<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">		<title>http://brendapoesias.arteblog.com.br</title>		<id>http://arteblog.com.br/</id>		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://brendapoesias.arteblog.com.br/atom.xml" />		<subtitle><![CDATA[DONA RATONA]]></subtitle>		<rights>Copyright (c) 2006, Hi-pi</rights>		<generator>Hi-pi ATOM generator</generator>		<author>			<name>Hi-pi</name>			<uri>http://brendapoesias.arteblog.com.br</uri>		</author>		<updated>2008-12-13T00:27:34+01:00</updated>		<entry>			<title>Dor na alma</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<div>
<p>
<span></span></p>
<div>
<p>
<span><strong>Dor na
alma</strong></span></p>
<p>
<span><strong>Sônia Ravanini
Pina</strong></span></p>
<p>
<span>
</span></p>
<p>
<span>
</span></p>
<p>
<span>
</span></p>
<p>
<span><strong>Poder respirar, afastar essa dor
que me oprime,</strong></span></p>
<p>
<span><strong>e poder chorar novamente, livremente...
livre-me...</strong></span></p>
<p>
<span><strong>e levar-me e rapidamente, estancar o que
sangra</strong></span></p>
<p>
<span><strong>antesque o
futuro possa romper umaoutra
ferida.</strong></span><span></span></p>
<p>
<span>
</span></p>
<p>
<span>
</span></p>
<p>
<span><strong>Dor na alma, eterna dordos tempos,
voe nos ventos;</strong></span></p>
<p>
<span><strong>libertar a alma do corpo,
irao encontro dessa
verdade,</strong></span></p>
<p>
<span><strong>deixar na saudade a cura, refazer
oselos dessa
corrente,</strong></span></p>
<p>
<span><strong>desfazer o mal
dessas raízes, exorcizar tantos
tormentos.</strong></span><span></span></p>
<p>
<span>
</span></p>
<p>
<span>
</span></p>
<p>
<span><strong>Reencontrar os tantos e
tãoelos um
tantoarredios,</strong></span></p>
<p>
<span><strong>secar a lágrima das
nossasnoites
solitárias.</strong></span></p>
<p>
<span><strong>Dar-se as mãos em harmonia, em um
reencontro
solidário,</strong></span></p>
<p>
<span><strong>renascer das cinzas os nossos
sonhos esquecidos.</strong></span><span></span></p>
<p>
<span>
</span></p>
<p>
<span>
</span></p>
<p>
<span><strong>Eu queria assim, refazer a luz nas
trevas dessas
vidas.</strong></span></p>
<p>
<span><strong>E seria assim, o retorno das
fraternas ternuras
fugidias.</strong></span></p>
<p>
<span><strong>E estar assim,a ver a volta
de toda essa fugaz
felicidade.</strong></span></p>
<p>
<span><strong>E ser assim, o vôo de um pássaro das
asaslibertárias...</strong></span></p>
<p>
<span>
</span></p>
<p>
<span>
</span></p>
<p>
<span><strong>E minha almavoaria em paz,
livre dessas dores
arbitrárias.</strong></span></p>
<p>
<span>
</span></p>
<p>
<span>
</span></p>
<p>
<span>
</span></p>
<p>
<span><strong>11/12/2008</strong></span></p>
</div>
<p>
<strong></strong></p>
</div>
				</div>			</content>			<id>http://brendapoesias.arteblog.com.br/113216/Dor-na-alma/</id>			<link href="http://brendapoesias.arteblog.com.br/113216/Dor-na-alma/" />			<author>				<name>brendapoesias</name>				<uri>http://brendapoesias.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-12-13T00:26:28+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>A MINHA CURA</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<div>A MINHA
CURA</div>
<div>Sônia
Ravanini Pina</div>
<div></div>

<div></div>
<div></div>
<div>Estar a ver
hoje essas flores, com suas cores e seusodores,
e,</div>
<div>não poder
senti-los, poisnão mais se
manifesta,</div>
<div>é como se
tivesse eu perdido o meutrem do destino, meu
tempo,</div>
<div>é como chegar
a um fim de festa e espiar pela minha
própriaaresta.</div>
<div></div>
<div></div>
<div>Restosé
o que resta, aproveitar dos dias o último momento,</div>
<div>e de todos os
últimos momentos, fazer um só segundo, e viver,</div>
<div>tentar
resgatar nesse último ato, o cadinho da
minhafelicidade,</div>
<div>que me
foi roubada, e que já era tão pouca, só um cadinho, um
nada.</div>
<div></div>
<div></div>
<div>Lançar-me no
vácuo do vôo de um verdepassarinho, eu um cisco,</div>
<div>nesse
vastomatar
aminha fome,</div>
<div>saciar essa
sede que me consome e que você não entende e nem pode,</div>
<div>e saciar
também a sua vontade, ea sua
felicidade.</div>
<div></div>
<div></div>
<div></div>
<div>Mergular no
vazio do meu sonho adormecido,e remexer no que está
ferido,</div>
<div>deixar
sangrar em rubra tristeza até aúltima gôta, e silente dar o
último suspiro,</div>
<div>para enfim
quebrar essa corrente que lhe tolhe e poderdevolver-lhe a
liberdade,</div>
<div>para que se
cure a sua ferida e então, em plenitude, poder devolver-lhe a sua
vida.</div>
<div></div>
<div></div>
<div></div>
<div>01/12/2008</div>
<div></div>
<div></div>
<div></div>
<div>




Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.
Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado
crédito ao autor original <em>(Citar o nome do autor)</em>. Você
não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras
derivadas.



</div>

				</div>			</content>			<id>http://brendapoesias.arteblog.com.br/110869/A-MINHA-CURA/</id>			<link href="http://brendapoesias.arteblog.com.br/110869/A-MINHA-CURA/" />			<author>				<name>brendapoesias</name>				<uri>http://brendapoesias.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-12-03T00:56:26+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>NADA MAIS...</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<div><strong>NADA
MAIS...</strong></div>
<div><strong>Sônia
Ravanini Pina</strong></div>
<div></div>
<div></div>
<div></div>
<div><strong>Subi
montanhas escarpadas,</strong></div>
<div><strong>ganhei pés e
mãos esfoladas.</strong></div>
<div><strong>Passei pelas
pontes abaladas,</strong></div>
<div><strong>para alcançar
noites solitárias.</strong></div>
<div></div>
<div></div>
<div><strong>Andei pelas
ruas empedradas,</strong></div>
<div><strong>caí, levantei
e prossegui, e lá,</strong></div>
<div><strong>no final,
nada encontrei, ou vi.</strong></div>
<div><strong>Ilusões,
buscas tresloucadas.</strong></div>
<div></div>
<div></div>
<div><strong>Onde estão
todos agora...</strong></div>
<div><strong>Álbum de
fotos, todos mortos,</strong></div>
<div><strong>e os mortos
estão tãopresentes,</strong></div>
<div><strong>e os vivos,
mortos, tão ausentes.</strong></div>
<div></div>
<div></div>
<div><strong>E se os vivos
estão tãovivos,</strong></div>
<div><strong>porque esse
silêncio atônito,</strong></div>
<div><strong>nenhuma
palavra de carinho,</strong></div>
<div><strong>injustificável mutismo do todo.</strong></div>
<div></div>
<div></div>
<div><strong>Tolos, assim,
sigo eumorrendo,</strong></div>
<div><strong>perdida na
vida desde sempre,</strong></div>
<div><strong>prêsa de um
pesadelo horrendo</strong></div>
<div><strong>sigoo
caminhonão convincente.</strong></div>
<div></div>
<div></div>
<div><strong>Cômoda
situação dos coniventes,</strong></div>
<div><strong>deixar à
mingua, tão indiferentes,</strong></div>
<div><strong>o amor, que
um dia em forma de gente,</strong></div>
<div><strong>estevevagar,
incondicionalmente.</strong></div>
<div></div>
<div></div>
<div><strong>Alguns
preferem a solidão indigente,</strong></div>
<div><strong>empurram a
vida para o precipício,</strong></div>
<div><strong>não pensam no
fim, no meio, no início,</strong></div>
<div><strong>buscam a
liberdade, inconsequentemente.</strong></div>
<div></div>
<div></div>
<div><strong>Vou-
meembora, gente, vou-me embora,</strong></div>
<div><strong>no meio
do meu caminho, haviam pedras,</strong></div>
<div><strong>vou viver
entre os meus mortos, já, agora,</strong></div>
<div><strong>entre os
vivos nada mais resta, nada mais.</strong></div>
<div></div>
<div></div>
<div><strong>19/11/2008</strong></div>
<div></div>
<div></div>
<div></div>
<div></div>
<div>




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</div>
				</div>			</content>			<id>http://brendapoesias.arteblog.com.br/107170/NADA-MAIS/</id>			<link href="http://brendapoesias.arteblog.com.br/107170/NADA-MAIS/" />			<author>				<name>brendapoesias</name>				<uri>http://brendapoesias.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-11-20T00:51:04+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Chuva de bênçãos</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<div>
<div><strong>Chuva
de bênçãos</strong></div>
<div></div>
<div><strong>Rasga
o véu dos céus em tempestade,</strong></div>
<div><strong>mas Senhor,
que chova bênçãos sobre teus filhos.</strong></div>
<div><strong>Que as águas
que caírem sejam bentas,</strong></div>
<div><strong>santificadas
para purificarem os espíritos.</strong></div>
<div><strong>Fenda os céus
em chuva de fogo,</strong></div>
<div><strong>mas Senhor,
que chova chuvas de estrelas cadentes,</strong></div>
<div><strong>trazendo em
si a luz da verdade,</strong></div>
<div><strong>iluminando
espíritos em trevas,</strong></div>
<div><strong>mostrando-lhes o caminho da Tua
morada.</strong></div>
<div><strong>Rompa a
natureza em vendavais,</strong></div>
<div><strong>mas Senhor,
que eles tragampétalas de
flores,</strong></div>
<div><strong>perfumando os
caminhos dos andarilhos perdidos,</strong></div>
<div><strong>para que eles
percebam a Tua glória.</strong></div>
<div><strong>Feche os céus
em imensa treva,</strong></div>
<div><strong>mas Senhor,
que seja apenas para que possamos ver</strong></div>
<div><strong>o brilho das
estrelas que lá puseste</strong></div>
<div><strong>só para
sabermos que são os olhos de teus anjos,</strong></div>
<div><strong>velando e
guiando os Teus filhos</strong></div>
<div></div>
<div><strong>Autoria :
Sônia Ravanini Pina</strong></div>
<div><strong>15/08/2005</strong></div>
<div></div>
<div></div>
<div></div>
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</div>
<div></div>
</div>
				</div>			</content>			<id>http://brendapoesias.arteblog.com.br/106327/Chuva-de-bencaos/</id>			<link href="http://brendapoesias.arteblog.com.br/106327/Chuva-de-bencaos/" />			<author>				<name>brendapoesias</name>				<uri>http://brendapoesias.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-11-17T14:21:45+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>METAMORFOSE ( Poesia em M )</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><strong>METAMORFOSE</strong></p>
<p></p>
<p></p>
<p><strong>Metamorfose, mudança,
metáfora,</strong></p>
<p><strong>momento místico, magia,</strong></p>
<p><strong>maculando modos,
modificação,</strong></p>
<p><strong>Movendo
montanhas, magnanimamente.</strong></p>
<p></p>
<p></p>
<p><strong>Mudança
maestrina,misteriosa,</strong></p>
<p><strong>macabra
mesmo, medo,</strong></p>
<p><strong>mobilização,
maduramento mental,</strong></p>
<p><strong>modernização
materializando magnitude.</strong></p>
<p></p>
<p></p>
<p><strong>Movimento
manifesto, melodioso,</strong></p>
<p><strong>memorável,</strong> <strong>milésimo mandamento,</strong></p>
<p><strong>melodramático
movimento mental,</strong></p>
<p><strong>mostrando mudança metafísica, meteórica,
merecida.</strong></p>
<p></p>
<p></p>
<p><strong>Mexam-se,
mudem mundos...</strong></p>
<p><strong>motivem
milagres, melhorias,</strong></p>
<p><strong>mutilem
maldades, murmurem mantras,</strong></p>
<p><strong>margeando
mares miríficos.</strong></p>
<p></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong>Autoria : Sonia Ravanini
Pina</strong></p>
<p><strong>25/08/2005</strong></p>
<p></p>
<p>
</p>
<p></p>




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				</div>			</content>			<id>http://brendapoesias.arteblog.com.br/103479/METAMORFOSE-Poesia-em-M/</id>			<link href="http://brendapoesias.arteblog.com.br/103479/METAMORFOSE-Poesia-em-M/" />			<author>				<name>brendapoesias</name>				<uri>http://brendapoesias.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2008-11-09T23:26:17+01:00</updated>		</entry></feed>