span>
<span></span>Tenho só que aprender a não
deixar que coisas me abalem e me prendam a um
carácter.</span></p>
<p><span>
<span></span>Mas quem disse que no complexo de
faculdades afetivas as chamas são
controladas</span></p>
<p><span>
como em um prédio pegando
fogo?</span></p>
<p><span>
<span></span>Me disseram que eu estava com
câncer. Expressão forte "né"?</span></p>
<p><span>
<span></span>Acho que vou aproveitar e tirar
proveito desse momento e criar quem sabe outra história, Romeu e
Julieta.</span></p>
				</div>			</content>			<id>http://britto.arteblog.com.br/104547/Grande-Bosta/</id>			<link href="http://britto.arteblog.com.br/104547/Grande-Bosta/" />			<author>				<name>britto</name>				<uri>http://britto.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-11-12T13:33:31+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Desagradável</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Não estou ocupado, só estou
esperando.</p>
<p>Contradição, eu sei. Porque
esperar se sei que em nada dara?</p>
<p>Esperança, maldito de quem
inventou essa palavra.</p>
<p>Engraçado, aparecem infinitos
seres, não notamos.</p>
<p>Talvez notemos, mas queremos não
ver.</p>
<p>Ordinário sentimento que nos
tortura, macera o cérebro com porcarias românticas
alucinarias.</p>
<p>O ato de olhar, ver, tocar,
cheirar.</p>
<p>Imaginar. Sonhar com realidades
falsas, sentir na bela canção do pássaro</p>
<p>um prazer do saber, um rancor em
saber, que nunca vou te ter.</p>
				</div>			</content>			<id>http://britto.arteblog.com.br/103154/Desagradavel/</id>			<link href="http://britto.arteblog.com.br/103154/Desagradavel/" />			<author>				<name>britto</name>				<uri>http://britto.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-11-09T01:27:50+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Uma prosa por favor!</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><span>
Alguém que está sozinho, mas todos estão com
ele. Tenho como amigos o Lápis, o Papel, o Teclado e o bom Copo de
Cerveja. Engraçado que o Copo de Cerveja odeia quando o chamam só
de Copo, ele fala que isso tira sua identidade, vai entender.
Quando estou sozinho em casa chamo meus amigos pra sair. Mas o
Teclado não é muito de sair, prefere a companhia do seu irmão, o
Mouse.O Copo de Cerveja, nos fins de semana ele gosta que eu
deixe ele em casa e vá conhecer outros Copos de Cerveja (muito
legal da parte dele), já o Lápis e o Papel estão sempre comigo,
estão sempre querendo conversar, eu to no ônibus eles querem me
falar alguma coisa, mas já falei que eu não consigo conversar com
eles dentro do ônibus, mas eles insistem, então eu do um jeito de
conversar com eles quando o ônibus para no sinal ou em uma
parada.</span></p>
<p><span>
Coisas que o Lápis e o Papel gostam, é quando
vamos para um bar, só nós, às vezes o Papel esta um pouco cansado e
fica em casa mas ele não liga quando eu o Lápis conversamos com o
Papel do Bar. E no bar conversamos muito, eu, o Lápis, o Papel, e o
Copo de Cerveja. Eu e o Papel morremos de rir quando não
conseguimos entender o que o Lápis fala, às vezes parece que ele
não sabe português, mas ai a gente da um jeito, ele fala com outras
palavras. Tem hora que entramos em conflito, afinal, cada um tem
sua opinião, o problema é quando o bicho pega, uma confusão só, eu
bato no Copo de Cerveja que vomita no Papel que não deixa mais o
Lápis escrever nele, ai já viu né?! Mas no final acaba tudo bem.
Olho pro relógio, tarde e temos que voltar, voltamos loucos pra
mostrar pro Teclado o que conversamos, e o Teclado não resiste e já
vai mostrando para os amigos dele, os
internautas.</span></p>
				</div>			</content>			<id>http://britto.arteblog.com.br/102754/Uma-prosa-por-favor/</id>			<link href="http://britto.arteblog.com.br/102754/Uma-prosa-por-favor/" />			<author>				<name>britto</name>				<uri>http://britto.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-11-07T23:51:42+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Amor, único?</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><span>
- Jamais olharei para outra
mulher!</span></p>
<p><span>
<span></span>Dois anos se passam, Jean e Anita
têm de se separar. O destino quis assim desse modo
tentavam entender a situação.</span></p>
<p><span>
- Jean meu amor, agora não é hora pra
isso.</span></p>
<p><span>
- E porque não? Puxou Anita pela mão de
maneira romântica.</span></p>
<p><span>
- Jean, tenho que ter uma conversa com você
 disse Anita colocando a mão na boca de Jean quando ele
arriscava um beijo.</span></p>
<p><span>
<span></span>- Mas que diabos, o que estás
acontecendo mulher? Você esta naqueles
dias?</span></p>
<p><span>
- Mas que falta de respeito Jean, preciso
conversar sobre o nosso futuro.</span></p>
<p><span>
- Nosso futuro já esta planejado querida, nos
casaremos ano que vem assim que eu terminar a
faculdade.</span></p>
<p><span>
- Não vamos nos
casar!</span></p>
<p><span>
<span></span>Essas palavras foram mais que
suficientes para que o fogo que ardia em Jean se apagasse. Seu
sonho, o que lhe parecia um futuro, passa agora a ser um passado.
Apenas um sonho que tivera.</span></p>
<p><span>
<span></span>Vinte minutos depois os dois se
encontravam na mesma posição e sem dizer uma palavra, Anita sentia
seu rosto como uma areia, que segura todo o mar que por ele passa.
Seu lenço já encharcado, Em Jean nada se via, nenhum sentimento
expressado, tentava entender se realmente escutou o que Anita lhe
disse.</span></p>
<p><span>
- Como assim não vamos mais nos casar? -
Nesse momento pode-se notar seu olho segurando lagrimas que se
recusavam a cair.</span></p>
<p><span>
- Papai vai viajar para São Paulo. E tenho
que ir com ele.</span></p>
<p><span>
- Não precisa de ir, ano que vem vamos nos
casar moraremos juntos.  Tenta ele de alguma forma contornar
a situação</span></p>
<p><span>
- Não posso, papai já me matriculou na
faculdade de advocacia. Desculpe, não posso fazer nada, e nem
você.</span></p>
<p><span>
- Que dia viaja?</span></p>
<p><span>
- Hoje.</span></p>
<p><span>
- Mas já?</span></p>
<p><span>
- Sim, vim aqui somente para
despedir.</span></p>
<p><span>
<span></span>Anita abraçou Jean que no inicio
tentou manter-se um pouco comportado, mas desabou ao sentir as
lagrimas de Anita em seus ombros.</span></p>
<p><span>
Jean a levou até a estação, não conseguiam
mais falar um com o outro.</span></p>
<p><span>
- Jamais olharei para outra
mulher!</span></p>
<p><span>
<span></span>Anita lhe retribuiu um beijo no
rosto e disse que nunca iria esquecê-lo.</span></p>
<p><span>
<span></span>Com um sorriso Jean lhe mandou um
simples Eu Te Amo.</span></p>
<p><span></span></p>
<p><span>
<span></span>Pronto, seu único amor se foi,
agora sozinho na estação, não sabe pra onde ir, talvez chapar no
primeiro bar que viesse a aparecer.</span></p>
<p><span>
<span></span>Despejou seu corpo em direção a
saída, mas tromba com um corpo frágil, delicado, magro, uma linda
mulher, que aparentemente por querer deixa seus livros caírem no
chão.</span></p>
<p><span>
- Perdão senhorita! Estava distraído não
notei sua presença.  Logo em seguida abaixando para ajudar a
linda moça a pegar os livros.</span></p>
<p><span>
- Imagina, eu que estava pensando de mais e
nem te vi.</span></p>
<p><span>
<span></span>Os dois se encontram agora rosto
a rosto abaixados no chão da estação, essa bela senhorita abaixa o
seu olhar com um leve sorriso, quando nota que as mãos do rapaz
estão sobre as suas. Jean sente um fervor no seu
peito.</span></p>
<p><span>
- A senhorita tem
nome?</span></p>
<p><span>
- Tenho sim, Clara.</span></p>
<p><span>
- Muito prazer Clara, me chamo
Jean.</span></p>
<p><span>
<span></span>Os dois se levantam um pouco
desengonçados, Jean pede para segurar os livros, Clara
agradece.</span></p>
<p><span>
- Mora em Belo
Horizonte?</span></p>
<p><span>
- Não. Acabei de chegar. Vim tentar meus
estudos aqui.</span></p>
<p><span>
- Por favor, venha eu te dou uma carona. -
Disse Jean a Clara que aceitou a proposta.</span></p>
<p><span>
Os dois iam caminhando para a saída, suas
vozes iam ficando fracas pela distância que já se encontravam. E a
ultima coisa que deu para escutar foi Jean
perguntar</span></p>
<p><span>
- Você tem namorado?</span></p>
				</div>			</content>			<id>http://britto.arteblog.com.br/101904/Amor-unico/</id>			<link href="http://britto.arteblog.com.br/101904/Amor-unico/" />			<author>				<name>britto</name>				<uri>http://britto.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-11-05T22:51:42+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Clave</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Germina agora uma clave, inaugurando
uma nova vida.
Nasce agora uma clave, que percorrera sob um trilho infinito
Trilho cujo qual deram o nome de Sol.
Que por ela passe as mais belas das canções
Que por ela a arte deslize sobre mínimas e semínimas
Trens carregados de colcheias irão levar por esse rasto
A busca por um novo mundo, o mundo dos amantes
Deixar pra trás o desconhecedor.</p>
				</div>			</content>			<id>http://britto.arteblog.com.br/99793/Clave/</id>			<link href="http://britto.arteblog.com.br/99793/Clave/" />			<author>				<name>britto</name>				<uri>http://britto.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-10-30T02:32:11+01:00</updated>		</entry></feed>