<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">		<title>http://artemarios.arteblog.com.br</title>		<id>http://arteblog.com.br/</id>		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://artemarios.arteblog.com.br/atom.xml" />		<subtitle><![CDATA[Minhas Artes - Meu Hobby]]></subtitle>		<rights>Copyright (c) 2006, Hi-pi</rights>		<generator>Hi-pi ATOM generator</generator>		<author>			<name>Hi-pi</name>			<uri>http://artemarios.arteblog.com.br</uri>		</author>		<updated>2009-11-07T17:06:25+01:00</updated>		<entry>			<title>Condoleeza Rice</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><strong>Condoleezza Rice</strong> (Birmingham, Alabama, 14 de Novembro de 1954) foi uma secretária de Estado (cargo
equivalente ao de ministro dos Negócios Estrangeiros ou Relações
Exteriores) dos 
Estados Unidos da América.</p>
<p>Tornou-se assistente do presidente dos 
Estados Unidos da América para casos da segurança
nacional, cargo denominado geralmente como de conselheiro da
segurança nacional, em 22 de Janeiro de 2001, sob o presidente George W. Bush. É a segunda afro-americana
(após Colin Powell) e segunda mulher (após Madeleine Albright) a deter o cargo. Rice é
solteira. Com 19 anos de idade, Rice ganhou seu grau de bacharelato
em 
ciência política da 
Universidade de Denver com <em>
Cum Laude</em> e <em>
Phi Beta Kappa</em> em 1974. Em 1975 obteve seu grau de mestrado da 
Universidade de Notre Dame e em 1981 o seu doutoramento pela escola graduada
de estudos internacionais na universidade de Denver. Está no
conselho de administração (<em>board of directors</em>) das
empresas Chevron Corporation, 
Charles Schwab Corporation, a

fundação Hewlett de William e
Flora, a universidade de Notre Dame, o conselho
consultivo internacional da 
J.P. Morgan e ainda no conselho de
administração da 
sinfonia de São Francisco. Foi um
membro do conselho administrativo fundador do "centro para uma
geração nova", um fundo de apoio educacional para a sustentação de
instituições educacionais em Palo Alto leste e de 
East Menlo e foi vice-presidente
do "clube dos meninos e meninas da península". Além disso, seu
serviço passado como administradora abrangeu organizações como

Transamerica Corporation,
Hewlett Packard, a 
Carnegie Corporation, a 
fundação Carnegie para a paz
internacional, a 
Rand Corporation, conselho
nacional para os estudos soviéticos e leste-europeus, a 
Mid-Peninsula Urban Coalition e
ainda a 
KQED, uma rádio pública que emite
em 
São Francisco.</p>
<p>
<strong><em>Arte: Desenho retrato -
5-11-2009</em></strong></p>
<p><strong><em>
ms.</em></strong></p>
				</div>			</content>			<id>http://artemarios.arteblog.com.br/228294/Condoleeza-Rice/</id>			<link href="http://artemarios.arteblog.com.br/228294/Condoleeza-Rice/" />			<author>				<name>artemarios</name>				<uri>http://artemarios.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-11-07T17:06:13+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Papa João Paulo</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p><strong>18 de maio de 1920</strong>Karol Wojtyla
(pronuncie <em>caróu voitila</em>) nasceu em Wadowice (Cracóvia),
na <span><strong>Polônia</strong></span>
popup. Sua mãe chamava-se Emília e seu pai, Karol. Tinha um irmão
14 anos mais velho, Edmund, e uma irmã, Olga, que morreu com 6 anos
de idade, por volta de 1914.</p>
<p><strong>13 de abril de 1929</strong>A mãe, Emília, morre,
aos 45 anos. Sua saúde já estava frágil desde a morte da filha,
Olga, e nos últimos anos, passava boa parte do tempo na cama, cada
vez mais triste e silenciosa. Depois da morte da "alma da casa",
como o próprio Karol chamava a mãe, ele e o pai foram visitar o
santuário da <strong><span>Virgem de Kalwaria</span></strong>
popup, próximo a Wadowice. Talvez tenha nascido nessa viagem de
luto a devoção à Nossa Senhora que vai marcar a vida do futuro
papa.</p>
<p><strong>5 de dezembro de 1932</strong>Edmund, seu único
irmão, médico recém-formado, morre de escarlatina.</p>
<p><strong>1934-1938</strong>Participa como ator de muitas
peças estudantis.</p>
<p><strong>22 de junho de 1938</strong>Admitido na Faculdade
de Filosofia da Jagellonian University de Cracóvia</p>
<p><strong>No verão desse mesmo ano</strong>Ele e seu pai
mudam para Cracóvia. Karol participa de um grupo de teatro
experimental que trabalha em cima de monólogos e improvisações
sobre a cultura e os valores heróicos dos poloneses. Ele ama a
poesia, a literatura e as canções cheias de sofrimento e saudade
tão típicas da Polônia.</p>
<p><strong>1939</strong>Início da Segunda Guerra Mundial, a
Polônia é ocupada pelos alemães.</p>
<p><strong>18 de fevereiro de 1941</strong>Seu pai morre de
um ataque cardíaco. Os amigos do jovem Karol temem pela sua saúde,
tamanha é a tristeza dele. Não sem razão, João Paulo II disse,
certa vez, para o escritor André Frossard: "Com 20 anos, eu já
havia perdido todas as pessoas que amava e, mesmo aquelas que eu
poderia ter amado, como minha irmã Olga, que, dizem, morreu 6 anos
antes de eu nascer". Com seu pai morto e sua terra ocupada e
ameaçada de perder os valores mais queridos, como a religião e o
culto de Nossa Senhora, Karol talvez sentisse que seu sofrimento
estava de alguma forma ligado ao sofrimento da Polônia.</p>
<p><strong>Outubro de 1942</strong>Entra para o seminário
clandestino da Faculdade de Teologia da Jagellonian University (os
nazistas tinham fechado a catedral de Cracóvia e os padres eram
permitidos apenas de rezar a missa aos domingos, mas para uma
igreja vazia, porque os habitantes da cidade não podiam comparecer.
Depois da guerra a repressão religiosa continuaria, agora sob o
controle do governo comunista da antiga URSS, União das Repúblicas
Socialistas Soviéticas). Antes de entrar para o seminário, Karol
trabalhava para uma fábrica de produtos químicos.</p>
<p><strong>Março de 1943</strong>Faz o papel principal de uma
peça clandestina sobre a Polônia. Existem algumas especulações
sobre se o futuro papa compartilhava do anti-semitismo que
impregnava tanta gente na sua época. Ao que parece, o jovem Karol
nunca foi filiado a nenhuma das organizações que procuravam salvar
os judeus dos campos de concentração, mas em mais de uma
oportunidade, ele intercedeu em favor de amigos ou conhecidos
judeus.</p>
<p><strong>Em 1944</strong>Recebe as primeiras ordens e, em
1946, celebra sua primeira missa. A Igreja católica polonesa havia
sobrevivido à guerra, mas ainda ia enfrentar tempos difíceis pela
frente, com a ocupação soviética.</p>
<p><strong>15 de novembro de 1946</strong>Deixa a Polônia
para estudar teologia na Universidade Angelicum, em Roma. Sua tese
foi sobre o grande místico do século 17, São João da Cruz, que
tinha visões de Nossa Senhora.</p>
<p><strong>Em 1948</strong>Volta para a Polônia. Vai ser
pároco da cidadezinha de Niegowic, não muito longe de Wadowice, sua
cidade natal. Ao chegar, beija o solo, num gesto que se tornaria
sua marca pessoal. É transferido, logo depois, para a igreja do
bairro universitário de São Floriano. É um pastor entusiasmado.
Apadrinha grupos de estudo clandestinos e funda um grupo chamado
Srodowisko (ambiente) cujo objetivo era colocar os jovens em
contato com a natureza, o melhor jeito de alcançar Deus, segundo o
padre Karol. Além disso, faz estudos brilhantes de doutorado na
Jagellonian University, em Cracóvia. Também começa a dar aulas e a
escrever, ainda mais. Sua obra literária ele assina sob o
pseudônimo de Stanislaw Andrzej Gruda, "não por afetação, mas por
modéstia", como diz Luigi Accattoli, em seu livro Karol Wojtyla, o
homem do final do milênio. O primeiro livro do futuro papa foi Amor
e responsabilidade, publicado em 1960, junto com o drama A loja do
ourives, sobre o casamento.</p>
<p><strong>Até 1953</strong>"Ser sacerdote e educador na
Polônia comunista, e, além do mais, no período stalinista (Stalin
morreu em 1953) significava entrar em conflito quase diário com o
regime", ensina Luigi Accattoli. Lutas que iam do simples direito
de realizar a procissão anual de Corpus Christi até o contato com
os jovens e a construção de novas igrejas. Falando sobre sua
posição política, em relação aos dois regimes que a Polônia viveu
durante quase todo o século 20 (nazismo e comunismo) Karol diz: "Os
dois sistemas totalitários que marcaram tragicamente o nosso
século, eu os pude conhecer, por assim dizer, por dentro. É fácil,
portanto, compreender a minha sensibilidade pela dignidade de cada
pessoa humana e pelo respeito para com seus direitos, a começar
pelo direito à vida".</p>
<p><strong>Em setembro de 1958</strong>É ordenado bispo e
convidado a participar do Concílio Vaticano Segundo, realizado em
Roma, em 1962. Uma das decisões históricas desse encontro foi
retirar a culpa dos judeus em relação à morte de Cristo. Outra
decisão polêmica do Concílio foi deixar claro que o cristianismo
não tinha vindo para substituir o judaísmo e que as duas religiões
eram distintas e independentes. Ambas as decisões eram bandeiras do
bispo Karol.</p>
<p><strong>Em 1963</strong>O papa Paulo VI nomeia Karol
arcebispo de Cracóvia em 1963. Torna-se cardeal em 1964. O cardeal
Wojtyla não se manifestou contra o pogrom sangrento de 1968 (um
terrível ataque aos judeus, promovido pelos comunistas), em
compensação, foi o primeiro cardeal a visitar sinagogas.</p>
<p><strong>De 1962 a 1978</strong>Ele sai da Polônia umas 50
vezes para participar de congressos, fazer trabalhos para o
concílio, peregrinações e outras atividades, incluindo uma célebre
viagem à Alemanha, em 1978, que reconciliaria as duas igrejas,
separadas desde a guerra. "Nós perdoamos e pedimos perdão", é o
apelo para a tolerância do cardeal Wojtyla.</p>
<p><strong>16 de outubro de 1978</strong>O cardeal Karol
Wojtyla é eleito sucessor do papa João Paulo I, recém-empossado
(tinha sido eleito em agosto e falecido em setembro). Sua eleição
foi marcada por dois fatos incomuns na história do papado: ele era
um pastor e não um diplomata ou membro da hierarquia do Vaticano,
e, principalmente, não era italiano (como reagiria o povo romano
diante de um papa estrangeiro?). Quando lhe perguntaram, no final
solene do conclave, se aceitava o cargo, o novo papa declarou: "Com
obediência de fé em Cristo, meu Senhor e, confiando na Mãe de
Cristo e da Igreja, não obstante as muitas dificuldades, eu
aceito."</p>
<p><strong><em>Arte:
Desenho retrato - 4-11-2009.</em></strong></p>
<p><strong><em>
ms.</em></strong></p>
				</div>			</content>			<id>http://artemarios.arteblog.com.br/227109/Papa-Jo-o-Paulo/</id>			<link href="http://artemarios.arteblog.com.br/227109/Papa-Jo-o-Paulo/" />			<author>				<name>artemarios</name>				<uri>http://artemarios.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-11-04T14:15:24+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Bill Clinton</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Bill Clinton, originalmente William Jefferson Blythe III, nasceu
na cidade de Hope, Arkansas e foi criado em Hot Springs, Arkansas. Seu pai, William Jefferson Blythe
Jr. era um comerciante que faleceu em um acidente de carro três
meses após o seu nascimento. Sua mãe, Virginia Dell Cassidy
casou-se então com Roger Clinton em 1950. Billy, como era chamado,
foi criado por sua mãe e seu padrasto, tendo usado o nome
Clinton a partir do Ensino Fundamental, porém só
formalizou quando tinha 15 anos. Clinton cresceu em uma tumultuada
família. Seu padrasto era jogador, alcoólatra e maltratava sua mãe
e seu meio irmão Roger Clinton Jr. Bill Clinton é o primeiro (e,
até agora, único) membro da Ordem DeMolay a ser presidente dos EUA. Também
pertenceu ao Movimento Escoteiro ainda quando criança.</p>
<p>Curiosamente, devido ao modelo estadunidense eleitoral, Clinton
elegeu-se presidente sem precisar obter a maioria
absoluta dos votos (o terceiro colocado naquelas eleições,
Ross Perot, obteve cerca de 19% dos votos,
enquanto Clinton e H. Bush receberam 41 e 37%, respectivamente). Já
durante a campanha eleitoral, Clinton sofreu acusações de assédio
sexual por parte de Gennifer Flowers, sem que sua imagem fosse
seriamente prejudicada.</p>
<p>Durante os seus dois mandatos teve como vice-presidente
Albert Gore Jr., senador por Tennessee. Gore viria a ser derrotado por
George W. Bush, mesmo recebendo a maioria dos
votos populares, nas controvertidas eleições presidenciais de
2000.</p>
<p>Tendo assumido o cargo, as prioridades domésticas de Clinton
incluíam reformas na área de educação, restringir vendas de armas, fortalecer leis de proteção ao
meio ambiente e proteger o emprego de pais que
têm que cuidar de seus filhos doentes. Internacionalmente, suas
prioridades incluíram reduzir barreiras de comércio (NAFTA) e mediar os conflitos na Irlanda do Norte e entre israelenses e palestinos. Foram anos de grande
desenvolvimento econômico da nação, com o déficit fiscal da era
Reagan sendo reduzido.</p>
<p>Clinton se tornou o segundo presidente estado-unidense a sofrer
um processo de impeachment, como resultado do escândalo
envolvendo a estagiária Monica Lewinsky, mas acabou sendo absolvido
pelo Senado. Ele foi o terceiro mais novo
presidente dos EUA. Workaholic, ao deixar o cargo, ele teve as
mais altas taxas de aprovação para um presidente na história
moderna dos Estados Unidos (58% de imagem positiva).</p>
<p>O presidente Clinton foi o primeiro presidente dos Estados
Unidos nascido após o fim da 
Segunda Guerra Mundial. Sua eleição marcou uma diferença
dos ex-presidentes que eram na sua maioria veteranos da Segunda
Guerra Mundial e que passaram pelo início da Guerra Fria nos anos 50. Ele foi considerado o
símbolo dos <em>baby-boomers</em>, a geração de estado-unidenses
nascidos após a 
Segunda Guerra. Na segunda metade do século XX foi o
único presidente dos EUA integrante do Partido Democrata a
conseguir a reeleição.</p>
<p>
<strong><em>Arte: Desenho retrato -
1-11-2009;</em></strong></p>
<p><strong><em>
ms.</em></strong></p>
				</div>			</content>			<id>http://artemarios.arteblog.com.br/226128/Bill-Clinton/</id>			<link href="http://artemarios.arteblog.com.br/226128/Bill-Clinton/" />			<author>				<name>artemarios</name>				<uri>http://artemarios.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-11-03T14:08:05+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Martin Luther King</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Em 1955, Rosa Parks, uma mulher negra, se negou a dar
seu lugar em um ônibus para uma mulher branca e foi presa. Os
líderes negros da cidade organizaram um 
boicote aos ônibus de Montgomery
para protestar contra a segregação racial em vigor no transporte.
Durante a campanha de 381 dias, co-liderada por King, muitas
ameaças foram feitas contra a sua vida, foi preso e viu sua casa
ser atacada. O boicote foi encerrado com a decisão da Suprema Corte
Americana em tornar ilegal a discriminação racial em transporte
público.</p>
<p>Depois dessa batalha, Martin Luther King participou da fundação
da 
Conferência de Liderança Cristã do
Sul (CLCS, ou em inglês, SCLC, <em>Southern Christian
Leadership Conference</em>), em 1957. A CLCS deveria organizar o ativismo em
torno da questão dos direitos civis. King manteve-se à frente da
CLCS até sua morte, o que foi criticado pelo mais democrático e
mais radical 
Comitê Não-Violento de Coordenação
Estudantil (CNVCE, ou em inglês, SNCC, Student
Nonviolent Coordinating Committee). O CLCS era composto
principalmente por comunidades negras ligadas a igrejas Batistas.
King era seguidor das idéias de desobediência civil não-violenta
preconizadas por Mohandas Gandhi (líder político indiano também
conhecido como Mahatma Gandhi), e aplicava essas idéias nos
protestos organizados pelo CLCS. King acertadamente previu que
manifestações organizadas e não-violentas contra o sistema de
segregação predominante no sul dos EUA, atacadas de modo violento
por autoridades racistas e com ampla cobertura da mídia, iriam
criar uma opinião pública favorável ao cumprimento dos direitos
civis; e essa foi a ação fundamental que fez do debate acerca dos
direitos civis o principal assunto político nos EUA a partir do
começo da década de 1960.</p>
<p>Ele organizou e liderou marchas a fim de conseguir o direito ao
voto, o fim da segregação, o fim das discriminações no trabalho e
outros direitos civis básicos. A maior parte destes direitos foi,
mais tarde, agregada à lei estado-unidense com a aprovação da Lei
de Direitos Civis (1964), e da Lei de Direitos Eleitorais
(1965).</p>
<p>King e o CLCS escolheram com grande acerto os princípios do
protesto não-violento, ainda que como meio de provocar e irritar as
autoridades racistas dos locais onde se davam os protestos -
invariavelmente estes últimos retaliavam de forma violenta. O CLCS
também participou dos protestos em Alabany (1961-2), que não tiveram sucesso devido a divisões
no seio da comunidade negra e também pela reação prudente das
autoridades locais; a seguir participou dos protestos em Birmingham
(1963), e do protesto em St. Augustine
(1964). King, o CLCS e o CNVCE uniram forças em
dezembro de 1964, no protesto ocorrido na cidade de
Selma.</p>
<p>Em 14 de outubro de 1964 King se tornou a pessoa mais jovem a
receber o Nobel da Paz, que lhe foi outorgado em
reconhecimento à sua liderança na resistência não-violenta e pelo
fim do preconceito racial nos Estados Unidos.</p>
<p>Com colaboração parcial do CNVCE, King e o CLCS tentaram
organizar uma marcha desde Selma até a capital do Alabama, Montgomery, a ter início dia
25 de março de 1965. Já haviam ocorrido duas tentativas de
promover esta marcha, a primeira em 7 de março e a segunda em 9 de março.</p>
<p>Na primeira, marcharam 525 pessoas por apenas 6 blocos; a
intervenção violenta da polícia interrompeu a marcha. As imagens da
violência foram transmitidas para todo o país, e o dia ganhou o
apelido de Domingo Sangrento. King não participou desta marcha:
encontrava-se em negociações com o presidente estado-unidense, e
não deu sua aprovação para a marcha tão precoce.</p>
<p>A segunda marcha foi interrompida por King nas proximidades da
ponte Pettus, nos arredores de Selma, uma ação que parece ter sido
negociada antecipadamente com líderes das cidades seguintes. Este
ato tresloucado causou surpresa e indignação de muitos ativistas
locais.</p>
<p>A marcha finalmente se completou na terceira tentativa
(25 de março de 1965), com a permissão e apoio do presidente
Lyndon Johnson. Foi durante esta marcha que
Stokely Carmichael (futuro líder dos Panteras Negras) criou a expressão "Black Power".</p>
<p>Antes, em 1963, King foi um dos organizadores da marcha
em Washington, que inicialmente deveria ser uma marcha de protesto,
mas depois de discussões com o então presidente John F. Kennedy, acabou se tornando quase que
uma celebração das conquistas do movimento negro (e do governo) - o
que irritou bastante ativistas mais radicais e menos ingênuos.</p>
<p>A partir de 1965 o líder negro passou a duvidar das
intenções estadunidenses na 
Guerra do Vietnã. Em fevereiro e novamente em abril de
1967, King fez sérias críticas ao papel que os
EUA desempanhavam na guerra. Em 1968 King e o SCLC organizaram uma campanha
por justiça sócio-econômica, contra a pobreza (a <em>Campanha dos
Pobres</em>), que tinha por objetivo principal garantir ajuda para
as comunidades mais pobres do país.</p>
<p>Também deve ser destacado o impacto que King teve nos
espetáculos de entretenimento popular. Ele conversou com a atriz
negra do seriado Star Trek original, Nichelle Nichols, quando ela ameaçava sair do
programa. Nichelle acreditava que o papel não estava ajudando em
nada sua carreira e que o estúdio a tratava mal, mas King a
convenceu de que era importante para o negro ter um representante
num dos programas mais populares da televisão.</p>
<p>Martin Luther King era odiado por muitos segregacionistas do
sul, o que culminou em seu assassinato no dia 4 de abril de 1968, momentos antes de uma marcha, num hotel
da cidade de Memphis. James Earl Ray confessou o crime, mas anos depois repudiou sua confissão.
A viúva de King, Coretta Scott King, junto com o restante da
família do líder, venceu um processo civil contra 
Loyd Jowers, um homem que armou um
escândalo ao dizer que lhe tinham oferecido 100 mil dólares pelo
assassinato de King.</p>
<p>Em 1986 foi estabelecido um feriado nacional nos
EUA para homenagear Martin Luther King, o chamado 
Dia de Martin Luther King - sempre na terceira
segunda-feira do mês de janeiro, data próxima ao aniversário de
King. Em 1993, pela primeira vez, o feriado foi
cumprido em todos os estados do país.</p>
<p></p>
<p>
<strong><em>Arte: Desenho retrato -
31-10-2009.</em></strong></p>
<p><strong><em>
ms.</em></strong></p>
				</div>			</content>			<id>http://artemarios.arteblog.com.br/225764/Martin-Luther-King/</id>			<link href="http://artemarios.arteblog.com.br/225764/Martin-Luther-King/" />			<author>				<name>artemarios</name>				<uri>http://artemarios.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-10-31T20:47:40+01:00</updated>		</entry>		<entry>			<title>Elizabeth Rosamond Taylor - História</title>			<content type="xhtml">				<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">				<p>Elizabeth
Taylor nasceu em Londres no período em que seus pais, americanos,
eram responsáveis por uma Galeria de Arte naquela cidade. Em
1939, pouco antes do início da 2ª Guerra Mundial, seus pais
retornaram aos EUA onde se estabeleceram em Los Angeles.</p>
<p>Sua beleza
logo chamou a atenção dos caçadores de talento. Ao se
submeter a um teste nos Estúdios da Universal Pictures, os
executivos da Empresa ficaram impressionados com ela e a
contrataram, de modo que, com apenas 10 anos de idade, estreou no
cinema com o filme "There's One Born Every Minute".</p>
<p>No ano
seguinte, 1943, contratada da MGM, Liz iniciou sua escalada para o
sucesso com o filme "A Força do Coração". Embora com uma
longa filmografia, seu período áureo estendeu-se de 1951 a 1968,
tendo sido a primeira atriz a ganhar US$ 1 milhão pela atuação num
filme. Tal fato ocorreu quando da realização de "Cleópatra",
em 1963. Durante esse período, foi agraciada com 2 Oscars de
Melhor Atriz por suas atuações em "Disque Butterfield 8", de 1960,
e "Quem Tem Medo de Virginia Woolf ?", de 1966, sendo ainda
indicada ao mesmo prêmio da Academia por seus trabalhos em "A
Árvore da Vida", de 1957, "Gata em Teto de Zinco Quente", de 1958 e
"De Repente No Último Verão", de 1959.</p>
<p>Conhecida
internacionalmente por sua beleza, especialmente por seus olhos
violetas, foi desejada por muitos homens, tendo sido casada com
Conrad Hilton Jr., herdeiro de uma famosa cadeia de hotéis
(06/05/1950 à 01/02/1951), Michael Wilding, ator (21/02/1952 à
30/01/1957), Michael Todd, produtor (02/02/1957 à 22/03/1958),
Eddie Fisher, ator (12/05/1959 à 06/03/1964), Richard Burton, ator
(15/03/1964 à 26/06/1974 e 10/10/1975 à 01/08/1976), John Warner,
senador (04/12/1976 à 07/11/1982) e Larry Fortensky, construtor
(06/10/1991 à 31/10/1996), de quem se encontra
divorciada.</p>
<p>Na década de
70, tornou-se viciada em drogas, fazendo filmes
ocasionalmente. Ao terminar seu casamento com o senador
Warner, internou-se na Betty Ford Clinic, em mais uma tentativa de
se curar de seus vícios. Foi durante esse período de
recuperação, que conheceu Larry Fortensky, com quem se casaria mais
tarde.</p>
<p>Em 1985, com
a morte de seu grande amigo, o ator homossexual Rock Hudson,
Elizabeth Taylor iniciou uma cruzada em favor dos portadores de
Aids.</p>
<p></p>
<p>
<strong><em>Arte:
Desenho retrato - 27-10-2009</em></strong></p>
<p><strong><em>
ms.</em></strong></p>
				</div>			</content>			<id>http://artemarios.arteblog.com.br/224210/Elizabeth-Rosamond-Taylor-Hist-ria/</id>			<link href="http://artemarios.arteblog.com.br/224210/Elizabeth-Rosamond-Taylor-Hist-ria/" />			<author>				<name>artemarios</name>				<uri>http://artemarios.arteblog.com.br</uri>			</author>			<updated>2009-10-27T21:58:08+01:00</updated>		</entry></feed>