<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0">	<channel>		<title>[arteblog.com.br] aneliseespindolaescritora : <![CDATA["Um país é feito de homens e de livros" MONTEIRO LOBATO]]></title>		<link>http://aneliseespindolaescritora.arteblog.com.br</link>		<description><![CDATA["Um país é feito de homens e de livros" MONTEIRO LOBATO]]></description>		<language>br</language>		<copyright>Copyright (c) 2006, Hi-pi</copyright>		<generator>Hi-pi RSS 2.0 generator</generator>		<docs>http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss</docs>		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 15:03:10 +0200</pubDate>		<image>			<title>aneliseespindolaescritora.arteblog.com.br</title>			<link>http://aneliseespindolaescritora.arteblog.com.br</link>			<url>http://static.blogstorage.hi-pi.com/arteblog.com.br/a/an/aneliseespindolaescritora/images/mn/1249398347_regular.jpg</url>		</image>		<item>			<title><![CDATA[2° LUGAR EM CONCURSO LITERÁRIO]]></title>			<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Peço desculpa por estar um pouco
afastada do blog.</p>
<p style="text-align: justify;">Bom, para atualizar estou trazendo
um conto que inscrevi em um concurso literário do meu curso de
letras do Unilasalle.</p>
<p style="text-align: justify;">Acima estou recebendo a premiação
de segundo lugar.</p>
<p style="text-align: justify;"></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Caso queiram ler os outros textos
vencedores e ver mais algumas fotos do evento, aqui vai o
linck:</p>
<p style="text-align: justify;">
http://www.unilasalle.edu.br/canoas/pagina.php?id=2059</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<div style="text-align: justify;">A furna
encantada</div>
<p style="text-align: justify;">      
   Dizem os antigos que, há muito tempo atrás, andava
Bento Emelino a galopar seu crioulo em meio às terras do Jarau.
Isso era mania do gaudério, sentir o vento atropelar sua fronte,
donde provava a si mesmo a liberdade de se guiar um cavalo e seus
arreios por entre os campos da estância. Quando ficava solito com
seu animal, tinha certeza de que era livre.
          Pois bem, antes mesmo
de Emelino nascer, contavam histórias a respeito de tais terras,
coisa de gente do campo, mania de se juntar frente a uma fogueira
ou no galpão e contar causos ouvidos por outros, donde se
espalhavam  de gente em gente, cada vez ganhando mais
mistério. Era Emelino homem de prosear com todos, portanto, também
já havia conhecido o causo que hei de retratar ao meu caro ginete
que está a me acompanhar nesta curta prosa.
          "Eu sei uma, não é
aquela do monstro Labatut? Todas as noites percorre as cidades,
para saciar a fome, porque ele vive eternamente esfaimado. Anda
descalço, os pés são redondos, as mãos cumpridas, os cabelos longos
e assanhados, corpo cabeludo, só tem um olho na testa e os dentes
são como as presas do elefante.
          Ele gosta muito mais
de guris, porque são menos duros que os velhos! Ao sair da lua,
entra pelas ruas num trote, pairando às portas para ouvir quem fala
alto e devorar."
          Para com isso, piá, o
que dizes é lenda do Ceará, coisa que inventada pra botar medo em
piá atrevido.
        ... Foi Maria quem contou à
sobrinha de sua comadre, o acontecido com o rapaz que vira de
relance algumas vezes, passando a cavalo pelos campos. A sobrinha,
ao chegar em casa, teve de comentar o causo com o esposo e mais
alguns peões que o acompanhavam no churrasco, um desses, quando
participava de uma prosa com gente da campanha em volta da fogueira
citou o tal acontecido, mas aí já não se sabia de onde havia
começado, o que se sabia é que esta história ainda tinha muito o
que rodar.
          Nesse digo não digo
hei de começar. Era fato dito por todos como real que há muito
tempo um sacristão, no Povo de Santo Tomé, ao ir beber água
deparou-se com a própria Teiniaguá, também conhecida por muitos
como princesa moura.
          "Água! Então essa não
é aquela história de um tal  boto que, ao anoitecer, virava
homem pra enrabichar e emprenhar as gurias?"
          Boto? O que lhe digo é
lenda do rincão, se existiu tal boto foi lá pros lados do Amazonas.
Sedutor e fecundador, conta-se que o boto sente o odor feminino a
grandes distâncias, virando as canoas em que viajam as prendas.
Isso sempre à noite, e para evitar o bichano, deve-se esfregar alho
na canoa, nos portos e nos lugares que ele goste de parar.
          Voltando à Teiniaguá,
diziam essa ter parte com o Diabo. O sacristão, ao se enrabichar
pela bichana acabou condenado, sendo salvo por sua chinoca.
Procuraram um lugar afastado onde os dois enamorados pudessem viver
em paz. Assim, foram parar no Cerro do Jarau, no Quaraí, onde
descobriram uma caverna muito funda e comprida. E lá foram morar,
os dois.
          "Caverna! Conheço uma
história com caverna. Ou era gruta? A guria chorava de amor e de
tantas lágrimas criava uma fonte."
          Gruta dos amores, não,
não é este o causo. Essa tal gruta é coisa da Ilha de Paquetá. No
Cerro do Jarau era uma furna, uma caverna na rocha.
          Emelino soubera o que
acontecera com Blau Nunes, o gaúcho que atravessara o pampa
rio-grandense vivendo a terra gaudéria em prosa, sobre as sete
provas que realizara e o presente ganho. Mas era tranquilo como
capincho em taipa de açude e parado que nem água de poço. Foi-se
embora desbravar os pampas, lá pela região do cerro.
            A La pucha
tchê! O que se sucedeu, então, foi que Emelino encontrou com a tal
moura, não se sabe bem se a mesma, ou quem sabe outra, mas o fato
mesmo é que o gaudério que, desde piazito, pensava que era feio e
rejeitado, depois de ajudar a Teiniaguá, foi surpreendido por uma
oferta, a bichana realizaria seu pedido.
          Então foi que Emelino
não pensou duas vezes, desembuchou de vez que queria ser guapo,
cuiúdo, macanudo e fazer sucesso com as raparigas. Teiniaguá mais
do que na hora lançou nele seu poder. Lá se foi Emelino nos
trinques desfrutar seu presente. Se em cavalo dado não se olha os
dentes, quem dirá em pelagem nova e sucesso garantido. Tinha lá
seus dezessete anos ainda, mas desde então, fez sucesso com as
chinocas. Todas comentavam sua formosura e ninguém questionava de
onde saíra.
          Manuela o conhecia de
piazito, assustou-se com a mudança, isso era visto e lamentou não
ter se antecipado. Acontece que, na infância, Emelino gostava da
tal Manuella, mas sendo ela mais velha, não tencionava gostar dele,
só que Emelino sempre foi buenacho e baita prosador, disso Manuella
sempre gostou. No entanto muito judiou do coitado, enquanto piá.
Deus não mata mas castiga e, antes que  Manuela se desse por
conta, estava enamorada dele, entretanto Emelino já havia tropeçado
na moura e se transformado. Nada manuella podia fazer para provar
que não era a beleza do gaudério que a deixou interessada, nada
para ele provaria que, mesmo sem a transformação, ela pudesse
sentir um cambicho por ele. Nem ela mesma podia ter esta
certeza.
          O vivente era um tanto
xucro e não se domava muito fácil, se envolveu um pouco com
Manuella, mas nada que o prendesse. Sempre rodeado de chinocas,
todas guapas a xereteá-lo, era bagual e a pobre tinha mais que se
contentar que, mesmo com tantas, ele ainda lhe mantinha algum
apreço. Mas a rapariga não se conformava, desde piazito, ele
admirava sua formosura, nada era mais justo do que pertencer ao
gaúcho.
          - Se na furna, Emelino
encontrou ajuda, por supuesto, irei achar.
          Enfezada com a
Teiniaguá, montou em seu cavalo, cravou-lhe a espora e troteou para
o lado do Cerro do Jarau, seguindo a trilha que muitas patas de
cavalo já haviam seguido há gerações. Tentando ir ao encontro do
auxílio que tencionava receber. procurando também ela fazer um
acordo com a bichana. "Fostes das moças a mais corajosa, prenda
formosa que em minha furna adentra. Minha história terás de ouvir,
para em seguida meu coração te abrir. Vejo em ti o que jamais
encontrei. Buscas amparo e eu te darei."
          Foi Rosália quem
contou à prima de seu esposo, o acontecido com a guria que vira de
relance, algumas vezes, passando a cavalo pelos campos. A prima, ao
chegar em casa, teve de comentar o causo com o esposo, que, no dia
seguinte, contou aos peões.
          Dizia a história que
Manuella fora vista adentrando a furna do Cerro do jarau, cerro
cheio de histórias e mistérios. o que procurava, não se sabe, mas
manuella era moça formosa que jamais havia namorado, quem sabe, a
busca que fazia era pelo socorro da princesa moura, tentando
arranjar marido. No interior, as prendas não se importam com outra
coisa a não ser o casamento. Mas se era esse o seu pedido ninguém
sabe, o que se sabe é que depois que saiu de lá, percorreu o rincão
a galope, solita, a la cria, sem jamais criar raízes em nenhuma
estância. O que ouvi dizer é que depois que voltou muitos haviam
sentido sua falta. Parece que por fim se casou, ou não? Já não
recordo detalhes. O que sei é que dizem que a furna é
encantada...
                                                                                              
<span style=
"color: #8b4513; font-weight: bold;">Anelise
Espíndola</span></p>
]]></description>			<link>http://aneliseespindolaescritora.arteblog.com.br/236020/2-LUGAR-EM-CONCURSO-LITER-RIO/</link>			<comments>http://aneliseespindolaescritora.arteblog.com.br/2--LUGAR-EM-CONCURSO-LITERaRIO-03122009-150003-lp-236020.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://aneliseespindolaescritora.arteblog.com.br/236020/2-LUGAR-EM-CONCURSO-LITER-RIO/</guid>			<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 15:00:03 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[ROTINA]]></title>			<description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 27pt;">
Todos os dias
meu celular desperta às seis horas da manhã, todos os dias
eu acordo e reajusto para às seis e meia, todos os dias ele
desperta às
seis e meia e eu troco para às seis e quarenta. Todos os dias pulo
da
cama às seis e quarenta ligo a chapinha e coloco meu uniforme,
primeiro
a calça, depois a blusa e o casaco. Vestida, começo o ritual
da
maquiagem, primeiro o lápis marrom na sobrancelha (que a cada dia
está
perdendo mais fios), passo o panqueique e em seguida um pouco de
blush,
delineador e lápis nos olhos. Por fim, arrumo o cabelo e saio às
sete e
vinte e oito de casa. Quando bato o cadeado do portão enxergo o
ônibus
integração passando na esquina. Chego na esquina e dobro para ir
em
direção à parada, dou uma olhada na minha imagem refletida em um
vidro
de caixa de luz, consigo avistar o velho senhor esperando o mesmo
ônibus
que eu com o mesmo blusão azul escuro todos os dias (ufa, isso
quer
dizer que não perdi o ônibus). No ônibus, sento o mais próximo
possível
da moça que desce quatro paradas após eu subir, assim garantindo
que
metade do caminho poderei ir sentada. Desço e encaro mais um dia
no
trabalho como todos os outros.</p>
<p class="MsoNormal" style=
"margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 27pt;">
Em alguns
dias tenho aula, em outros não, mas os dias transcorrem
aparentemente iguais. Hoje minha irmã me dá a notícia de que a
prima de
dezessete anos está grávida de gêmeos, paro um instante e penso,
tantos
amigos, tantos parentes, casando, tendo filhos, se mudando, parece
que
tudo muda na vida de todos e para mim é como se o tempo não
passasse. À
noite deito, como todos os dias vou ler, leio até o sono chegar,
coloco
o despertador para às seis horas da manhã com intenção de levantar
e
quem sabe poder tomar um banho. Todos os dias o celular desperta às
seis
horas da manhã...</p>
]]></description>			<link>http://aneliseespindolaescritora.arteblog.com.br/211162/ROTINA/</link>			<comments>http://aneliseespindolaescritora.arteblog.com.br/ROTINA-25092009-213036-lp-211162.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://aneliseespindolaescritora.arteblog.com.br/211162/ROTINA/</guid>			<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 21:30:36 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[A FUGA DA REALIDADE]]></title>			<description><![CDATA[<p> </p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%; text-indent: 27pt;">
Cultivar o hábito da leitura não é uma
prática de muitos. Infelizmente as famílias não têm o costume de
estimular a leitura entre as crianças, ou melhor, nem todas. Ainda
há uma esperança entre aqueles que procuram incentivar essa
prática, mas o que vinha faltando era a divulgação da ficção. Como
uma leitora assídua desde a 1ª série, onde me divertia com os
clássicos contados em livros ao quais podíamos ver os personagens
feitos por bonecos de massinha de modelar, tento de várias formas
desenvolver esse hábito em meus irmãos. Não precisei que minha
família me estimulasse, bastou conhecer o mundo das letras para
descobrir o meu lugar, pois para mim o fato de ver alguém lendo não
era estranho, como muitas vezes pode parecer para as crianças de
hoje em dia, por que mesmo que minha mãe jamais me incentivasse eu
estava familiarizada em vê-la lendo coleções do tipo
<em>Sabrina.</em> O que vinha me intrigando há algum tempo era o
fato de que os livros de ficção já não eram vendidos, o mercado da
ficção estava decaindo de forma arrasadora, os únicos livros que
eram efetivamente vendidos eram os livros de auto-ajuda,
auto-biográficos, somente fatos reais. Era como se os leitores não
quisessem mais se abrir ao mundo da ficção, não quisessem mais
sonhar com coisas impossíveis, fugir da realidade do seu dia-a-dia,
isso realmente estava me apavorando.</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%; text-indent: 27pt;">
Entretanto, quando pensei já não existirem
maneiras de se reverter este quadro, heis que surge uma enorme luz
no fim do túnel e os leitores estavam novamente receptivos a
criatividade e ao encantamento das maravilhosas histórias
envolvendo mundos irreais, mas extremamente cativantes.
Foi<span style="color: black;"><a href=
"http://www.jkrowling.com/"></a></span> <span style=
"color: black;">J. K. Rowling com o seu
pequeno bruxo Harry Potter, quem nos apresentou a fascinante trama
entre bruxos, trouxas, trevas, dementadores, conquistando o seu
lugar entre os leitores e sucessivamente os telespectadores, com
uma saga que até hoje ocupa as telas do cinema.</span>
<span>Levadas também para as telonas, <em>As crônicas de
Nárnia</em> passaram a ser reeditadas com frequência e <span>C. S.
Lewis voltou a estar presente em uma nova geração, fazendo parte da
infância possivelmente dos filhos daqueles que já haviam conhecido
as histórias vividas por crianças ao lado do queridíssimo leão
Aslam na fantástica Nárnia. Outra saga escrita há muito tempo atrás
e que voltou com grande sucesso foi a de J. R. R.</span></span>
Tolkien, a fascinante história envolvendo o anel dividida entre
três livros também foi gravada em três longas-metragens com enorme
sucesso de bilheteria. Ao que parece a ficção voltou a encantar o
público que já não se preocupa apenas com o que é real e está
disposto a se deliciar com histórias improváveis de acontecer na
vida real.</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%; text-indent: 27pt;">
Por fim, a grande prova de que a ficção está
novamente em alta é Stephenie Meyer com os livros
<strong><em>Crepúsculo, Lua Nova, Eclipse e
Amanhecer</em></strong>, um romance envolvendo vampiros, dividido
em quatro partes<em>,</em> todos presentes nas listas de livros
mais vendidos de 2009, foram lançados no Brasil pouco antes de suas
gravações em filme, o que tornou a divulgação muito maior, fazendo
com que os telespectadores não resistissem a espera pelos filmes e
decidissem ler os livros para matar a curiosidade, um fator
apelativo que trouxe grandes resultados, outro fator no meu ponto
de vista seria a idéia de colocar no fim de cada um dos livros o
primeiro capítulo da sequência. Digo isto pois provei do veneno,
comprei os três primeiros livros e os li em um tempo teoricamente
rápido, então quando acabei o terceiro li o primeiro capítulo do
quarto, mas ainda não havia comprado. Como o último livro ainda era
lançamento estava custando caro e eu não estava disposta a pagar
tanto, iria esperar um tempo até baixar, era o que pretendia. Minha
curiosidade falou mais alto e em menos de dois dias após ter
terminado o terceiro eu estava dentro da livraria mais cara pagando
$50 por um livro, apenas por curiosidade e prazer em poder
lê-lo.</p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; line-height: 150%; text-indent: 27pt;">
<span style="color: black;">Novamente
acredito no poder da ficção, novamente acredito que ainda temos
possibilidade de prender leitores, talvez o que
precisemos seja rever os métodos que usamos para
isto.</span></p>
]]></description>			<link>http://aneliseespindolaescritora.arteblog.com.br/207616/A-FUGA-DA-REALIDADE/</link>			<comments>http://aneliseespindolaescritora.arteblog.com.br/A-FUGA-DA-REALIDADE-17092009-183635-lp-207616.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://aneliseespindolaescritora.arteblog.com.br/207616/A-FUGA-DA-REALIDADE/</guid>			<pubDate>Thu, 17 Sep 2009 18:36:35 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[EM MEMÓRIA:]]></title>			<description><![CDATA[<p> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: 150%;"
align="center"><em><span style=
"font-family: "Baskerville Old Face";">Era nosso melhor
amigo para qualquer hora. Com ele podíamos ir ao encontro de nossas
paixões.</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: 150%;"
align="center"><em><span style=
"font-family: "Baskerville Old Face";">Presenciou
momentos inesquecíveis, alegrias e tristezas, sempre lá, firme e
forte.</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: 150%;"
align="center"><em><span style=
"font-family: "Baskerville Old Face";">Quando vejo minha
vida passar como um fleche, ele sempre vem à minha cabeça. Era o
melhor companheiro nas horas de travessuras e quantos momentos
foram possíveis graças à sua presença. Hoje ao passar pelo lugar
onde ficava, sinto um aperto no peito. Saber que nada é como era,
que nem mesmo sua presença resolveria meus problemas
agora.</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: 150%;"
align="center"><em><span style=
"font-family: "Baskerville Old Face";">Para quem passa naquela rua, nada mais resta a não ser um
pequeno buraco no chão. Mas comigo resta as grandes lembranças que
ficaram daquele simples orelhão.</span></em></p>
]]></description>			<link>http://aneliseespindolaescritora.arteblog.com.br/196235/EM-MEM-RIA/</link>			<comments>http://aneliseespindolaescritora.arteblog.com.br/EM-MEMiRIA--21082009-161203-lp-196235.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://aneliseespindolaescritora.arteblog.com.br/196235/EM-MEM-RIA/</guid>			<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 16:12:03 +0200</pubDate>		</item>		<item>			<title><![CDATA[DIA DOS PAIS]]></title>			<description><![CDATA[<p> </p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; text-indent: 27pt; line-height: 150%;">
<span style="font-family: "Baskerville Old Face";">Neste
último domingo que passou, recebi algo que há algum tempo não
costumava receber. O que melhor para se ganhar no dia dos pais do
que um colo de pai? Aquele colo sem igual, um colo cheio de amor e
carinho. Mesmo com meus vinte e dois anos ainda me sinto uma menina
quando sento no colo do meu pai, quando ele me abraça forte e diz
que não existe no mundo um amor mais forte do que o que ele sente
por mim e por meus irmãos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: justify; text-indent: 27pt; line-height: 150%;">
<span style="font-family: "Baskerville Old Face";">Então
como não me orgulhar desse home? Como não querer a cada dia me
tornar alguém melhor para que ele possa também sentir orgulho de
mim.</span></p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: center; text-indent: 27pt; line-height: 150%;" align=
"center"><em><span style=
"font-family: "Baskerville Old Face";">Pai!</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: center; text-indent: 27pt; line-height: 150%;" align=
"center"><em><span style=
"font-family: "Baskerville Old Face";">Agora te sinto
distante,</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: center; text-indent: 27pt; line-height: 150%;" align=
"center"><em><span style=
"font-family: "Baskerville Old Face";">mas nem assim te
esqueço.</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: center; text-indent: 27pt; line-height: 150%;" align=
"center"><em><span style=
"font-family: "Baskerville Old Face";">Em tudo o que
conquisto</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: center; text-indent: 27pt; line-height: 150%;" align=
"center"><em><span style=
"font-family: "Baskerville Old Face";">é sempre em ti que
penso.</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: center; text-indent: 27pt; line-height: 150%;" align=
"center"><em><span style=
"font-family: "Baskerville Old Face";">Aquele que me
ensinou</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: center; text-indent: 27pt; line-height: 150%;" align=
"center"><em><span style=
"font-family: "Baskerville Old Face";">a buscar meu
espaço no mundo,</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: center; text-indent: 27pt; line-height: 150%;" align=
"center"><em><span style=
"font-family: "Baskerville Old Face";">que sempre me
apoiou,</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: center; text-indent: 27pt; line-height: 150%;" align=
"center"><em><span style=
"font-family: "Baskerville Old Face";">me olhou bem lá no
fundo.</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: center; text-indent: 27pt; line-height: 150%;" align=
"center"><em><span style=
"font-family: "Baskerville Old Face";">Jamais me deixou
cair,</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: center; text-indent: 27pt; line-height: 150%;" align=
"center"><em><span style=
"font-family: "Baskerville Old Face";">só me incentivou a
subir.</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: center; text-indent: 27pt; line-height: 150%;" align=
"center"><em><span style=
"font-family: "Baskerville Old Face";">Um dia vou
demonstrar</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: center; text-indent: 27pt; line-height: 150%;" align=
"center"><em><span style=
"font-family: "Baskerville Old Face";">toda a minha
gratidão,</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: center; text-indent: 27pt; line-height: 150%;" align=
"center"><em><span style=
"font-family: "Baskerville Old Face";">vou poder
ajudar,</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: center; text-indent: 27pt; line-height: 150%;" align=
"center"><em><span style=
"font-family: "Baskerville Old Face";">vou estender-lhe a
mão.</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: center; text-indent: 27pt; line-height: 150%;" align=
"center"><em><span style=
"font-family: "Baskerville Old Face";">Erros são
humanos,</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: center; text-indent: 27pt; line-height: 150%;" align=
"center"><em><span style=
"font-family: "Baskerville Old Face";">pais
também,</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: center; text-indent: 27pt; line-height: 150%;" align=
"center"><em><span style=
"font-family: "Baskerville Old Face";">mas nunca vou lhe
trocar</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style=
"text-align: center; text-indent: 27pt; line-height: 150%;" align=
"center"><em><span style=
"font-family: "Baskerville Old Face";">nesse mundo por
ninguém.</span></em></p>
]]></description>			<link>http://aneliseespindolaescritora.arteblog.com.br/191551/DIA-DOS-PAIS/</link>			<comments>http://aneliseespindolaescritora.arteblog.com.br/DIA-DOS-PAIS-12082009-141346-lp-191551.php#lienpermanent</comments>			<guid>http://aneliseespindolaescritora.arteblog.com.br/191551/DIA-DOS-PAIS/</guid>			<pubDate>Wed, 12 Aug 2009 14:13:46 +0200</pubDate>		</item>	</channel></rss>